Cuidado, quebra! Lâmpada Decorativa de Sèvres, século XVIII

29 05 2016

 

 

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Mulher lendo um livro, c. 1793-1800

Lâmpada decorativa

Porcelana de Sèvres, França

Artesãos: Louis-Simon Boizot e H. F. Vincent

Hermitage, São Petersburgo, Rússia

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Trova da amizade

27 05 2016

???????????????????????????????Briga de Pluto com Buldogue , ilustração de Walt Disney.

Não se rompe um laço antigo,

sempre há perdão, na amizade.

Quem deixa de ser amigo,

nunca o foi na realidade.

(Edgar Barcelos Cerqueira)





Imagem de leitura — William Savage Cooper

26 05 2016

 

William Savage Cooper, A sombrinha vermelha, ostA sombrinha vermelha

William Savage Cooper (GB, 1880-1926)

óleo sobre tela

 





Sublinhando…

25 05 2016

 

 

George Seton Coggeshall (EUA, 1914-1994) girl in redJovem de vermelho

George Seton Coggeshall (EUA, 1914-1994)

 

 

“Quando descubro um livro que me agrada, um escritor com o qual me identifico, o que sinto é uma alegria imensa, como ganhar um amigo que me acompanhará o resto da vida.”

 

 

José Eduardo Agualusa

 

Em: “A escritora que me derrotou”, O Globo, 23/05/2016, 2º caderno, página 2.

 





Imagem de leitura — Louise Catherine Breslau

25 05 2016

 

 

Louise Catherine Breslau (Swiss, 1856-1927). Oil on wood. Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, BernLeitura

Louise Catherine Breslau (Suíça, 1856-1927).

Óleo sobre madeira

Secretaria da Cultura, Berna, Suíça





Rosinha da Roda, poesia de Stella Leonardos

24 05 2016

 

 

Edvard_Munch_-_Four_Girls_in_Åsgårdstrand_-_Google_Art_ProjectQuatro meninas em Åsgårdstrand, 1903

Edvard Munch (Noruega, 1863-1944)

óleo sobre tela, 87 x 111 cm

Museu Munch, Oslo

 

 

Rosinha da Roda

 

Stella Leonardos

 

 

Elas eram quatro rosas

Sendo cada qual mais bela.

A vermelha, a cor de rosa.

A de corola amarela…

Mas a quarta era Rosinha,

Branca branca, bem singela.

Levou-a Deus manhãzinha.

Que era rosa de anjo, aquela.

 

 

Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.63





Lamparina, soneto de Jorge de Lima

21 05 2016

 

 

stom-aSenhora idosa e menino à luz de vela

Mathias Stom (Holanda(?) Bélgica (?), c. 1600 — depois de 1652)

óleo sobre madeira, 58 x 71 cm

Birmingham Museums Trust, Birmingham, Inglaterra

 

 

 

Lamparina

 

Jorge de Lima

 

Põe azeite na tua lamparina

Para que a treva eterna se retarde.

A tarde há de ensombrar a tua sina

E a Morte é indefectível como a tarde.

 

Observa: a sua luz não tem o alarde,

Que as combustões de súbito confina.

O fogaréu indômito ilumina,

Mas, quase sempre, em dois instantes arde.

 

A lamparina, entanto, muito calma,

— Luz pequenina, que parece uma alma,

Que à Grande Luz celestial se eleva –,

 

Espera nesse cândido transporte,

Que, extinto sendo o azeite, chegue a Morte,

Que a luz pequena para a Grande leva.

 

 

Jornal do Comércio, Maceió, 26 set. 1917

 

 

Em: Poesias Completas, Jorge de Lima, vol. I, Rio de Janeiro, Cia. José Aguilar Editora: 1974.p. 52





Sublinhando…

18 05 2016

 

Remy boquirenMoça com livro

Remy Boquiren (Filipinas, 1940)

 

 

“Pois só quem ama pode ter ouvido
capaz de ouvir e entender estrelas.”

 

 

Olavo Bilac (Brasil, 1865-1918), em Via Láctea, 1888, XIII [Ouvir estrelas].





A estrela, poesia de Manuel Bandeira

10 05 2016

 

 

ceu estrelado de outono, jenifferCéu estrelado de outono, ilustração Jennifer

 

A Estrela

 

Manuel Bandeira

 

Vi uma estrela tão alta,

Vi uma estrela tão fria!

Vi uma estrela luzindo

Na minha vida vazia.

 

Era uma estrela tão alta!

Era uma estrela tão fria!

Era uma estrela sozinha

Luzindo no fim do dia.

 

Por que da sua distância

Para minha companhia

Não baixava aquela estrela?

Por que tão alta, luzia?

 

E ouvi-a na sombra funda

Responder que assim fazia

Para dar uma esperança

Mais triste ao fim do meu dia.

 

 

Em: Antologia Poética, Manuel Bandeira, Rio de Janeiro, José Olympio: 1978, 10ª edição,pp: 110-111.

 





A intrigante primeira frase …

9 05 2016

 

1-hippo-watercolor-painting-juan-boscoIlustração Juan Bosco.

 

 

“O primeiro dos hipopótamos, macho da cor das pérolas negras e tonelada e meia de peso, caiu morto em meados de 2009.”

 

 

Juan Gabriel Vásquez em O ruído das coisas ao cair, Rio de Janeiro, Objetiva: 2013, página 13, primeira frase, primeiro capítulo.