Uma discussão sobre a leitura: O Papa-livros chega ao blog

12 08 2009

Ivan Chichelanov (Rússia 1920) aquarela 1977-1Banho de sol com leitura, 1977

Ivan Chichelanov (Rússia, 1920)

Aquarela

 

Hoje abri outra página neste blog: Papa-livros, um clube de leitura: ler, comer, falar

 

A intenção é tornar publica a opinião geral do grupo de leitura Papa-livros, que eu coordeno, sobre o livro que discutimos.  Na página explico como o grupo começou e dou a lista dos livros lidos no curso de mais de cinco anos.  Nessa lista, grifei em azul os livros de que mais gostei.  O meu gosto não reflete completamente o gosto do grupo.  Mas é difícil lembrar agora como foi que as pessoas reagiram há algum tempo atrás.  Fica aqui o convite para a leitura do mês de agosto:

 

um toque na estrela, benoite groult

 

Um toque na estrela de Benoîte Groult, Rio de Janeiro, Record: 2009.  218 páginas.

 

O encontro do Papa-livros será dia 23 de agosto.  E nenhuma discussão sobre o livro será publicada até lá.

 

Bem-vindos.





Imagem de leitura — Gad Frederik Clement

10 08 2009

Gad_Frederik Clement,( Dinamarca, 1867-1933)Childrens_PastimesPassatempos das crianças, 1905-1910

Gad Frederik Clement ( Dinamarca 1867-1933)

Óleo sobre tela

 

Gad Frederik Clement, ( Dinamarca 1867-1933).  Cursou a Real Escola de Belas Artes entre 1885-1892.  Até  1892 estudou com L. Tuxen e Frans Schwartz.    Seu trabalho inicialmente mostra grande influência do simbolismo e do impressionismo francês.  Viajou bastante pela França e mais tarde pela Itália onde se tornou um grande apreciador da arte renascentista.  Um artista talentoso.  Adotou inicialmente um estilo bastante simbolista, influenciado pelo que acontecia na França, tornando-se um dos primeiros pintores simbolistas da Dinamarca.  Aos poucos foi misturando outras influencias ao seu trabalho, sobretudo depois do conhecimento pessoal da arte pré-renascentista.  Já em 1900, na virada do século, passa a um estilo mais naturalista pintando principalmente retratos e paisagens.





Imagem de leitura — Piero di Cosimo

5 08 2009

Piero di Cosimo (1462-1521) Madona com Menino lendo, 1485-1490,osm, 83 x 56 cm Konigliche Sammlung. estocolmoMadona com Menino Jesus lendo, 1485-1490

Piero di Cosimo ( Itália, 1462-1521)

Óleo sobre madeira, 83 x 56 cm

Museu de Belas Artes de Estocolmo, Suécia

 

Piero di Cosimo —  Nasceu em Florença, entre 1461-1462, com o nome de batismo de Piero di Lorenzo.  Estudou com Cosimo Rosselli e sob a direção deste professor assistiu-o em algumas pinturas da Capela Sistina. Daí o seu nome, Piero di Cosimo.   Ficou conhecido pelo seu caráter excêntrico e por suas pinturas mitológicas.   Bastante influenciado por Leonardo, Lucas Signorelli e Filippino Lippi.    Talvez seja mais conhecido pelo retrato da bela Simonetta Vespucci, do que por qualquer outro de seus quadros.    Grande pintor da Renascença Italiana.





Um prêmio para os olhos e para a imaginação: Erik Desmazières

2 08 2009

desmazieres-lecteurs-02

Leitores na sala Labrouste, 2001

Erik Desmazières ( França, 1948)

Gravura em metal, edição de 90.

24 x 60 cm

Davidson Galleries,  Seattle, WA

 

Erik Desmazière  (França, 1948) — é um dos mais conhecidos gravuristas franceses da atualidade.  Tem uma óbvia afinidade com o mundo neoclássico não só nas imagens escolhidas assim como nas metáforas.  Lembra Piranesi no detalhe da representação arquitetônica.  Nascido em Rabat em 1948 quando seus pais, diplomatas, trabalhavam no Marrocos.  Passou sua infância nos Marrocos, em Portugal e na França.  Desde cedo mostrou grande aptidão para as artes plásticas, mas pensou em seguir os passos de seu pai e preparou-se para uma carreira diplomática cursando ciências políticas em Paris no Institut d’ Études Politiques de Paris.  Mas em 1971 decidiu se tornar um artista.  Estudou com Jean Delpech, mas é na verdade mais um autodidata.

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[Detalhe]

 

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[Detalhe]

Acima dois detalhes do catálogo  Érik Desmazières: Imaginary Places, Milão, 5 Continents Editions em colaboração com o  Museu Jenisch Todas com © Érik Desmazières.

 

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A Biblioteca de Babel, 1997.

 

Dez minutos depois de postar estas gravuras, me lembrei que talvez as imagens dos projetos arquitetônicos do pouco conhecido arquiteto francês do período neoclássico, Etiènne-Louis Boullée ( França, 1728-1799) fossem uma excelente comparação para com os desenhos de Érik Desmazières.  Aqui ficam dois deles:

 

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Segundo projeto para a Biblioteca do Rei, 1785

Etiènne-Louis Boullée (França, 1728-1799)

Desenho.

 

boullee3

Cenotáfio de Newton,  [em  homenagem a Isaac Newton], 1790.

Etiènne-Louis Boullée (França, 1728-1799)





Imagem de leitura — Inha Bastos

30 07 2009

Inha Bastos (Brasil, 1949) Menina lendo, 2008, ost, 50x50

Menina lendo, 2008

Inha Bastos ( Brasil, 1949)

óleo sobre tela, 50x 50 cm

 

Inha Bastos é o nome artístico da pintora brasileira Maria das Graças Fontes Bastos, nascida em Itabuna,  na Bahia,  em 1949. Formada pela Escola de Belas Artes em Salvador, /UFBA 1970 / 1974.  Adolescente, descobriu sua vocação artística, quando recebeu um estojo de tintas de presente.  Inha Bastos tem participado de exposições coletivas e individuais em diversos estados brasileiros e no estrangeiro. Suas obras fazem parte do acervo de diversas instituições públicas e particulares.. Inha Bastos foi uma das artistas selecionadas para representar o Brasil no “ ano do Brasil na França” e seu trabalho ganhou destaque na imprensa francesa.





Os 10 mais na ficção americana da primeira parte de 2009, Amazon

29 07 2009

angela ursilloLendo no ônibus, no Japão, 2001.

Ângela Ursillo (EUA, contemporânea)

Trabalho totalmente digital, usando Painter.

 

Chegado o meio do ano, e com as vendas em baixa, a maioria das livrarias americanas que tem portal na internet anda pressionando bastante, através de emails as promoções e as chamadas especiais de títulos que acreditam estar dentro do seu perfil de comprador.  Recebi hoje da Amazon a lista das dez melhores publicações em ficção nos EUA para 2009, que rapidamente passo aqui para o blog.  Isso nos dará uma idéias do que pode estar a nosso caminho nas produções editoriais brasileiras, se estes livros realmente se mostram ter o sucesso já anunciado pela livraria digital.

 

Os dez mais da ficção publicada nos EUA em 2009.  Está em ordem alfabética pelo último nome do autor, como é praxe nos EUA.   

SWEETNESS AT THE BOTTOM OF THE PIE, de Alan Bradley.  È um livro de mistério.  Quando uma sagaz  menina adolescente com aspirações de ser uma futura química descobre um corpo na plantação de pepinos em sua casa, deixa de lado os cadinhos e corre atrás do assassino.

 

EVERYTHING MATTERS, de Ron Currie, Jr. Ao nascer Junior Thibodeau é informado do momento exato em que o mundo vai acabar.  Esse conhecimento, revelado a ele por uma entidade desconhecida, faz com que ele se pergunte, constantemente, se vale a fazer qualquer coisa comum, vivenciar o dia a dia.  Aos poucos, através de experiências comuns ele e o leitor chegam a uma conclusão.

 

Ro Lohin (EUA, contemp), Subway Reader, 2005,ost

Leitor no Metrô, 2005

Ro Lohin, (EUA, contemporâneo)

Óleo sobre tela

 

EVERY MAN DIES ALONE, de Hans Fallada.  Trata da história verdadeira de um casal de Berlim, que independentemente, toma em suas mãos uma pequena e reservada resistência ao regime nazista. Este é um livro antigo, um resgate.  Seu autor morreu em 1947.

 

TINKERS, de Paul Harding.  Este é o primeiro romance de Paul Harding.  Nele, estão registradas as memórias de sua vida como uma faz-tudo, especializado principalmente no conserto de relógios,  e suas lembranças de seu pai, que como ele também era uma faz-tudo.  O pai sofria de crises epiléticas o que aparentemente dá um ar do inexplicável a esta curta narração.  Muito apreciado pela precisão de seu texto de menos de 200 páginas.  

 

THE VAGRANTS, de Yiyun Li.  A história se refere ao tempo da Revolução Cultural na China onde crianças denunciam seus pais, amantes traem seus parceiros, tudo para sua sobrevivência.  A narrativa começa com a história dos pais de Gu Shan, uma vítima do regime que é executada como contra-revolucionária.  O texto mostra como pequenos atos de corrupção, crueldade e medo, acabam com a moralidade da sociedade.  Este é o primeiro romance de Yiyum Li.

 

soraya-french (Teerã, Irã), Contemporanea, mixed media, 40x40

Jornal de Domingo, 2005

Soraya French ( Irã, contemporânea)

Técnica mista, 40 cm x 40 cm

 

BORDER SONGS, de Jim Lynch. Este romance tem como principal personagem o guarda de fronteira Brandon Vanderkool, que consegue uma série de apreensões de importância no trânsito entre os EUA e o Canadá, trazendo uma mudança generalizada a um trecho da fronteira entre os dois países que havia sido, até então, ignorado.

 

MILES FROM NOWHERE, de Nami Mun.  Este romance está centrado em Joon, personagem adolescente, que fugiu de casa.  É a história de diversas de suas aventuras que têm em comum um parâmetro de valores que as faz todas terem sentido.  Este é o primeiro romance de Nami Mun.

EVERYTHING RAVAGED, EVERYTHING BURNED, de Wells Tower.   Esta é uma coleção de contos do autor, muito apreciada pelo senso de humor, e por seus personagens fora da veia normal da sociedade.  

 

Yusuf Arakkal (Índia, 1945) Paper reading, óleo sobre tela,120 cm x 120 cm

Lendo o jornal, 2004

Yusuf Yakkal (Índia, 1945)

óleo sobre tela, 120 cm x 120 cm

 

CUTTING FOR STONE, de Abraham Verghese.  Marion e Shiva Praise Stone são gêmeos, nascidos de um relacionamento entre uma freira/santa e um pobre cirurgião, trabalhando ambos num hospital missionário em 1950 na Etiópia.  O autor é um médico e este é seu primeiro romance, uma obra em que ele demonstra o magnífico poder das artes medicinais.

 

LOWBOY, de John Wray.  Lowboy é o pseudônimo do personagem principal, Will Heller, um esquizofrênico que está certo de que o mundo acabará logo, corre em fuga atrás de uma solução, pelos caminhos do metrô de Nova York.   Romance muito apreciado pela descrição dos altos e baixos, do pulos e brancos, de uma mente doente.





Imagem de leitura — Gerard Dou

26 07 2009

gerard dou

Velha senhora lendo, (Retrato da Mãe de Rembrandt), 1630

Gerard Dou ( 1613-1675)

Óleo sobre madeira 71 x 55,5 cm

Museu Rijksmuseum, Amsterdã

 

 

Gerard Dou —  Filho de um gravador e pintor em vidro, Gerard Dou começou sua vida de artista plástico pintando sobre vidro.  Em 1628 começou a estudar com Rembrandt, onde aprendeu a arte dos contrastes de luz, a arte do claro-escuro.   Sua especialidade acabou sendo as cenas iluminadas a luz de vela que o fizeram bastante popular  na Holanda do século XVII.    Pintou principalmente pintura de gênero, em que pessoas são retratadas no seu ambiente do dia a dia.  Ficou conhecido pela meticulosa maneira de pintar, pela acurada precisão da representação de texturas diversas.  Gozou de uma excelente reputação internacional e diversos monarcas europeus colecionaram seus trabalhos.  Morreu em Leiden, onde nasceu, e de onde nunca se sentiu tentado a sair.





Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público

17 07 2009

Brasileiro lendo dando espaço no banco para outros 1610Não me interrompam a leitura está boa.  Já deixei espaço no banco, não precisa pedir permissão para sentar!” — Praça Serzedelo Correia, Copacabana, RJ.





Meus hábitos de leitura

8 07 2009

bookshelf 1

 

Bem no meio da semana de mudança de um apto para outro, arranjei de ficar gripada.  Então, com febre e sem energia para nada, está difícil entrar com algo interessante no blog.  Resolvi postar algo que preparei há algum tempo,  seguindo  o exemplo de Cadê o Revisor, das Carambolas Azuis, das Laranjinhas, de Pelvini e muitos outros, listando meus hábitos de leitura, ou melhor ainda, o meu relacionamento com o mundo dos livros.

 

Karen Cooper, (EUA)Amantes dispuestos, acrst, 50x75cm

Amantes Dispuestos, s/d

Karen Cooper (EUA- contemporânea)

Acrílica sobre tela,  50 x 75 cm

 

♦ Leio tudo.  Se tiver letras eu leio: anúncio nos outdoors, tabuleta de FRETE, etc  Quando morei na Argélia a maior dificuldade foi não conseguir ler nem os nomes das ruas, pois não tenho a menor idéia sobre o alfabeto árabe.  

♦ Comecei a ler antes de entrar na escola.

♦ Meus pais liam.  Ambos.  Eu imitava.

♦ Desde de criança que tive uma estante para os meus livros.

Sempre dou livros para as pessoas.  Até para aqueles que sei não terem o hábito de ler. Procuro algo que possa seduzir a pessoa, por exemplo, um fã de futebol: crônicas sobre o Flamengo de Nelson Rodrigues.

♦ Nunca ponho dedicatória no livro, mas num cartão acompanhando.

♦ Sou capaz de rir às gargalhadas ou de chorar lendo um livro em qualquer lugar que eu esteja.

♦ Não caio no sono sem ler.

♦ São raros os livros que releio.

 

Diana Ong

Leitora, s/d

Diana Ong ( EUA, 1940)

Gravura

 

♦ Sempre quero saber o que outros na rua, no metrô ou no ônibus estão lendo.

♦ Leio em qualquer transporte público.  

♦ Às vezes, compro livro pelas capas.

♦ Empresto livros com bastante facilidade, principalmente romances.  Não sou ciumenta dos meus livros.  Tenho prazer em saber que o meu livro pode estar dando prazer a outro.  Quanto mais gente ler o meu livro mais feliz eu fico.

♦ Incentivo a leitura naqueles que as vezes não lêem por falta de dinheiro: empresto pro porteiro, pro taxista, pra faxineira. 

♦ Quando adolescente gastava boa parte da minha mesada em livros, em sebos.

♦ Não escrevo a lápis nos meus livros.  Tomo notas num caderninho especial.

♦ Marco passagens interessantes com tirinhas de papel.  Se quando eu terminar o livro elas ainda forem interessantes, passo para um caderno com passagens interessantes.  Há dois anos este caderno não existe, é uma pasta no meu computador.

♦ Já tive um ex-libris.  Hoje acho isso uma interferência…

♦ Tenho livros em todos os cômodos da casa, exceto a cozinha.  Mas tenho uma biblioteca de livros de cozinha no quarto de empregada.

♦ Sou conhecida por colocar livros em ordem nas livrarias, colocar de volta nas prateleiras livros que pessoas deixaram nas mesas.   

Joesph_Alleman, reading

O companheiro, 2001

Joseph Alleman (EUA)

Aquarela,  75 x 55 cm

 

 

♦ Prefiro o silêncio quando leio.  Mas uma música instrumental baixinho às vezes pode rolar.

♦ Tenho pilhas de  livros no meu quarto.  São as próximas leituras.

♦ Tenho um bloquinho com a classificação de 1 a 5 estrelas dos livros lidos.

♦ Não empresto livros de referência.  Entre eles estão dicionários, é claro, os clássicos,  livros de historia, nem livros de arte. 

♦ Já escrevi um livro que nunca foi publicado. 

♦ Leio jornal todo dia. 

♦ Sempre leio o resumo da contra-capa.

♦ Pertenço a um grupo de leitura há mais de cinco anos, somos 12 mulheres, juntas já lemos mais de 65 livros.

♦ Leio no mínimo de 4 a 6 livros por mês.

♦ Leio alguns  jornais estrangeiros todos os dias na internet, dou preferência aos ingleses.

♦ Leio algumas revistas digitais, umas duas vezes por semana.

♦ Todos os dias leio a BBC e a Reuters digitais.

 

reading-comics

 

♦ Acho que irei me adaptar aos livros digitais, apesar de não ter no momento nenhum kindle ou semelhante.  Mas leio com facilidade no computador.

♦ Acho que não me adaptarei a ler um livro no celular.

♦ Não gostei do livro, deixo de lado.  Há muitos outros e certamente não viverei anos suficientes na minha vida para ler todos.

♦ Não escrevo resenhas de livros de que não gosto.  

♦ Numa livraria, antes de comprar, se tenho dúvidas se devo ou não investir num livro ou autor desconhecido, leio a primeira página.  Se dá vontade de continuar, compro.

♦ Leio fluentemente em 3 línguas.  E leio sempre um livro em cada uma dessas línguas regularmente, para não perder o hábito com a língua.

♦ Quando viajo tento levar livros sobre aquele lugar que algum autor já publicou e comparo as minhas impressões com as dele.  Isso foi de grande efeito quando passeei algum tempo na Espanha, lendo Ibéria de James Michener.

♦ Não coleciono autógrafos.  Nem de autores de que gosto.  Não sou dada ao culto de celebridades, quaisquer que elas sejam. 

 

 

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♦ Já li autoajuda.

♦ Já li livros para melhorar a administração de carreira.

♦ Compro mais livros do que leio, porque gosto de saber que estão em meu poder e posso vir a lê-los a qualquer momento.

♦ Leio livros emprestados também.

♦ Leio livros de sebo assim como novos.  

♦ Desde que saí da casa de meus pais, para ter o meu próprio canto, tenho uma área da casa dedicada a livros.

♦ Conheci meu marido numa biblioteca.

♦ Gosto de visitar bibliotecas, mesmo quando sou turista.  

♦ Eu e as bibliotecas somos amigas do peito: sou produto de uma biblioteca municipal, no Rio de Janeiro, da biblioteca da escola pública que freqüentei, da biblioteca do Colégio Pedro II e por aí afora.  

♦ Leio livros de história, acadêmicos, como se fossem romances.

♦ Na internet sou bastante aventureira e passeio por portais de livrarias em alemão, em holandês, sueco, etc.  Acabo aprendendo um pouco.  É divertidíssimo.

♦ Minha biblioteca é um tanto bagunçada e segue uma organização genérica por assunto.

♦ Dou e dôo livros com freqüência.

♦ Não me interesso muito pela vida do autor.  O livro, sua obra, é o que me atrai.

♦ Não sou a pessoa que mais lê na minha casa.  Meu marido lê muito,  muito mais do que eu.





Dicas para pais ajudarem os filhos na escola

7 07 2009

lendo conto de fadas, elizabeth shippen green

Lendo conto de fadas, cartão postal

Elizabeth Shippen Green (EUA 1871-1954) 

Ilustradora de livros. 

 

 

Veja algumas dicas:

A psicopedagoga Andrea Garcez ensina os pais a ajudar os filhos no dever de casa e estimulá-los a ler.

 – Reserve uma mesa, nunca cama ou sofá, para estudos, com livros, revistas, tesoura, cola e lápis de cor.

– Tempo: para os menores do 1º ano, estabeleça entre 15 e 20 minutos. Do 7º ano em diante: entre 1 e 2 horas.

– Fazer o dever pela criança a torna insegura e faz com que os professores acreditem que o aluno está bem.

– Pais devem acompanhar as tarefas dos filhos, mas cabe à escola ensinar. Professores podem escolher temas atuais, explorar recursos da mídia, da Internet, criar desafios, competições saudáveis e expor os trabalhos.

 

O hábito da leitura é fundamental para o sucesso escolar e profissional. É difícil criá-lo se a família não lê. Os pais ensinam mais através de atos do que de palavras.

PORTAL TERRA