A lenda do chupim — 2º Livro de leituras infantis

11 04 2011

—-

—-

A lenda do chupim

—-

O  chupim é um passarinho escuro também chamado de anu ou azulão.  Possui um canto suave e melodioso.  Mas tem o mau costume de por seus ovos nos ninhos dos outros pássaros.  Além disso come as sementes e destrói as plantações. 

O chupim era, porém um pássaro bonito e trabalhador.  Fazia o seu ninho com capricho e cuidava bem dos filhotes.  Mas houve uma guerra entre as aves, de que resultou queimarem o ninho do chupim.  Por milagre, o pássaro salvou-se, mas ficou todo preto, sapecado.  Lá se foram seus ovos e suas lindas penas!

Daí por diante o chupim ficou preguiçoso.  Não quis mais trabalhar.  Deixou de fazer o ninho.  E passou a por os ovos nos ninhos dos outros pássaros.  Por isso, não cria mais filhotes.  Quando o censuram por sua preguiça, diz que não faz ninhos porque tem medo de novo incêndio.  E assim vai levando a vida.  O passarinho mais explorado do chupim é o tico-tico.  Coitado!  até o chamam, por isso, de engana-tico…

—-

—-

Em:  Leituras infantis, Theobaldo Miranda Santos, 2º livro, Rio de Janeiro, Agyr:1962





Bullying: um crime social, onde todos têm sua dose de culpa, como mostrou Alonso Cueto

9 04 2011

Ilustração, Complete Well Being.

—-

—-

Na época em que comecei a faculdade era comum acreditarmos no conceito de que grande parte dos artistas – quer nas artes visuais, como nas literárias e outras – estava sempre alguns anos à frente da grande maioria das pessoas,  da sociedade em geral.  É possível que nas últimas décadas esse assunto tenha desaparecido ou tenha se tornado arcaico: a comunicação instantânea parece desestabilizar o preceito.  Quase não temos tempo de digerir o que nos aparece e, ainda, o que é novo hoje já se torna velho em questão de horas.  

Os eventos da semana no Rio de Janeiro – a execução de crianças por um homem desequilibrado que havia claramente sofrido de bullying na escola, como mostrou o jornal O GLOBO de hoje.  [ “De berço de rua a cova de indigente”, Caderno Especial, página 8] — não nos deixam parar de pensar nesse tipo de abuso.  Lendo esse artigo me lembrei dessa questão do artista estar preocupado com algum aspecto social que muitos ainda não sentiram.   Lembrei-me de como o autor de um romance, que por estar atento aos passos da sociedade, aos detalhes do dia a dia, projeta no seu trabalho, o entendimento, a discussão ou atualização de assuntos que nem sempre estão na “boca do povo”.   Foi pensando nesses passos um pouquinho à frente da sociedade que voltei a minha atenção ao  romance de Alonso Cueto, O sussurro da mulher baleia, [Planeta: 2007]  já resenhado aqui nesse blog,  em 3 de janeiro de 2010:  Alonso Cueto brilha com O sussurro da mulher baleia .  O romance que foi finalista  em 2007 do Prêmio Planeta-Casa América de Narrativa Ibero-Americana, aborda justamente o tópico do bullying na escola e as conseqüências que este bullying pode trazer.  Mostra claramente como esse é um crime social, em que  praticantes e vítimas sofrem.  Também são aqueles que se calam são vítimas.  Todos, todos que permitem que o bullying aconteça sofrem.  É uma doença social, virulenta e às vezes mortal.

—-

—-

—- 

O sussurro da mulher baleia é uma leitura necessária a quem deseja entender melhor os efeitos prolongados desse sofrimento.  Sua narrativa é dinâmica, moderna e não parece, talvez por ser de tão fácil leitura, tratar de um assunto tão importante e de tanto peso emocional.  Mas Alonso Cueto consegue mostrar como o bullying é um crime social. Cueto mostra como esses dois lados de uma mesma moeda afetaram duas meninas na escola, que eram amigas.   Ele revela também, numa cena final de grande sensibilidade,  como essa situação escolar é carregada através da vida de ambas as protagonistas e como o sofrimento de cada uma encontra repercussão na outra, fazendo-as interdependentes emocionalmente.  Recomendo mais uma vez a leitura desse romance não só pela atualidade do tema, mas pelo que sabemos ser verdade em casos de sofrimento contínuo de jovens adolescentes.  Se você ainda não parou para pensar nesse assunto e se ainda não leu este romance, faça-o.  Esta é a hora.





Vozes da noite, poema para a infância de Armando Côrtes-Rodrigues

28 03 2011

Vozes da noite

                                           Armando Côrtes Rodrigues

Vozes na Noite!  Quem fala

Com tanto ardor, tanto afã?

Falou o Grilo primeiro,

Logo depois foi a Rã.

Pobre loucura dos homens

Quando julgam entendê-las…

Só eles pasmam os olhos

Neste encanto das estrelas…

Lá no silêncio dos campos

Ou no mais ermo da serra,

Na voz das rãs dala a àgua,

Na voz dos grilos a Terra.

Só eles cantam a vida

Com amor e singeleza,

Por ser descuidadaa, alegre;

Por ser simples, com beleza.

Pudesse agora dizer-te,

Sem ser por palavras vãs,

O que diz a voz dos grilos,

O que diz a voz das rãs.

Em: Poemas para a infância: antologia escolar, Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, Edições de Ouro: s/d

Armando César Côrtes-Rodrigues (Portugal, 1891 — 1971 ) Escritor, poeta, dramaturgo, cronista e etnólogo açoriano que se distinguiu pelos seus estudos de etnografia e em particular pela publicação de um Cancioneiro Geral dos Açores e de um Adagiário Popular Açoriano, obras de grande rigor e qualidade.

Obra poética:

 Ode a Minerva:angra do heroísmo, 1922

Em Louvor da humildade: poemas da terra e dos pobres., 1924

Cântico das Fontes, 1934

Cantares da noite seguidos dos poemas de orpheu, 1942

Quatro poemas líricos, 1948

Horto fechado e outros poemas, 1953

Antologia de Poemas de Armando Côrtes-Rodrigues, 1956.





Minha profissão: Fernanda Nunes, cientista social

27 03 2011

Fernanda Nunes

—-

—-

 

Esta é a sétima entrevista com o título Minha profissão, que foca em jovens profissionais falando sobre suas preparações para exercerem as profissões que têm.  As anteriores incluem: bibliotecária, músico, empresária em comércio exterior, fotógrafo, analista de sistemas, designer industrial.

—–

Fernanda Nunes, cientista social—-

 —-

Perfil

Sou formada em Ciências Sociais pelo CPDOC/FGV. Fui bolsista de iniciação científica (CNPq) nas pesquisas “A construção da favela carioca como destino turístico” e “Ações solidárias e o consumo de experiências: um estudo sobre o campo do ‘turismo voluntário’ no Rio de Janeiro“.

Que tipo de trabalho você faz?

O cientista social pode se especializar em três áreas de conhecimento (antropologia, sociologia e ciência política), estando apto a atuar como pesquisador e/ou professor.

Na condição de bolsista, desenvolvi o trabalho de campo em duas favelas cariocas (Rocinha e Pereira da Silva). Durante quatro anos, fiquei responsável pela observação participante, produção de diários de campo, bem como pela realização de entrevistas com diferentes personagens. Após a análise do material coletado, foram publicados artigos (nos quais fui co-autora) e um livro – “Gringo na Laje” (2009), da Prof.ªDrª. Bianca Freire-Medeiros.

 Atualmente, trabalho como assistente de pesquisa, na Fundação Getulio Vargas.  Minha função constitui-se, basicamente, em pesquisar em arquivos e fazer transcrições ou resumos a pedido dos coordenadores das investigações.

 

Você trabalha no campo de sua formação profissional ou trabalha numa área diferente daquela para qual estudou?

No momento, trabalho no campo de minha formação. Embora não desconsidere a minha experiência no âmbito das Ciências Sociais – devido ao meu interesse no desenvolvimento de outras pesquisas-, pretendo seguir carreira na área da saúde coletiva.

Para o trabalho que você faz agora, o que poderia ter sido diferente no seu curso de formação? Não digo para o trabalho que faço agora, mas sim, para o que penso em relação ao meu futuro: acredito que os professores deveriam indicar aos alunos algumas alternativas à carreira acadêmica.

—-

—-

—–

—–

O que você faz para continuar a se atualizar? A intensa carga de leitura e a participação em congressos e seminários, tanto nacionais quanto internacionais, são imprescindíveis. Ademais, recomendo o ingresso em um programa de pós-graduação.

 

Você precisa usar alguma língua estrangeira frequentemente?

No meu atual trabalho, não. No entanto, nas pesquisas que envolviam favela, turismo e consumo fiz uso do inglês e, algumas vezes, do espanhol, para me comunicar (pessoalmente ou via email) com os meus “nativos”, ou seja, estrangeiros que eram “turistas” ou “voluntários”, nas favelas.

Que conselho daria a um adolescente que precisa decidir que carreira escolher?

Que converse com profissionais da sua área de interesse e que olhe a grade curricular dos cursos, geralmente, disponível no site das universidades.

—-

Você tem um lugar na internet que gostaria de mostrar para os nossos leitores? Um blog, twitter?

Não tenho nenhum site pessoal, mas recomendo o Scielo (http://www.scielo.org/php/index.php), que abrange uma infinidade de textos acadêmicos. E, para saber mais sobre turismo na favela, indico nosso artigo (online) publicado na Revista “Os Urbanitas”: http://www.aguaforte.com/osurbanitas7/Freire-MedeirosMenezes&Nunes.html





Trova do jogo

24 03 2011

Pato Donald compete com Gastão, ilustração Walt Disney.

—-

Não adianta reclamar,

quem joga tem que saber:

jamais deverão jogar

os que não sabem perder.

(Décio Valente)





Outono, poesia de Cyra de Queiroz Barbosa

21 03 2011

Outono, ilustração de revista americana, 1922, sem título.

Outono

Cyra de Queiroz Barbosa

—-

A calçada está coberta

com folhas soltas

das amendoeiras

sopradas pelo vento.

Vermelhas

amareladas

quase secas

outonadas.

As árvoes se despiram.

Esgalharam.

Braços suspensos

como em preces

implorando

o reviver na primavera.

Nos rostos que caminham pela rua

há marcas das horas

vividas

sofridas.

Há passos que se apagam

entre as duas calçadas.

Há braços que se estendem

na vã espera.

Outono

sem reviver

sem primavera.

Em: Moenda:painéis e poemas interiorizados, Cyra de Queiroz Barbosa, Rio de Janeiro, Rocco:1980, p. 129





Vida de flor, poema de Fagundes Varela, 1861

17 03 2011

 

Flores, 1961

Agostinho Batista de Freitas ( Brasil, 1927-1997) 

óleo sobre tela,  50 x 70 cm

—-

—-

Vida de flor

                             Fagundes Varela

Por que vergas-me a fronde sobre a terra,

Diz a flor da colina ao manso vento,

SE apenas às manhãs o doce orvalho

          Hei gozado um momento?

Tímida ainda, nas folhagens verdes

Abro a corola à quietação das noites,

Ergo-me bela, me rebaixas triste

          Com teus feros açoites!

Oh! Deixa-me crescer, lançar perfumes,

Vicejar das estrelas à magia,

Que minha vida pálida se encerra

          No espaço de um dia!

Mas o vento agitava sem piedade

A fronte virgem da formosa flor,

Que pouco a pouco se tingia, triste,

          De mórbido palor.

Não vês, ó brisa?  lacerada, murcha,

Tão cedo ainda vou pendendo ao chão,

E em breve tempo esfolharei já morta

          Sem chegar ao verão?

Tem piedade de mim!  Deixa-me ao menos

Desfrutar um momento de prazer,

Pois que é meu fado despontar n’aurora

          E ao crepúsc’lo morrer!…

Brutal amante não lhe ouviu as queixas,

Nem às suas dores atenção prestou,

E a flor mimosa, retraindo as pétalas,

          Na tige se inclinou.

Surgiu n’aurora,   não chegou à tarde,

Teve um momento de existência só!

A noite veio, procurou por ela,

          Mas a encontrou no pó.

Ouviste, ó virgem, a legenda triste

Da flor do outeiro e seu funesto fim?

Irmã das flores à mulher, às vezes,

          Também sucede assim.

São Paulo, 1861

 

Luís Nicolau Fagundes Varella, (RJ 1841 – RJ 1871) ou Fagundes Varela, poeta brasileiro e um dos patronos na Academia Brasileira de Letras.

Obras:

  • Noturnas – 1861
  • Vozes da América – 1864
  • Pendão Auri-verde – poemas patrióticos, acerca da Questão Christie.
  • Cantos e Fantasias – 1865
  • Cantos Meridionais – 1869
  • Cantos do Ermo e da Cidade – 1869
  • Anchieta ou O Evangelho nas Selvas – 1875 (publicação póstuma)
  • Diário de Lázaro – 1880




No Maranhão: Espinossaurídeo Oxalaia quilombensis

17 03 2011

Espinossaurídeo Oxalaia quilombensis, ilustração de reconstrução.

 Cientistas brasileiros da Universidade Federal do Rio de Janeiro, (UFRJ), anunciaram ontem,  [16/03], no lançamento da publicação Anais da Academia Brasileira de Ciências, a descoberta de um dinossauro gigante, a que se deu o nome de Espinossaurídeo Oxalaia quilombensis.  Este é o maior dinossauro carnívoro já encontrado no Brasil. Viveu no nordeste brasileiro, mais especificamente, no Ilha de Cajual (MA), onde foi encontrado.

O Oxalaia quilombensis  — cujo nome homenageia Oxalá,  divindade masculina mais respeitada na religião africana e  também os quilombos, povoações que construídas por escravos fugidos que existiam na ilha — media de 12 a 14 metros de comprimento, pesava entre 5 e 7 toneladas e viveu há cerca de 95 milhões de anos.  

Essa descoberta foi a estrela da apresentação, onde os pesquisadores do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro mostraram que ao encontrarem os vestígios do pré-maxilar, com sete dentes, e da narina do dinossauro, constataram que o réptil tinha mais semelhanças com outros dinossauros encontrados na costa da África do que com os descobertos até hoje em terras brasileiras, tais como os répteis da Bacia do Araripe.  Verificaram também que o Oxalaia quilombensis, quando comparado a dinossauros da mesma espécie, mas encontrados na costa africana, tem dimensões significativamente maiores do que seus pares da África.   A familiaridade entre esse dinossauro e os encontrados na África nos lembra que há 115 milhões de anos as terras da América do Sul e da África ainda eram unidas, permitindo a livre migração de um lado ao outro de fauna e de flora (atrvés de sementes), pois o Oceano Atlântico ainda não separava os dois modernos continentes. 

Uma das características dos Espinossaurídeos são dentes mais finos e mais fracos  do que os encontrados em outros dinossauros carnívoros.  Essas características levou cientistas a pensarem, por muito tempo, que esses dinossauros se alimentassem de peixes.   Mas há pouco tempo foi descoberta uma mordida de um Espinossaurídeo na vértebra do pescoço de um pterossauro.  Isso mudou tudo e hoje então sabemos que eles tinham uma dieta mais variada, pois podia se alimentar de répteis.   Os Espinossaurídeos reinavam absolutos como maiores carnívoros do país.  Fora eles, não há qualquer outra espécie que ostente mais de 8 metros de comprimento no Brasil.

—-

A pesquisadora Elaine Machado mostra as partes achadas e o desenho de reconstrução.

O Espinossaurídeo Oxalaia quilombensis tinha espinhos neurais muito alongados que formavam a vela – uma estrutura nas costas como um leque.  Seu crânio lembrava o dos crocodilos porque também era longo. 

Fonte: O GLOBO, versão impressa.





Quadrinha infantil sobre o leite

16 03 2011

 

Creme

Alfred Arthur Brunel de Neuville (França, 1851-1941)

óleo sobre madeira

—-

—-

O leite, que é a bebida

Ideal para o estudante,

É mil vezes superior

A qualquer refrigerante.

(WNF)





Minha profissão: Cris Bauer, analista de sistemas

15 03 2011

Cris Bauer

Esta é a quinta entrevista com o título Minha profissão, que foca em jovens profissionais falando sobre suas preparações para exercerem as profissões que têm.  As anteriores incluem: bibliotecária, músico, comércio exterior, veja links abaixo.

——

Cris Bauer, analista de sistemas

Perfil

Mil caminhos a seguir e seguindo todos. OK, nem sempre os caminhos são compatíveis, mas não perco um único cruzamento! Para aqueles que acreditam, uma perfeita geminiana.

 Que tipo de trabalho você faz?

Sou Analista de Sistemas e trabalho com sites para internet e produtos voltados para Telefonia Celular, como jogos, promoções, etc. Há pouco abri uma loja de perfumaria e presentes personalizados. Uma forma de não virar uma “nerd’.

Você trabalha no campo de sua formação profissional ou trabalha numa área diferente daquela para qual estudou?

Sim!  Me formei em Ciência da Computação e em Comunicação Social. A junção dos dois cursos é meu diferencial no meu trabalho, pois consigo fazer a interface entre a área de tecnologia e todas as outras áreas – marketing, comercial, jurídico e principalmente, o cliente externo.

Também escrevo para um jornal local e até mesmo para a loja, os cursos me ajudaram bastante. Consegui bastante noção administrativa, de logística, desembaraço para lidar com os clientes. Com isso, basta liberar a criatividade.

Para o trabalho que você faz agora, o que poderia ter sido diferente no seu curso de formação?

Difícil dizer,  pois eu já trabalhava na área durante o curso de Computação, então eu mesma ia “escarafunchando” tudo o que eu achava interessante.

—-

—-

—-

—- 

O que você faz para continuar a se atualizar?

Estou sempre em contato com várias pessoas de diversas empresas acompanhando todas as novidades. Leio bastante revistas, blogs, sites especializados.

Você precisa usar alguma língua estrangeira frequentemente?

Inglês! A tecnologia está realmente integrada em todo o mundo e um único projeto engloba equipes de vários países. Espanhol tem sido um grande diferencial.

Que conselho daria a um adolescente que precisa decidir que carreira escolher?

Primeiro preste atenção na área que realmente goste. Nada pior do que tentar trabalhar com algo que não gostamos. Segundo lugar, tenha calma e não se entusiasme com as “profissões da moda”. Estude com carinho o mercado de trabalho e as perspectivas de crescimento, levando em conta a região onde mora e sua disponibilidade/vontade de se mudar ou não.

Você tem um lugar na internet que gostaria de mostrar para os nossos leitores? Um blog, twitter?

Tenho um blog que anda meio abandonado, mas onde escrevo de vez em quando.

www.crisb.zip.net

Também estou no Twitter, mas uso mais para informações informais

@crisbauer

—-

=====================================================

Veja outras profissões: 

BIBLIOTECÁRIA 

MÚSICO 

COMÉRCIO INTERNACIONAL

FOTÓGRAFO