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Emile Friant (França, 1863-1932)
óleo sobre madeira, 26 x 34 cm
Coleção Particular
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“A opinião é a rainha do mundo”.
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Blaise Pascal (1623-1662)
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Emile Friant (França, 1863-1932)
óleo sobre madeira, 26 x 34 cm
Coleção Particular
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Blaise Pascal (1623-1662)
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Michael de Bono (Grã-Bretanha, 1983)
óleo sobre tela
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Haydéa Santiago (Brasil, 1896-1980)
Pastel sobre cartão colado em eucatex
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Para comemorar o Dia Internacional da Mulher uma postagem com alguns nomes que já apareceram por aqui, com outras obras é claro, mas que não foram postados recentemente.
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Anita Malfatti (Brasil, 1889-1964)
óleo sobre madeira, 38 x 46 cm
[Retrata a fazenda de Tarsila do Amaral]
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Abigail de Andrade (Brasil, 1864-1891)
óleo sobre tela, 70 x 50 cm
Coleção Sérgio Sahione Fadel
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Vanice Ayres Leite (Brasil, contemporânea)
45 x 53 cm
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Djanira Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)
óleo sobre tela, 73 x 114 cm
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Elisiana Alves (Brasil, contemporânea)
aquarela, 21 x 28 cm
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Rosina Becker do Valle (Brasil, 1914-2000)
óleo sobre tela, 17 x 22 cm
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Boneca vestida de preto, década 1980
Marysia Portinari (Brasil, 1937)
óleo sobre tela
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Sem título, 2004
Inha Bastos (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 90 x 130 cm
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Yolanda Lederer Mohalyi (Hungria, 1909– Brasil, 1978)
Desenho sobre papel, grafite, 70 x 50 cm
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Virginia de Paula (Brasil)
técnica mista, 90 x 80 cm
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Beatriz Dutra (Brasil, 1924)
óleo sobre papel, 14 x 23 cm
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Bia Betancourt (Brasil, 1963)
acrílica sobre tela
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Vera Sabino (Brasil, 1949)
acrílica sobre eucatex, 40 x 50 cm
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Isolda Hermes da Fonseca Chapman (Brasil, 1924-2004)
óleo sobre eucatex, 42 x 32 cm
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Maria Leontina da Costa (Brasil, 1917-1984)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
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Bertha Worms (França, 1868 — Brasil, 1937)
óleo sobre tela, 46 x 39 cm
PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo
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Copos de leite em janela em Barbacena, 1995
Yara Tupinambá (Brasil, 1932)
acrílica sobre tela, 70 x 50 cm
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Chansonnier de Jean de Montchenu, década de 1470
Também conhecido como Chansonnier Cordiforme (em formato de coração)
[Paris, Biblioteca Nacional, Ms. Rothchild, 2973]
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Há mais ou menos um mês, através de uma aluna, descobri alguns manuscritos em forma de coração. Foram novidade para mim, mas diga-se não sou medievalista. Tudo indica que não são muitos. Dentre eles, talvez o mais divulgado seja o Chansonnier de Jean de Montchenu (Cancioneiro de Jean de Montchenu) que recebeu recentemente uma edição maravilhosa em fac-símile. Esse manuscrito foi encomendado na França, em Savoy [Saboia] entre 1460 e 1477. Encomenda feita por Jean, cânone de Montchenu — daí sua designação — que mais tarde, em 1477, se tornou Bispo de Agen e Bispo de Vivier (1478-1497). O cancioneiro é composto por 43 músicas. Entre elas há obras de Guillaume Dufay (Du Fay, Du Fayt) nascido em 5 de agosto, acredita-se que de 1397 e falecido a 27 de novembro de 1474.
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Dufay, retratado aqui à esquerda e Gilles de Binchois à direita no manuscrito em Martin le Franc, “Champion des Dames”, Arras 1451.–
Dufay foi um dos compositores dos Países Baixos mais conhecidos na época do Renascimento, figura central na Escola da Borgonha, onde desempenhou o papel mais famoso e influente na Europa em meados do século XV. Sua música foi copiada, distribuída e cantada em todos os lugares que a polifonia tinha criado raízes. Quase todos os compositores das gerações seguintes absorveram alguns elementos do seu estilo. A ampla distribuição de sua música é ainda mais impressionante, considerando que morreu décadas antes a disponibilidade de impressão de música. Ou seja, suas músicas tinham que ser copiadas à mão.
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Chansonnier de Jean de Montchenu, década de 1470
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Há também algumas cantigas de Gilles de Binche, contemporâneo de Dufay, nascido por volta do ano 1400, tendo falecido em 1460 e que foi também um compositor muito influente. Suas músicas apareceram em cópias décadas após sua morte, e muitas vezes foram usados como fontes para a composição de Missas por compositores posteriores. Sua música é simples e clara. Empregado pelo Duque de Borgonha, Binchois (como era também chamado) escreveu todo tipo de música: as canções seculares de amor além das músicas sacras que atenderam as expectativas e satisfizeram o gosto de seu patrão. Outros compositores como Ockeghem , Busnoys também têm composições incluídas nesse manuscrito único.
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Chansonnier de Jean de Montchenu, década de 1470
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O livro fechado tem a forma de um coração, aberto parece uma borboleta formada por dois corações. Os românticos veem nisso dois corações amantes. As canções são em francês e italiano e escritas para diferentes vozes. Quando a palavra coração aparece no texto ela é representada por um imagem de um coração delicado.
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Página do Manuscrito de Montchenu, em que a palavra coeur [coração] aparece substituída pela imagem de um coração.–
Duas ilustrações de página inteira aparecem no códice. Na primeira, um Cupido atira flechas contra uma jovem, enquanto ao seu lado Fortuna gira sua roda. No outro, dois amantes se aproximam um do outro com amor. em todo o manuscrito, os pentagramas, música e poemas de amor são cercados por bordas de animais, pássaros, cães, gatos e todos os tipos de flores e plantas em ouro abundante e desenhos delicados. A encadernação é em veludo cor vermelho, como apropriado à forma.
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Detalhe da página do manuscrito de Montchenu ilustrada na primeira fotografia desta postagem.James de Rothschild recebeu este manuscrito junto a uma enorme coleção de seu pai Henri de Rothschild, e doou-o para a Biblioteca Nacional da França.
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Detalhe de uma das bordas do manuscrito de Montchenu.–
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Harold Knight (Grã Bretanha, 1874-1961)
óleo sobre tela, 51 x 46 cm
Museu Nacional do País de Gales, Cardiff
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Casa de Smither Perrin, à Rua São Clemente, 1860
Assinatura: A. P.
Aquarela, guache sobre papel, 36 x 55 cm
Museu Imperial, Petrópolis
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Foto sem indicação de autoria. Provavelmente do filme 2012.–
Pesquisadores alemães alertam que, caso emissões de gases de efeito estufa continuem no ritmo atual, um quinto dos monumentos e locais protegidos pela Unesco desapareceriam nos próximos dois mil anos.
O aumento dos níveis dos mares por causa aquecimento global pode levar, nos próximos dois mil anos, ao desaparecimento de mais de 130 dos cerca de 750 Patrimônios Mundiais da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), alerta um estudo divulgado no início de março.
“Se não limitarmos as mudanças climáticas, no futuro os arqueólogos terão que procurar uma grande parte de nossos patrimônios culturais no mar“, afirma o pesquisador Ben Marzeion, da Universidade de Innsbruck e um dos autores do estudo.
Essa notícia me faz lembrar o impactante livro: Seis Graus, de Mark Lynas, lançado no Brasil em 2008. Ele conseguiu que eu mudasse alguns pequenos hábitos diários. Sou a formiguinha que acredita que o trabalho em conjunto nos levará às necessárias soluções, apesar de sermos testemunhas das pilhas de lixo deixadas no Rio de Janeiro, numa greve fomentada por interesses políticos que deveriam ser enquadrados em crime contra o meio ambiente. Em novembro de 2008 já aqui no blog publicamos uma entrevista com Mark Lynas – Seis graus e as soluções alternativas. Recomendo a leitura desse livro. Livro bom pode ser lido a qualquer hora, mesmo que tenha sido publicado há seis anos.
Não temos tempo a perder. Como os pesquisadores alemães ressaltam um aquecimento menor também já é uma ameaça para uma boa parte desses locais. O aumento de apenas 1 grau na temperatura seria suficiente para colocar em risco a existência de 40 dos Patrimônios Mundiais da Unesco.
A elevação do nível do mar também será responsável por uma diminuição considerável da superfície terrestre. Com um aumento de 3 graus 12 países perderiam mais da metade de seus territórios, a maioria deles localizada no Sudeste Asiático.
“A temperatura global média aumentou cerca de 0,8 grau em comparação com a era pré-industrial. Se as emissões de gases do efeito estufa crescerem como ocorreu até o momento, devemos calcular um aquecimento global de até 5 graus no final do século“, aponta o pesquisador Anders Levermann, coautor do estudo.
FONTE: TERRA
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Com essa postagem, voltamos a divulgar notícias de ciências e meio ambiente. A pedidos.
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Johann Gottfried Steffan (Suíça, 1815- Alemanha, 1905)
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Julien Green