Da janela vê-se o Corcovado…

6 02 2026

Praia de Copacabana, 1995

Ivan Freitas (Brasil, 1932-2006)

óleo sobre madeira industrializada, 80 x 106 cm





Os gatos de Picasso

5 02 2026

Gato caçando pássaro, 1939

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela, 100 x 81 cm

Museu Picasso, Paris

 

 

Gato com caranguejo , 1965

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

Guggenheim Museum, NY

 

 

Gato com lagosta, 1965

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

Guggenheim Museum

 

 

Gato comendo um pássaro, 1939

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela, 81 x 100 cm

Museu Picasso, Paris

 

 

Natureza morta com gato e peixe, 1962

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

Museu Picasso, Barcelona

 

 

Gato, 1955

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

aquarela sobre papel

 

 

Dora Maar com gato, 1941

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

 

 

Jacqueline sentada com seu gato, 1964

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela

Musée des Beaux Arts, Montréal

 

 

Nu reclinado com gato, 1964

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela 

 

 

 

Nu reclinado com gato, 1964

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela 

Museu Picasso, Málaga

 

 

NOTA: em todas as telas que conheço de Picasso, e nem todas estão aqui, porque não tenho detalhes ou confirmação de onde estão, os gatos para Picasso não são todos fofinhos e deliciosos de se ter no colo.  São muito agressivos.  O que vocês acham?

 

 

 

Pablo Picasso com seu gato.




Sombra e água fresca: James R. Jackson

5 02 2026

A rede

James R. Jackson (Austrália, 1882-1975)

óleo sobre madeira,  45 x 65 cm





Todo mundo lê!

4 02 2026
Ilustração de Ida Bohatta (Áustria, 1900-1992).




Nossa era, Byung-Chul Han

4 02 2026
Imagem gerada por IA.

 

 

“Cada época possui suas enfermidades fundamentais. Desse modo, temos uma época bacterológica, que chegou ao seu fim com a descoberta dos antibióticos.  Apesar do medo imenso que temos hoje de uma pandemia gripal, não vivemos numa época viral. Graças à técnica imunológica, já deixamos para trás essa época. Visto a partir da perspectiva patológica, o começo do século XXI não é definido como bacteriológico nem viral, mas neuronal. Doenças neuronais como a depressão, transtorno de déficit de atenção com síndrome de hiperatividade (TDAH), transtorno de personalidade limítrofe (TPL) ou a síndrome de burnout (SB) determinam a paisagem patológica do começo do século XXI. Não são infecções, mas enfartos, provocados não pela negatividade de algo imunologicamente diverso, mas pelo excesso de positividade. Assim, eles escapam a qualquer técnica imunológica, que tem a função de afastar a negatividade daquilo que é estranho.”

 

Parágrafo introdutório.

Sociedade do cansaço,  Byung-Chul Han, tradução Enio Paulo Giachini, Petrópolis, Vozes: 2024.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

4 02 2026

Frutas do Conde, 1983

Armando Vianna (Brasil, 1897-1992)

óleo sobre tela, 24 X 33 cm

 

 

 

Fruta do Conde  [Pinha]

Rose Fernandes (Brasil, 1972) 

óleo sobre tela, 70 x 140 cm





O tempo para uns e outros, Javier Marías

3 02 2026

Memórias

Nesimi Pınarbaşı (Turquia, contemporâneo)

óleo sobre tela,  50 x 70 cm

 

 

“Claro que há aqueles que decidem pôr fim à sua vida, e o fazem, mas são minoria e por isso impressionam tanto, porque contradizem a ânsia de duração que domina a grande maioria, a ânsia que nos faz crer que sempre há tempo e que nos leva a pedir um pouco mais, um pouco mais, quando este se acaba.”

 

Javier Marías, Os enamoramentos





Nossas cidades: Florianópolis

3 02 2026

Mercado de Florianópolis

Martinho de Haro (Brasil, 1907-1985)

óleo sobre eucatex, 31 x 45 cm





Imagem de leitura: Lasar Segall

2 02 2026

Leitura, c. 1913

Lasar Segall (Lituânia-Brasil, 1889-1957)

óleo sobre papelão, 66 x 56 cm

Museu Lasar Segall, SP





“Íntimo” soneto de Luiz Pistarini

2 02 2026
Ilustração, Capa da Revista Figaro Illustré, por Pierre Georges Jeanniot (Suíça-França 1848–1934).

 

 

Intimo

 

Luiz Pistarini

 

Bela, por mim, se vejo-te passando.

Tudo me esquece por estar te vendo

– Sinto o Prazer, no coração cantando,

E a mágoa, enfim, no coração, morrendo …

 

Passas … E, alegre, vou te acompanhando

Pelos lugares por que vais correndo …

E ao ver-te longe, minha flor, – chorando,

Triste suspiro, sem querer, desprendo …

 

Voltas depois, formosamente rindo …

Voltas depois, e o meu pesar te escondo,

Num riso franco de prazer profundo!

 

Ficas. E eu, louco, imerso em gozo infindo,

Grande, – aos teus pés, o coração depondo,

Sinto a mais grata sensação do mundo!

 

Resende – 1895

 

Nota: eu mesma fiz a atualização das palavras para o português corrente no Brasil, hoje.  Exemplo: si > se;

vaes > vais e assim por diante.  Poeta fluminense, natural de Resende.