Aqui, o filhote de elefante Luk Chai, de 4 meses, faz pose de jogador de futebol para o fotógrafo, no Zoológico Taronga em Sydney, na Austrália.
Fontes:
Folha de São Paulo e minha amiga Regina, do Livro Errante.
Aqui, o filhote de elefante Luk Chai, de 4 meses, faz pose de jogador de futebol para o fotógrafo, no Zoológico Taronga em Sydney, na Austrália.
Fontes:
Folha de São Paulo e minha amiga Regina, do Livro Errante.
Leitora com guarda-sol, 1921
Henri Matisse ( França 1869-1954)
óleo sobre tela
Tate Gallery, Londres
—
Henri-Émile-Benoît Matisse — ( França 1869-1954) — foi um dos maiores e mais importantes artistas plásticos do século XX. Foi desenhista, escultor e pintor. Nasceu em 31 de dezembro de 1869 em Le Cateau-Cambrésis e faleceu em 3 de novembro de 1954 em Nice. Foi um dos principais representantes do movimento artístico conhecido como Fauvismo. Mas como todos os grandes artistas sua obra tornou-se independente de qualquer movimento artístico, chegando a um estilo seu, único. Sua importância e influência na arte são de imensa magnitude, principalmente na liberação do uso de cores, aliada a um desenho exemplar. Mais tarde, no final da vida, volta a influenciar a arte do mundo ocidental trabalhando com colagens e imagens recortadas.
Cheng Minsheng ( QinDu, China, 1943)
Aquarela, tinta, sobre papel.
25 cm x 25 cm
Coleção particular.
Alegria de menina que gosta de leite de cabra
Afonso Schmidt
Quando acorda a corruíra do pessegueiro,
eu acordo também;
é a hora dourada em que passa o cabreiro
com suas cabrinhas tão bonitinhas…
São cerca de quarenta mas, contando bem,
talvez não passem de trinta…
A pintada, aquela que vai correndo na frente
e que não tem medo de gente
é a que leva o guizo alegre que tilinta.
As outras vão correndo atrás,
vão pulando,
vão chifrando,
vão berrando
bé, bé, bé…
Eu pego no copo e vou para o portão
chamar o cabreiro:
— Seu cabreiro, me tire este copo de leite,
mas quero daquela cabrinha malhada
que leva na boca uma folha dourada.
E o cabreiro chama a cabrinha:
bit, bit, bit…
Põe-se a tirar o leite:
puxa que puxa,
espicha que espicha,
escorrupicha…
Mamãe , que me espia sob o pé de brincos-de-princesa,
me fala:
— Menina que gosta de leite de cabra vira cabrita!
(mas isso é bobagem, ninguém acredita).
Depois o cabreiro e suas cabrinhas vão
pelas ruas do bairro, encharcadas de sol.
Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Maria da Silva Brito, São Paulo, Saraiva:1968.
Afonso Schmidt (Cubatão, SP 1890 – SP, SP 1964) poeta, romancista, contista, biógrafo, jornalista. Como jornalista trabalhou para A Voz do Povo, em 1920, no Rio de Janeiro. Para Folha da Noite, Diário de Santos e A Tribuna, em Santos. Em São Paulo trabalhou na Folha da Noite e O Estado de S.Paulo. Neste último trabalhou de 1924 até 1963. Recebeu o prêmio da revista O Cruzeiro em 1950 pelo romance Menino Felipe. A União Brasileira de Escritores lhe premiou com o Juca Pato – Intelectual do Ano em 1963. Foi sócio fundador do Sindicato dos Jornalistas do Estado de S. Paulo, membro da Academia Paulista de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Obras:
A Árvore das lágrimas – 1942
A Datilógrafa
A Marcha -1941
A Nova conflagração -1931
A Primeira viagem – 1947
A Revolução brasileira – 1930
A Sombra de Júlio Frank – 1936
A Vida de Paulo Eiró – 1940
Ao relento -1922
As Levianas
Aventuras de Indalécio
Bom tempo -1956
Brutalidade – 1922
Carantonhas – 1952
Carne para canhão – 1934
Colônia Cecília – 1942
Curiango – 1935
Evangelho dos livres -1919
Garoa – 1931
Janelas abertas – 1911
Lembrança
Lírios roxos – 1904
Lua nova
Lusitânia – 1918
Menino Felipe -1950
Miniaturas – 1905
Mirita e o ladrão – 1960
Mistérios de São Paulo – 1955
Mocidade – 1921
O Assalto – 1945
O Canudo – 1963
O Desconhecido
O Dragão e as virgens – 1926
O Enigma de João Ramalho – 1963
O Passarinho verde
O Que era proibido dizer – 1932
O Reino do céu – 1942
O Tesouro de Cananéia – 1942
Os Boêmios
Os Impunes – 1923
Os Impunes – 1924
Os Melhores contos de Afonso Schmidt – 1946
Pirapora -1934
Poesia – 1945
Poesias -1933
Retrato de Valentina – 1948
Saltimbancos – 1950
São Paulo dos meus amores -1954
Somos todos irmãos – 1949
Tempos das águas – 1962
Zamir
Zanzalás – 1938
Ilustração, Maud Tousey Fangel (EUA, 1881-1968).
Desde seus primeiros dias de vida, os bebês choram em francês, inglês ou português, já que ao emitirem seus primeiros sons levam a marca do idioma de seus pais, afirma um estudo publicado nesta quinta-feira no site da publicação “Current Biology“.
A descoberta sugere que os bebês captam elementos do que será seu idioma materno ainda na barriga da mãe, muito antes de suas primeiras palavras.
“A descoberta mais espetacular do estudo é que os recém-nascidos humanos não são só capazes de reproduzir diferentes tons quando choram, mas preferem os tipos de sons típicos do idioma que ouviram quando feto, no último trimestre de gestação“, diz Kathleen Wermke, da universidade de Wuerzburg (Alemanha) e uma das autoras do estudo.
Segundo Wermke, ao contrário do que indicam as interpretações mais conservadoras, os resultados do estudo mostram a importância do choro para o futuro desenvolvimento da linguagem.
Diferenças
A equipe de Wermke gravou e analisou o choro de 60 bebês saudáveis, 30 deles de famílias francesas e os outros 30 de famílias alemãs, entre três e cinco dias após o nascimento. A análise revelou claras diferenças com base no idioma materno.
No experimento, os bebês franceses tenderam a chorar em um tom ascendente, enquanto os alemães faziam em um tom descendente, diferenças características entre os dois idiomas, como explicou Wermke.
Mas embora se soubesse que a exposição antes do parto ao idioma materno influía na percepção dos recém-nascidos, pensava-se que seus efeitos sobre a emissão de sons davam-se de forma mais tardia.
Segundo o estudo, os recém-nascidos preferem a voz da mãe a todas as demais, percebem o conteúdo emocional das mensagens enviadas mediante a entonação, e sentem uma forte motivação de imitá-la para atraí-la e criar laços afetivos.
Fonte: Folha on line
DIA 5 (QUINTA-FEIRA)
12:30h – Inauguração da Fliporto Digital: Exposição, Biblioteca Virtual (1) e Sala de Conferências do Centro de Convenções (2)
13h – 1ª Vídeo-conferência – BIBLIOTECA NACIONAL DE BRASÍLIA | FLIPORTO
Palestra de Antônio Campos: “O livro: reflexões no século XXI”. Apresentação e mediação de Antonio Miranda
13:30 às 14:00h – Debate. Participantes DF: Carlos Alberto Xavier (assessor especial do Ministro da Educação) e Salomão Sousa, poeta e editor das obras da Bienal Internacional de Poesia de Brasília
14:10h – 2ª Vídeo-conferência – BIBLIOTECA NACIONAL DE BRASÍLIA | FLIPORTO
Palestra de Antonio Miranda: “Literatura na Internet, uma nova ‘Utopia’?” Apresentação e mediação de Cláudia Cordeiro
14:45 às 15:10h – Debate. Participantes DF: Dra. Elmira Simeão, chefe do Departamento de Ciência da Informação e Documentação da Universidade de Brasilia e o webdesigner e programador de midia interativa Alexandre Rangel, autor do software de animação de textos Quase-Cinema
17:00h – Início da transmissão ao vivo da programação literária, no Centro de Convenções 2 do Hotel Armação
DIA 6 (SEXTA-FEIRA)
13:30h – Vídeo Conferência. “O cão sem plumas”, João Cabral de Melo Neto. Universidade de Lecce – Fliporto. José Paes de Lira lê o poema e alunos da Universidade de Lecce, mediados pela professora e tradutora Kátia de Abreu Chulata abrem debate com convidados mediados pelo escritor e tradutor Antônio Miranda.
DIA 7 (SÁBADO)
13:00h – “Mix Leitor D”, palestra de Diego Mello e Murilo Marinho (Transmissão ao vivo)
14:00h – “Edição de sites literários, investimento ou disperdício?” Participação de Antônio Miranda e intervenções dos vencedores do 3º Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo – Lis Paim, Daniel Retamoso Palma, Simone Costa –e 2º Prêmio Literatura no Celular – César Jácome Philippini, Eduardo Sales de Souza, Edna Rubia Mendes Facundo – mediados por Cláudia Cordeiro
DIA 8 (DOMINGO)
16:00h – Solenidade de encerramento (transmissão ao vivo)
Homenagem a Antônio Campos, por Diva Pavesi e Delasnieve Daspet. (16 às 16:15h) || Entrega da premiação aos Vencedores do 5º Prêmio Maximiano Campos de Literatura (16:15 às 16:30h) || Entrega da premiação aos vencedores do 3º Prêmio Internacional Poesia ao Vídeo e do 2º Prêmio Literatura no Celular (16:30 às 17h) || Palavras de Antônio Campos
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(1) A Exposição e a Biblioteca Virtual permanecerão acessíveis durante os quatro dias do evento com a assistência de personal trainers tecnológicos.
(2) A Sala de Conferências funcionará durante os quatro dias reproduzindo em TV DIGITAL toda a programação literária ao vivo, vídeos dos prêmios das versões anteriores, além de vídeos produzidos por demanda, editados pela equipe e disponibilizada no http://www.fliporto.net (videocast) : a) em outras áreas do evento: Fliporto Criança e Espaço Latino-américa; Tribuna Livre, Espaço Casa Latino-América b) Entrevistas
Filhote de macaco se segura na garupa de sua mãe no zoo de Colônia, Alemanha. A espécie completou dois meses de vida e foi batizada com o nome de Tenja.