Imagem de leitura — William Bouguereau

4 07 2015

 

 

menina que lê.phpMenina que lê, 1895

William Bouguereau (França, 1825-1905)

óleo sobre tela, 116 x 80 cm

Coleção Particular





Imagem de leitura — Jehan Georges Vibert

11 06 2015

 

 

Vibert_Jehan-Georges_A_Fine_PointUm bom argumento

Jehan Georges Vibert (França, 1840-1902)





Eu, pintor: William Bouguereau

31 05 2015

 

 

self. museu canadaAuto-retrato, 1879

William Bouguereau (França, 1825-1905)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

Museu de Belas Artes de Montréal, Canadá





Imagem de leitura — Hans Olaf Heyerdhal

31 03 2015

At the Window. 1881 Hans Olaf Heyerdahl. Swedish, (1857-1913)À janela, 1881

Hans Olaf Heyerdhal (Noruega, 1857-1913)

óleo sobre tela, 46 x 38 cm

Galeria Nacional, Oslo





Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

27 03 2015

 

J Steinmann, Aqueduto do Rio de Janeiro, litogravura aquarelada, 47x58Aqueduto do Rio de Janeiro

Johann Jacob Steinmann (Suíça, 1800-1844)

litogravura aquarelada, 47 x 58 cm





Imagem de leitura — Carlton Alfred Smith

23 02 2015

 

 

Carlton Alfred Smith - The Young Readers 1893As jovens leitoras, 1893

Carlton Alfred Smith (Inglaterra, 1853-1946)

óleo sobre madeira, 29 x 47 cm





A rede, poesia de Martins Fontes

5 11 2014

 

 

REDE Jan van Beers in the haNa rede

Jan van Beers (Bélgica, 1852-1927)

óleo sobre tela, 24 x 35 cm

 

 

A rede

 

Martins Fontes

 

Ao ronronar da rede preguiçosa,

ela, — morena de olhos de ouro, –embala

a esbraseante volúpia que se exala

dos seus vinte e dois anos cor de rosa.

 

Verão. O sol embriaga. Em plena orgia,

fundem-se os cheiros cálidos da terra.

E a moça abre o roupão, os olhos cerra,

e o que espera e deseja fantasia.

 

E a rede para. A viração marinha

Beija-a, lânguida e longa, loucamente…

E ela, os olhos abrindo, de repente,

Fica surpresa, por se ver sozinha!

 

(Volúpia)

 

Em: Nossos clássicos: Martins Fontes, poesia, Rio de Janeiro, Agir:1959, p.66





Imagem de leitura — Fritz Karl Hermann von Uhde

31 10 2014

RISDM 94-004Uma família ocupada, 1885

Fritz Karl Hermann von Uhde, (Alemanha, 1848-1911)

Óleo sobre papel colado em placa, 48 x 61 cm

RISD, Rhode Island School of Design Museum





Em três dimensões: Jean-Baptiste Carpeaux

28 09 2014

 

 

1993.83a-bNegra, 1868

[Também conhecida como:

Por que nascer escrava?, baseado na inscrição na base]

Jean-Baptiste Carpeaux (França, 1827-1875)

Gesso com patina, 35 x 23 x 18 cm

Base em pedra vermelha.

Inscrição incisa na base em francês: “Pourquoi nâitre esclave”

Brooklyn Museum, Nova York

 

Esta escultura é parte de uma série de quatro bustos, este representando a África,  dentro dos quatro continentes encomendados para o Chafariz do Observatório nos Jardins de Luxemburgo em Paris.  Uma versão em mármore foi apresentada no Salão de 1869 e comprada por Napoleão III.





Esmerado: Jogo de xadrez do Rajastão, início do século XIX

24 09 2014

 

 

rare-rajasthan-set2677                                                                                                                                                                                  Foto: Bailey Dolenc

Jogo de xadrez do Rajastão, início do século XIX.

Tabuleiro de marfim indiano filigranado, meados do século XIX

Peças de marfim indiano

Rei: 10 cm de altura

Tabuleiro: marfim e metal

Tamanho: 46 x 46 cm

 

Esse jogo de xadrez é feito em duas cores: damasco e verde. Foi feito no Rajastão, um estado ao noroeste da Índia. É raro por um estilo híbrido: reis, rainhas e peões seguem o estilo tradicional do local. Os bispos, cavalos e torres são camelos, cavalos e elefantes, semelhantes aos jogos encontrados nos jogos Sikh ou Sahib. A cor avermelhada pode ser uma referência a Jaipur, a capital do Rajastão, que leva o cognome de “Cidade Cor de Rosa”.