William Bouguereau (França, 1825-1905)
óleo sobre tela, 116 x 80 cm
Coleção Particular
William Bouguereau (França, 1825-1905)
óleo sobre tela, 116 x 80 cm
Coleção Particular
William Bouguereau (França, 1825-1905)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Museu de Belas Artes de Montréal, Canadá
Hans Olaf Heyerdhal (Noruega, 1857-1913)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Galeria Nacional, Oslo
Johann Jacob Steinmann (Suíça, 1800-1844)
litogravura aquarelada, 47 x 58 cm
Carlton Alfred Smith (Inglaterra, 1853-1946)
óleo sobre madeira, 29 x 47 cm
Jan van Beers (Bélgica, 1852-1927)
óleo sobre tela, 24 x 35 cm
Martins Fontes
Ao ronronar da rede preguiçosa,
ela, — morena de olhos de ouro, –embala
a esbraseante volúpia que se exala
dos seus vinte e dois anos cor de rosa.
Verão. O sol embriaga. Em plena orgia,
fundem-se os cheiros cálidos da terra.
E a moça abre o roupão, os olhos cerra,
e o que espera e deseja fantasia.
E a rede para. A viração marinha
Beija-a, lânguida e longa, loucamente…
E ela, os olhos abrindo, de repente,
Fica surpresa, por se ver sozinha!
(Volúpia)
Em: Nossos clássicos: Martins Fontes, poesia, Rio de Janeiro, Agir:1959, p.66
Fritz Karl Hermann von Uhde, (Alemanha, 1848-1911)
Óleo sobre papel colado em placa, 48 x 61 cm
RISD, Rhode Island School of Design Museum
[Também conhecida como:
Por que nascer escrava?, baseado na inscrição na base]
Jean-Baptiste Carpeaux (França, 1827-1875)
Gesso com patina, 35 x 23 x 18 cm
Base em pedra vermelha.
Inscrição incisa na base em francês: “Pourquoi nâitre esclave”
Brooklyn Museum, Nova York
Esta escultura é parte de uma série de quatro bustos, este representando a África, dentro dos quatro continentes encomendados para o Chafariz do Observatório nos Jardins de Luxemburgo em Paris. Uma versão em mármore foi apresentada no Salão de 1869 e comprada por Napoleão III.
Foto: Bailey DolencJogo de xadrez do Rajastão, início do século XIX.
Tabuleiro de marfim indiano filigranado, meados do século XIX
Peças de marfim indiano
Rei: 10 cm de altura
Tabuleiro: marfim e metal
Tamanho: 46 x 46 cm
Esse jogo de xadrez é feito em duas cores: damasco e verde. Foi feito no Rajastão, um estado ao noroeste da Índia. É raro por um estilo híbrido: reis, rainhas e peões seguem o estilo tradicional do local. Os bispos, cavalos e torres são camelos, cavalos e elefantes, semelhantes aos jogos encontrados nos jogos Sikh ou Sahib. A cor avermelhada pode ser uma referência a Jaipur, a capital do Rajastão, que leva o cognome de “Cidade Cor de Rosa”.