Pai — nome bem pequenino
Que encerra tanto valor:
Traduz confiança, carinho,
Força, Bondade e Amor.
(Walter Nieble de Freitas)
Pai — nome bem pequenino
Que encerra tanto valor:
Traduz confiança, carinho,
Força, Bondade e Amor.
(Walter Nieble de Freitas)
Madona com Menino Jesus lendo, 1485-1490
Piero di Cosimo ( Itália, 1462-1521)
Óleo sobre madeira, 83 x 56 cm
Museu de Belas Artes de Estocolmo, Suécia
—
Piero di Cosimo — Nasceu em Florença, entre 1461-1462, com o nome de batismo de Piero di Lorenzo. Estudou com Cosimo Rosselli e sob a direção deste professor assistiu-o em algumas pinturas da Capela Sistina. Daí o seu nome, Piero di Cosimo. Ficou conhecido pelo seu caráter excêntrico e por suas pinturas mitológicas. Bastante influenciado por Leonardo, Lucas Signorelli e Filippino Lippi. Talvez seja mais conhecido pelo retrato da bela Simonetta Vespucci, do que por qualquer outro de seus quadros. Grande pintor da Renascença Italiana.
Há épocas em que tudo o que se lê parece ter a ver com todo o resto que se leu no dia anterior ou na hora anterior. É o que os alemães chamam de zeitgeist – espírito do tempo — palavra em geral usada em alemão mesmo, em qualquer língua, para clareza e especificação de seu significado.
Pois hoje, graças à família Sarney [cujo pai, ex-presidente, se respeitasse sua própria biografia — como fomos ordenados a fazê-lo pelo NOSSO GUIA — já teria se desvinculado do Senado], voltei a tropeçar no assunto de censura. Censura que às vezes vem de onde não esperamos. No nosso caso aqui, de um desembargador… Mas voltemos ao assunto…
Há duas semanas mais ou menos os portadores do Kindle – o livro eletrônico vendido pelo portal Amazon, descobriram que alguns dos textos que tinham, que haviam sido comprados pelo site, com download feito legalmente e que mantinham no Kindle para futura leitura na máquina, exatamente como manda o figurino, desapareceram. Mas como? A companhia Amazon, sem nenhum aviso, remotamente, entrou nos Kindles que tinham esses textos e sumariamente os destruiu. Assim, mesmo. Sem aviso prévio. Sem explicações. Mais tarde, depois da surpresa, e até, com muito boa vontade, dá para entender a explicação dessa intervenção da companhia de livros. Se tudo o que aconteceu foi só que Jeff Bezos, CEO da Amazon explicou: “os livros haviam sido vendidos como textos para download no Kindle por erro da companhia. Havia problemas com as permissões.”
E chega a ser engraçado quando vemos que textos eram esses. Quais? Nada mais nada menos do que dois livros de George Orwell: Animal Farm e 1984. Que piada! 1984? Tem certeza?
Mas há outros textos removidos: Atlas Shrugged , The Fountainhead e The Virtue of Selfishness de Ayn Rand e alguns tomos de Harry Potter. A explicação da companhia é que esses textos foram vendidos em Kindles de maneira illegal. Alguém havia posto no site textos piratas. Diversos alertas deveriam ter soado nas nossas cabeças:
1 – Como pode alguém entrar no site da Amazon e colocar lá textos piratas? E a segurança?
2 – Como pode uma companhia entrar nos nossos livros comprados nessa companhia e eliminar, sem aviso prévio o que está lá dentro, que você comprou, pelo que sabia de maneira legal?
3 – E se a moda pega? E cai nas mãos de um Chávez ou qualquer outro GRANDE ESTADISTA que resolve eliminar a oposição entrando nos Kindles que temos em casa e apagando os textos?
Mix Leitor D da Mix Tecnologia.
Dizem que o futuro dos livros está nas formas eletrônicas como o Kindle. Realmente é mais uma dessas coisas de zeitgeist. Semana passada, a Mix Tecnologia, de Pernambuco – aquele centro maravilhoso de tecnologia brasileira, circulava a novidade do Mix Leitor D, de produção total nacional, que estará no mercado brasileiro já a partir do ano que vem, com dois modelos: a versão Básica e Premium com tela de 6 polegadas, em bom português, 15 cm. A diferença entre as duas versões é a memória que varia de 1 GB a 4 GB de dados, que daria para guardar até 1.500 livros. O Mix Leitor D deve custar entre R$ 650 e R$ 1.100, dependendo da versão.
Infelizmente a censura da Amazon traz a tona problemas com esses leitores que não haviam ainda sido discutidos. A censura continuará a existir, assim como existe hoje: alguém abre processo contra essa biografia publicada, contra aquele cara que copiou minha idéia etc. Mas os livros publicados, pelo menos até hoje, depois de publicados, não conseguem desaparecer completamente do mapa. Há sempre um volume. Alguém que comprou antes. Alguém que recebeu de presente e nunca leu e tampouco jogou fora. Mas a habilidade que uma companhia como a Amazon demonstrou de entrar dentro do seu livro, dos GBs de memória que você comprou e eliminar tudo o que quiser sem que você saiba, faz parte de uma realidade horripilante.
FONTES:
Mata Atlântica, Parque Nacional de Itatiaia.
Em outubro deste ano será implantada uma nova tecnologia que, ao longo de 30 dias, possibilitará um mapeamento detalhado em tempo real das variações de temperatura e das condições da umidade relativa do ar, entre muitos outros dados, numa área de 10 km² do Parque Estadual da Serra do Mar, reserva de mata ecológica localizada em São Luiz do Paraitinga (SP).
Uma rede experimental com 50 sensores sem fios fará a coleta de diversos dados ambientais, 24 horas por dia. A iniciativa nasceu pela necessidade de se colocar em prática alternativas mais baratas e simples de combater os males da poluição em tempo real e em três dimensões, afirma o autor, o engenheiro eletrônico Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e coordenador do programa de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais da Fundação do Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
A escolha do local se deu pelo fácil acesso, já que os 50 sensores wi-fi podem precisar de manutenção. Com o sistema, os cientistas poderão conhecer a concentração de gás carbônico na atmosfera local, por exemplo, e cuidar melhor da preservação das matas.
Piero Ciafferi ( Itália 1600-1654)
Diretamente ligado à realização desse trabalho, Humberto Ribeiro da Rocha, livre-docente do Departamento de Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (USP), explica que a oportunidade é única para se conhecer mais a fundo todas as dificuldades e limitações deste sistema.
Rob Fatland (Microsoft) e Doug Carlson (John Hopkins University), ambos dos Estados Unidos, estiveram presentes no Brasil no início de julho para visitar o local e conhecer a nova tecnologia. O sistema poderá depois ser aplicado depois em florestas do mundo inteiro.
FONTE: Terra
Hoje, selecionei uma fábula de Esopo, recontada por La Fontaine entre outros. Aqui, em versos magistrais de Olavo Bilac. Por ser uma fábula popular, tenho muitas ilustrações, através dos séculos, que se referem diretamente a ela. Coloquei algumas por entre o texto de Bilac. No entanto, tenho ainda algumas outras ilustrações. Para não corromper o texto completamente, [mais do que já o fiz] vou colocar outras ilustrações separadas, no final assim como repetir o texto original de Olavo Bilac.
Ilustração Harrison Weir (Inglaterra 1824-1906).
O lobo e o cão
Olavo Bilac
Encontraram-se na estrada
um cão e um lobo. E este disse:
— Que sorte amaldiçoada!
Feliz seria, se um dia
como te vejo me visse.
Ilustração Eleanor Grosch (EUA, contemporânea).
Andas gordo e bem tratado,
vendes saúde e alegria;
ando triste e arrepiado,
sem ter onde cair morto!
O cão e o lobo, ilustração em manuscrito francês, Idade Média.
Gozas de todo conforto,
e estás cada vez mais moço;
e eu, para matar fome,
nem acho às vezes um osso!
Ilustração Charles H Bennet (Inglaterra, 1829-1867).
Esta vida me consome…
Dize-me tu, companheiro:
onde achas tanto dinheiro?
Disse-lhe o cão: — Lobo amigo!
Serás feliz, se quiseres
Deixar tudo e vir comigo:
vives assim porque queres…
Ilustração, André Quellier (França, 1925)
Terás comida à vontade,
terás afeto e carinho,
mimos e felicidade,
na boa casa em que vivo!
Foram-se os dois. Em caminho,
disse o lobo, interessado:
— Que diabo é isto? Por que motivo
tens o pescoço esfolado?
Ilustração Georges Fraipont (França, 1873-1912).
— É que às vezes amarrado
Me deixam durante o dia…
— Amarrado? Adeus, amigo!
(disse o lobo) Não te sigo!
Muito bem me parecia
Que era demais a riqueza…
Ilustração Henry Morin (França, 1873-1961).
Adeus! Inveja não sinto:
quero viver como vivo!
Deixa-me com a pobreza!
Antes livre, mas faminto,
Do que gordo, mas cativo!
Ellen van Deelen, Rato ao piano.
Num dia de poucas notícias, algumas coisas diferentes aparecem nos portais dos grandes jornais. Este foi o caso da BBC Brasil que hoje trouxe aos olhos do leitor brasileiro o trabalho da fotógrafa holandesa Ellen van Deelen, em que ratos com pequenos instrumentos musicais são fotografados como se estivessem de fato fazendo solo numa pequena orquestra.
Ellen van Deelen, Rato fautista.
O trabalho de Ellen van Deelen, que mora em Roosendaal na Holanda, já é bastante conhecido aqui e fora do Brasil, como atestam as dezenas de fotografias, de sua autoria, encontradas na web. Reconheço que há algo interessante e por uma fração de segundo, talvez até menos, a mente do observador possa se interessar.
Ellen van Deelen, Rato saxofonista.
No entanto, esses animais retratados não passam de pequenos roedores. Ratos propriamente ditos que não podem nem se classificar como camundongos porque são grandes demais. E eu me pergunto: onde estão os defensores dos direitos dos animais quando alguma coisa como essa é engendrada?
Ellen van Deelen, Ratos com acordeão.
Quando por muitos anos tive um antiquário nos Estados Unidos, minha companhia era uma das companhias contribuintes para a SPCA, [sociedade de proteção de animais]. Minha loja tinha um cachorro dentro da loja, (lá é permitido) todos os dias. Eles eram cachorros dos funcionários, que faziam o rodízio de segunda a sábado de comum acordo com a administração. Meu antiquário era conhecido por seus membros caninos: Garth, um fox-terrier, por Max, um sheltie, e por Pebbles, um spaniel King Charles. Outros membros da companhia tinham gatos, mas esses não faziam rodízio, já que não eram treinados para ficarem quietinhos. Dou esta relação toda de antemão, para dizer que gosto de animais. No entanto, acho a personalização de animais de estimação: o vestir, as botinhas, as sainhas, os laçarotes, uma anomalia do comportamento de um dono de animal de estimação. Como o conhecido Cesar Milan, do programa de televisão O Encantador de Cães, não se cansa de dizer, cães, cachorrinhos de estimação, não são bonecos com os quais brincamos de vestir e fantasiar.
Cesar Milan, O Encantador de Cães, e alguns de seus cachorros.
Daí, aparece Ellen van Deelen, que é uma excelente fotógrafa. Basta ver suas fotos de insetos, pessoas, pássaros para perceber. Mas que explora este tênue caminho entre o fotógrafo que como ela mesma diz testemunha a natureza e a obra divina: “Como sou cristã, espero que minhas fotos mostrem um pouco da linda criação de Deus“.
Ellen Van Deelen, Joaninha.
Há um apelo muito grande para o marketing nessa carreira profissional de fotógrafa que me desagrada profundamente, porque extrapola o mundo natural e cria à custa de um treinamento à base de premiação com comida, animais que mudam o seu comportamento para que agradem às nossas fantasias. Animais que não tem nada a ver com um saxofone ou um carrinho de bebê, ou qualquer outra característica humana, são obrigados a se comportarem de uma maneira esdrúxula ao seu mister. Para isso, existem os ilustradores, que, esses sim, sem abusar da relação homo sapiens e animal, podem dar largas à imaginação e colocar um coelho com um relógio na história de Alice ou pato vestido de marinheiro como Donald.
Quatro gatinhos felizes, ilustração de Elizabeth Webbe, 1956.
Isso tudo me parece mais um desrespeito à obra da Natureza, do que uma reverência. E antes que me perguntem: não, não acho esses ratos engraçadinhos.
FONTE: Portal Terra, BBC Brasil
Menina lendo, 2008
Inha Bastos ( Brasil, 1949)
óleo sobre tela, 50x 50 cm
—
Inha Bastos é o nome artístico da pintora brasileira Maria das Graças Fontes Bastos, nascida em Itabuna, na Bahia, em 1949. Formada pela Escola de Belas Artes em Salvador, /UFBA 1970 / 1974. Adolescente, descobriu sua vocação artística, quando recebeu um estojo de tintas de presente. Inha Bastos tem participado de exposições coletivas e individuais em diversos estados brasileiros e no estrangeiro. Suas obras fazem parte do acervo de diversas instituições públicas e particulares.. Inha Bastos foi uma das artistas selecionadas para representar o Brasil no “ ano do Brasil na França” e seu trabalho ganhou destaque na imprensa francesa.
A estrela Betelgeuse, uma supergigante vermelha também chamada de Alfa Órion, localizada na constelação de Órion, tem uma cauda de gás do tamanho do nosso Sistema Solar, indicaram fotos de uma precisão sem precedente publicadas nesta quarta-feira pelo Observatório de Paris. É uma estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª estrela mais brilhante no firmamento. Seu diâmetro varia entre 500 e 900 vezes o do Sol. No diâmetro máximo, a estrela seria maior que a órbita de Saturno se colocada no lugar do Sol. Apesar de ser apenas 14 vezes mais massiva que o Sol, é cerca de algumas dezenas de milhões de vezes maior em volume, como uma bola de futebol comparada a um grande estádio de futebol. A sua proximidade à Terra e o seu enorme tamanho fazem dela a estrela com o terceiro maior diâmetro angular vista da Terra, menor apenas que o Sol e R Doradus. É uma das 12 estrelas em que os telescópios actuais podem visualizar o seu disco real.é uma estrela mil vezes maior que o Sol. Isto significa que se estivesse no centro de nosso Sistema Solar, se estenderia até Júpiter, passando por Mercúrio, Vênus e a Terra.
Ela é cem vezes mais brilhante que o Sol, mas tem apenas alguns milhões de anos, em contraste com os 4,5 bilhões de anos do Sol, e apesar de sua juventude, tem pouco tempo de vida. Dentro de poucos milhares de ano, ela se tornará uma supernova e então será facilmente visível da Terra.
Os astrônomos do Laboratório de Estudos Espaciais e de Instrumentação na Astrofísica (Lesia) do Observatório de Paris obtiveram as imagens mais detalhadas de Betelgeuse graças ao sistema óptico adaptável do telescópio VLT da Organização Europeia de Pesquisa Astronômica (ESO) no Chile. “A óptica adaptativa corrige a maior parte das perturbações ligadas à atmosfera”, indicou o Observatório de Paris em um comunicado.
Para destacar a cauda de gás, assim como uma gigantesca bolha que verve na superfície da estrela, os astrofísicos utilizaram uma técnica chamada de “imagem seletiva”. “Ela consiste em selecionar as melhores imagens entre milhares de poses muito rápidas que fixam as perturbações atmosféricas residuais, para depois combiná-las em uma imagem muito mais fina do que a resultante de uma só pose grande”, destacou o Observatório.
O nome Betelgeuse é uma contração do árabe يد الجوزا yad al-jawzā, ou “a mão do (guerreiro, homem) do centro”. Jauza, o do centro, inicialmente se referia a Gemini entre os Árabes, mas em algum ponto eles decidiram se referir à Orion por este nome. Durante a Idade Média o primeiro caracter do nome , y (ﻴ, com dois ponto sob ele), foi erroneamente traduzido para o Latim como um b (ﺒ, com um ponto apenas), e Yad al-Jauza tornou-se Bedalgeuze. Então, durante o Renascimento, alguém tentou derivar o nome árabe deste nome corrompido, e decidiu que ele foi escrito originalmente como Bait al-Jauza. Esta pessoa imaginativa então declarou que Bait seria “braço” em Árabe, para surpresa dos árabes em todo o mundo. O linguista sem nome da Renascença então “corrigiu” a grafia para Betelgeuse, e o termo moderno nasceu. Para que Betelgeuse tivesse o sentido do “braço do centro”, o original deveria ser ابط Ibţ (al-Jauza).
Outros nomes :
Al Dhira (o Braço),
Al Mankib (o Ombro)
Al Yad al Yamma (a Mão direita)
Ardra (Hindi),
Bahu (sânscrito),
Bed Elgueze
Beit Algueze
Besn (Persa) (o Braço),
Beteigeuze
Beteiguex
Betelgeuze (Bet El-geuze),
Betelgeza (Esloveno),
Betelguex
Ied Algeuze (A mão de Orion),
Yedelgeuse
O zoológico Whipsnade, na cidade britânica de Bedfordshire, apresentou nesta terça-feira um filhote de elefante asiático. O bebê, que nasceu há seis dias (22/7/2009) pesando 126 kg, já passeia entre os adultos.
Recentemente (5/7/2009) o zoológico Taronga, na Austrália comemorou o nascimento de um outro bebê de elefante asiático, nascido com 120 kg.
FOTO: AFP
No passado esses elefantes podiam ser encontrados nos territórios que abrangem grande parte da Ásia. Hoje existem só pequenas comunidades, espalhadas em zona florestais, por vários países: Índia, Tailândia, Bangladesh, Butão, Brunei, Camboja, China, Indonésia, Laos, Malásia, Myanmar (antiga Birmânia), Nepal, Sri Lanka e Vietname. O desaparecimento dos habitats naturais empurrou estes animais para junto das populações.
Esses elefantes se alimentam principalmente de ervas e folhas de árvore. No entanto, parecem demonstrar gostar muito de produtos da horta. Isso causa um problema sério para as populações que vivem próximo ao habitat desses paquidermes, pequenos agricultores vêem as suas culturas devastadas, rapidamente.
FOTO: AFP
Os elefantes asiáticos atingem 3 metros de altura, têm orelhas pequenas e defesas um tanto leves. Machos e fêmeas, atingem a maturidade sexual por volta dos 14 anos. O tempo de gestação de um bebê elefante varia entre os 18 e os 22 meses. Ao cabo desse tempo nasce apenas uma cria. A espécie é muito utilizada pelo homem como animal de guerra, em trabalhos florestais e como meio de transporte.
Seu único predador natural é o tigre, que na maioria das vezes ataca os filhotes, porém existem casos registrados de tigres caçarem elefantes adultos. Em circunstâncias normais a expectativa de vida de um elefante asiático é 60 anos.
FOTO: AFP
As principais diferenças entre este e o elefante-africano são: costas mais arqueadas, orelhas menores, 4 unhas nas patas traseiras em vez de 3, 19 pares de costelas em vez de 21, ausência de presas de marfim nas fêmeas.
Na religião hindu, o elefante-asiático está associado a Ganexa, o deus da sabedoria.

Amanhecer, ilustração Maurício de Sousa.
Cantagalo… O galo canta
e, na campina louçã,
desprende a voz na garganta,
saudando a luz da manhã.
(Álvaro Faria)