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13 06 2010

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Alfredo Volpi, arte brasileira, nossa homenagem à Copa do Mundo

12 06 2010

Meninos jogando, s/d

Alfredo Volpi  (Itália 1896 — Brasil 1988)

esmalte sobre azulejo, 15 x 15 cm

Coleção Particular

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Cartaz da Copa do Mundo de 2010

11 06 2010

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Hoje foi a abertura da Copa do Mundo.  Para celebrar este evento nada melhor do que rever o fabuloso design do cartaz oficial da FIFA.





Olhar na África: as bicicletas de bambu

11 06 2010

Bicicletas azuis, 2004

Inha Bastos ( Brasil 1949)

Óleo sobre tela,  90 x 130 cm

No início deste ano, a Der Spiegel, publicou um excelente artigo de Andrea Reidl sobre bicicletas de bambu.  Guardei-o e nada melhor do que este momento de Copa do Mundo, com os nossos olhares no continente africano e hoje me lembrei do assunto.

Bicicletas de fibra de carbono e de alumínio estão definitivamente entre os itens do passado.  Hoje o melhor modelo manufaturado vem mais leve, mais forte, mais confortável e deixa uma pegada de carbono muito menor para um modo de transporte que está entre os mais desejados na preservação do meio ambiente.

Até hoje, o mais conhecido construtor de bicicletas de bambu is Craig Calfee, que mantém sua oficina na costa californiana.  Suas bicicletas têm um desenho fenomenal e dependem da produção de uma gramínea: o bambu.   Mas ele não é o único.  Hoje bicicletas de bambu são produzidas em muitos países africanos com bastante sucesso. 

A bicicleta Calfee.

Craig Calfee é em parte responsável pela própria competição, já que foi em Gana que fundou  o Projeto Bamboosero, — que é um projeto com apoio parcial do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, que tem como objetivo ensinar os ganenses a construírem  uma bicicleta de bambu, e mais tarde até, quem sabe, abrirem uma pequena fábrica de bicicletas.   A facilidade do projeto está nos insumos.  O material é simples: bambu, que é encontrado em todos os continentes, no mundo inteiro, abundante.  Ele  precisa ser curtido por quatro meses antes de ser usado na fabricação das bicicletas; e como liga, fibras de cânhamo embebidas em resina são usadas para amarrar os tubos de bambu.   Mas o sucesso está também na eficiência, o bambu é leve e extremamente resistente.

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Bicicleta de bambu, detalhe.

Craig Calfee já construía bicicletas antes de desenvolver  o modelo de bambu.   Era já bastante conhecido por ter desenvolvido bicicletas de fibra de carbono para os maiores ciclistas do mundo.  Procurando por algo novo descobriu o bambu.

Além de ser um elemento encontrado universalmente, além de ser bom para o meio-ambiente, de ser barato, de ser de fácil manuseio, o bambu, ou melhor, a armação de uma bicicleta em bambu absorve a vibração do movimento de maneira ainda mais suave do que a que é feita de fibra de carbono.  E é mais resistente a qualquer impacto do que as bicicletas tradicionais demonstrando muito maior resistência à quebra, fatores confirmados em testes científicos na EFBe, na Alemanha.

Bicicleta de vime.

Há algumas outras vantagens que a armação de bambu tem sobre qualquer outra, entre elas, a relativa facilidade com que pode ser manufaturada em países em desenvolvimento, porque o material usado, o bambu, cresce praticamente ao lado de qualquer tipo de grupo de manufatura.  Além  disso, bicicletas são um importante meio de transporte nas sociedades em desenvolvimento que abrange toda a população: crianças indo para a escola; a ida para o trabalho ou para o mercado dos adultos de uma família; o transporte de pequenas cargas.

Depois do sucesso do projeto em Gana, que começou em fevereiro de 2008, outros países começam a receber incentivos semelhantes do Bamboosero: Uganda, Libéria, Nova Zelândia e Filipinas.

Bicicletas de material natural em Gana.

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Craig Calfee não é o único trabalhando em solo americano com o desenvolvimento de modelos de bicicletas de bambu.  Nick Frey, que é um engenheiro e ciclista passou dois anos desenvolvendo o seu modelo de bicicleta de bambu para, com outros quatro engenheiros, formar a companhia de bicletas de bambu chamada Sol Cycles, na cidade de Princeton, NJ.  Logo depois deslocou-se para o estado do Colorado onde fundou a companhia Boo Bicycles que também se especializa em bicicletas de bambu.   Há outros nessa competição de bicicletas de bambu: Daedalus em Portland, no estado de Oregon, que constrói esse tipo de bicleta desde 2005.

E é claro há os competidores de outros lugares do mundo.  Na Dinamarca a firma Biomega já constrói um tipo de bicicleta com excelente design enquanto em Berlim, na Alemanha, a Universidade Técnica desenvolve as bicicletas Berlin Bamboo Bikes.  A pesquisa do engenheiro alemão Nicolas Meyer, de Osnabruck na Baixa Saxônia, deu um passo a frente manufaturando bicicletas de fibra de cânhamo, que levam o rótulo de sua companhia  a Onyx Composites, que se especializa em projetos de construção leve que usem matéria prima sustentável.

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Manufatura de uma bicicleta de bambu em Gana.

Para um projeto de bicicletas usadas na corrida de triatlo sua bicicleta tem uma combinação de bambu e cânhamo.  Essa mistura de duas diferentes fontes de matéria prima combina 60% de cânhamo com 15% de bambu e o resto de fibra de carbono e alumínio. 

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O produto final em Gana.

 

Mas a grande vantagem, no momento, dessas bicicletas está explícito no pequeno vídeo de Calfee, que mostro abaixo, que é além da praticidade de transporte e da preservação do meio ambiente, é o número de empregos que uma pequena companhia de construção de bicicletas de bambu pode criar.  Empregos que certamente podem levar a um crescimento econômico mais estável e sustentável.

VÍDEO EM INGLÊS:






10 de junho, Dia de Camões

10 06 2010

Aniversário, 1915

Marc Chagall ( Bielorrússia 1887 — França 1985)

óleo sobre tela 81 x 100 cm

MOMA ( Museu de Arte Moderna) , N ova York

Para comemorar o Dia de Camões escolhi postar um dos mais belos sonetos em língua portuguêsa.  Pelo tema, começo também a celebrar o Dia dos Namorados que aqui no Brasil se comemora no dia 12 de junho.  Este é bem conhecido, muitos de nós até sabemos partes sem saber que são versos de Camões.  Pois aqui está:

Amor é fogo que arde sem se ver

 

                                                                             Luís de Camões

Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?





1.000.000 — [um milhão] — de visitantes a este blog! Muito obrigada!

10 06 2010
Ilustração Maurício de Sousa.

Muito obrigada!





Imagem de leitura — Paul-Michel Dupuy

10 06 2010

Maré baixa, praia de Villeria, s/d

Paul-Michel Dupuy ( França 1864-1949)

Óleo sobre tela, 58 x 79 cm

Coleção Particular

Paul-Michel Dupuy nasceu em Pau (Basses-Pyrenées) em 1869.  Foi um pintor frances dedicado às paisagens, à pintura de gênero e ao retrato de belas mulheres e crianças em cenas ensolaradas.  Estudou com Bonnat e Maignan e tornou-se membro da Sociedade de Artes Francesas em 1899.  Participou do Salon des Artistes Français, ganhando a medalha de ouro em 1901 e 1902.  Ainda ganhou muitas outras honrarias através de sua longa carreira, culminando com o Cavaleiro da Legião de Honra em 1833.   Muitos de seus trabalhos estão no Museu de Rheims, na França.





Os primeiros livros, poema de Bastos Tigre

9 06 2010
O livro do ABC, 1943, ilustrado por Ethel Hays ( EUA 1892-1989).

Os primeiros livros

                                                                                       Bastos Tigre

Um livro: — um lindo brinquedo

Que Bebê fica a mirar:

Cada página é um segredo

          A desvendar.

 

Livro de folhas escritas

E ilustradas — mais de cem!

Quantas histórias bonitas

          Ele contém!

 

Figuras de vivas cores,

Lindamente combinadas:

Casas, bichos, frutas, flores,

          Bruxas e fadas…

 

E a explicação disso tudo

Em grandes letras impressas!

Bebê, radiante no estudo,

          Firme, começa!

 

Essas letras, essas frases

Têm tais sentidos ocultos,

Que entender não são capazes

          Doutos adultos.

 

É preciso ter cinco anos

— E nem todo mundo os tem —

Para poder tais arcanos

          Penetrar bem.

 

Por leitura eu não entendo

O que eu faço e faz qualquer,

As letras do que está lendo

          Sem ver sequer.

 

Bebê cada letra estuda,

Em cada sílaba atenta,

Franzindo a testa sisuda,

          Descobre, inventa,

 

 Decifra um novo mistério

A cada voz que enuncia

Que estudo não há mais sério,

          De mais valia.

 

E é de notar-se o ar solene

Com que as silabas lê:

Já não confunde o “m” e o “n”,

          O “p” e o “q”…

 

Ei-lo que as letras combina,

Forma os sons e, num momento,

Vai-lhe a frase, da retina

          Ao pensamento.

 

Maravilha do alfabeto

Que dos arranjos de traços

Faz surgiur a idéia, o objeto!

          Novos espaços.

 

Abre à razão ignorante,

Dá-lhe asas de luz e a eleva,

Radiosa, para o levante,

          Longe da treva!

 

Que humano invento o suplanta?

Só um Deus pudera, em verdade,

Tal grandeza por em tanta

          Simplicidade.

 

Vendo-o tão simples, dir-se-ia

— Do nada tão pouco além…

Que humana sabedoria

          Do nada vem…

 

Quase-nada, gérmen ovo,

Do saber, célula mater,

Sem ele não tem um povo

          Alma, caráter…

 

                          ***

 

Mas Bebê quer tudo feito

Depressa; e anseia por ciência!

(Não é seu menor defeito

          O da impaciência).

 

E, antes que os frutos recolha

Da cultura, ah, quem dissera!

Todo o livro, folha a folha,

          Zás, dilacera!

 

 

 

Em: Meu bebê: poesias líricas ( Poemas da primeira infância), 1925. [Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras].





Filhotes fofos: canguruzinho

8 06 2010

O canguru bebê está curioso sobre o mundo à sua volta, mas gosta da segurança da bolsa da mamãe, quentinha e gostosa…  Zoológico Metroparks em Cleveland, Ohio,  Estados Unidos.





Maria Carrucá, fábula infantil de Viriato Padilha, ilustrações variadas

7 06 2010

 

O rei ordena aos príncipes que se casem.  Desenho infantil.

Maria Carrucá

Um rei tinha três filhos, vendo-os em idade de constituírem família, chamou-os e disse-lhes:  “Meus filhos, é chegada a idade em que se torna preciso constituir família, atendendo à elevada posição que tendes.  Ide, pois, procurar esposas; porém, procedei de modo que eu não tenha que me envergonhar da escolha”.

Os três príncipes saíram do palácio e partiram por diferentes caminhos em demanda de esposa.  Os dois mais velhos encontraram logo princesas que os quisessem para maridos e casaram-se.  O mais moço, porém, por maiores esforços que empregasse, não encontrou quem julgasse digna de lhe oferecer a mão.

Ilustração russa, o Príncipe vê uma sapa.

Desalentado por não conseguir o que desejava, achava-se uma tarde à beira de uma lagoa, e pegando uma varinha, começou a rabiscar na areia.   Impressionou-o, no entanto, estranhamente o fato de que embora quisesse escrever um pensamento qualquer, só conseguia rabiscar na areia a palavra – sapo.

Tudo o que escrevia era sapo, e tendo isto afinal o irritado, exclamou:

–“Ora, saia de lá dessa lagoa uma sapa, que quero me casar com ela!…

“Imediatamente saltou uma sapa…” — Ilustração infantil.

Imediatamente saltou da lagoa uma sapa, que postando-se em frente do príncipe,  lhe disse:

— “Aqui estou, meu adorado noivo”.

Aqui estou! — ilustração de Yuri Vasnetsov (Russia, 1900 – 1973)

O príncipe acompanhou a sapa, que era uma formosíssima princesa encantada, para o fundo da lagoa, onde ficou deslumbrado por encontrar o mais suntuoso dos palácios e as mais maravilhosas riquezas.

Realizado o casamento, o príncipe foi comunicar o ocorrido ao pai, que ficou muito desgostoso por saber que o filho havia se casado com um animal tão asqueroso.

Dias depois, o rei mandou a cada uma das noras uma lindíssima toalha de cambraia pedindo-lhes que as bordassem.

 

O —

 O príncipe apresenta sua esposa ao pai.  Ilustração russa.

A sapa, logo que recebeu a toalha, chamou uma criada e disse-lhe:

—  “Maria Carrucá, monta no pescoço do galo branco, vai à casa das senhoras princesas, e, dize-lhes que mando pedir um pouco de fio de barbante bem grosso, para bordar a toalha do rei”.

Maria Carrucá, assim o fez.  As princesas, porém, que eram muito invejosas e estúpidas, responderam-lhe:

–“Vá dizer à senhora princesa D. Sapa que se temos barbante, é para bordar as nossas toalhas”.

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A princesa sapa e o seu príncipe.

E assim disseram, melhor fizeram, bordando as toalhas que o rei mandara, com barbante grosso.  A sapa, no entanto, bordou a sua com o mais delicado fio de ouro.

— “Ora vejam só, disse o rei, “ a sapa fez um trabalho tão mimoso, e no entanto as princesas estragaram-me as toalhas, com  um barbante grosseiro, transformando-as em panos de cozinha”.

Daí a alguns dias o rei mandou a cada uma das noras um cãozinho, para que elas os criassem com todo o desvelo, pois esses animais pertenciam a uma excelente raça de caça.

Maria Carrucá, xilogravura, autor desconhecido.

Apenas a sapa recebeu o cãozinho, disse para a criada:

— “Maria Carrucá, monta no pescoço do galo branco, e vai à casa das senhoras princesas pedir-lhes da minha parte um pouco de cal para dissolver na água, a fim de lavar o cãozinho do rei e umas peles de toucinho para engordá-lo”.

Maria Carrucá foi desempenhar sua comissão, mas as princesas disseram:

Vá dizer à senhora princesa D. Sapa, que se temos cal é para lavar os cãezinhos que o rei nos mandou, e se temos peles de toucinho é para alimentá-los”.

E assim fizeram de modo que os animais perderam quase todo o pelo, e emagreceram a tal ponto, que quase não podiam suster-se de pé.

A princesa sapa.

A sapa, no entanto, banhava o seu com água perfumada e alimentava-o com pão de ló e outras iguarias delicadas, de modo que e tornou um animal formosíssimo, o que muito admirou o rei, quando mandou buscar todos os três, e viu o deplorável estado em  que se achavam os outros, parecendo-lhe incrível que uma triste sapa se avantajasse em tudo a princesas de sangue azul.

O príncipe e sua esposa com o pai e os irmãos.  Ilustração do desenho animado da Princesa Sapa.
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Daí a alguns dias, o rei, desejando conhecer pessoalmente as noras, mandou convidá-las para um baile no palácio.

A sapa, logo que recebeu o convite, voltou-se para a criada e disse-lhe:

— “ Maria Carrucá, monta no pescoço do galo branco, e vai à casa das senhoras princesas pedir-lhes da minha parte, uma navalha para raspar a cabeça a fim de ir ao baile do rei, pois é costume agora na corte, apresentarem-se as damas de cabeça raspada”.

As princesas, porém, que por inveja não queriam que a sapa se apresentasse na moda, mandaram dizer-lhe que, se tinham navalha, era para elas rasparem a cabeça.

E trataram de raspar a cabeça, apresentando-se no palácio como verdadeiras Fúrias, o que muito desgostou o rei.

A princesa sapa desencanta-se.

A sapa, no entanto, desencantou-se, e readquirindo a sua forma de mulher, apresentou-se com elegante toucado, fazendo toda a corte pasmar pela sua extraordinária beleza e pela riqueza do vestuário.

O rei ficou satisfeito com ela, ao passo que só tinha palavras de desdém para as duas invejosas.

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Em: Histórias do Arco da Velha, de Viriato Padilha, Rio de Janeiro, Editora Quaresma: 1947, 12ª edição

NOTA:  Esta história é uma adaptação de um conto folclórico russo muito popular e bastante traduzido e adaptado no século XIX por diversos autores, alemães, franceses, italianos (Ítalo Calvino em seu volume de Contos folclóricos da Itália, tem duas versões dessa história) e  portugueses e aqui por Viriato Padilha.  A cada tradução alguns detalhes e principalmente as demandas do rei foram adaptadas aos costumes mais familiares dos leitores.  Por exemplo na versão russa o príncipe quase acerta a princesa sapa com uma seta enquanto caçava.  Note nas ilustrações acima e abaixo que a seta figura quase sempre próximo à sapa. 

 

Mas a popularidade desse conto na Rússia, explica a abundância de ilustrações russas sobre o tema.  No século XX, com o domínio da indústria editorial americana e principalmente com o império Disney, este conto, apesar da sua grande lição sobre valores e inveja, foi esquecido, principalmente depois da popularização pelos próprios americanos da história da princesa que se casa com um sapo. 

 

VEJA MAIS ILUSTRAÇÕES — Variantes do mesmo tema depois da nota biográfica abaixo.

Viriato Padilha ( Aníbal Mascarenhas, MG 1866 – Fortaleza, CE 1924)   Pseudônimos: Aníbal Demóstenes, Ticho Brahe de Araújo, Sancho Pança.  Contista, poeta, autor de literatura infantil, historiador, professor, tradutor.

Obras: [lista incompleta]

Histórias do arco da velha, 1897

Os roceiros, 1899

O livro dos fantasmas

 

OUTRAS   ILUSTRAÇÕES:

 

Ilustração russa, desconheço a autoria.

A princesa sapa de autoria da ilustradora Nancy Farmer.

Ilustração russa, em bandeja de artesanato folclórico.

Ilustração russa em livro publicado em 1930.

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Decoração pintada à mão em caixa de papier maché.

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Cartum humoristico, a princesa sapa estuda livros eróticos.

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Transparência de desenho animado.

O príncipe encontra a princesa sapa, ilustração russa.

Ilustração russa.

Ilustração russa.

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Ilustração russa de N. Petrov.

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Ilustração russa, segunda metade século XX.

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Capa de livro russo para crianças da Princesa Sapa.

Capa de livro para crianças da Princesa Sapa.

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Princesa sapa, ilustração russa.