O carnaval carioca, texto de Gastão Cruls

18 02 2012

Carruagens perfiladas na Batalha de Confete do Carnaval de 1907,  organizada pelo jornal Gazeta de Notícias, na  Avenida Beira-Mar, Rio de Janeiro.  Foto sem indicação de autor, Revista Kósmos, fevereiro de 1907.

Carnaval

Gastão Cruls

Embora o entrudo seja da mais remota tradição portuguesa, o carnaval com mascarada de rosto encoberto ou fantasias grotescas ou vistosas, só o tivemos aqui em meados do século passado. [século XIX] O entrudo teria sido trazido dos Açores e outras ilhas, onde essa brincadeira era de hábito, e certamente fora presenciada pelos navegantes que demandavam às Índias.  Apesar de tudo, ainda que tolerado, não era abertamente permitido, e uma vez ou outra lá apareciam alvarás e avisos, condenando-o. Não obstante, praticou-se sempre, a baldes d’água e esguichos, com limões de cera e bisnagas de estanho, e até os nossos imperadores dele gostavam muito.  D. Pedro II, na meninice, jogou-o bastante na Quinta, entre as irmãs e pessoas amigas.

Contra o carnaval, porém, com máscaras e disfarces, muito mais rigorosas eram as autoridades. Ordenações frequentes culminavam castigos severos e multas pesadas aos infratores das suas disposições. Em 1685, o governador Duarte Teixeira Chaves publicava um bando contra os que fossem encontrados emascarados e pela qual se ameaçavam os brancos de degredo na nova colônia do Sacramento e os pretos e mulatos de surra pública de chicote.

Carnaval na Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco no centro da cidade do Rio de Janeiro, 1907.  Sem autoria, em: Kósmos, revista artística, científica e literária, Ano IV, número 2, Fevereiro de 1907, Rio de Janeiro.

Mas o desenvolvimento da metrópole e os hábitos europeus para aqui transplantados no Oitocentos, foram amainando, pouco a pouco, os dispositivos draconianos a esse respeito.   Assim, em 1846, por iniciativa da atriz Clara del Mastro, pode realizar-se, no Teatro S. Januário,  o primeiro baile à fantasia. Sucederam-se outros, como aqueles promovidos pela colônia francesa e por algumas sociedades privadas. Houve também um que inaugurou o Teatro Provisório, em 1852.  Incitando essas festas, alguns anos depois o Alcazar Lyric instituía um valioso prêmio para a modista que fizesse a fantasia mais bonita e original.  E nesse gênero de confecções muito se distinguiu a francesa a Mme Nioby, estabelecida à rua do Ouvidor.

Mais ou menos pelo mesmo tempo, apareceram os primeiros préstitos carnavalescos. Sociedades já existentes, mas que até ali se divertiam de portas pra dentro, resolveram, nos dias consagrados a Momo, trazer para a rua a sua alegria, organizando passeatas com guarda de honra e carros enfeitados. Iniciou-as a que se chamava Sumidades Carnavalescas, que, aliás, reunia a melhor gente. Em 1855, a convite de José de Alencar, Pinheiro Guimarães, Manuel Antônio de Almeida, e outros que dela participavam, D. Pedro II desceu especialmente de S. Cristóvão para assistir-lhe a passagem, das janelas do paço da cidade.  O triunfo alcançado pelas sumidades fomentou novas ambições e sucessivamente foram surgindo e também morrendo, a União Veneziana, os Zuavos, o Congresso das Damas e a Boêmia, precursores das nossas Democráticos, Fenianos e Tenentes do Diabo.

Ilustração, Revista Kosmos, 1907, sem indicação de autor.

Edouard Manet, o grande pintor francês, mas então um modesto rapazinho que em curso de marinhagem em 1849, a bordo do navio escola Hâvre e Guadaloupe, passou algumas semanas entre nós, em carta à mãe, transmite as suas impressões do carnaval no Rio.  Fala nas brasileiras que se postavam à porta ou à janela de suas casas para atirarem nos transeuntes “bombas de cera de todas cores, cheias d’água, e que aqui chamam limons”.  Ele mesmo tomou parte na brincadeira.  Vítima de vários ataques, viu-se na obrigação de revidá-los e, ao fim da tarde, também distribuía limões para um lado e outro. Participou ainda de um baile à fantasia, que lhe lembrou os da Ópera, de Paris.

O carnaval, festa tão de gosto do carioca e durante a qual tanto se expandia a alma coletiva da cidade – falo no passado porque, de uns anos para cá, por uma série de motivos, é patente o seu declínio, pelo menos como manifestação popular –, o carnaval dizemos nós, também sofre os caprichos da moda.  Das fantasia que fizeram época e que pululavam nas nossas ruas durante os três dias de folia, hoje ninguém mais fala.  É verdade que algumas foram condenadas pela polícia.  Outras, porém, morreram de morte natural.  Se temos os diabinhos, os burros-doutores, o Pai-João, o Velho, o Morcego, a Morte, o Princês, o Mandarim e o Rajá.  Os dominós, já não tinham razão de ser, depois que foi vedado o uso das máscaras.  Índios também rarearam, pelo menos aqueles de apito à boca e penas de espanador à cintura, que faziam letras na frente dos cordões. Em compensação a cidade encheu-se de apaches e gigoletes, pierrôs e colombinas, de malandros e de baianas, e muito homem se meteu em saias e muita mulher enfiou calça.

Foto: www.muraldenoticias.com.br

Desapareceram os cri-cris e as línguas-de-sogra substituídos pelo reco-reco e a cuíca. O jorro frouxo da bisnaga de cheiro recuou diante do jato fino do lança-perfume, — aquele lança-perfume que no dizer rebuscado de Alberto Faria, o das Aérides, é “etérea língua de Áspide Aromal, a por subtâneos arrepios no colo de sedutoras Cleópatras ou de castas Lindóias”.

O Zé-Pereira já não azucrina mais ou ouvidos de ninguém.  Abafaram-no as marchinhas e os sambas.  Segundo Vieira Fazenda, que ainda o conheceu, quem primeiro trouxe para a rua, em grande algazarra, o zabumba dos bombos e o rufo dos tambores, foi um sapateiro português, que tinha oficina na rua S. José e era um folião de marca.

O nome Zé-Pereira explicar-se-ia de dois modos: ou porque o bombo assim designassem em Portugal; ou porque houvessem alterado de Nogueira para Pereira um dos nomes do inventor.  O homem chamava-se José Nogueira de Azevedo.

Ângelo Agostini, O entrudo, rua do Ouvidor, 1884 [DETALHE]

Até os préstitos das sociedades carnavalescas também muito perderam do seu prestígio. Onde aquelas tardes triunfais de terça-feira gorda em que o sonido ainda apagado dos clarins ou um vago clarão de fogos de bengala ao longe anunciavam a entrada na rua do Ouvidor ou na rua Uruguaiana da fantasmagoria ofuscante que era a passagem dos Democráticos ou dos Tenentes? Sumiram-se, por completo, os carros de crítica.  Provavelmente porque governos perfeitos demais, já não dão motivo a censuras.  Até os carros alegóricos perderam aquele fascínio antigo, quando aos olhos do populacho eram como páramos encantados e jardins edênicos. Templos gregos e pagodes chineses. Divindades olímpicas e sereias do reino de Anfitrite.  Árvore vergando ao peso de mulheres quase nuas.  Rosas que se abriam para mostrar borboletas de peito farto e coxas roliças.  Ninfas bem afrescata que fugiam ao abraço de algum fauno. Bacantes de carnadura provocante equilibradas na borda de uma taça…  Para todas essas criaturas, tiradas quase sempre ao meretrício barato, esse dia do desfile era um dia de glória, o dia da consagração definitiva.  E havia razão para isto.  Ao Zé-povinho que se extasiava à beira das calçadas, dando-lhes palmas em troca dos beijos que elas distribuíam para um lado e outro, todas se afigurariam beldades alucinantes ou huris de um paraíso inaccessível.

Não suponha o leitor que, elogiando esses préstitos de antanho, lhes emprestemos qualquer qualidade artística ou mera manifestação de bom gosto. Longe disso.  Oxalá pudéssemos ter tido aqui alguns carnavais da Florença dos Médicis, quando o próprio Lourenço o Magnífico trabalhava o verso das canções populares e artistas como Andrea del Sarto e Cronaca se encarregavam de planejar os arcos triunfais e modelar a máscara dos foliões. A passeata das nossas Sociedades perdeu muito do seu esplendor fictício – mas ainda assim esplendor – porque outra é a cidade de ruas largas e claras, à noite sob a fulguração dos anúncios a gás neon, e outra é a mentalidade de sua população, agora de olhos permanentemente abertos para o grande mundo, através das visões cinematográficas.

Em: A aparência do Rio de Janeiro, Gastão Cruls, Rio de Janeiro, José Olympio: 1949 [Coleção Documentos Brasileiros], volume 2.pp. 405-410.





Quadrinha do café da manhã

17 02 2012

Café da manhã, 1950

Edna Wolf Henner Mashgan (EUA 1907-2001)

óleo sobre tela

Além do café com leite,

Manteiga, ovos e pão,

Coma também uma fruta

Na primeira refeição.

(Walter Nieble de Freitas)





O cisne, poesia para a infância de Manoel Moreyra

16 02 2012

Cisnes, ilustração de R. Bruce Horsfall, para a revista American Girl, agosto de 1936.

O cisne

Manoel Moreyra

No cristal azul do lago,

a mancha branca de um cisne,

airoso, altivo, elegante,

parecendo feito a giz,

vai deslizando, ao afago

suavíssimo da brisa,

numa indolência tranquila

que a paz da vida bendiz.

Nos lagos azuis do Sonho,

quem vive assim — é feliz…

Em: Poesia brasileira para a infância, coletadas por Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1968 — Coleção Henriqueta.

Manoel Moreyra nasceu em Arouca, Portugal em 23 de setembro de 1904, tendo vindo muito criança para o Brasil.   Considerava-se braisleiro.  Sua mãe, viúva,, trabalhadora infatigável , não pode, infelizmente financiar-lhe os estudos.  Menino ainda Moreyra  ingressou na Inglêsa, (S.P.R.) em Santos, como empregado.  Publicou seu primeiro livro de versos,  Rosas do meu sonho, na década de 1920.   Sua poesia é simples, clara, natural.  Sempre exigiu seu nome soletrado com Y.  Viveu em Santos, colaborando para o tradicional jornal santista, A Tribuna.  [ Informações do livro mencionado acima]





Quadrinha dos teus olhos

15 02 2012

Melindrosa, 1924

Lula Cardoso Ayres (Brasil, 1910-1987)

Nanquim e aquarela sobre papel,  27 x 21cm

Os teus olhos (quem diria?)

São ladrões de profissão;

me roubaram noutro dia,

num olhar, meu coração…

(Josué Silva)





Quadrinha do amigo e do colega

14 02 2012

Amigos, pintura de Mark Arian (EUA).

Amigo é uma conquista
fruto da interação.
Colega é só um turista,
que passa no coração.

(Heliodoro Morais)





Fevereiro, que venham os bailes de máscaras (VI)

13 02 2012

Carnaval no Hotel Ferraille, 1901

Remy Cogghe (Bélgica, 1854-1935)

óleo sobre tela





A guerra das mulheres — lenda Ioruba

13 02 2012

Homem Ioruba em trajes tradicionais.

A guerra das mulheres

Nos velhos tempos, na cidade de Ilesa, antes das guerras entre os reinos, havia mulheres governantes assim como homens.  Uma geração se sucedia a outra em paz.  Às vezes as mulheres reinavam, às vezes os homens.  Até que houve uma governante em Ilesa, chamada Aderemi.

Um dia, durante o seu governo, um exército de guerreiros de outro reino, tentou invadir Ilesa.  Essa era a primeira vez que a cidade tinha que se defender para sobreviver.  Por isso mesmo não havia procedimentos a serem seguidos para proteger a cidade.  Não havia tradição.  Ninguém podia dizer: “Oba Tal lutou dessa maneira”, ou “Oba Fulano-de-Tal lutou daquela maneira”.  Aderemi juntou seus conselheiros. Alguns eram homens e alguns eram mulheres.  Eles confabularam.   Arguiram sobre a melhor maneira de se livrarem dos inimigos.  Os conselheiros homens disseram que os guerreiros homens deveriam se munir de lanças e escudos, cajados, arcos e flechas e ir à luta.  Mas as conselheiras tinham outras ideias e sugeriram que as melhores armas seriam os pilões, longos com que batiam nos grãos para preparar a comida.  Elas também favoreciam o uso de ovos, porque estes continham o poder de neutralizar os poderes dos inimigos, e assim, ovos deveriam ser usados.  A discussão entre os conselheiros foi esquentada, mas finalmente Aderemi declarou que as conselheiras haviam ganho.

Os conselheiros homens perguntaram: “Que guerreiro vai para o campo de batalha munido de pilão e ovos?

Aderemi respondeu indignada, “ Muito bem, então os homens ficam na cidade e fazem as tarefas daqui.  Enquanto isso as mulheres vão defender Ilesa.

Ela mandou as mulheres pegarem as armas e se prepararem para a luta.  Elas tiraram seus longos pilões das cumbucas, apertaram as roupas e se pintaram seus rostos para guerra.  Cada mulher segurou um ovo na mão esquerda e juntas foram para frente da casa de Aderemi.

A líder lembrou-as que deveriam ter coragem dizendo: “Vão e encontrem o inimigo. Joguem os ovos na frente deles para combater seus poderes. Ataquem e faça com que eles fujam, sem piedade para o lugar de onde vieram, para que eles nunca voltem a atacar a cidade de Ilesa.”

No entanto, os homens continuaram a reclamar dizendo, “não é assim que se faz isso.”

Aderemi respondeu ríspida, “guardem para si, os seus conselhos.”

As guerreiras saíram com os pilões nas mãos direitas e os ovos nas esquerdas. Acharam o inimigo.  Os inimigos riram quando viram as guerreiras vindo com pilões e ovos para defender Ilesa.  E gritaram, “não há homens nessa cidade?  Voltem.  Não viemos à procura de esposas, essas nós já temos em casa.”

As mulheres de Ilesa ouviram o insulto e jogaram seus ovos em direção aos invasores dizendo, “assim como os seus poderes se tornam estéreis, também vocês ficarão sem poderes.”  E elas correram a atacar com seus pilões.  Mas os inimigos se protegeram com os escudos, e lutaram de volta com cajados, lanças, arcos e flechas.  Muitas mulheres de Ilesa morreram no campo de batalha.  As outras deram para trás.  Daí, os inimigos atacaram e as mulheres fugiram para a cidade.  Chegando lá,  elas entraram em casa e se desfizeram dos pilões.

Os homens de Ilesa viram tudo o que aconteceu.  Foram até Aderemi e disseram, “isso é demais para você. Nos tempos de paz você reinou bem.  Mas agora, que a guerra veio, você tentou moer o inimigo como se fosse milho puro e simples.  Essa é a natureza das mulheres.  Assim, não podemos mais ter uma governante mulher em Ilesa.  Daqui por diante, Ilesa deve ter um chefe guerreiro como governante.” Os homens se reuniram em um conselho e selecionaram um homem para ser Oba da cidade e das terras à sua volta.

Sob orientação do novo Oba, os homens munidos de lanças, escudos, facas, cajados e arcos e flechas, saíram da cidade cantando seus gritos de guerra, e atacaram o inimigo.  Fizeram-no voltar atrás, eliminando o inimigo de sua terra.  Os inimigos ficaram confusos e se desorganizaram.  A batalha continuou até que o único inimigo à vista eram os corpos caídos no chão.  Depois disso, os guerreiros Ilesa foram para casa.  Disseram, “foi feito.”

Os  guerreiros voltaram a dizer que daí por diante Ilesa só teria homens como governantes.  Disseram, “Obatala fez todos humanos e os amou igualmente.  No entanto, cada pessoa tem habilidades para coisas específicas.  Mulheres têm autoridade sobre pilões e ovos.  Essa é a natureza delas.  Os homens são bons para  defenderem suas casas.  Vamos respeitar as nossas diferenças.”

Desde então só homens governaram Ilesa e só eles entram em guerra enfrentando inimigos.

***

Tradução e adaptação: Ladyce West

Em: Tales of Yoruba Gods and Heroes: myths, legends and heroic tales of the Yoruba people of West Africa, Harold Courtlander, New York, Fawcett Premier Book: 1974.





Verão, poesia de Hélio Pellegrino

11 02 2012

Ilustração Ethel Betts, 1908.

Verão

Hélio Pellegrino

Colho a sombra das coisas

sob o sol

Como quem colhe frutas

Rio, 24/2/80

Em: Minérios Domados, Hélio Pellegrino, Rio de Janeiro, Rocco:1993.





O verde do meu bairro: Iuca elefante!

10 02 2012

Um dos prazeres de andar nas ruas do Rio de Janeiro é descobrir a estação para floração de diversas plantas que encontramos nos jardins das casas e edifícios que nos cercam.  Há duas semanas fiquei muito feliz de dobrar uma rua próxima à praia e me deparar com essa Iuca elefante, florida, completamente florida.  Plantada de frente para o mar ela parecia estar em seu elemento, feliz com o calor do verão carioca.

Cheguei em casa com sede de saber mais sobre essa beleza.  E descobri que seu nome científico é Yucca elephantipes, natural da Guatemala e do México, portanto da América Central.  É uma arbusto que pode chegar a 6 metros de altura  [o da foto deve ter uns 4 metros ou um pouquinho mais].  É uma planta bem resistente que gosta de sol pleno, chegando a meia sombra e consegue viver com pouca água, podendo ser regada só uma vez por semana.   Gosta de solos arenosos ricos em matéria orgânica com ótima drenagem e do clima quente e seco, por isso evidentemente está entre as plantas favoritas dos jardins à beira-mar no Rio de Janeiro.

Suas flores são assim como mostra a foto, em cachos, a maioria empinada.  Como se fossem um grupo grande de pequenas campânulas.  Cachos de vistosas “conchinhas” que contrastam bastante com as folhas alongadas, que têm uma aparência de espinhosa, mas não têm espinhos, nem na pontinha.  Dizem que as flores duram bastante tempo e por isso podem ser usadas em arranjos florais.  Floresce no final da primavera e no verão.

Este arbusto encontra-se no Rio de Janeiro, à beira da praia do Leblon.  Disse-me o porteiro/jardineiro que não é planta que se pode.  As informações que consegui na internet indicam que ele estava certo, que se deve simplesmente retirar as folhas secas.  Só quando adulta ela poderia ser podada.  Mas tem uma natureza agreste que não convida à poda.

Bela opção para um jardim costeiro.  Encanta.  Foi um prazer passar um quarto de hora à volta desse exemplar.

NOME CIENTÍFICO: Yucca elephantipes

NOME POPULAR: Iuca-elefante,vela-de-pureza

FAMÍLIA: Agaviaceae.

CICLO DE VIDA: Perene.

ORIGEM: Guatemala e México.

PORTE: DE 4 a 6 metros de altura.





Quadrinha do Rio de Janeiro

8 02 2012

Botafogo, vista do Morro da Viúva, 1920-30

Henrique Goldschmidt (1867-1952)

aquarela sobre papel, 19 cm diâmetro

Maravilha em resplendor,

onde Deus sempre é louvado

o Rio guarda o Senhor

no Cristo do Corcovado!

(Hilário de Soneghet)