Um bloco gigante de gelo medindo 260 km² se soltou de uma geleira na Groenlândia, segundo disseram nesta sexta-feira cientistas da Universidade de Delaware, nos Estados Unidos. O bloco se separou da geleira Petermann, na costa noroeste da Groenlândia, a cerca de 1.000 km ao sul do Pólo Norte. Um pesquisado do Serviço Canadense de Gelo detectou a separação do gelo a partir de imagens do satélite da Nasa tomadas na quinta-feira passada, dia 5 de agosto. Essas imagens mostraram que a geleira de Petermann perdeu cerca de um quarto ao longo dos seus 70 km de plataforma de gelo flutuante.
Esse iceberg é quatro vezes maior do que a ilha de Manhattan, em Nova York, ou em termos de Brasil, o equivalente ao município de Florianópolis. E ele tem a altura correspondente a metade da altura do edifício Empire State, em Nova York, ou para nós, a altura do Morro da Urca, vizinho de Pão de Açucar no Rio de Janeiro. Este é o maior iceberg a se formar no Ártico desde 1962, segundo o professor Andréas Muenchow da Universidade de Delaware.
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O gelo poderá agora ficar congelado onde está durante o inverno ou seguir pelas águas entre a Groenlândia e o Canadá. Se o iceberg seguir rumo ao sul, poderá interferir em rotas de navegação, segundo Muenchow.
Alguns cientistas já haviam observado rachaduras na geleira de Petermann no ano passado e esperavam que um bloco se soltasse em breve, formando um iceberg. Segundo o professor, um pesquisador do Serviço de Gelo Canadense detectou o bloco se soltando na quinta-feira a partir de imagens de um satélite da Nasa, a agência espacial americana. As imagens mostravam que a geleira perdeu cerca de um quarto de seus 70 km.
Há água fresca suficiente no iceberg para “manter todas as torneiras públicas dos Estados Unidos com água corrente durante 120 dias”, disse Muenchow, que acredita estar claro que o evento foi causado pelo aquecimento global.
Os primeiros seis meses de 2010 foram os mais quentes no planeta desde que começaram os registros das temperaturas, em 1850. Milhares de icebergs se formam na Groenlândia todos os anos, mas eles raramente são tão grandes.
O governo de Israel divulgou no início desta semana uma imagem de um bracelete de bronze descoberto em Ramat Razimum, sítio arqueológico próximo a Safed, ao norte do país. Os cientistas acreditam que o objeto foi criado entre 1.550 a.C. e 1.200 a.C., durante a Idade do Bronze. Isso quer dizer tem mais de 3.500 anos de idade!
Os arqueólogos dizem que o bracelete está em perfeito estado de conservação e tem adornos de chifres de animais , material usado principalmente com referência ao poder, à fertilidade e à lei, o que indica que pode ter pertencido a uma pessoa de alto nível financeiro, de grande poder, na sociedade local da época.
Essas escavações foram realizadas como prelimiar para o desenvolvimento da região: novos bairros, áreas comerciais e uma escola de medicina estão destinados a serem construídos nesse local.
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Karen Covello-Paran, diretora da escavação, descreveu assim a descoberta: “Nós descobrimos uma pulseira larga, rara, feita de bronze. Essa pulseira antiga, que está extraordinariamente bem conservada, é decorada com incisões e bem em cima é adornada com applique de chifres. Naquele tempo, os chifres eram o símbolo do deus da tempestade. Esse deus representava o poder, a fertilidade e a lei. A pessoa que poderia ter recursos para uma pulseira como essa, aparentemente estava muito bem financeiramente, e provavelmente pertencia ao governante aldeia . É interessante notar que outras descobertas feitas em territórios vizinhos, governantes eram retratados usando coroas com chifres. No entanto, os chifres usados em uma pulseira, nunca foram encontrados aqui antes”.
A pulseira foi encontrada dentro de uma casa numa propriedade que data do período cananeu (Idade do Bronze tardia). Estava exposta, a flor da terrana durante a escavação, e fazia parte de um antigo povoado que existia na encosta sudeste de Ramat Razim, numa área rochosa com vista para Mar da Galiléia e para as Colinas de Golã. A construção foi feita com pedras calcária naturais da região e incluia um pátio central pavimentado cercado por salas que foram habitados e usados como armazéns. Junto com a pulseira, foi enconttrado um escaravelho cananeu feito de pedra e gravado com hieróglifos egípcios. Na antiguidade escaravelhos eram usados como pingentes ou eram embutidos em anéis. Eram usados como um selo pelas pessoas que os portavam ou como um talismã com poderes mágicos. Com esses achados aprendemos que os moradores que habitavam esse local estavam também envolvidos no comércio.
Segundo a arqueóloga Covello-Paran, “Esta é a primeira vez que uma aldeia de 3.500 anos foi escavada e exposta no norte de Israel. Até agora, só as grandes cidades foram escavadas na região: Tel Megiddo ou Tel Hazo, é um exemplo. Aqui nós ganhamos um primeiro vislumbre da vida no interior rural do norte, na antiguidade, e descobrimos que era mais complexo do que pensávamos. Parece que a pequena aldeia Ramat Razim constituía uma parte da periferia de Tel Hazor, a maior cidade e mais a de maior importância na região do Canaã, até agora. E está localizada a cerca de 10 km ao norte da localidade de Ramat Razim “.
“Os antigos habitantes de Ramat Razim criavam gado ovino e caprino, e plantavam”, continuou ela, “numerosas mós, usadas para moer a farinha, foram encontradas no prédio. Além disso, também encontramos recipientes para armazenamento de grande porte, usados para armazenar grãos e líquidos, que estavam no chão, com mais de um metro de altura. Um antigo forno para cozinhar foi encontrado em um dos cômodos da parte residencial ao lado de panelas de cerâmica e alguns instrumentos, incluindo lâminas de sílex, uma agulha de comprimento (15 centímetros) intacta que sercia para costurar sacos ou no tratamento de peles, e um pino longo, decorado, usado para fechar, ou prender, a roupa“.
A Autoridade de Antiguidades de Israel está trabalhando para integrar o sítio nos planos de desenvolvimento para a região de Ramat Razim, juntamente com o instituto de pesquisa e escola de medicina. A intenção é fazer um espaço aberto para os visitantes, juntamente com os outros atrativos naturais da região.
Cartaz do 1º centenário da Independência do Brasil.
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História
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Álvaro Moreyra
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Dom Pedro Primeiro
chegou de viagem
e trouxe o Brasil.
Foi lá no Ipiranga,
Foi lá em São Paulo,
que ele gritou, ( Deus!)
que tudo era nosso,
que tinha de ser
Brasil brasileiro!
Brasil enfeitado
de verde e amarelo,
no campo, no mato,
no rio, no mar,
e lá na montanha!
Brasil namorado
chamando outras raças
para amart e criar
a raça mais linda
de todo esse mundo!…
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Em: Poesia brasileira para a infância, Cassiano Nunes e Mário da Silva Brito, São Paulo, Saraiva: 1968
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Álvaro Maria da Soledade Pinto da Fonseca Velhinho Rodrigues Moreira da Silva, ou simplesmente Álvaro Moreyra (Porto Alegre, 23 de novembro de 1888 — Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1964) completou o curso de ciências e letras (1907). Em 1908, iniciou-se no jornalismo, participando da vida literária. No Rio de Janeiro (1910), entregou-se ao jornalismo na redação do “Fon-Fon“, a revista que atuava no Simbolismo. Diplomou-se em direito (1912). No terreno propriamente teatral, fundou, junto com Eugênia Moreira, o “Teatro de Brinquedo”. Membro da ABL, contista, poeta, teatrólogo, comentarista de rádio, jornalista.
NOTA: Modificou voluntariamente o longo nome de família para Álvaro Moreyra, com y, para que esta letra “representasse as supressões” destes nomes.
Tenho muito prazer em ler biografias, memórias, diários de pessoas comuns. Cito a propósito de ilustração dois exemplos deste tipo de leitura: The memoirs of Gluckel of Hameln, Schocken Books:1977 [ As memórias de Gluckel de Hameln – não traduzido para o português–] – um diário começado em 1690 por uma mulher alemã, judia, que retrata suas preocupações diárias e A família de Guizos: história e memórias, de Ivna Thaumaturgo, [Civilização Brasileira: 1997] composto das memórias de uma carioca sobre a vida no Rio de Janeiro da 1ª metade do século XX. Diferentes em proposta e em desenlace, esses dois livros me enriqueceram, tanto quanto muitos outros no gênero que fui coletando ao longo dos anos.
O que todos têm em comum é a preservação de um momento passageiro, de uma idéia, preocupação ou emoção que em geral achamos difícil associar ao legado material que nos resta de outras gerações. Quem, por exemplo, subindo os degraus para o átrio de alguma igreja antiga, vendo na pedra o desnível em lugares específicos que estabelecem os milhares de pés que se apoiaram exatamente no mesmo lugar ao subir aquela escadaria, não pensou nessas pessoas invisíveis cuja única recordação de que existiram está justamente na corrosão de um pedaço de pedra? Esta observação chega a ser lugar comum para quem costuma visitar sítios históricos, no entanto ela demonstra a nossa realização da grandeza de um passado evanescente.
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Para mim, a leitura de diários de pessoas comuns, de um passado próximo ou distante, me faz testemunha de uma era que não vivi. Ao longo do caminho, tenho a oportunidade de apreciar aqueles cujas vidas nos trouxeram aos nossos dias e saber como pensavam e com que se preocupavam. Mesmo que o anotado sejam questões corriqueiras, que se apliquem, por exemplo, à quantidade de farinha necessária para assar mais broas numa taverna ou onde melhor esconder dos bandidos de estrada, numa viagem entre cidades, a cavalo, a única moeda de prata que se traz na algibeira? A leitura desses diários, dessas memórias, me presenteia e enriquece porque eles fazem o passado mais rico e inteligível. Mais presente. E trazem consigo a sabedoria de séculos, a sabedoria popular que pode e, com freqüência, é esquecida nas gerações seguintes. E como sabemos: quem não conhece a história está condenado a repetir seus erros.
É justamente isso que o romance da escritora canadense Carol Shields (1935-2003), explora em Os diários de pedra, [Record: 1996], trabalho que recebeu dois grandes prêmios de literatura, tanto o Pulitzer como o National Book Critics Circle em 1995. E por minha conta parecem prêmios muito merecidos. Esse romance é uma testemunha do poder da imaginação, porque conta a história de uma mulher comum de classe média — como milhões de outras pessoas que conhecemos e que nos precederam — cujas vidas parecem não ter nenhum grande evento ou nenhuma grande manifestação além daquela de ter, criar e educar filhos e acima de tudo sobreviver com dignidade até os últimos dias.
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Carol Shields
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Ora narrado na primeira pessoa, ora por outro narrador, cuja escolha às vezes parece deixada ao acaso, limitada talvez, pela falta de testemunhas num passado comum, Os diários de pedra, contam a vida de Daisy Stone Goodwill, uma dona de casa — filha, mãe e avó — que “fazia um delicioso bolo de carne, que sabia como replantar uma figueira-da-Índia, que sabia o que fazer com uma carta de trunfo”. Seguimos Daisy do nascimento em 1905 nos Estados Unidos à sua vida no Canadá e finalmente à sua morte na Flórida, com mais de 80 anos. Carol Shields faz mágica com esse texto. Ela reconstrói a vida de Daisy com diários, relatos de testemunhas desse ou daquele evento em que Daisy era uma participante. Ela traz à tona bilhetes deixados por amigas, uma lista de enxoval, uma carta dobrada na gaveta de uma cômoda e até mesmo uma seleção de fotografias que representam alguns dos membros da família. Com um punhado de “provas” da existência desse personagem, ela constrói uma colcha de retalhos encantadora, sensível e espessa. E ao longo do caminho ela também desvenda a vida de alguns de seus companheiros de viagem, do pai às amigas e aos filhos, mostrando também seus motivos e até suas excentricidades, perfeitamente naturais e em sintonia com os tempos.
O resultado é fascinante: ao juntar todos esses pequenos documentos que testemunham, muitas vezes obliquamente, a existência de um personagem e fazem-no real, parecendo ter existido além dos limites da imaginação da autora, Carol Shields deixa ao longo do caminho espaço suficiente para pequenas considerações sobre o magnífico milagre que é a sobrevivência de cada um; que é a superação das tragédias corriqueiras, das perdas e ganhos, que podem até parecer pequenos mas que para cada um de nós podem vir a ser gigantescas batalhas. Esse livro é um hino de alegria, um elogio ao ser humano que na sua pequenice, na sua vida comum, sem medalhas de mérito, sem prêmios de interpretação, consegue se superar e manter uma dignidade condizente com sua personalidade. Esse romance está impregnado com o maravilhoso prazer de viver, com o contentamento, o júbilo de uma vida imperfeita, frustrante e ainda assim significativa. É leitura obrigatória para o enriquecimento da alma.
Um passatempo rendoso foi o que o caçador de tesouros inglês, Dave Crisp, descobriu quando encontrou, na Inglaterra, cerca de 52.500 moedas romanas, datando do século III: uma das maiores descobertas de todos os tempos na Grã-Bretanha. O tesouro, encontrado em Abril e só agora trazido ao público, foi transferido para o Museu Britânico, em Londres, onde as moedas foram limpas e registradas, este trabalho foi feito em dois meses e representou cerca de 400 horas de trabalho para a equipe conservador. No total seu valor deve chegar a £3.300.000 (R$ 9.075.000 ) e inclui centenas de moedas – a maioria de prata baixa ou bronze — com a imagem de Marcus Aurelius Carausius, imperador romano que invadiu e tomou possessão das terras na Grã-Bretanha e ao norte da França no terceiro século da nossa era. Os arqueólogos que tiveram acesso ao achado acreditam que o tesouro, que lança luz sobre a crise econômica e coalizão do governo no século III e que ajudará a reescrever a história nos livros.
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Dave Crisp, um chefe de cozinha de um hospital local, e caçador de tesouros por passatempo, usando um detector de metal localizou as moedas em abril, num campo próximo a Frome, Somerset, na região sudoeste da Inglaterra. As moedas haviam sido enterradas em uma grande jarra — um tipo de recipiente, normalmente usado para armazenar comida — numa profundidade de aproximadamente 30 centímetros. E o tesouro pesa cerca de 160 kg ao todo. Crisp disse que recebeu um sinal de estranho em seu detector de metais o que o levou a começar a cavar.
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“Eu coloquei minha mão dentro, tirei um pouquinho de barro e com ele veio uma pequena moeda romana de bronze – muito, muito pequeno, do tamanho da minha unha“, disse Crisp. Ele retirou cerca de 20 moedas antes de descobrir que eles estavam em um pote e, então, percebeu que precisava de ajuda arqueológica. “Contatei o responsável local da Divisão de Achados Históricos. Ao longo dos anos já tive muitos achados, mas este é o meu primeiro tesouro de moedas, e foi uma experiência fascinante participar nas escavações”.
Dave Crisp fez a coisa certa. Não tentou escavar o tesouro sozinho. “Resistindo à tentação de desenterrar as moedas o Sr. Crisp permitiu aos arqueólogos do Somerset County Council escavarem cuidadosamente a jarra e seu conteúdo, garantindo a preservação de provas importantes sobre as circunstâncias do seu enterro”, disse Anna Booth, Liaison de Achados do Conselho de Somerset.
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Por causa do peso das moedas e da fragilidade da panela em que foram enterradas, o pote deve ter sido enterrado no chão antes das moedas. E ela foram então colocadas dentro dele. Isso sugere que esse tesouro não foi enterrado porque seu dono estava preocupado com uma ameaça de invasão, e queria encontrar um lugar seguro para guardar suas riquezas, com a intenção de recuperá-lo mais tarde, em tempos mais pacíficos. A única maneira que alguém poderia ter recuperado este tesouro seria quebrando o pote e escavando as moedas para fora dele. Isso teria sido difícil. Se essa tivesse sido a intenção, então eles teriam enterrado suas moedas em recipientes pequenos, que seriam mais fáceis de se recuperar. Pensa-se, portanto, que é mais provável que a pessoa (ou pessoas) que enterrou o tesouro confiado não tinha a intenção de voltar e recuperá-lo mais tarde. Talvez tenha sido uma oferta de alguma comunidade agrícola para uma boa colheita ou por um clima favorável.
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As moedas foram divididas em 67 grupos. Cada um desses grupos foi lavado e classificado em separado e, como resultado, sabe-se, hoje, que a grande maioria (85 por cento) das moedas de Carausius, as últimas moedas no tesouro, estava em uma única camada. Isso dá uma fascinante visão sobre como as moedas foram colocadas na jarra, como um conjunto de moedas de Carausius deve ter sido derrubado, panela abaixo e permanece separado do resto das moedas.
O condado já iniciou um inquérito, quinta-feira, para determinar se o achado está sujeito à lei do Tesouro, um passo formal para a determinação de um preço a ser pago por qualquer instituição que deseje adquirir o tesouro. O tesouro é um dos maiores já encontrados na Grã-Bretanha, e irá revelar mais sobre a história da nação no século III, disse Roger Bland, chefe de Antiguidades portáteis do Museu Britânico. A descoberta inclui 766 moedas com a imagem do general romano Marco Aurélio Carausius, que governou a Grã-Bretanha, em governo independente, de 286 aC a 293 dC . Foi ele o imperador romano que governou o país até ser assassinado em 293. “O terceiro século dC, foi um momento em que a Grã-Bretanha sofreu invasões bárbaras, crises econômicas e guerras civis“, disse Bland.
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Roger Bland disse: “Achamos que quem enterrou essa jarra não tinha a intenção de voltar a recuperá-la. Podemos apenas imaginar por que alguém enterraria o tesouro: poderia ser algumas economia, ou o temor de uma invasão, talvez fosse uma oferenda aos deuses.” O domínio romano foi finalmente estabilizado quando o imperador Diocleciano formou uma coalizão com o imperador Maximiano, que durou 20 anos. Isso derrotou o regime separatista que tinha sido estabelecida na Grã-Bretanha por Carausius.
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“Esta descoberta nos traz a oportunidade de colocar Carausius no mapa escolar das crianças. Todos no país estudam sobre a Bretanha Romana há décadas, mas nunca ensinamos nada sobre Carausius, nosso imperador britânico, perdido.” A descoberta de moedas romanas se seguiu a uma descoberta feita no ano passado, de um tesouro de moedas anglo-saxãs na região central da Inglaterra, que ficou conhecido como o tesouro de Staffordshire e que teve mais de 1.500 objetos, a maioria feita de ouro.
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Este artigo foi baseado em 3 diferentes publicações na internet:
Asta Eline Jakobine Nörregaard nasceu na Noruega em 1853. Pintora de gênero e retratista. Foi aluna de Knud Bergslien em Christiania de 1872 a 1875, mais tarde estudou com Eilif Peterssen em Munique. Foi para Paris em 1879 onde permaneceu até 1885. Lá estudou com Léon Bonnat, Jean-Léon Gerome e Jules-Bastien Lepaje. Começou a pintar retratos em 1870. Tema pelo qual se tornou mais conhecida. Está incluída entre as pintoras mulheres de maior importância naquele país ao lado de Harriet Backer, Kitty Kielland, Ida Lorentzen, Signe Scheel, Hanneline Røgeberg e Marianne Heske. Foi a pintora [mulher] que primeiro recebeu uma grande comissão oficial: a execução do altar para a Igreja de Gjövik em 1882. Faleceu em 1933.