Quando o badalo acarinha
um sino de muita idade,
o som que o bronze apadrinha
tem outro nome: saudade.
(Maria Helena Oliveira Costa)
Quando o badalo acarinha
um sino de muita idade,
o som que o bronze apadrinha
tem outro nome: saudade.
(Maria Helena Oliveira Costa)
Vai a lua em serenata
pela noite andando ao léu,
triste boêmia, de prata,
pelas esquinas do céu.
(Durval Mendonça)
O sonho que eu tive um dia
e que a minha alma alegrou,
hoje é só a fantasia
de um carnaval que passou…
(Luiz Rabelo)
LUIZ RABELO
Nos teus sambas e folias,
meu carnaval feiticeiro,
a gente esquece em três dias
as mágoas de um ano inteiro!
(José Maria Machado de Araújo)
Meu carnaval se repete
com a mesma Colombina:
faço dos versos confete
e da trova – serpentina.
(José Valeriano Rodrigues)
Quando a vida se complica
nas horas de solidão,
amigo é aquele que fica
depois que os outros se vão.
(Aloísio Alves da Costa)
Rege o vento na floresta
fagotes, trompas, clarins,
enquanto a brisa, modesta,
toca flauta nos jardins…
(Orlando Brito)
Estas pedras que me atiram
no decurso da jornada
embora todas me firam,
vão calçando a minha estrada.
(Pedro Viana Filho)
Praia cheia, muita gente,
curtindo a bela estação;
suco gelado, sol quente,
tranquilidade. É verão.
(Argemira Fernandes Marcondes)
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