Luiz Labozetto (Brasil, 1934)
óleo sobre tela – 33 x 46cm
Luiz Labozetto (Brasil, 1934)
óleo sobre tela – 33 x 46cm
Auguste Rodin (França, 1840-1917)
Mármore, 182 x 122 x 153 cm
Tate Gallery, Londres
Paisagem de Itariri, litoral paulista, década 1990
Gilberto Geraldo [dos Santos Gomes] (Brasil, 1955)
óleo sobre tela, 73 x 91 cm
A Bibliothèque Méjanes, em Aix-en-Provence, na França permitiu a digitalização em 2010 de um livro em seu acervo catalogando diversas tonalidades de cores para a arte da pintura em aquarela, com suas respectivas receitas. O trabalho de encadernação manual, em folhas de pergaminho é do holandês A. Boogert e levou o título em francês, Traité des couleurs servant à la peinture à l’eau, ou seja, Tratado das cores para a pintura em aquarela. Datado de 1692, com mais de 700 páginas o livro, um único exemplar, foi compilado para o ensino da pintura, se ocupa de detalhar todas as cores encontradas no universo. Ao que tudo indica este parece ser o primeiro catálogo de cores jamais feito. Essa obra foi publicada no blog sobre obras medievais, do historiador Erik Kwakkel, em 2014 e desde então foi republicado e feito de conhecimento do público.
Jovens brincando, início do século III a. E. C.
Grécia Antiga, Corinto
barro pintado, 26 cm de altura
Hermitage, São Petersburgo
Vista panorâmica de Sabará, c. 1885
Johann Grimm (Alemanha, 1846-1887)
óleo sobre tela, 57 x 98 cm
Coleção Fadel
Mulher lendo um livro, c. 1793-1800
Lâmpada decorativa
Porcelana de Sèvres, França
Artesãos: Louis-Simon Boizot e H. F. Vincent
Hermitage, São Petersburgo, Rússia
Salvar
Senhora idosa e menino à luz de vela
Mathias Stom (Holanda(?) Bélgica (?), c. 1600 — depois de 1652)
óleo sobre madeira, 58 x 71 cm
Birmingham Museums Trust, Birmingham, Inglaterra
Jorge de Lima
Põe azeite na tua lamparina
Para que a treva eterna se retarde.
A tarde há de ensombrar a tua sina
E a Morte é indefectível como a tarde.
Observa: a sua luz não tem o alarde,
Que as combustões de súbito confina.
O fogaréu indômito ilumina,
Mas, quase sempre, em dois instantes arde.
A lamparina, entanto, muito calma,
— Luz pequenina, que parece uma alma,
Que à Grande Luz celestial se eleva –,
Espera nesse cândido transporte,
Que, extinto sendo o azeite, chegue a Morte,
Que a luz pequena para a Grande leva.
Em: Poesias Completas, Jorge de Lima, vol. I, Rio de Janeiro, Cia. José Aguilar Editora: 1974.p. 52
Remy Boquiren (Filipinas, 1940)
Olavo Bilac (Brasil, 1865-1918), em Via Láctea, 1888, XIII [Ouvir estrelas].
Ilustração Juan Bosco.
Juan Gabriel Vásquez em O ruído das coisas ao cair, Rio de Janeiro, Objetiva: 2013, página 13, primeira frase, primeiro capítulo.






