Rio de Janeiro, comemorando 450 anos!

23 01 2015

 

 

Marie Nivoliers de Pierrefort (1879-1968), Outeiro da Glória, RJ, ost, 100x108cmOuteiro da Glória, década de 1950

Marie Nivouliès de Pierrefort (França/Brasil, 1879-1968)

óleo sobre tela, 100 x 108 cm

 





Minutos de sabedoria: Voltaire

11 01 2015

 

 

asterix-jesuischarlieDesenho de Uderzo, no dia 07 de janeiro de 2015, aos 87 anos, em resposta aos ataques terroristas ao jornal semanário francês, Charlie Hebdo.  Astérix, o herói francês dos quadrinhos, aqui luta contra os terroristas e diz: “Eu também sou Charlie”.

 

 

“Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.”

 

 

i401701Voltaire

 





Trova da pobreza

29 12 2014

 

A_Couple_and_Two_Children_Sleeping_on_a_London_Bridge)_by_Gustave_DoreUm casal e duas crianças dormindo na London Bridge, 1871

Gustave Doré (França, 1832-1883)

gravura,  19 x 24 cm

Berger Collection, Denver Art Museum

 

 

Pobreza, mísera peça,

soluços, pranto, ruína…

Té a palavra começa

por onde tudo termina.

 

 

(L.J. Soares de Macedo Fº)





Paródias da arte no espírito natalino!

15 12 2014

 

91JO7d6rhCL._SX425_Cartão de Natal.

CRI_147112Dança (I), 1909

Henri Matisse (França, 1869-1954)

óleo sobre tela, 259 x 390 cm

MOMA [Museu de Arte Moderna] Nova York

 

Há uma segunda versão dessa obra, no Hermitage na Rússia.

 

91FYUv7+3zL._SX450_Cartão de Natal.

chop-suey-1929Chop Suey, 1929

Edward Hopper (EUA, 1882-1969)

óleo sobre tela, 96 x 81 cm

Coleção Particular

912lQnNAOfL._SX450_Cartão de Natal.

1024px-Great_Wave_off_Kanagawa2A grande onda de Kanagawa, c. 1830

Katsushica Hokusai (Japão, 1760-1849)

Xilogravura policromada,  25 x 37 cm

 

Donnalyn-parody2Cartão de Natal.

 

1280px-Van_Gogh_-_Starry_Night_-_Google_Art_Project Noite estrelada, junho de 1889

Vincent van Gogh (Holanda, 1853-1890)

óleo sobre tela, 73 x 92 cm

MOMA [Museu de Arte Moderna] Nova York

 

343380_5c06_625x1000Cartão de Natal

 

 

wtrpitchMulher com jarra d’água, 1665

Johannes Vermeer (Holanda, 1632-1675)

óleo sobre tela, 45 x 4o cm

Metropolitan Museum of Art, Nova York

 

46e82191ba8c9b5173452502510589f2Cartão de Natal.

 

Ren? Magritte, The Son of Man, 1964, Restored by Shimon D. Yanowitz, 2009  øðä îàâøéè, áðå ùì àãí, 1964, øñèåøöéä ò"é ùîòåï éðåáéõ, 2009O filho do homem, 1964

René Magritte (Bélgica, 1898-1967) )

óleo sobre tela, 116 x 89 cm

Coleção Particular

 

3b42789206b574ee2124bf9d966c501fCartão de Natal.

 

hand-with-reflecting-sphereMão com esfera refletora, 1935

M. C. Escher (Holanda, 1898-1972)

Litografia, 31 x 21 cm





Imagem de leitura — Jean Despujols

6 12 2014

 

 

Jean Despujols, La pensée, ost, 100 x 81 cm,Centre Georges PompidouO pensamento

Jean Despujols (França, 1886-1965)

óleo sobre tela

Centro Georges Pompidou, Paris





Imagem de leitura — Denis Gringas

3 12 2014

 

 

Denis Gringas, (França), Leitura na praia, óleo sobre tela, 75 x 90 cmLeitura na praia

Denis Gringas (França)

óleo sobre tela, 75 x 90 cm

 





Imagem de leitura — Eva Gonzales

3 12 2014

 

 

ÉVA GONZALÈS(1849 -1883), A janela1870,  55.6 x 47.9 cm,col partA janela, 1870

Eva Gonzales (França, 1849-1883)

óleo sobre tela, 55x 47 cm

Coleção Particular





Resenha: Segredo de justiça de Andréa Pachá

27 11 2014

 

gilles sacksickMulher lendo

Gilles Sacksick (França, 1942)

 

Acabo de ler Segredo de Justiça, a nova coletânea de crônicas da juíza Andréa Pachá. Gostei tanto deste volume quanto do anterior. Esse também é de fácil leitura, grande entretenimento e como no primeiro volume virei a última página e fiquei com uma sensação de otimismo pelo futuro, coisa rara cá pelas minhas bandas.

Após a leitura do primeiro livro, A vida não é justa [Nova Fronteira: 2012] há dois anos, lembro-me de ter-me surpreendido com a criatividade das soluções encontradas no dia a dia pelos brasileiros comuns, antes mesmo dessas soluções serem testadas pelo sistema judiciário. Nessa segunda coletânea, há a mesma exuberância de soluções para o que nos aflige no cotidiano, mas minha reação foi diferente: fiquei estranhamente absorta, entregue à reflexão, considerando a disparidade entre os sonhos que trazemos conosco e possibilidade de suas realizações. Como na publicação anterior, essa coletânea de casos da vara de família mostra os seres humanos em momentos de grande fragilidade, e pelos olhos considerados da juíza, conseguimos aceitar comportamentos que, não fosse a maneira como são retratados, provavelmente não imaginaríamos aceitá-los tão prontamente. Andréa Pachá habilmente mostra a seus leitores um espelho, onde podemos ver de maneira nítida a reflexão dos nossos próprios preconceitos.

 

capa_-_segredo_de_justica_ed

 

O sucessivo desfilar dos casos nessa coletânea me levou a alguns dias de recolhimento, à reconsideração de experiências minhas, de familiares e amigos próximos, aos divórcios, casamentos longevos, heranças, divisão de bens, orfandade, morte súbita e demais acontecimentos não programados, que presenciei em família ou através de amigos. Todos os casos são únicos e peculiares porque os participantes são indivíduos. E é nesses momentos que se vê as verdadeiras feições de cada um dos envolvidos e os princípios respeitados pelos familiares. Acabei dedicando algumas horas a repensar as soluções de que participei em horas críticas, por ocasião de luto, de divórcios, separações ou nascimentos fora do casamento, paternidade ou maternidade inesperadas, enfim, um leque inteiro de vivências inevitáveis no convívio de uma família e na pluralidade das soluções encontradas por aqueles que conheço. Dessa vez as crônicas de Andréa Pachá me pegaram em um momento diferente, produzindo muita reflexão, sobre o passado e trazendo um pouco mais de compaixão para os meus amigos, familiares e conhecidos, protagonistas desses eventos. Não há solução genérica, ideal e feliz, que agrade a todos os envolvidos em um divórcio, em uma guarda de menores ou de idosos, ou de qualquer outra crise familiar. Existe apenas “o melhor que se pode fazer naquelas circunstâncias”. Olhei com carinho e compaixão para os divórcios, heranças, e soluções encontradas após mortes súbitas na família. Nem sempre essas soluções foram do agrado de todos, mas certamente foram o que de melhor poderia ter sido feito em cada ocasião. Dar-se esse perdão, ter-se essa compreensão das águas passadas, não tem preço!

 

ANDRÉA-PACHÁ-CRÉDITO-PARA-FÁBIO-SEIXOAndréa Pachá, foto: Fábio Seixo.

 

Recomendo a leitura dessas crônicas. Elas mostram o Brasil e os brasileiros de maneira diferente da que vemos na televisão e nos romances. Outra coisa que fazem, e muito bem, é mostrar um pouco de como a nossa justiça funciona. Diga-se que é estranho que através de filmes e de programas na televisão estejamos frequentemente mais familiarizados com o processo judicial americano do que com o brasileiro. São obras como esta que nos ensinam a função das decisões judiciais e como elas ocorrem por aqui. Uma verdadeira aula de civilidade dada de forma leve, divertida e ponderada.





Minutos de sabedoria — Diderot

12 11 2014

 

 

nattier012Retrato da Princesa de Rohan

Jean-Marc Nattier (França, 1685-1766)

óleo sobre tela, 71 x 91 cm

Coleção Particular

 

 

“Em qualquer país em que o talento e a virtude não produzam progresso, o dinheiro será a divindade nacional.”

 

 

Denis_Diderot_111Diderot





Imagem de leitura — Henri Jean Guillaume Martin

2 11 2014

 

 

Henri Jean Guillaume Martin 1860-1943 -Menina pequena lendo

Henri Jean Guillaume Martin  (França, 1860-1943)

óleo sobre tela