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Menina com revista, s/d
Anita Fraga ( Brasil)
óleo sobre eucatex, 46 x 37 cm
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Renia Czytająca, 1908
Wojciech Weiss (Polonia, 1875 -1950)
óleo sobre tela
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Wojciech Weiss nasceu na Polonia em 1875. Estudou na Escola de Belas Artes de Cracau sob a orientação de J. Matejko, W. Łuszczkiewicz e J. Unierzyski. Mais tarde estudou com L.Wyczółkowski e J. Fałat. Depois de graduado fez uma viagem a Paris e a Roma, voltando depois para Cracau onde ensinou na Academia de Belas Artes, sendo diretor dess instituição por duas vezes. No início de sua carreira pintou dentro da escola simbolista. Mais tarde, dedicou-se aos retratos e à pintura de gênero assim como às paisagens. Dedicou-se também à escultura e às artes gráficas. Morreu em Cracau em 1950.
Painel de azulejos, 1996 [ vista da Avenida Visconde de Albuquerque]
Aluísio Carvão (Brasil, 1920-2001)
100x 3 metros
Localização: Rua Mário Ribeiro, ( por extensão chamada popularmente de Estrada Lagoa-Barra), Leblon, entre as ruas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque.
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Foi com muito prazer que acompanhei nas minhas caminhadas o processo de restauração do longo e colorido mosaico de Aluísio Carvão. A restauração levou muito tempo para quem queria vê-lo intacto de novo, mas valeu a pena a espera.
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Painel de azulejos, 1996 [ vista da esquina de Visconde de Albuquerque com rua Mário Ribeiro]
Aluísio Carvão (Brasil, 1920-2001)
100x 3 metros
Localização: Rua Mário Ribeiro, ( por extensão chamada popularmente de Estrada Lagoa-Barra), Leblon, entre as ruas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque.
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O painel foi instalado no muro do quartel 23º Batalhão da Polícia Militar. Quando a prefeitura do Rio de Janeiro uniu a Rua Mário Ribeiro à Avenida Padre Leonel Franca, dando acesso ao tunel Lagoa-Barra, foi feito o projeto de embelezamento desse muro no bairro do Leblon. Isso deu origem a este grande mosaico em azulejos coloridos.
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Painel de azulejos, 1996 [ vista do sinal da esquina de Visconde de Albuquerque com o sinal fechado, domingo de manhã]
Aluísio Carvão (Brasil, 1920-2001)
100x 3 metros
Localização: Rua Mário Ribeiro, ( por extensão chamada popularmente de Estrada Lagoa-Barra), Leblon, entre as ruas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque.
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A melhor hora de se apreciar este painel por inteiro como nas fotos é de manhã, num domingo. O trânsito nessa avenida é incessante. Mesmo com carros parando no sinal para a travessia de pedestres, o painel fica encoberto.
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Painel de azulejos, 1996 [vista da calçada adjacente ao painel na rua Mário Ribeiro]
Aluísio Carvão (Brasil, 1920-2001)
100x 3 metros
Localização: Rua Mário Ribeiro, ( por extensão chamada popularmente de Estrada Lagoa-Barra), Leblon, entre as ruas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque.
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É charmoso vermos que a árvore, mais antiga que os projetos urbanísticos, foi mantida, apesar do muro e do painel. A vista acima é próxima à avenida Bartolomeu Mitre e Largo da Memória.
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Painel de azulejos, 1996 [ vista parcial]
Aluísio Carvão (Brasil, 1920-2001)
100x 3 metros
Localização: Rua Mário Ribeiro, ( por extensão chamada popularmente de Estrada Lagoa-Barra), Leblon, entre as ruas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque.
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Trecho final do painel que se destaca pelas cores vibrantes, próximo à Avenida Bartolomeu Mitre.
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Painel de azulejos, 1996 [ vista parcial]
Aluísio Carvão (Brasil, 1920-2001)
100x 3 metros
Localização: Rua Mário Ribeiro, ( por extensão chamada popularmente de Estrada Lagoa-Barra), Leblon, entre as ruas Bartolomeu Mitre e Visconde de Albuquerque.
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Vista de um pedacinho — por trás das duas pistas da Rua Mário Ribeiro — do mosaico, na ponta oposta à foto acima. O painel começa [ ou termina] ao lado do edifício retratatado que está localizado na esquina da Avenida Visconde de Albuquerque com a rua Mário Ribeiro.
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Saída do Túnel Zuzu Angel.
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O painel acima, serve na verdade de boas vindas a quem vem da Barra da Tijuca para a Lagoa, ou a quem sai da Lagoa em direção à Pontifícia Universidade Católica. O mosaico de Aluísio Carvão está à esquerda no quarteirão anterior ao fotografado. Esse local no Rio de Janeiro pode ser chamado por dois nomes. A parte elevada, que vai em direção ao Tunel Zuzu Angel, chama-se Estrada Lagoa-Barra. À direita temos a Avenida Padre Leonel Franca, que leva à entrada da PUC-Rio. O grande edifício arredondado, [na verdade ele tem uma forma sinuosa, da qual só vemos uma parte aqui] é um dos marcos da arquitetura moderna do século XX, no Rio de Janeiro. Leva a alcunha de “Minhocão” e foi projetado Arquiteto Afonso Eduardo Reidy.
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Baltazar Echave Orio ( Espanha, 1558-1623)
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Baltazar de Echave Orio, nasceu em Zumaya, na Espanha cerca de 1558. Chegou ao México, naquela época chamado de Nova Espanha, em 1582, no ano em que se casou com Isabel de Ibia, filha do pintor Francisco de Zumaya. Tudo indica que foi nessa ocasião que começou a pintar. Estudou com seu sogro. Seu trabalho reflete uma grande influência dos pintores maneiristas italianos. Morreu eu 1623 na cidade do México.
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Alfredo Volpi (Brasil, 1896-1988)
Óleo sobre tela, 54 x 81 cm
Museu de Arte Contemporânea – USP
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– – – Murilo Mendes
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Alfredo Volpi, substantivo próprio, indica um artesão que opera um horizonte proposto, implanta a cor quadrada no quadrado, ajuda a demarcar a cidade terrestre limpa excluindo a bomba.
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Volpicor Volpiespaço Volpitempo Volpiaberto área de recorte exato campo preciso da cidade pilotado programado.
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Volpi A figurativo. Volpi B abstrato concreto. Divide-se em duas metades que afinal se justapõem; aderindo à realidade, um só corpo, uma só cabeça. Informação múltipla.
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Um solo Volpi: Volpi sobre Volpi. Janela brancaverdeazul. Bandeira de rigor e sem fronteiras.
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Em: Transistor: antologia de prosa, Murilo Mendes, Rio de Janeiro, Nova Fronteira: 1980
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Alfredo Volpi (Brasil, 1896-1988)
têpera sobre tela, 44 x 22 cm
Museu de Arte Contemporânea — USP
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Murilo Rodrigues Mendes (1901 —1975) poeta, cronista, jornalista, professor. Nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Mudou-se definitivamente para o Rio de Janeiro em 1920. Formou-se em medicina. Percorreu o mundo divulgando a cultura brasileira. Na década de 1950 estabeleceu-se na Itália onde ensinou literatura brasileira na Universidade de Pisa. Faleceu em Lisboa em 1975.
Obra:
Poemas, 1930
Bumba-meu-poeta, 1930
História do Brasil, 1933
Tempo e eternidade – com Jorge de Lima, 1935
A poesia em pânico, 1937
O Visionário, 1941
As metamorfoses, 1944
Mundo enigma, 1945
O discípulo de Emaús, 1945
Poesia liberdade, 1947
Janela do caos, [França] 1949
Contemplação de Ouro Preto, 1954
Office humain [França], 1954
Poesias [Obra completa até esta data], 1959
Tempo espanhol [Portugal], 1959
Siciliana [Itália], 1959
Poesie [Itália], 1961
Finestra del caos [Itália], 1961
Siete poemas inéditos [Espanha], 1961
Poemas [Espanha],1962
Antologia Poética [Portugal], 1964
Le Metamorfosi [Itália], 1964
Italianíssima (7 Murilogrami) [Itália],1965
Poemas inéditos de Murilo Mendes [Espanha], 1965
A idade do serrote, 1968
Convergência, 1970
Poesia libertá [Itália], 1971
Poliedro, 1972
Retratos-relâmpagos, 1ª série, 1973
Antologia Poética, 1976
Poesia Completa e Prosa, 1994
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Uma mulher elegante lendo, s/d
David Joseph Bles ( Holanda, 1821-1899)
óleo sobre madeira, 13 x 17 cm
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David Joseph Bles, nasceu em Haia em 1821. Estudou na Academia de Artes de Haia. Trabalhou no ateliê de Cornelis Kruseman de 1838 a 1841. Trabalhou também com Alexander Hugo Bakker Korff. Seguiu para Paris onde estudou com Joseph Robert-Fleury retornando à Holanda em 1843. Especializou-se na pintura de gênero em particular às cenas da classe média abastada, que sempre retratou com cuidado e bom humor. Dedicou-se à pintura e à gravura.
Lendo na cama, 1994
Anne Bascove ( Filadélfia, EUA, 1946)
óleo sobre tela, 85 x 85 cm
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Anne Bascove nasceu na cidade da Filadélfia nos EUA. Formou-se pela Faculdade de Arte da Filadéfia e hoje reside nos Estado Unidos. www.bascove.com
Piquenique, s/d
Christer Karlstad ( Noruega, 1974)
óleo sobre tela, 160 x 100cm
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Christer Karlstad nasceu em Rælingen na Noruega em 1974. Estudou na Academia Nacional de Belas Artes da Noruega e também na Escola de Artes de Glasgow. Vive e trabalha em Drammen, na Noruega.
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Simplicidade, s/d
Reinaldo de Almeida Barros ( Brasil, contemporâneo)
acrílica sobre papel
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Olegário Mariano
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Amo-te, ó minha terra, por tudo o que me tens dado:
Pelo azul do teu céu, pelas tuas árvores, pelo teu mar;
Pelas estrelas do Cruzeiro que me deixam anestesiado,
Pelos crepúsculos profundos que põem lágrimas no meu olhar.
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Pelo canto harmonioso dos teus pássaros, pelo cehiro
Das tuas matas virgens, pelo mugido dos teus bois;
Pelos raios do sol, do grande sol que eu vi primeiro…
Pelas sombras das tuas noites, noites ermas que eu vi depois.
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Pela esmeralda líquida dos teus rios cristalinos,
Pela pureza das tuas fontes, pelo brilho dos teus arrebóis;
Pelas tuas igrejas que respiram pelos pulmões dos sinos,
Pelas tuas casa lendárias, onde amaram nossos avós;
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Pelo ouro que o lavrador arranca de tuas entranhas,
Pela bênção que o poeta recebe do teu céu azul.
Pela tristeza infinita, infinita das tuas montanhas,
Pelas lendas que vêm do norte, pelas glórias que vêm do sul.
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Pelo trapo da bandeira que flamula ao vento sereno,
Pelo teu seio maternal onde a cabeça adormeci,
Sinto a dor angustiada de ter o coração pequeno
Para conter a onda sonora que canta de mor por ti.
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Em: Criança brasileira: quarto livro de leitura, Theobaldo Miranda Santos, Rio de Janeiro, Agir: 1949
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Olegário Mariano Carneiro da Cunha (Brasil, 1889 — 1958) Usou também o pseudônimo João da Avenida, poeta, político e diplomata brasileiro. Em 1938, foi eleito Príncipe dos Poetas Brasileiros, substituindo Alberto de Oliveira que morrera e que, por sua vez, havia substituído Olavo Bilac. Membro da Academia Brasileira de Letras.
Obras:
Angelus , 1911
Sonetos, 1921
Evangelho da sombra e do silêncio, 1913
Água corrente, com uma carta prefácio de Olavo Bilac, 1917
Últimas Cigarras, 1920
Castelos na areia, 1922
Cidade maravilhosa, 1923
Bataclan, crônicas em verso, 1927
Canto da minha terra, 1931
Destino, 1931
Poemas de amor e de saudade, 1932
Teatro, 1932
Antologia de tradutores, 1932
Poesias escolhidas, 1932
O amor na poesia brasileira, 1933
Vida Caixa de brinquedos, crônicas em verso, 1933
O enamorado da vida, com prefácio de Júlio Dantas, 1937
Abolição da escravatura e os homens do norte, conferência, 1939
Em louvor da língua portuguesa, 1940
A vida que já vivi, memórias, 1945
Quando vem baixando o crepúsculo, 1945
Cantigas de encurtar caminho, 1949
Tangará conta histórias, poesia infantil, 1953
Toda uma vida de poesia, 2 vols., 1957
Cavalheiro com jornal, s/d
Eugene Ivanov ( Rússia, 1966)
óleo sobre tela
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Eugene Ivanov nasceu na antiga União Soviética em 1966, em Tyumen, na Sibéria. Formou-se em engenharia-geofísica e seguiu essa profissão por três anos, desistindo em seguida para se dedicar às artes visuais. Desde pequeno gostava de desenho. Assim passou a se dedicar às artes gráficas e à pintura desde que deixou de lado a carreira em engenharia. Hoje, mora em Praga, na República Checa, e é detentor de diversos prêmios europeus nas artes visuais.