Natureza morta, 1989
Chen Kong Fang (China, 1931-2012)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Natureza morta, 1956
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Natureza morta, 1989
Chen Kong Fang (China, 1931-2012)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Natureza morta, 1956
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre tela, 38 x 55 cm
Água de meninos, c. 1930
Manoel Ignácio Mendonça Filho (Brasil, 1895 –1964)
óleo sobre papelão, 70 x 55 cm
Coleção Augusto Gentil Baptista

Fazenda, 1895
Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)
óleo sobre tela, 43 x 95 cm

Paisagem
Luiz Pinto (Brasil, 1939-2012)
óleo sobre tela
Flor, 1972
Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)
acrílica sobre tela, 37 x 19 cm
Natureza morta, 1952
Augusto José Marques Júnior (Brasil, 1887 – 1960)
técnica mista sobre eucatex, 20 x 32 cm
Natureza morta, 1980
Sylvio Pinto (Brasil, 1918 –1997)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Natureza morta
Estevão Silva (Brasil, 1845–1891)
óleo sobre tela, 65 x 81 cm
Coleção Agnaldo de Oliveira SP
Doca das Frutas, c. 1880
[Hoje a área ocupada pela Praça Pereira Parobé]
Athayde d’Avila (Brasil, ativo em meados do Século XX)
óleo sobre tela
Acervo do Museu Júlio de Castilhos
Natureza morta, vaso com flores, 1958
(papoulas)
Carmélio Cruz (Brasil, 1924-2018)
óleo sobre tela, 34 x 23 cm
Um vaso de papoulas no jardim, 2003
Raquel Taraborelli (1957 – 2020)
óleo sobre tela, 80 x 100 cm
Ciclovia da Lagoa Rodrigo de Freitas, frente à Hípica
Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)
acrílica sobre tela, 50 x 70 cm
Natureza morta com morangos
Pedro Alexandrino (Brasil, 1856 – 1942)
óleo sobre tela, 38 x 47 cm
MASP, São Paulo
Rui Pires Cabral
No começo do amor, quando as cidades
nos eram desconhecidas, de que nos serviria
a certeza da morte se podíamos correr
de ponta a ponta a veia elétrica da noite
e acabar na praia a comer morangos
ao amanhecer? Diziam-nos que tínhamos
a vida inteira pela frente. Mas, amigos,
como pudemos pensar que seria assim
para sempre? Ou que a música e o desejo
nos conduziriam de estação em estação
até ao pleno futuro que julgávamos
merecer? Afinal, o futuro era isto.
Não estamos mais sábios, não temos
melhores razões. Na viagem necessária
para o escuro, o amor é um passageiro
ocasional e difícil. E a partir de certa altura
todas as cidades se parecem.
Rui Pires Cabral, ‘Longe da Aldeia’