Sublinhando…

21 10 2015

 

 

Pietro Rotari (Verona, 1707-1762) -- Jovem lendo,sanguinea e bico de pena sobre papel. 13 x 15 cmMuseu de Castelvecchio VeronaJovem lendo

Pietro Rotari (Verona, 1707-1762)

sanguinea e bico de pena sobre papel, 13 x 15 cm

Museu de Castelvecchio, Verona

 

 

“Como a palmeira tens a majestade,
E dela tens a desgraçada sorte:
A avareza da sombra e da piedade.”

 

Olavo Bilac (Brasil, 1865 -1918), Palmeira Imperial.





O grito da Buganvília, José Eduardo Agualusa

20 10 2015

 

 

Ruth MOTTA GRANDE, OST, Flores no Muro, med. 36x41cm. Ass. CID. Datado 77.Flores no muro, 1977

Ruth Motta Grande (Brasil,? -?)

óleo sobre tela, 36 x 41 cm

 

 

O grito da buganvília

 

“No quintal, no lugar onde Félix Ventura enterrou o corpo estreito de Edmundo Barata dos Reis, floresce agora a rubra glória de uma buganvília. Cresceu depressa. Cobre já uma boa parte do muro. Debruça-se sobre o passeio, lá fora, numa exaltação — ou numa denúncia — à qual ninguém presta atenção.”

 

Em: O vendedor de passados, José Eduardo Agualusa, Rio de Janeiro, Gryphus: 2004.





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12 10 2015

 

 

Serebriakova, retrato de esolntseva-irmadartista-1914, Zinaida Evgenievna Serebriakova (Carcóvia, 1884 — Paris, 1967)ostRetrato da irmã da artista, 1914

Zinaida Evgenievna Serebriakova (Rússia, 1884-1967)

óleo sobre tela

 

 

“Todo sorriso é feito de mil prantos,
toda vida se tece de mil mortes.”

 

Carlos de Laet (Brasil 1847-1927) em Triste Filosofia, Poesias, 1873





Minutos de sabedoria: William Osler

6 10 2015

 

 

Gerrit Dou, Woman window, FitzwilliamMulher à janela, com vasilha de cobre, maçãs e faisão, 1663

Gerrit Dou (Holanda, 1613-1675)

óleo sobre madeira, 38 x 27 cm

Museu Fitzwilliam, Cambridge, GB

 

 

“Pareça esperto, não diga nada, resmungue. A fala existe para ocultar os pensamentos.”

 

 

Dr. william oslerWilliam Osler (1849-1919)




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29 09 2015

 

 

(c) Walker Art Gallery; Supplied by The Public Catalogue FoundationMarquesa de Kildare, c. 1765

Allan Ramsay (GB, 1713-1784)

óleo sobre tela, 125 x 102 cm

Walker Art Gallery, Liverpool

 

 

“Que importa a mim que a luz do sol se ria,
Se é tão profunda esta tristeza minha
Que eu já nem sei se fui alegre um dia!”

 

 

Emílio Kemp (Brasil, 1874- 1955) em Melancolia.





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24 09 2015

 

 

albertvon-keller(Suiça)Lesende,1873,osm,18,5x13,5cmLeitora, 1873

Albert von Keller (Suíça, 1844-1920)

óleo sobre tela, 18 x 13 cm

 

“Onde pus a esperança, as rosas
Murcharam logo.”

 

 

Fernando Pessoa (Portugal, 1888-1935) em Onde pus a esperança, 1920.





Palavras para lembrar — Haruki Murakami

10 09 2015

 

 

Reading - Nakamura Daizaburo (1898-1947)Leitura

Nakamura Daizaburo (Japão, 1898-1947)

 

 

“Se você só lê o mesmo que todo mundo lê, acaba pensando o mesmo que todo mundo pensa.” 

 

Haruki Murakami





“Época de jambo”, texto de Fred Coelho

3 09 2015

 

 

Gino Bruno, Leitura, Óleo sobre tela, 65 alt X 50 larg (cm), acidLeitura

Gino Bruno (Itália/Brasil, 1899-1977)

óleo sobre tela, 65 x 50 cm

 

 

“O Jambeiro-vermelho é uma espécie originária da Malásia, país invadido pelos portugueses em 1511. Eles partiram de Goa e conquistaram a região de Malaca, transformando o estado em uma cidade importante para a história da navegação ibérica durante sua fenomenal expansão pelos mares. Ou seja, na mesma época em que pingavam desterrados pela costa de Pindorama, as frotas portuguesas construíam igrejas e fortalezas sob a sombra do Jambeiro-vermelho. Após governarem por mais de um século, foram derrotados pelos holandeses em 1641, período em que, supostamente, vigorava um tratado militar de não agressão entre as duas potências ultramarinas por conta dos embates em Pernambuco. Provavelmente o Jambo veio parar entre nós nesse momento de ligação transversal do Brasil com a Malásia, via portugueses e holandeses. Será daí, dessa origem transatlântica, seu cheiro leve de memória do tempo mordido?”

 

Em: O Globo,coluna Época de jambo, 2º caderno, quarta-feira, 02/09/2015, p. 2.

 

Link

 





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26 08 2015

 

 

Bengts, Carl - Sanomalehteä lukeva nainen, 1925Mulher lendo o jornal, 1925

Carl Bengts (Finlândia, 1876 – 1934)

óleo,  27 x 35 cm

 

 

“Recordo-me.

Perdi-me.

Ou foi a vida

que me perdeu?”

 

Em: Armindo Rodrigues (1904-1993), Aventura.