Minuto de sabedoria — Blaise Pascal

10 03 2014

La Discussion politique - Emile FriantA discussão política, 1889

Emile Friant (França, 1863-1932)

óleo sobre madeira, 26 x 34 cm

Coleção Particular

“A opinião é a rainha do mundo”.

Blaise_pascal

 

 

 

 Blaise Pascal (1623-1662)





Domingo, um passeio no campo!

9 03 2014

Irene de Paula,Espantalho,30 x 40 cm – OST,Ass. CIE e Dat. 1986Espantalho, 1986

Irene de Paula (Brasil, ?-?)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm





Imagem de leitura — Michael de Bono

9 03 2014

Michael de Bono, reading-in-sunlight - Oil on canvasLendo à luz do sol

Michael de Bono (Grã-Bretanha, 1983)

óleo sobre tela

www.michaeldebonoartist.com





Pintoras Brasileiras, no Dia Internacional da Mulher

8 03 2014

HAYDÉA SANTIAGO (1896 - 1980) Feira - Pastel scartão colado em eucatex 51Feira, 1951

Haydéa Santiago (Brasil, 1896-1980)

Pastel sobre cartão colado em eucatex

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher uma postagem com alguns nomes que já apareceram por aqui, com outras obras é claro, mas que não foram postados recentemente.

Anita Malfatti, As Lavadeiras, dc 1920, osm, 38 x 46cm,Retrata a fazenda de Tarsila do Amaral.As lavadeiras, década de 1920

Anita Malfatti (Brasil, 1889-1964)

óleo sobre madeira, 38 x 46 cm

[Retrata a fazenda de Tarsila do Amaral]

abigail-de-andrade_zeit-fuer-brotA hora do pão, 1889

Abigail de Andrade (Brasil, 1864-1891)

óleo sobre tela, 70 x 50 cm

Coleção Sérgio Sahione Fadel

Floristas---45x53 Vanice Ayres leiteFloristas

Vanice Ayres Leite (Brasil, contemporânea)

45 x 53 cm

DJANIRA DA MOTTA E SILVA - (1914 - 1979)Oficina de trabalho- ost - 73 x 114 - cid e d - 1962Oficina de trabalho, 1962

Djanira Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 73 x 114 cm

ElisianaAlves,BuscandoCana,2009,21x28cm,AquarelaBuscando cana, 2009

Elisiana Alves (Brasil, contemporânea)

aquarela, 21 x 28 cm

Rosina Becker do Valle (1914-2000) - A Floresta - Óleo sobre tela - 17 x 22,5 cm - 1986A Floresta, 1986

Rosina Becker do  Valle (Brasil, 1914-2000)

óleo sobre tela, 17 x 22 cm

Marysia Portinari (1937) Boneca de vestido preto (década de 80)Boneca vestida de preto, década 1980

Marysia Portinari (Brasil, 1937)

óleo sobre tela

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Sem título, 2004

Inha Bastos (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 90 x 130 cm

yolanda-mohalyiYolanda Lederer Mohalyi (1909 — 23 de agosto de 1978)Figura, s/d

Yolanda Lederer Mohalyi (Hungria, 1909– Brasil, 1978)

Desenho sobre papel, grafite, 70 x 50 cm

virginia de paulaSem Título, 1982

Virginia de Paula (Brasil)

técnica mista, 90 x 80 cm

Beatriz Dutra,(1926)Rua e casario,osp,14 x 23 cmOuro Preto, s/d

Beatriz Dutra (Brasil, 1924)

óleo sobre papel, 14 x 23 cm

ciclistasCiclistas

Bia Betancourt (Brasil, 1963)

acrílica sobre tela

vera sabino webSem título

Vera Sabino (Brasil, 1949)

acrílica sobre eucatex, 40 x 50 cm

verasabino.com

Isolda,Retrato de Mulher, o.s.e, 42 x 32. Ass. CID.Retrato de mulher

Isolda Hermes da Fonseca Chapman (Brasil, 1924-2004)

óleo sobre eucatex, 42 x 32 cm

Maria Leontina, Duas figuras, 1952, ost, 46x38Duas figuras, 1952

Maria Leontina da Costa (Brasil, 1917-1984)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

BerthaWorms(1868-1937)Figurademenino,1886,ost,46x39,pinacotecaestspFigura de menino, 1886

Bertha Worms (França, 1868 — Brasil, 1937)

óleo sobre tela, 46 x 39 cm

PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo

 

 





Flores para um sábado perfeito!

8 03 2014

Yara Tupynambá(Brasil),Copos de Leite, Janela em Barbacena, 1995,AST,70 X 50Copos de leite em janela em Barbacena, 1995

Yara Tupinambá (Brasil, 1932)

acrílica sobre tela, 70 x 50 cm





Muito além do coração: uma joia musical

8 03 2014

open_bookChansonnier de Jean de Montchenu, década de 1470

Também conhecido como Chansonnier Cordiforme (em formato de coração)

[Paris, Biblioteca Nacional, Ms. Rothchild, 2973]

Há mais ou menos um mês, através de uma aluna, descobri alguns manuscritos em forma de coração.  Foram novidade para mim, mas diga-se não sou medievalista.  Tudo indica que não são muitos. Dentre eles, talvez o mais divulgado seja o Chansonnier  de Jean de Montchenu (Cancioneiro de Jean de Montchenu) que recebeu recentemente uma edição maravilhosa em fac-símile.  Esse manuscrito foi encomendado na França, em  Savoy [Saboia] entre 1460 e 1477.  Encomenda feita por Jean, cânone de Montchenu — daí sua designação — que  mais tarde, em 1477,  se tornou Bispo de Agen e Bispo de Vivier (1478-1497).  O cancioneiro é composto por 43 músicas.  Entre elas há obras de Guillaume Dufay (Du Fay, Du Fayt) nascido em 5 de agosto, acredita-se que de  1397 e falecido a 27 de novembro de 1474.

DufayBinchoisDufay, retratado aqui à esquerda e Gilles de Binchois à direita no manuscrito em Martin le Franc, “Champion des Dames”, Arras 1451.

Dufay foi um dos compositores dos Países Baixos mais conhecidos na época do Renascimento, figura central na Escola da Borgonha, onde desempenhou o papel mais famoso e influente na Europa em meados do século XV.  Sua música foi copiada, distribuída e cantada em todos os lugares que a polifonia tinha criado raízes. Quase todos os compositores das gerações seguintes absorveram alguns elementos do seu estilo. A ampla distribuição de sua música é ainda mais impressionante, considerando que morreu décadas antes a disponibilidade de impressão de música. Ou seja, suas músicas tinham que ser copiadas à mão. 

gc178-4Chansonnier de Jean de Montchenu, década de 1470

Há também algumas cantigas de Gilles de Binche, contemporâneo de Dufay, nascido por volta do ano 1400, tendo falecido em 1460 e que foi também um compositor muito influente. Suas músicas apareceram em cópias décadas após sua morte, e muitas vezes foram usados ​​como fontes para a composição de Missas  por compositores posteriores. Sua música é simples e clara.  Empregado pelo Duque de Borgonha, Binchois  (como era também chamado) escreveu todo tipo de música: as canções seculares de amor além das músicas sacras que atenderam as expectativas e satisfizeram o gosto de seu patrão.  Outros compositores como Ockeghem , Busnoys também têm composições incluídas nesse manuscrito único.

montchen_m_1Chansonnier de Jean de Montchenu, década de 1470

O livro fechado tem a forma de um coração, aberto parece uma borboleta formada por dois corações. Os românticos veem nisso dois corações amantes. As canções são em francês e italiano e escritas para diferentes vozes.  Quando a palavra coração aparece no texto ela é representada por um imagem de um coração delicado.

montchenu4Página do Manuscrito de Montchenu, em que a palavra coeur [coração] aparece substituída pela imagem de um coração.

Duas ilustrações de página inteira aparecem no códice. Na primeira, um Cupido atira flechas contra uma jovem, enquanto ao seu lado Fortuna gira sua roda. No outro, dois amantes se aproximam um do outro com amor.  em todo o manuscrito, os pentagramas, música e poemas de amor são cercados por bordas de animais, pássaros, cães, gatos e todos os tipos de flores e plantas em ouro abundante e desenhos delicados. A encadernação é  em veludo cor vermelho, como apropriado  à  forma.

montchenu2Detalhe da página do manuscrito de Montchenu ilustrada na primeira fotografia desta postagem.

James de Rothschild recebeu este manuscrito junto a uma enorme coleção de seu pai Henri de Rothschild, e doou-o para a Biblioteca Nacional da França.

746299c15092a4867af370b608eac528Detalhe de uma das bordas do manuscrito de Montchenu.




Imagem de leitura — Harold Knight

7 03 2014

??????????????????????????????O livro verde, s/d

Harold Knight (Grã Bretanha, 1874-1961)

óleo sobre tela, 51 x 46 cm

Museu Nacional do País de Gales, Cardiff





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

7 03 2014

???????????????????????????????Casa de Smither Perrin, à Rua São Clemente, 1860

Assinatura: A. P.

Aquarela, guache sobre papel,  36 x 55 cm

Museu Imperial, Petrópolis





Arqueologia do futuro poderá ser debaixo d’água

7 03 2014

Raising-the-Korean-Flag-in-the-South-Pole-11Foto sem indicação de autoria. Provavelmente do filme 2012.

Pesquisadores alemães alertam que, caso emissões de gases de efeito estufa continuem no ritmo atual, um quinto dos monumentos e locais protegidos pela Unesco desapareceriam nos próximos dois mil anos.

O aumento dos níveis dos mares por causa aquecimento global pode levar, nos próximos dois mil anos, ao desaparecimento de mais de 130 dos cerca de 750 Patrimônios Mundiais da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco), alerta um estudo divulgado no início de março.

Se não limitarmos as mudanças climáticas, no futuro os arqueólogos terão que procurar uma grande parte de nossos patrimônios culturais no mar“, afirma o pesquisador Ben Marzeion, da Universidade de Innsbruck e um dos autores do estudo.

Essa notícia me faz lembrar o impactante livro: Seis Graus, de Mark Lynas, lançado no Brasil em 2008. Ele conseguiu que eu mudasse alguns pequenos hábitos diários.  Sou a formiguinha que acredita que o trabalho em conjunto nos levará às necessárias soluções, apesar de sermos testemunhas das pilhas de lixo deixadas no Rio de Janeiro, numa greve fomentada por interesses políticos que deveriam ser enquadrados em crime contra o meio ambiente. Em novembro de 2008 já aqui no blog publicamos uma entrevista com Mark Lynas – Seis graus e as soluções alternativas. Recomendo a leitura desse livro. Livro bom pode ser lido a qualquer hora, mesmo que tenha sido publicado há seis anos.

Não temos tempo a perder. Como os pesquisadores alemães ressaltam um aquecimento menor também já é uma ameaça para uma boa parte desses locais. O aumento de apenas 1 grau na temperatura seria suficiente para colocar em risco a existência de 40 dos Patrimônios Mundiais da Unesco.

A elevação do nível do mar também será responsável por uma diminuição considerável da superfície terrestre. Com um aumento de 3 graus 12 países perderiam mais da metade de seus territórios, a maioria deles localizada no Sudeste Asiático.

A temperatura global média aumentou cerca de 0,8 grau em comparação com a era pré-industrial. Se as emissões de gases do efeito estufa crescerem como ocorreu até o momento, devemos calcular um aquecimento global de até 5 graus no final do século“, aponta o pesquisador Anders Levermann, coautor do estudo.

FONTE: TERRA

Com essa postagem, voltamos a divulgar notícias de ciências e meio ambiente. A pedidos.





Palavras para lembrar — Julien Green

7 03 2014

Johann Gottfried Steffan (Alemanha) Jovem mulher lendo,Jovem lendo à mesa

Johann Gottfried Steffan (Suíça, 1815- Alemanha, 1905)

“Uma biblioteca é a encruzilhada de todos os sonhos da humanidade”.

Julien Green