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Camille Nicolas Lambert (Bélgica, 1874-1964)
óleo sobre tela
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Camille Nicolas Lambert (Bélgica, 1874-1964)
óleo sobre tela
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Remy Cogghe (Bélgica, 1854-1935)
óleo sobre tela
Museu Municipal de Roubaix, Bélgica
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Remy Cogghe nasceu em Mouscron, na Bélgica, em 1854. Quando tinha 13 anos sua família se muda para a cidade insdustrial de Roubaix. Lá ele acaba estudando na Academia de Arte de Roubaix por já ter demonstrado grande talento para o desenho e a pintura. Em 1876 vai para Paris, estudar na Escola de Belas Artes com Alexandre Cabanel. Depois de começar sua vida profissional como pintor, viaja para Roma, Barcelona, Madri, Toledo, Argélia, Itália, Tunísia . Volta em 1885 e finalmente se instala em Roubaix, onde constrói sua casa. Estabeleceu-se como pintor de gênero e retratista. Faleceu em 1935 em Roubaix.
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Construção da Torre de Babel, 1260
Iluminura da Bíblia Morgan
[também conhecida como Bíblia Maciejowski]
Pierpoint Morgan Library, Nova York
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Pouco damos valor a uma das coisas que mais nos distingue: somos um país de dimensões continentais, que fala uma única língua. Só um outro país de dimensões continentais tem essa vantagem: os Estados Unidos. Nem o Canadá, nem a Rússia, nem a China, nem a Índia…. Talvez essa tenha sido uma das melhores e maiores heranças que os portugueses nos deixaram. Falamos a 6ª língua mais falada do mundo. O português é uma língua romana, bem estruturada, complexa como todas as línguas romanas, uma língua falada em quatro cantos do mundo. A vantagem que não percebemos no nosso dia a dia é que nos comunicamos de norte a sul, sem qualquer problema, com variações regionais mínimas, e que essa herança cultural é uma das partes mais importantes que nos une. As línguas formam a maneira como pensamos. Elas refletem as nossas prioridades e os nossos valores.
Esse assunto me veio à mente, hoje, quando li sobre o desenlace da guerra das línguas, na Bélgica, que deixou aquele país por 535 dias (quase dois anos!) sem governo, para finalmente eleger um primeiro-ministro francófono [que fala francês], o primeiro líder francófono em 30 anos.
Aí é que começamos a pensar na nossa sorte, porque a Bélgica tem só 30.528 km2 quadrados e 3 línguas! Imaginemos, uma área um pouco maior do que o estado de Alagoas, mas menor do que o estado do Espírito Santo, com uma população de 10.7 milhões de habitantes [menos gente que a cidade de São Paulo]. Todos têm a mesma nacionalidade, são obrigados a obedecer às mesmas leis, cantam o mesmo hino nacional, lutam nas guerras lado a lado, mas não se entendem, não se unem, por causa da barreira linguística [economia, religião e geografia também entram na lista das barreiras]. Mas consideremos só as línguas, — que é a maneira como eles definem o problema — são três delas: francês, flamengo e alemão. Para ilustrar as dificuldades dessa barreira, vamos usar o exemplo do primeiro-ministro eleito, empossado anteontem pelo rei da Bélgica, Alberto II. Elio Di Rupo, cuja língua materna é o francês, fala fluentemente o italiano e o inglês, mas comete muitos erros — que ferem os ouvidos de seus outros conterrâneos — quando se esforça para falar o flamengo. Pelo menos os erros gramaticais dos nossos políticos não são um reflexo de divisões culturais no país. Eles só refletem o que os políticos não andam fazendo pela educação.
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Mulher lendo, s/d
David de Noter (Bélgica, 1825-1892)
Óleo sobre tela
David Emile Joseph de Noter (Belgica, 1825-1892) Pintor de naturezas mortas, principalmente vasos com flores à maneira do século XVII, pintura de gênero e gravurista.
O álbum, s/d
Georges Braem (Bélgica, 1931- 1998)
óleo sobre madeira, 38 x 46 cm
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Georges Braem nasceu em Cauderan na Bélgica em 1931. Estudou na Escola de Belas Artes de Bordeaux. Trabalhou por quatro ano num ateliê de litografia onde desenvolveu gosto pela gravira. Sua maneira preferida de pintura era sobre madeira ou couro. Fez numerosas exposições tanto na França como no exterior: Espanha, Bélgica, Suiça, Alemanha, Suécia, Japão. Faleceu em 1998.
A leitura no café, s/d
Alexandre Auguste Hannotiau (Bélgica, 1863-1901)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
Leilão da Southeby’s, Nova York, 2004
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Alexandre Auguste Hannotiau, (1863-1901) nasceu na Bélgica. Estudou na Academia de Bruxelas onde foi aluno de Artan e de Van Hammee. Pintor de cenas históricas, de gênero, se caracterizando pela vida diária de Bruges e foi também pintor para a decoração de diversos prédios de uso religioso. Em 1892 tornou-se um dos membros fundadores do círculo artístico Para Arte [ Pour l’Art]. Foi também um grande ilustrador e conhecido desenhista de cartazes. Foi professor da escola de artes decorativas de Molenbeek-Saint-Jean.
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Jean-Michel Folon (Uccle, Bélgica, 1 de março de 1934 – Mônaco, 20 de outubro de 2005) foi um artista belga, ilustrador, pintor e escultor.

Lendo, 2006
Paul Ledent (Bélgica 1952)
óleo sobre tela
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Pol Ledent nasceu na Bélgica em 1952. Começou a pintar em 1989. Primeiro usou aquarela, mas logo passou a pintar a óleo, que ele considera um melhor meio para o seu trabalho. Autodidata, ele não tem fugido de cursos de desenho.
A Carta de Amor, s/d, Fernand Toussaint (Bélgica, 1873-1955)
Fernand Toussaint, (Bélgica 1873-1956) pintor belga, nascido em Bruxelas, famoso pelas naturezas mortas e retratos. Aluno de Jean Portaels em Bruxelas e depois e em Paris onde refinou seu estilo com a atenção do pintor Alfred Stevens.