Filhotes fofos: urso pardo

2 05 2011

Dois filhotes de urso pardo siberiano brinca, no parque animal Hagenbeck, em Hamburgo na Alemanha. Os ursinhos, machos, nasceram no dia 24 de janeiro deste ano, brincam com a mãe, chamada de Mascha e recebem carinho e proteção.

O urso pardo siberiano é, atualmente, o segundo urso mais alto que se conhece, chegando a 3 m de altura quando em pé, e pode pesar mais de 650 kg. No verão ele se alimenta basicamente de salmão e trutas. No inverno, a alimentação é composta de nozes e peixes. Quando faminto, pode vir a comer peixes mortos e vegetação graminoide.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza, o número de exemplares do urso pardo diminuiu nos últimos anos na América do Norte, Europa e Ásia. No entanto, a população continua grande em diversos locais.

Fonte: Terra





Minha profissão: Inácio Moraes, fotógrafo

10 03 2011

 

Inácio Moraes 

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Esta é a quarta entrevista com o título Minha profissão, que foca em jovens profissionais falando sobre suas preparações para exercerem as profissões que têm.  As anteriores incluem: bibliotecária, músico, comércio exterior, veja links abaixo.

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Perfil

Me chamo Inácio Moraes, sou formado em Cinema e me especializei na área da Fotografia.  No início de minha carreira, atuei como assistente e operador de câmeras. Atualmente, me dedico à fotografia estática, trabalhando na cobertura de eventos, programas e peças publicitárias diversas.
 

Que tipo de trabalho você faz?

Meu trabalho consiste em capturar instantâneos que  melhor representem o assunto fotografado. A profissão de fotógrafo exige muita paciência, criatividade e bom relacionamento com clientes, modelos e envolvidos na ocasião do registro fotográfico. A carreira tem algumas áreas de especialização: fotojornalismo (minha paixão); moda; produtos; arquitetura; paisagem; esportes; eventos (casamentos, aniversários, exposições…)

 
Você trabalha no campo de sua formação profissional ou trabalha numa área diferente daquela para qual estudou?

Não exatamente. Possuo formação de cineasta, e estou apto a atuar nos diversos setores que envolvem uma produção cinematográfica ou televisiva. No entanto, meus interesses pessoais me carregaram para a fotografia, que no cinema é muito mais ampla e elaborada. Inclusive, aconselho todos os fotógrafos que se interessarem a procurar um bom curso de Direção de Fotografia para cinema.

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Para o trabalho que você faz agora, o que poderia ter sido diferente no seu curso de formação?

 
Sem dúvida a falta de investimentos técnicos e a ausência de um plano de inserção no mercado de trabalho. A universidade não oferecia aos alunos nenhum tipo de programa para encaminhá-los ao núcleo profissional e para ajudá-los nas escolhas de suas especializações.
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Trigêmeos, fotografia Inácio Moraes.

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O que você faz para continuar a se atualizar?

 
A internet tem sido minha ferramenta de estudo, e acredito que seja o melhor caminho para a profissão. A interatividade que a internet dispõe facilita o aprendizado técnico, no entanto a teoria ainda está muito bem guardada nos livros de grandes mestres da Luz.  Um ótimo site técnico: www.dpreview.com
 
 
Você precisa usar alguma língua estrangeira frequentemente?
 

Dificilmente utilizo outro idioma, mas, aos que possuem outra língua fluente, há um amplo mercado de trabalho em navios, para cobrir viagens pela costa brasileira e no exterior. O salário varia entre 1,200 e 3,000 dólares e os contratos costumam ser de 6 meses.
 
Que conselho daria a um adolescente que precisa decidir que carreira escolher?

Converse com profissionais atuantes e, caso façam uma escolha equivocada,  NÃO TENHAM MEDO de redirecionar sua carreira.
 

 Você tem um lugar na internet que gostaria de mostrar para os nossos leitores? Um blog, twitter?

Para um fotógrafo é indispensável manter um site com portfólio online: www.flickr.com/inaciomoraes
 Twitter: @inacio_moraes

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Veja outras profissões: 

BIBLIOTECÁRIA 

MÚSICO 

COMÉRCIO INTERNACIONAL





Filhotes fofos — leõezinhos

27 02 2011

Filhotes de leão são mostrados ao público no zoológico de Sofia, Bulgária.  Ambos, ainda sem nome, apareceram junto à mãe, de nome Stefani, em sua jaula.   Os filhotes, gêmeos, nasceram no mês de outubro, em cativeiro, no próprio zoo de Sofia.





Precisa financiar o seu projeto artístico? Veja!

22 02 2011

Multidão from MULTIDAO on Vimeo.





Filhotes Fofos — Coala

6 02 2011

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Um coala de nove meses de idade, se segura firme nas costas de sua mamãe, no Zoológico Metroparks, em Cleveland no estado de Ohio, EUA.





Filhotes Fofos: Antílope bongô

29 01 2011

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Apresentando:  Isabelle, recém-nascida filhote bongô, uma espécie africana de antílopes, calmamente refestelada ao lado de sua mamãe no Franklin Park Zoológico, na cidade de Boston, nos Estados Unidos.

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Jacques-Louis David e Vik Muniz, unidos pelo lixo

27 01 2011

A morte de Marat, 1793

Jacques-Louis David ( França, 1748-1825)

óleo sobre tela 165 x 128 cm

Museu Real de Belas Artes, Bruxelas

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O noticiário da semana tem-se dedicado ao documentário Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, codirigido por Karen Harley e João Jardim.  Uma produção anglo-brasileira que se tornou candidata ao Oscar de 2011.  Apesar de as estrelas do documentário serem os próprios catadores do Lixão em Jardim Gramacho, o filme está centrado na obra do artista plástico brasileiro Vik Muniz junto aos catadores.

Ainda não vi o documentário.  Mas fui atraída para o assunto: primeiro, se entendi bem, pelo caráter de denúncia ambiental e a preocupação com as 7.000 pessoas que dependem do trabalho no lixão, que está programado para fechar em 2012.  E segundo, a obra de Vik Muniz em si, responsável pela imagem que se tornou símbolo do documentário.

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Marat (Sebastião)

Vick Muniz (São Paulo, 1961)

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Em nenhum artigo sobre esse documentário consegui ver  alguma menção estabelecendo que a cena retratada por Vik Muniz parodia o trabalho de Jacques-Louis David.  Esse pintor francês retratou em grande estilo, o revolucionário Jean-Paul Marat, seu amigo pessoal,  no momento de sua morte.  Marat foi assassinado por Charlotte Corday —  na banheira em que permanecia boa parte do tempo cheia de água com sais minerais para a imersão que o ajudava a controlar o desconforto causado pela doença de pele que o afligia.   É verdade que esse quadro está entre os mais conhecidos no mundo, mas isso não justifica a falta de menção.   O fato de Marat estar no título não exonera as publicações de mencionarem o original, principalmente porque jornais e revistas têm que assumir que nem todos que os lêem saberão da referência.

Em se tratando de Vik Muniz, seria de se esperar a referência:  afinal este é um artista plástico brasileiro conhecido pelas citações visuais.  São exemplos disso: as Mona Lisas de geléia de uva e de manteiga de amendoim, 1999 e também, a reinterpretação de diversos quadros de Monet e da Última Ceia de Leonardo Da Vinci, entre outros.  Mas precisamos saber por que?  Por que A Morte de Marat, de Jacques-Louis David e não, digamos,  O grito de Edward Munch, ou qualquer outra obra?   Na verdade, por que fazer essa alusão?

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Mona Lisa de Geléia de Uva e Mona Lisa de Manteiga de Amendoim, 1999

Vik Muniz (Brasil, 1961)

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Jean Paul Marat (1743-1793) foi médico, filósofo, cientista , ensaísta, jornalista e panfletário, que ficou mais conhecido por sua participação nos eventos políticos e que na companhia de Danton e de Robespierre levaram a França à Revolução.  Marat advogou reformas básicas a favor dos pobres, e perseguição constante aos Inimigos do Povo.  Foi assassinado por Charlotte Corday, que disfarçada de colaboradora do movimento, chegou à sua casa e o esfaqueou.

Com isso, a alusão que Vik Muniz faz em seu trabalho no Lixão de Caxias passa a ter uma conotação muito mais forte de engajamento político.  No eco visual de um líder revolucionário, que foi assassinado justamente por causa de suas posições em defesa do povo, Vik Muniz faz o seu próprio panfleto revolucionário, seu próprio discurso político.

É por isso que é necessário se prestar atenção às imagens.  Artistas plásticos, pintores, escultores, não chegam ao ápice de uma carreira — como Vik Muniz chegou — sem terem um vocabulário visual bem cultivado, sem terem guardados na memória o impacto das obras de arte que os precederam e seus significados.  A julgar pelas imagens que consegui ver das fotos de Vik Muniz no lixão esse deve ser, de fato, um documentário extraordinário e  rico em citações visuais.  Gostarei de vê-lo.

©Ladyce West, Rio de Janeiro: 2011

Uma boa análise do quadro de Jacques-Louis David pode ser encontrada no blog Abstração Coletiva.





Filhotes fofos — antílope

5 01 2011

Aqui está este dengoso filhote de antílope recebendo a uma atenção  especial.  Tanto carinho parece muito justo afinal, ele nasceu no dia 27 de novembro de 2010 e é a mais nova adição ao rebanho que vive no Zoológico de Berlim, na Alemanha.





Filhotes fofos — ursinhos panda

21 11 2010

Pesquisadores apresentaram nesta semana centro de Ya’an, na província de Sichuan, na China, 16 pandas que nasceram neste ano. A China vive em 2010 um “baby boom” de pandas. O centro Wolong, também em Sichuan, chegou a estabelecer um novo recorde de nascimentos, com 19 filhotes no ano.

Um dos símbolos da China, o panda sofre com a rápida urbanização e destruição do seu habitat, apesar do esforço dos centros de reprodução. A espécie aparece na lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Estima-se que existam 1,6 mil animais vivos na natureza.

Outro problema é a dificuldade de reprodução da espécie. Apesar dos investimentos e esforços dos centros especializados, as fêmeas tem normalmente apenas um filhote a cada dois ou três anos na natureza, sendo que dificuldade aumenta em cativeiro.  Os especialistas conseguiram aumentar o número de nascimentos melhorando a dieta dos animais e com o uso de técnicas de inseminação artificial.

Por outro lado, se os esforços de reprodução em cativeiro começam a dar frutos, a introdução desses animais na vida selvagem tem se mostrado falha.

 FONTE: Terra





Filhote fofo — sagui bigodeiro

31 10 2010

Gêmeos de sagui bigodeiro nasceram nesta quinta-feira, 28, no zoológico de Hanover, na Alemanha. Na imagem, o pai, Fritz, carrega ambos dentro de sua área no zoo. 

O sagui bigodeiro é uma espécie brasileira, da Amazônia. Vive, em média, 15 anos e chega a pesar, no máximo, 900 g. Corre risco de extinção principalmente por causa do tráfico de animais, além da destruição de seu habitat.

Fonte: Terra