Praia de Copacabana, 1995
Ivan Freitas (Brasil, 1932-2006)
óleo sobre madeira industrializada, 80 x 106 cm
Praia de Copacabana, 1995
Ivan Freitas (Brasil, 1932-2006)
óleo sobre madeira industrializada, 80 x 106 cm
Gato caçando pássaro, 1939
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela, 100 x 81 cm
Museu Picasso, Paris
Gato com caranguejo , 1965
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Guggenheim Museum, NY
Gato com lagosta, 1965
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Guggenheim Museum
Gato comendo um pássaro, 1939
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela, 81 x 100 cm
Museu Picasso, Paris
Natureza morta com gato e peixe, 1962
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Museu Picasso, Barcelona
Gato, 1955
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
aquarela sobre papel
Dora Maar com gato, 1941
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Jacqueline sentada com seu gato, 1964
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Musée des Beaux Arts, Montréal
Nu reclinado com gato, 1964
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Nu reclinado com gato, 1964
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Museu Picasso, Málaga
NOTA: em todas as telas que conheço de Picasso, e nem todas estão aqui, porque não tenho detalhes ou confirmação de onde estão, os gatos para Picasso não são todos fofinhos e deliciosos de se ter no colo. São muito agressivos. O que vocês acham?
“Cada época possui suas enfermidades fundamentais. Desse modo, temos uma época bacterológica, que chegou ao seu fim com a descoberta dos antibióticos. Apesar do medo imenso que temos hoje de uma pandemia gripal, não vivemos numa época viral. Graças à técnica imunológica, já deixamos para trás essa época. Visto a partir da perspectiva patológica, o começo do século XXI não é definido como bacteriológico nem viral, mas neuronal. Doenças neuronais como a depressão, transtorno de déficit de atenção com síndrome de hiperatividade (TDAH), transtorno de personalidade limítrofe (TPL) ou a síndrome de burnout (SB) determinam a paisagem patológica do começo do século XXI. Não são infecções, mas enfartos, provocados não pela negatividade de algo imunologicamente diverso, mas pelo excesso de positividade. Assim, eles escapam a qualquer técnica imunológica, que tem a função de afastar a negatividade daquilo que é estranho.”
Parágrafo introdutório.
Sociedade do cansaço, Byung-Chul Han, tradução Enio Paulo Giachini, Petrópolis, Vozes: 2024.
Frutas do Conde, 1983
Armando Vianna (Brasil, 1897-1992)
óleo sobre tela, 24 X 33 cm
Fruta do Conde [Pinha]
Rose Fernandes (Brasil, 1972)
óleo sobre tela, 70 x 140 cm
Memórias
Nesimi Pınarbaşı (Turquia, contemporâneo)
óleo sobre tela, 50 x 70 cm
“Claro que há aqueles que decidem pôr fim à sua vida, e o fazem, mas são minoria e por isso impressionam tanto, porque contradizem a ânsia de duração que domina a grande maioria, a ânsia que nos faz crer que sempre há tempo e que nos leva a pedir um pouco mais, um pouco mais, quando este se acaba.”
Javier Marías, Os enamoramentos
Leitura, c. 1913
Lasar Segall (Lituânia-Brasil, 1889-1957)
óleo sobre papelão, 66 x 56 cm
Museu Lasar Segall, SP
Luiz Pistarini
Bela, por mim, se vejo-te passando.
Tudo me esquece por estar te vendo
– Sinto o Prazer, no coração cantando,
E a mágoa, enfim, no coração, morrendo …
Passas … E, alegre, vou te acompanhando
Pelos lugares por que vais correndo …
E ao ver-te longe, minha flor, – chorando,
Triste suspiro, sem querer, desprendo …
Voltas depois, formosamente rindo …
Voltas depois, e o meu pesar te escondo,
Num riso franco de prazer profundo!
Ficas. E eu, louco, imerso em gozo infindo,
Grande, – aos teus pés, o coração depondo,
Sinto a mais grata sensação do mundo!
Resende – 1895
Nota: eu mesma fiz a atualização das palavras para o português corrente no Brasil, hoje. Exemplo: si > se;
vaes > vais e assim por diante. Poeta fluminense, natural de Resende.