Louis Lagrenée (França, 1724-1805)
[Louis Jean François Lagrenée]
óleo sobre tela
Coleção Particular
Louis Lagrenée (França, 1724-1805)
[Louis Jean François Lagrenée]
óleo sobre tela
Coleção Particular
Paisagem do Rio Guaíba com Usina de Gasômetro e mulher sentada
Ado Malagoli (Brasil, 1906-1994)
óleo sobre madeira, 38 x 46 cm
Ilustração do Panchatantra, na versão síria de 1354. Aqui está ilustrada a história em que o coelho engana o elefante mostrando a ele a lua refletida na água. (Bodleian Library, Oxford).
Panchatantra, quer dizer ‘Cinco Princípios‘ e é uma coleção de fábulas indianas provavelmente compiladas no século III antes da era comum, escritas originalmente em sânscrito. Os originais já se perderam. Mas a coleção, ainda é muito conhecida. Foi traduzida do hebreu para o latim por João de Capua, em 1270. Assim como muitas coleções de fábulas, hoje o Panchatantra tem inúmeras publicações em inglês, francês e outras línguas ocidentais, a maioria como livros para crianças. Mas seus ensinamentos são universais e para todas as idades…
Ilustração Homem no parque, de Édouard Halouze, 1920.
Armindo Rodrigues
Nem mal, nem bem,
nem sim, nem não,
nada por obrigação
me convém.
Só quero querer
o de que na verdade
eu próprio tiver
vontade.
Em: Voz arremessada no caminho; poemas, Armindo Rodrigues, Lisboa: 1943, p. 15
Gabriele Munter (Alemanha, 1877-1962)
“Digo aos meus alunos que começam uma frase com “eu acho” que refaçam a questão quando puderem dizer “eu penso”. Porque, na filosofia, é da verdade que se trata. Não de opiniões. Opiniões desgarram, ancoram-se nas manias do sujeito. A verdade pede muita amorosidade e muito trabalho. Porque está escondida debaixo de uma montanha de opiniões “achadas”. Fica ali perdida. Até que o trabalho seja feito, com calma, demora e alegria, e ela possa aparecer. Às vezes nem é grande coisa: saber onde está a razão numa briga de vizinhos. Às vezes é uma coisa enorme: o bóson de Higgs, o vírus da AIDS. Não sabemos de antemão. É preciso paciência. Foucault deu ao seu último curso o lindo título de “A coragem da verdade”. Pois é isso mesmo.”
Em: “Tenho certeza. Eu acho”, Márcio Tavares D’Amaral, O Globo, 17/10/2015, 2º caderno, página 2.
Paisagem carioca com o Corcovado ao fundo
Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)
óleo sobre cartão, 11 x 16 cm