Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

1 04 2026

Natureza morta, 1989

Chen Kong Fang (China, 1931-2012)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

 

 

Natureza morta, 1956

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)

óleo sobre tela, 38 x 55 cm





Nossas cidades: Salvador

31 03 2026

Água de meninos, c. 1930

Manoel Ignácio Mendonça Filho (Brasil, 1895 –1964)

óleo sobre papelão, 70 x 55 cm

Coleção Augusto Gentil Baptista





Paisagens brasileiras…

29 03 2026

Fazenda, 1895

Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)

óleo sobre tela, 43 x 95 cm

 

 

 

Paisagem

Luiz Pinto (Brasil, 1939-2012)

óleo sobre tela





Flores, porque hoje é sábado!

28 03 2026

Flor, 1972

Aldemir Martins (Brasil, 1922-2006)

acrílica sobre tela, 37 x 19 cm 

 

 

 

 

Natureza morta, 1952

Augusto José Marques Júnior (Brasil, 1887 – 1960)

técnica mista sobre eucatex, 20 x 32 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

18 03 2026

Natureza morta, 1980

Sylvio Pinto (Brasil, 1918 –1997)

óleo sobre tela, 50 x 60 cm

 

 

Natureza morta

Estevão Silva (Brasil, 1845–1891)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm

Coleção Agnaldo de Oliveira SP





Nossas cidades: Porto Alegre

17 03 2026

Doca das Frutas, c. 1880

[Hoje a área ocupada pela Praça Pereira Parobé]

Athayde d’Avila (Brasil, ativo em meados do Século XX)

óleo sobre tela

Acervo do Museu Júlio de Castilhos





Flores, porque hoje é sábado!

14 03 2026

Natureza morta, vaso com flores, 1958 

(papoulas)

Carmélio Cruz (Brasil, 1924-2018)

óleo sobre tela, 34 x 23 cm

 

Um vaso de papoulas no jardim, 2003

Raquel Taraborelli (1957 – 2020)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





Eu, pintora: Djanira da Motta e Silva

13 03 2026

Autorretrato, c. 1940

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 46 x 35 cm





Da janela vê-se o Corcovado…

13 03 2026

Ciclovia da Lagoa Rodrigo de Freitas, frente à Hípica

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela,  50 x 70 cm

 

 





Morangos, poema de Rui Pires Cabral

12 03 2026

Natureza morta com morangos

Pedro Alexandrino (Brasil, 1856 – 1942)

óleo sobre tela, 38 x 47 cm

MASP, São Paulo

 

 

Morangos

 

Rui Pires Cabral

 

No começo do amor, quando as cidades

nos eram desconhecidas, de que nos serviria

a certeza da morte se podíamos correr

de ponta a ponta a veia elétrica da noite

e acabar na praia a comer morangos

ao amanhecer? Diziam-nos que tínhamos

a vida inteira pela frente. Mas, amigos,

como pudemos pensar que seria assim

para sempre? Ou que a música e o desejo

nos conduziriam de estação em estação

até ao pleno futuro que julgávamos

merecer? Afinal, o futuro era isto.

Não estamos mais sábios, não temos

melhores razões. Na viagem necessária

para o escuro, o amor é um passageiro

ocasional e difícil. E a partir de certa altura

todas as cidades se parecem.

 

Rui Pires Cabral,  ‘Longe da Aldeia’