Os macacos-esquilo do zoológico de Londres ganharam uma pequena bola de futebol, Foto: AFP.
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Os macacos-esquilo bolivianos do zoológico de Londres ganharam uma pequena bola de futebol nesta quinta-feira. O grupo de 22 macacos passou o dia jogando com o novo brinquedo. Funcionários do zoo deram o presente especialmente para organizar uma sessão de fotos com os animais.
Dos 22 macacos-esquilo do zoo de Londres, onze são irmãos de mesmo pai, o macaco Bounty. No Brasil, o macaco-esquilo é conhecido como macaco-de-cheiro. Os adultos medem no máximo 30 cm e não costumam pesar mais de 700 g. São comumente encontrados na floresta amazônica e na América Central.
1957. Centro da Cidade do Rio de Janeiro, avenida Rio Branco.
Acervo de Fotografias da Agência O Globo.
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Uma deliciosa exposição de fotografias de época — Memórias da Cidade — está ao alcance de qualquer pessoa interessada na história do Rio de Janeiro, ou até mesmo de como viviam nossos antepassados. As fotos, da Agência O Globo cobrem os anos do final da década de 50 ao início da década de 60 do século passsado. Com o intuito de trazer às novas gerações visões do passado, construindo assim a memória da cidade, esta pequena exposição mostra cenas do dia a dia carioca: lotações nas ruas, pipas de pássaros vendidas nas praias, ressacas em Copacabana, os Arcos da Lapa, bondes lotados, a Cinelândia da época dos cinemas… tudo lembra ou informa a quem visita o Centro Cultural da Justiça Federal com era a vida de antigamente. São todas fotografias em preto e branco: 34 fotos impressas a partir de negativos no formato 120mm, considerado um clássico da fotografia analógica. Há também uma serie de slides projetados sequencialmente, muito interessante. Se você ainda não viu, dê uma passadimha no centro da cidade e em meia hora terá participado da experiência de uma visita ao passado. Vale a pena, não perca!
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SERVIÇO
Até dia 22 de maio
Centro Cultural da Justiça Federal
Av. Rio Branco 241 – 1º andar Centro, Rio de Janeiro / RJ. CEP 20040-009
Aberto de terça a domingo, das 12h às 19h. Tel. (21) 3261-2550
Visitas orientadas – Tel (21) 3261-2552 Biblioteca – terça a sexta-feira, das 12h às 17h
Dois filhotes de urso pardo siberiano brinca, no parque animal Hagenbeck, em Hamburgo na Alemanha. Os ursinhos, machos, nasceram no dia 24 de janeiro deste ano, brincam com a mãe, chamada de Mascha e recebem carinho e proteção.
O urso pardo siberiano é, atualmente, o segundo urso mais alto que se conhece, chegando a 3 m de altura quando em pé, e pode pesar mais de 650 kg. No verão ele se alimenta basicamente de salmão e trutas. No inverno, a alimentação é composta de nozes e peixes. Quando faminto, pode vir a comer peixes mortos e vegetação graminoide.
Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, o número de exemplares do urso pardo diminuiu nos últimos anos na América do Norte, Europa e Ásia. No entanto, a população continua grande em diversos locais.
Carnaval 1936 — Três irmãs marinheiras… A mais velha e mais alta tem 10 anos.
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Hoje coloco a título de curiosidade, para história dos costumes e para a história dos Carnavais cariocas, duas fotos de família. Nelas estão minha mãe e suas irmãs. Aproveito para comemorar com elas, o DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES. Todas três mereceriam serem lembradas com muito carinho nesta data. Foram guerreiras, cada qual à sua maneira. Posso mesmo dizer, foram minhas 3 mães. Uma saudação a elas, às minhas amigas e a todas as outras mulheres…
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Carnaval de 1940, de volta com as três irmãs: duas baianas e uma cigana.
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NOTA: Uma lembrança especial para: Christiane, Matheus, Anna Paula, Lucinha, Ricardo-Celso, Claudine, Heitor Gessner, Rubens, Caroline, Thaís, Marcelo, Eliane e ainda para Lúcia, Andréa, Gisela, Júlia, Cecília, Cristina, Suzana, Vera Regina, Fabiana, Daniela, Tânia, Marina e todos os outros membros da família.
Filhotes de leão são mostrados ao público no zoológico de Sofia, Bulgária. Ambos, ainda sem nome, apareceram junto à mãe, de nome Stefani, em sua jaula. Os filhotes, gêmeos, nasceram no mês de outubro, em cativeiro, no próprio zoo de Sofia.
Caravaggio, [Michelangelo Merisi da Caravaggio](1571-1610)
óleo sobre tela, 110 x 92 cm
Galeria Nacional de Arte Antiga, Palazzo Barberini, Roma
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Narciso, d’ après Caravaggio
Vik Muniz ( Brasil, 1961)
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Narciso, na mitologia grega, foi um caçador conhecido por sua beleza. Muito orgulhoso, não gostava de ninguém, pois não considerava ninguém à sua altura. As ninfas que ele rejeitou, belíssimas todas, pediram aos deuses que fosse castigado por sua arrogância. Por isso os deuses o fizeram apaixonar-se pela sua própria imagem refletida num lago. Narciso morre afogado ao tentar abraçar a imagem refletida. A citação dessa imagem por Vik Muniz traz a implicação do nosso próprio suicídio: estamos nos afogando nos restos dos nossos desejos.
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Atlas, segurando o globo celestial, 1646
Giovanni Francesco Barbieri, conhecido como Guercino (1591-1666)
óleo sobre tela, 127 x 101 cm
Museu Mozzi Bardini, Florença
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Atlas, d’après Guercino
Vik Muniz ( Brasil, 1961)
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Atlas, filho de Gaia e de Urano era um dos Titãs gregos. Ele cometeu o erro, de junto com seu irmão Cronus de lutar contra Zeus. Foi então condenado por este a carregar a esfera celeste nos ombros.
No século XVI, o cartógrafo Mercator, colocou a imagem de Atlas, carregando a Terra, e não o céu, na primeira página de seu livro de mapas. Isso porque o local para onde Atlas foi a mando de Zeus segurar a esfera celeste era conhecido pelos gregos como o fim do mundo, onde é hoje o oceano Atlântico, cujo nome deriva desse Titã. A partir desse momento, Atlas passa a ser representado, por muitos, como segurando a Terra ou o peso do mundo.
O Atlas de Vick Muniz carrega o peso do lixo do mundo.
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Passadeira, 1904
Pablo Picasso (Espanha,1881–1973)
óleo sobre tela, 116.2 x 73 cm
The Solomon Guggenheim, Foundation, Nova York
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Isis, mulher Passando a ferro,
Vick Muniz
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Obras de pintura do chamado Período Azul de Picasso se concentraram em grande parte no retrato dos marginalizados, das classes sociais mais carentes, que tanto preocupavam a imaginação européia do final do século XIX até as primeiras duas décadas do século XX. Dançarinos, atores circenses, trabalhadores braçais foram tema de muitos artistas plásticos que os retratavam como as pessoas fatigadas, exploradas e economicamente desfavorecidas que eram.
Vik Muniz não perdeu a ocasião de fazer seu próprio comentário sobre os catadores de lixo do Jardim Gramacho sob essa mesma luz ao citar a Passadeira de Pablo Picasso.
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Saturno devorando seu filho, 1819-23
Francisco Goya, (Espanha, 1746-1828)
Óleo sobre tela, 146 × 83 cm
Museu do Prado, Madri
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Saturno devorando seu filho, d’ après Goya
Vik Muniz (Brasil, 1961)
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Saturno, o rei dos Titãs, foi avisado que um de seus filhos iria tirá-lo do trono, derrubá-lo. Aterrorizado com essa profecia, ele não os deixou crescer, devorando um a um os quase doze filhos que teve. Nenhuma das crianças sobreviveu. Ele, na loucura de permanecer e de garantir seu poder, não deixa espaço para a próxima geração, separa sua consciência de seus sentimentos e corta a conexão que tem com a vida futura.
Vik Muniz nos mostra como agimos à semelhança de Saturno, preocupados com o nosso viver, sem considerar que o nosso lixo virá a matar as futuras gerações.