Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

16 10 2015

 

 

Felisberto Ranzini - Rio de Janeiro - Óleo sobre cartão - 11 x 16 cm ...Paisagem carioca com o Corcovado ao fundo

Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)

óleo sobre cartão, 11 x 16 cm





Em três dimensões: Jean-Baptiste Carpeaux

16 10 2015

 

 

 

Danse_CarpeauxA dança, 1868

Jean-Baptiste Carpeaux (França, 1827-1875)

Fachada da Opéra Garnier.

 

 

Detall3_òpera_de_parís

 

 





Sublinhando…

12 10 2015

 

 

Serebriakova, retrato de esolntseva-irmadartista-1914, Zinaida Evgenievna Serebriakova (Carcóvia, 1884 — Paris, 1967)ostRetrato da irmã da artista, 1914

Zinaida Evgenievna Serebriakova (Rússia, 1884-1967)

óleo sobre tela

 

 

“Todo sorriso é feito de mil prantos,
toda vida se tece de mil mortes.”

 

Carlos de Laet (Brasil 1847-1927) em Triste Filosofia, Poesias, 1873





Minutos de sabedoria: William Osler

6 10 2015

 

 

Gerrit Dou, Woman window, FitzwilliamMulher à janela, com vasilha de cobre, maçãs e faisão, 1663

Gerrit Dou (Holanda, 1613-1675)

óleo sobre madeira, 38 x 27 cm

Museu Fitzwilliam, Cambridge, GB

 

 

“Pareça esperto, não diga nada, resmungue. A fala existe para ocultar os pensamentos.”

 

 

Dr. william oslerWilliam Osler (1849-1919)




Cuidado, quebra! Tinteiro de cerâmica, século XVI

5 10 2015

WOA_IMAGE_1Tinteiro, 1560-70

Faiança policromada

Itália, escola de Pesaro, 35 x 22 x 23 cm

Hermitage, São Petersburgo


Ladyce West é historiadora da arte e escritora. Seu primeiro livro de poesias À meia voz, foi publicado em  novembro de 2020, pela Autografia. Encontra-se à venda em todas as livrarias e em ebook na Amazon.

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Tempestade, poesia infantil de Henriqueta Lisboa

5 10 2015

 

 

chuva a dois, freddie langelerIlustração Freddie Langeler.

 

 

Tempestade

 

Henriqueta Lisboa

 

— Menino, vem para dentro,

olha a chuva lá na serra,

olha como vem o vento!

 

— Ah, como a chuva é bonita

e como o vento é valente!

 

— Não sejas doido, menino,

esse vento te carrega,

essa chuva te derrete!

 

— Eu não sou feito de açúcar

para derreter na chuva.

Eu tenho força nas pernas

para lutar contra o vento!

 

E enquanto o vento soprava

e enquanto a chuva caía,

que nem um pinto molhado,

teimoso como ele só:

 

— Gosto de chuva com vento,

gosto de vento com chuva!

 

 

Em: Poesia Brasileira para a Infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1967, Coleção Henriqueta, p. 170.





Sublinhando…

29 09 2015

 

 

(c) Walker Art Gallery; Supplied by The Public Catalogue FoundationMarquesa de Kildare, c. 1765

Allan Ramsay (GB, 1713-1784)

óleo sobre tela, 125 x 102 cm

Walker Art Gallery, Liverpool

 

 

“Que importa a mim que a luz do sol se ria,
Se é tão profunda esta tristeza minha
Que eu já nem sei se fui alegre um dia!”

 

 

Emílio Kemp (Brasil, 1874- 1955) em Melancolia.





O cavalo sertanejo, texto de Gustavo Barroso

29 09 2015

 

 

ANTONIO PARREIRAS - (1860 - 1937) - Cavalo - osm - 50 x 70 - cidCavalo

Antônio Parreiras (Brasil, 1860-1937)

óleo sobre madeira, 50 x 60 cm

 

 

O cavalo sertanejo

 

Gustavo Barroso

 

O cavalo sertanejo é esguio, sóbrio, pequeno, rabo compridíssimo, crinas grandes, capaz de resistir a todas as privações, a todos os serviços e a todos os esforços. É o melhor auxiliar do vaqueiro e ele o estima e trata com o maior carinho. O cavalo do sertão é feioso como um corcel quirguiz. Lá uma vez aparece um exemplar bonito, esbelto, alto. Não tem saracoteios, nem saltos, nem corcovos, salvo quando espantadiço. O olhar só brilha quando se apresenta ocasião de correr; depois as pálpebras murcham numa sonolência lassa. É ativo e parece ronceiro; forte e parece fraco; ágil e parece pesado. É pasmosa a sua agilidade. Nos imprevistos das furibundas carreiras pelos matos em fora, salta galhos baixos, mergulha sob os altos, alonga-se, encurta-se, pula de lado, faz prodígios.  É necessariamente baixo para essas ligeirezas; a aridez do clima não produz outro. É raridade um animal de sete palmos do casco à cernelha. O meio torna-o sóbrio e magro. Passa dias sem comer, quase sem beber. Num dia faz quinze léguas, puxando um pouco; dez faz normalmente. É manso; quando o cavaleiro cai, para ao lado.

 

[Exemplo de descrição de animal]

 

Em: Flor do Lácio, [antologia]  Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário) p. 85.





Mãe, poesia infantil de Sérgio Caparelli

28 09 2015

 

 

760718-family circus,“– Como é que você só leu uma página do seu livro, mamãe?”  —  Cartoon, Bil Keane.

 

 

Mãe

 

Sérgio Caparelli

 

De patins, de bicicleta,

de carro, moto, avião

nas asas da borboleta

e nos olhos do gavião

de barco, de velocípedes

a cavalo num trovão

nas cores do arco-íris

no rugido de um leão

na graça de um golfinho

e no germinar do grão

teu nome eu trago, mãe,

na palma da minha mão.

 

 

Em: Poesia fora da estante, Vera Aguiar, Simone Assumpção e  Sissa Jacoby, 13ª edição, Porto Alegre, Projeto: 2007, p.106





Natureza maravilhosa: Cigarra Equatoriana

27 09 2015

 

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Cigarra equatoriana ou Zammara smaragdina é uma espécie de cigarras grandes de cor azul-esverdeada brilhante.  Como outras cigarras elas produzem um som bem alto e vivem nas florestas tropicais  zona do Equador.