O escritor no museu: Pierre Loti

16 03 2026

Retrato do Sr. X, 1906

[Retrato de Pierre Loti]

Henri Rousseau (França, 1844-1910)

óleo sobre tela, 61 x 50 cm 

Kunsthaus,  Zurique

 

 

 





Imagem de leitura: Gérald Engelvin

15 03 2026

é

A cadeira dourada

[ou A pequena leitora]

Gérald Engelvin (França, 1972)

óleo sobre tela 





No trabalho: Thomas W. Schaller

15 03 2026

Lavando a louça

Thomas W. Schaller (EUA, 1956)

aquarela,  56 x 56 cm





Em casa: Francine van Hove

15 03 2026

O pequeno lampião de 1930

Francine van Hove (França, 1942)

Óleo sobre tela, 54 x 81 cm





Todo mundo lê!

14 03 2026
Ilustração de Carmen Medlin (EUA, contemporânea)




Sobre a cultura ocidental, texto de Roger Scruton

14 03 2026

O livro de Kells, c. ano 800

Autoria: Monges celtas. Provavelmente na ilha de Iona (Escócia) e finalizado na Abadia de Kells, Irlanda.

340 fólios de pergaminho de vitela com desenhos complexos, letras decoradas, animais mitológicos e cenas bíblicas.

Biblioteca Trinity College, Dublin, Irlanda

 

 

 

 

 

“Eu suspeito que a humanidade tenha entrado frequentemente em períodos como o nosso, em que a disciplina do julgamento e a procura do valor intrínseco diminuíram ou desapareceram. Quando isso aconteceu no passado, não ficou, todavia, nenhum registro, pois uma sociedade sem cultura perde a memória e perde também o desejo de se imortalizar em monumentos duradouros. Muito em breve, a barbárie assume o controle e a sociedade é varrida da face da terra. O que é interessante na nossa situação é que temos os meios tecnológicos para sustentar a nossa sociedade para além do momento em que ela poderá perder todo o sentido interno do seu valor e, portanto, perder a capacidade de se sustentar a partir do seu próprio reservatório inerente de fé. Essa é uma situação nova, e nós deveríamos nos perguntar o que poderíamos fazer, em circunstâncias como essas, para garantir a sobrevivência da cultura. Aqueles monges irlandeses que mantiveram acesa a lâmpada do aprendizado durante a Idade das Trevas de nossa civilização tinham uma grande vantagem sobre nós – a saber, que não havia competição de idiotices barulhentas e amplificadas, que tudo ao seu redor era perigo e destruição, e que tão logo eles encontraram refúgio, a paz tranquilamente se apresentou a fim de guiar seus pensamentos, seus sentimentos e suas penas.”

 

Em: A cultura importa: fé e sentimento em um mundo sitiado, Roger Scruton, tradução de Sérgio Kalle, LVM Editora: 2024





Flores, porque hoje é sábado!

14 03 2026

Natureza morta, vaso com flores, 1958 

(papoulas)

Carmélio Cruz (Brasil, 1924-2018)

óleo sobre tela, 34 x 23 cm

 

Um vaso de papoulas no jardim, 2003

Raquel Taraborelli (1957 – 2020)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm





Eu, pintora: Djanira da Motta e Silva

13 03 2026

Autorretrato, c. 1940

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 46 x 35 cm





Trova da lua no céu

13 03 2026
“Dois corações batendo como um”, ilustração de Charles Mark Relyea (1863 – 1932).

 

 

Vai a lua em serenata

pela noite andando ao léu,

triste boêmia, de prata,

pelas esquinas do céu.

 

(Durval Mendonça)





Da janela vê-se o Corcovado…

13 03 2026

Ciclovia da Lagoa Rodrigo de Freitas, frente à Hípica

Lucia de Lima (Brasil, contemporânea)

acrílica sobre tela,  50 x 70 cm