Domingo, um passeio no campo!

9 10 2016

 

 

aavedra-david-correa-1900-paisagem-com-riacho-no-estado-do-rio-ost-98-x-130-assinado-e-datado-1962Paisagem no Estado do Rio, 1962

David Correa Saavedra (Brasil, 1901-1968)

óleo sobre tela, 98 x 130cm





Imagem de leitura –Károly Ferenczy

8 10 2016

 

 

karoly-ferenczy-hungarian-b-1862-1917outubro-1903-ost-budapest-magyar-nemzeti-galeriaOutubro, 1903

Károly Ferenczy (Hungria,1862 – 1917)

óleo sobre tela,

Budapest, Magyar Nemzeti Galéria

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Agruras de uma “ghost writer”, texto de Claudia Piñeiro

8 10 2016

 

 

mulher-escrevendo-valerie-hardy-eua-contemp-ost-30-x-25-cmMulher escrevendo

Valerie Hardy (EUA, contemporânea)

óleo sobre tela, 30 x 25 cm

 

 

 

“Nurit Iscar trabalha esta tarde no livro que está escrevendo por encomenda: Desamarra os nós. Detesta essa coisa. É a encomenda da ex-mulher de um empresário do transporte que durante e depois do seu divórcio viveu alternativas que considera ‘únicas’ e encontrou ‘soluções da alma’ que quer partilhar com os demais. Não sabe o livro que vai escrever quando eu contar a minha vida, disse no dia da entrevista com Nurit, seu suspeitar quantas vezes sua escritora fantasma — e tantos outros escritores — já tinha escutado essa mesma frase ou similares de outras bocas. “Se eu te contar minha vida, você pode escrevê-la e ganhar o Prêmio Clarín”, “Quando eu conto a meus amigos, todos me perguntam por que não escrevo um romance”, Vou lhe contar algo, você anota e já tem seu próximo livro, mais que seu próximo livro: três tomos, no mínimo!” Por que tanta gente acha que sua vida é única e eu acho que a minha é igual à de qualquer um? perguntou-se então e se pergunta de vez em quando Nurit Iscar.”

 

Em: Betibu, Claudia Piñeiro, Campinas, Verus: 2014, p. 36





Flores para um sábado perfeito!

8 10 2016

 

 

jorge-maciel-rosas-e-gerberas-60-x-100Rosas e gerberas

Jorge Maciel (Brasil, 1972)

óleo sobre tela, 60 x 100 cm





Rio de Janeiro, cidade olímpica!

7 10 2016

 

 

sylvio-pinto-1918-1997-mercado-da-praca-xv-o-s-t-65-x-83Mercado da Praça XV

Sylvio Pinto (Brasil,1918-1997)

óleo sobre tela, 65 x 83 cm





Imagem de leitura — Terry Oakes Bourret

6 10 2016

 

 

terry-oakes-bourret-eua-2015red-hat-lady-2004-24x18-inSenhora do chapéu vermelho, 2004

Terry Oakes Bourret (EUA, 1944-2015)

óleo sobre tela, 60 x 45 cm

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Relógios astronômicos, um conhecimento da época medieval

6 10 2016

 

 

sapienceMiniatura do “Horologium Sapientiae” cerca 1450 de Henrich Seuse, Bibliothèque Royale Albert, Bruxelles MS. IV, f.  111

 

 

“De repente, próximo do final do século XIV, o relógio mecânico ocupou a imaginação de nossos ancestrais. Algo do orgulho cívico que havia anteriormente levado à construção de catedrais estava agora direcionado à construção de relógios astronômicos de surpreendente complexidade e elaboração. Nenhuma comunidade europeia se sentia capaz de levantar a cabeça com orgulho sem que em seu centro planetas girassem em ciclos e epiciclos, com anjos tocando trombetas, galos cantassem e apóstolos, reis e profetas em marcha e contramarcha aparecessem no marcar das horas.

Não era só pela diversidade, pela escala e grande difusão que essas máquinas eram diferentes das de outras eras. Embora muitos fossem parte de igrejas, eles careciam daquele engano piedoso encontrado nos templos gregos. Embora muitos fossem ornamentos nos prédios das prefeituras ou de palácios, sua intenção estava longe do uso político bizantino da máquina, como descrito no século X, por Liutprando de Cremona, para aumentar a veneração ao imperador. Esses novos relógios astronômicos eram apresentados claramente como maravilhas mecânicas e o público se deliciava com eles. Isso, por si só, indica uma mudança de valores na sociedade europeia.”

 

 

Em: Medieval Technology and Social Change, Lynn White Jr, Oxford, Oxford University Press: 1964, essa reimpressão de 1968,páginas 124-125. [tradução destes parágrafos, Ladyce West].

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“Na redação”, texto de Claudia Piñeiro

6 10 2016

 

 

journalist-commission-largeJornalista, 2008

Andrew Peutherer (Escócia, contemporâneo)

técnica mista sobre placa

www.underthekitchensink.com

 

 

“Guarda de vez os formulários na gaveta e fica olhando, por cima da divisória que separa sua mesa da seguinte, o garoto que colocaram para substituí-lo nas notícias que sempre foram suas: crimes e assaltos violentos. Bom garoto, embora muito novinho, pensa.  Muito suave.  Geração Google: sem rua, todo teclado e tela, todo internet. Nem caneta usa. O garoto se esforça, é preciso reconhecer isso, chega primeiro, vai embora por último …”

 

Em: Betibu, Claudia Piñeiro, Campinas, Verus: 2014, p. 28





Minutos de sabedoria: Miguel Torga

5 10 2016

 

 

lost-pocketbook-night-train-sally-storchBolsa perdida, trem noturno, 2005

Sally Storch (EUA, 1952)

óleo sobre tela, 75 x 75 cm

 

 

“Viajar, num sentido profundo, é morrer. É deixar de ser manjerico à janela do seu quarto e desfazer-se em espanto, em desilusão, em saudade, em cansaço, em movimento, pelo mundo além.”

 

Miguel Torga

 

torga-miguelMiguel Torga (1907-1995)

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Trova da aurora

5 10 2016

 

 

canto do passarinhoChico Bento ouve o canto dos passarinhos © Maurício de Sousa

 

 

Trinam pássaros nos galhos,

a brisa é leve e sombria;

a aurora sobre os orvalhos,

abre as cortinas do dia.

 

 

(Manoel Cavalcante de Souza Castro)

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