Flor de maio, flor de seda: cactus tropical

11 05 2009
Flor de maio, 5-2009,

Flor de maio. Foto: Ladyce West

 

Eu e a flor de maio temos uma longa história…  Na verdade, só eu tenho uma longa história com a flor de maio.  Mas, quando morei nos Estados Unidos, este tipo de cactus foi uma das minhas maneiras de manter um pouquinho do ar tropical na minha casa. 

 

Flores cor de damasco, Foto Ladyce West

Estas cor de damasco estavam em completo explendor! Foto: Ladyce West

 

Lá esses cactus são conhecidos como Christmas Cactus, ou seja, Cactus de Natal.  Por quê?  Porque só florescem quando os dias têm poucas horas de luz.  Aqui no Brasil, isso acontece, agora, de maio a julho.  No hemisfério norte, os dias curtinhos são próximos do Natal. 

 

Ontem só vimos flores brancas, damasco e magenta.  Foto: Ladyce West

Ontem só vimos flores brancas, damasco e magenta. Foto: Ladyce West

 

Mas conheço lá do norte, outras cores, inclusive uma tonalinade magenta escura, belíssima!  Tive essas plantas tanto da cor de damasco, como fúcsia.   Por lá elas foram muito fáceis de serem mantidas, crescerem e florirem sem grandes desastres.  Ficavam dentro de casa de outubro a  abril, com pouca água.  Mas numa casa aquecida por volta de 25 graus.  Depois em abril, quando deixava de ser frio, elas iam todas para o pátio, crescer com o calor do verão da Carolina do Norte, que é muito, muito quente.  Só fertilizava 2 vezes por ano: abril e outubro.  Em abril, para crescerem felizes.  Em outubro, para darem muitas flores.  E não devem apanhar sol.

 

Flores delicadas, foto: Ladyce West

Flores delicadas, foto: Ladyce West

 

 

Minha mãe sempre gostou muito destas flores.  E quando o Jardim Botânico do Rio de Janeiro fazia as exposições da Flor de Maio, minha mãe era uma assídua visitante.   Mas de nós duas, eu tenho a melhor mão para plantas.   Com exceção das violetas, que minha mãe sempre conseguiu manter felizes e floridas, e que eu, por razões que desconheço, nunca consegui muito com elas. 

 

Flor de maio, fucsia, em casa

 

Sábado, quando estive no Jardim Botânico, para o evento: Flor de Maio Exposição e Venda não resisti e trouxe para casa dois exemplares deste cactus tropical, que não gosta de sol.   Ontem replantei-as.  Uma delas está na foto acima.  Há horas em que a gente sente que quer “ter” alguma coisa.   Ultimamente a fotografia tem me ajudado em não querer “ter”.  A imagem do objeto desejado é suficiente.  Mas não resisti.   Afinal, era véspera do dia das mães, e ela, se estivesse por aqui, teria gostado de ver estas belas flores. 

Não deixe de visitar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro é um grande e belo passeio.





Um exposição de orquídeas no Jardim Botânico III

6 05 2009
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Uma orquídea extraordinária! Foto: Ladyce West

 

A artista americana Georgia O’Keeffe (1887-1986) se imortalizou, com telas e aquarelas,  entre outras, representando orquídeas e dando a elas um cunho extremamnete sensual.    Vendo-as assim, em puro explendor, é f ácil saber a razão de sua paixão.

 

Pétalas que parecem veludo.  Orquídea.  Foto: Ladyce West

Pétalas que parecem veludo. Orquídea. Foto: Ladyce West

 

A hora e meia que passei no orquidário do Jardim Botânico e a meia-hora adicional passeando por entre os quiosques dos orquidários comerciais vendendo belos espécimes, me encheu de uma alegria e bem-estar com a vida maravilhoso.   Realmente é necessário que preservemos a nossa natureza!

 

Uma orquídea de cores muito delicadas.  Foto:  Ladyce West

Uma orquídea de cores muito delicadas. Foto: Ladyce West





Um exposição de orquídeas no Jardim Botânico I

6 05 2009
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Exposição e Venda de Orquídeas, Maio 2009, Foto:  Ladyce West

Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Exposição e Venda de Orquídeas, Maio 2009, Foto: Ladyce West

 

No fim de semana passada, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro teve uma exposição e venda de orquídeas que nos lembra dos encantos da flora tropical. 

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Orquídea na Exposição do Jardim Botânico do Rio de Janeiro em Maio de 2009. Foto: Ladyce West

Este evento sempre atrai centenas, provavelmente alguns milhares de pessoas para o JB do Rio de Janeiro.  Orquidários de diversas regiões do estado  competem com exemplares de suas mais belas  flores em diversas categorias.  

 

A beleza de uma das orquídeas na exposição do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em Maio de 2009.  Foto:  Ladyce West

A beleza de uma das orquídeas na exposição do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, em Maio de 2009. Foto: Ladyce West





A importante contribuição da Biblioteca Nacional para o projeto: biblioteca mundial

23 04 2009

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Biblioteca Nacional, av. Rio Branco, Rio de Janeiro.

 

 

 

A Biblioteca Nacional do Brasil, tem um patrimônio superior a 9 milhões de publicações, e foi considerada pela UNESCO como a 8ª maior biblioteca do mundo. A BN também é a maior biblioteca da América Latina.

A Fundação Biblioteca Nacional (BN) é uma das mais antigas instituições públicas brasileiras. Foi instalada oficialmente no Rio de Janeiro em 1810.  O núcleo original de seu poderoso acervo é a antiga livraria de D. José organizada sob a inspiração de Diogo Barbosa Machado, Abade de Santo Adrião de Sever, para substituir a Livraria Real, cuja origem remontava às coleções de livros de D. João I e de seu filho D. Duarte, e que foi consumida pelo incêndio que se seguiu ao terremoto de Lisboa de 1º de novembro de 1755.  A BN é hoje a maior fonte de pesquisa em livros, jornais e periódicos do país e tem a função de ser a depositária da memória bibliográfica e documental do Brasil.

 

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Instalada em um imponente prédio estilo eclético (onde se misturam elementos neoclássicos), na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro, abriga verdadeiras raridades da literatura. Obras impressas nos primórdios da invenção da imprensa, como a Bíblia Mongúncia (Bíblia Latina), publicada por Gutenberg e seus sócios, em 1462, é considerada pela chefe da Divisão de Obras Raras (Diora), a bibliotecária Ana Virginia Pinheiro, como uma das peças mais raras da divisão. Existem apenas outros 60 exemplares conhecidos desta bíblia em todo o mundo.

Há na Biblioteca Nacional obras ainda mais antigas, escritas a mão sobre pergaminho, como O Livro dos Evangelhos, do século XI, escrito em grego e considerado o livro mais antigo na América Latina. O conjunto de obras impressas mais antigas datam do século XV, são os ‘incunábulos’, livros publicados nos primeiros 50 anos da invenção da tipografia por Gutenberg, e publicados até o ano de 1500.

  

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A maior parte deles está depositada na Divisão de Obras Raras – Diora –, onde podem ser consultados por pesquisadores especializados. A Diora guarda livros publicados entre os séculos XV e XVII e tem a missão de salvaguardar o acervo precioso da Biblioteca Nacional. Calcula-se que existam hoje mais de 70 mil obras na seção, em dois quilômetros de prateleiras. Na apreciação do acervo realizada em 1946, foram identificados 18 mil volumes na Diora. Os livros, alguns em pergaminho, são escritos em grego, latim, árabe, hebraico e línguas arcaicas ou mortas.   

A Biblioteca não estimula visitas às coleções especiais (Obras Raras, Manuscritos, Cartografia, Iconografia e Música). Recebe o pesquisador que tem interesses de pesquisa bem definidos e que traga carta de apresentação assinada pela instituição onde desenvolve a pesquisa ou de próprio punho, a título de declaração de idoneidade para consulta a acervo tão precioso”, informou Ana Virgínia.  O acesso restrito ao acervo da Diora se explica pela necessidade de proteger e preservar documentos únicos, datados, alguns deles, antes mesmo do descobrimento do Brasil. Os estudos são feitos através de microfilmes e material digitalizado, na falta destes, a consulta é direto no original.

 

 

 

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O Depósito Legal é a principal fonte de captação de obras para a BN, mas as peças mais antigas e de grande valor histórico foram obtidas por meio de doações. A maior delas foi a coleção Dona Tereza Cristina Maria doada pelo imperador Dom Pedro II, quando estava no exílio em Portugal, em 1891. São mais de 48 mil peças, entre livros, manuscritos, partituras, gravuras, desenhos, fotografias e mapas. As coleções doadas à BN são privilegiados instrumentos de pesquisa sobre a história do Brasil.

Desejando consolidar a inserção da Fundação Biblioteca Nacional na sociedade da informação, foi lançado o Portal Institucional (www.bn.br), permitindo o acesso aos Catálogos on line . Em 2006 foi criada a Biblioteca Nacional Digital concebida de forma ampla como um ambiente onde estão integradas todas as coleções digitalizadas colocando a Fundação Biblioteca Nacional na vanguarda das bibliotecas da América Latina e igualando-a às maiores bibliotecas do mundo no processo de digitalização de acervos e acesso às obras e aos serviços, via Internet.

 

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 Foto: Fátima Nascimento

 

 

O prédio atual da Fundação Biblioteca Nacional teve sua pedra fundamental lançada em 15 de agosto de 1905 e foi inaugurado cinco anos depois, em 29 de outubro de 1910. O prédio foi projetado pelo General Francisco Marcelino de Sousa Aguiar, e a construção foi dirigida pelos engenheiros Napoleão Muniz Freire e Alberto de Faria. Integrado à arquitetura da recém-aberta Avenida Central, hoje Avenida Rio Branco, o prédio é de estilo eclético, em que se misturam elementos neoclássicos. As instalações do novo edifício correspondiam na época de sua inauguração a todas as exigências técnicas: pisos de vidro nos armazéns, armações e estantes de aço com capacidade para 400.000 volumes, amplos salões e tubos pneumáticos para transporte de livros dos armazéns para os salões de leitura.

Em meio à fachada principal, o edifício possui um pórtico com seis colunas coríntias, que sustentam o frontão ornamentado por um grupo em bronze, tendo ao centro a figura da República, ladeada por alegorias da Imprensa, Bibliografia, Paleografia, Cartografia, Iconografia e Numismática. O conjunto foi executado de acordo com maquete do artista nacional Modesto Brocos. Do lado direito da Portada, uma estátua de bronze, de Corrêa Lima, representa a Inteligência; uma outra, do lado esquerdo, da autoria de Rodolfo Bernardelli, representa o Estudo. Na parte superior da fachada, de cada lado do tímpano, vêem-se, em bronze, os anos da fundação da Biblioteca MDCCCX, e da inauguração do prédio, MCMX.

 

 

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No saguão há, à direita e à esquerda, dois painéis do pintor norte-americano George Bidddle e dois baixos-relevos em bronze de sua esposa, a escultora Helena Sardeau Biddle. Essas obras de arte constituem oferta do governo dos Estados Unidos da América ao Brasil e foram inauguradas no dia 8 de dezembro de 1942. As escadas internas são de mármore com gradil de proteção em bronze com tratamento de pátina preta e friso formando o corrimão em latão dourado polido. No patamar do lance de escada entre o segundo e o terceiro andar, localiza-se o busto em mármore de D. João VI, esculpido em Roma, em 1814, por Leão Biglioschi e que pertenceu à Real Biblioteca.

Sob a clarabóia em vitral colorido, do saguão, e como que a sustentando, vêem-se 12 cariátides em gesso.Todo o conjunto do edifício é encimado por quatro clarabóias com vitral colorido; uma no zimbório central sobre o saguão; uma sobre a ala lateral dos armazéns de livros (à esquerda); outra sobre a ala lateral dos armazéns de periódicos (à direita), a quarta localiza-se sobre o salão da Divisão de Obras Raras. São dignos de nota os painéis assinados por artistas de renome, que decoram o terceiro e o quarto pavimentos. No terceiro, na Divisão de Obras Raras, antigo salão geral de leitura, encontram-se painéis de Rodolfo Amoedo, A Memória e A Reflexão, e de Modesto Brocos, A Imaginação e A Observação. No quarto andar, onde se localiza o Gabinete da Presidência, encontram-se mais quatro painéis, dois de Henrique Bernardelli, O Domínio do Homem sobre as Forças da Natureza e A Luta pela Liberdade, e dois de Eliseu Visconti, O Progresso e A Solidariedade Humana. Em espaço do andar térreo (ou primeiro andar) com aceso pela Rua México foi inaugurado no ano de 2000 um moderno auditório que levou o nome de Machado de Assis e uma galeria para exposições com os requisitos ideais de luz e temperatura. Esse espaço foi inaugurado com a magnífica exposição “Brasil 500 anos na Biblioteca Nacional”.

 





Erupção do vulcão Llaima, manda nuvens de cinzas para a Argentina

5 04 2009

vulcaoVulcão Llaima, no Chile, foto EFE

 

 

 

 

 

O vulcão chileno Llaima, que fica a 76 quilômetros ao leste da cidade de Temuco e a 700 km de Santiago, voltou a entrar em erupção na sexta-feira, expelindo uma coluna de gases e cinzas de mais de sete mil metros de altura e 100 km de extensão.  A seus pés ficam as localidades de Curacautín, Cherquenco e Melipeuco que têm sobrevivido próximo ao Llaima ainda que este seja considerado um dos três vulcões mais ativos da América do Sul.

 

Segundo o Serviço Nacional de Geologia e Mineração chileno, 71 pessoas já foram evacuadas de Vilcún e de Curacautín, localidades próximas ao Llaima, cuja atividade obrigou ontem autoridades a decretarem um alerta vermelho em oito municípios próximos, embora a atividade do vulcão tenha sido qualificada como de média intensidade por autoridades e especialistas.  Ao todo, foram 700 as pessoas transportadas para longe da área do vulcão.  Entre eles estão cerca de 200 turistas, funcionários do Serviço Nacional de Florestas e moradores dos arredores do Parque Nacional Conguillio, a 640 km ao sul de Santiago.

 

Tal decisão foi tomada por causa dos riscos associados aos deslizamentos do barro resultante da mistura de cinzas vulcânicas e escombros com água, que podem provocar um aumento do volume do rio Calbuco. Situado ao sul de Santiago, o Llaima intensificou sua atividade a partir de maio de 2007.  

 

O vulcão, que há meio ano não apresentava nenhuma atividade, voltou a entrar em erupção na noite da sexta-feira e registra desde então explosões constantes de material incandescente que se elevam até 600 m, sobre a cratera de 3.210 metros de altitude.  Suas atividades aumentaram, no entanto, durante a noite de sábado, conforme atestaram membros do Serviço Nacional de Geologia e Mineração que realizaram ontem um sobrevôo sobre a área do Llaima. De acordo com o Escritório Nacional de Emergências chileno, as chuvas deste domingo na região impedem que haja uma visão propícia da situação do Llaima.

 

Outros vulcões no Chile:

 

LONQUIMA, (Última Erupção Conhecida: 1990); Elevação do Topo: 2.865 m

CHILLAN, (Última Erupção Conhecida: 1987); Elevação do Topo: 3.212 m

PARINACOTA, (Última Erupção Conhecida: ± 290); Elevação do Topo: 6.348 m

ANTUCO, (Última Erupção Conhecida: 1869); Elevação do Topo: 2.979 m

VILLARICA, (Última Erupção Conhecida: 2004); Elevação do Topo: 2.847 m

 





O aquecimento global e os animais ameaçados no Brasil

18 03 2009

animais-na-arca

Entrando na Arca de Noé, cerca 1590

Kaspar Memberger, o velho [Austria, ca 1555 –1618? ]

óleo sobre tela 124,4 x 162,9 cm,

Museu da História da Arte de Viena, Áustria

 

 

 

 

 

O jornal O GLOBO de hoje [página 25], num artigo de 2/3 de página, lista os animais no mundo mais ameaçados com o aquecimento global.  O artigo se baseia no alerta dado pelo relatório Mudanças Climáticas e Espécies da WWF — World Wildlife Federation. A lista é grande e aqui vou me dedicar principalmente a quatro animais cujas vidas dependem de um esforço brasileiro ainda maior do que outros, pois são animais cuja sobrevivência depende de ações imediatas do Brasil, não só do governo brasileiro, mas também das ações individuais de brasileiros, como todos nós.

 

 

 

RECIFES DE CORAIS

 

 

 

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A extinção dos recifes de coral se acelera.  Acredita-se que em 50 anos, 80% de todos os corais do mundo hajam morrido.  De 1998 até hoje,  uma década, pode-se dizer, 16% dos corais no planeta desapareceram.  

 

Recifes de coral ameaçados podem ter a ajuda de reservas marinhas, que protegem a vida no mar da pesca comercial e das mudanças climáticas.  Nas Bahamas, na maior reserva marinha do Caribe, com 442 quilômetros quadrados, o número de corais jovens dobrou em áreas onde os peixes nativos foram protegidos da pesca. Os corais jovens são necessários para substituir os mais velhos que foram mortos por tempestades, doenças e outros problemas.

 

O efeito do aquecimento global nos corais é o resultado de um desequilíbrio na temperatura dos mares.  Para se reproduzir os recifes de corais – equivalentes às florestas tropicais debaixo d’água – precisam retirar minerais da água.  Com aquecimento das águas, menos minerais estão disponíveis, pois o mar fica mais ácido com um desequilíbrio do gás carbônico encontrado no mar.

Assim, as florestas de corais, morrem de fome. 

 

 

 

O ALBATROZ

 

 

 

albatroz 

 

 

 

 

Os albatrozes – esses magníficos pássaros marinhos, estão diminuindo em número, assustadoramente.  Seus habitats para acasalamento estão desaparecendo e as constantes mudanças climáticas que causam tormentas, furacões, tornados e demais exageros climáticos estão destruindo ninhos e ninhadas inteiras de uma só vez.  

 

Albatrozes sofrem também, e muito com embarcações de pesca industrial.  Muitas delas capturam  além dos peixes, um grande número de aves pelos anzóis do espinhel, inclusive albatrozes.  Nessas situações, os albatrozes mordem as iscas e são arrastados para baixo d’água, morrendo afogados.

 

 

BALEIA JUBARTE

 

 

 

 

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Um dos maiores perigos para a sobrevivência das baleias jubartes, outra baleias e golfinhos também é a fome.  Com o degelo total no mar da Antártica em 30 anos, ou seja, cerca de 2040, não haverá nenhuma fonte de alimentos para estas espécies.  A acidez dos oceanos mais frios, reduzirá substancialmente a fonte de alimento para estas baleias.  

 

Além disso, todos os anos as baleias jubartes visitam a costa brasileira, especialmente a costa da Bahia para reprodução. As baleias buscam as águas mornas de regiões tropicais para acasalar e dar a luz aos seus filhotes. Como a gestação da baleia jubarte é de aproximadamente entre onze e doze meses, as fêmeas que engravidaram na temporada passada retornam no ano seguinte para parir seus filhotes.  A exploração das reservas de óleo e gás localizadas no entorno do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, no sul da Bahia é uma ameaça direta à biodiversidade marinha da região e uma das principais causas do aquecimento global.

 

 

A TARTARUGA-DE-PENTE

 

 

 

 

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A tartaruga-de-pente se alimenta quase que exclusivamente de invertebrados, principalmente esponjas.  Ambos, esponjas e invertrebados,  estarão também diminuindo em número pelo aumento da acidez na água do mar.    Uma fonte alimentar alternativa para as tartarugas-de-pente em locais onde há poucas esponjas pode ser o coral babão, como foi visto ser usado pelas tartarugas do Parque Estadual Marinho da Laje de Santos, onde as esponjas são pouco abundantes.   Mas, como vimos no primeiro item desta lista, os recifes de corais também estão em perigo.  

 

 

PRECISAMOS passar da  “muita falação e pouca ação” como resumiu Leandra Gonçalves, coordenadora da campanha de oceanos do Greenpeace Brasil, para mais ação de verdade.   A solução está em nossas mãos.

 

 





ONG recupera árvores nativas da Mata Atlântica

14 03 2009

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Paisagem, s/d

Francisco Rebollo Gonsales (Brasil 1903-1980)

Óleo sobre duratex  46x 33 cm

Vi na televisão na semana passada um pequeno vídeo sobre a recuperação de um terreno que havia sido um pasto, na região da cidade de Itu.  A recuperação da Mata Atlântica neste lugar  começa com o plantio de 120 mudas de árvores.  Este plantio deve surtir bons resultados já que acontece com apoio da Fundação SOS Mata Atlântica, que tem grande experiência em atividades de restauração florestal no Bioma Mata Atlântica, que

está com uma ampla programação de plantios de mudas nativas sendo concretizada neste início de ano.

 

Outros locais agraciados com programas de recuperação e restauração florestal são Piracicaba e Campinas.

 

 

Se você quiser participar das campanhas de recuperação ambiental e reflorestamento da Mata  Atlântica, faça do SOS Mata Atlântica a sua página inicial no computador, cadastre-se e toda vez que ligá-lo click no CLICKARVORE, uma árvore será plpantada para cada click que você der.  

 

 

 

 

 





Brasil que lê: foto tirada em lugar público

11 03 2009

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Café da manhã na boa companhia de um livro!  Copacabana, RJ





A jovem cidade do Rio de Janeiro: 444 anos!

1 03 2009
Praia de Copacabana vista da pedra do Leme.  Foto:  Ladyce West

Praia de Copacabana vista da pedra do Leme. Foto: Ladyce West

 

 

 

Sublime, pitoresca, cores intensas, predomínio do tom azul, grandes plantações de cana-de-açúcar e café, véu natural de mimosas, florestas parecidas, porém mais gloriosas do que aquelas nas gravuras, raios de sol, plantas parasitas, bananas, grandes folhas, sol mormacento.  Tudo quieto, exceto grandes e brilhantes borboletas.  Muita água […], as margens cheias de árvores e lindas flores.

 

Charles Darwin, 1832

 

Em:1808, Laurentino Gomes, São Paulo, Planeta: 2007, páginas: 154-5





No aniversário da cidade do Rio de Janeiro

1 03 2009
Praia de Botafogo, ao fundo O Corcovado, RJ.  Foto: Ladyce West

Praia de Botafogo, ao fundo O Corcovado, RJ. Foto: Ladyce West

 

 

 

Se algum ponto do Novo Mundo merece, por sua situação e condições naturais, tornar-se um dia teatro de grandes acontecimentos, um foco de civilização e cultura, um empório do comércio mundial é, ao meu ver, o Rio de Janeiro.  Não posso aqui reprimir essa  observação.

 

Em: Viagem ao interior do Brasil empreendida nos anos de 1817 a 1821, Johann Emmanuel Pohl, traduzido por Milton e Eugênio Amado, Rio de Janeiro INL [Instituto Nacional do Livro]:1951