Em: Stella Leonardos, Pedaço de Madrugada, Rio de Janeiro, Livraria São José: 1956
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Stella Leonardos da Silva Lima Cabassa (Rio de Janeiro RJ, 1923). Poeta, tradutora, romancista, com mais de 70 obras publicadas, em poesia, prosa, ensaios, teatro, romances e literatura infantil. Considerada membro expoente da 3ª geração de poetas modernistas. Um dos maiores nomes da poesia contemporânea no Brasil.
1. — Tem um carro? Cuide dele – e faça a manutenção do veículo. Um motor mal cuidado pode consumir 50% a mais de combustível, além de produzir 50% mais dióxido de carbono (CO2).
2. — Olho no pneu. Faça a calibragem a cada duas semanas pelo menos.
3. — Prefira veículos movidos a álcool ou os biocombustíveis. O álcool é uma fonte de energia renovável, ao contrário da gasolina, do diesel ou do gás.
4. — Em casa, substitua o ar-condicionado pelo ventilador.
5. — Não deixe muitos eletrodomésticos ligados ao mesmo tempo, principalmente se tiver mais de um para funções semelhantes, como geladeira e freezer.
6. — Troque as lâmpadas incandescentes pelas fluorescentes, que consomem cerca de três vezes menos energia e ainda podem durar até dez vezes mais. Ajuda também na redução da conta de luz.
7. — Não deixe luzes ou equipamentos ligados. Configure o computador, por exemplo, para que desligue seu monitor quando estiver em espera.
8. — Evite imprimir ou utilizar papel. Dê preferência ao e-mail e sempre que possível use papel reciclado. Separe papéis e papelão para reciclagem quando for descartá-los.
9. — Separe os materiais recicláveis, pois isso, alem de reduzir a exploração de matéria-prima bruta, dispensa os gastos de energia e combustíveis fósseis no processo de fabricação e transporte.
10. — As árvores são importantes porque ajudam a absorver o CO2 da atmosfera, além de proporcionar sombra e amenizar a temperatura. Se plantadas perto de residências, por exemplo, elas ajudam a controlar o calor, que reduz o uso de condicionadores de ar ou ventiladores. Portanto, plante árvores!
Recentemente para mudar de residência com um tanto de agilidade tive a difícil tarefa de selecionar entre os livros que tenho aqueles que queria manter comigo e outros para me desfazer. Uma seleção difícil que precisava ser feita. Numa cidade como o Rio de Janeiro onde se tem cada vez menos espaço para morar, e numa família como a nossa em que cada vez temos mais livros para ler, há de chegar a hora em que uma decisão radical se faz necessária. Foram-se muitos e muitos livros. Calculamos que nos desfizemos de uns 1200 exemplares: livros lidos, que jamais iríamos reler. Livros que marcaram nossas vidas, mas que ficaram para trás assim como os nossos “eus” daquelas épocas. A vida mudou e eles ficaram nas estantes como marcos nos lembrando daqueles de outros tempos enquanto colecionavam poeira, que nos dava alergia.
Para quem gosta de livros, é difícil peregrinar pelos sebos oferecendo seus valiosos amigos e descobrir que a maioria dos sebos não tem o menor interesse em livros que foram publicados aos milhares, há três ou quatro décadas. Os livros mais recentes até que eles levaram, mas os mais antigos, de “autores menores” ou cobrindo assuntos de interesse muito específico, ficaram conosco mesmo, para nos desfazermos como pudéssemos. E como grande parte era em língua estrangeira, então o valor descia a ZERO. Muitos livros de bolso em inglês, francês e alemão foram mandados para reciclagem de papel, vendidos a peso pelo catador mais próximo.
Com essa experiência ainda recente, qual não é o meu prazer de ver o trabalho de Sue Blackwell, esta semana. Ela consegue dar a livros antigos, que não teriam nenhuma outra utilidade, desprezados pelos sebos, uma nova versão que é absolutamente SENSACIONAL. Observem comigo.
Acredito que a minha primeira reação de encantamento tenha sido um eco, digamos assim, dos livrinhos para crianças cujos personagens ou cenas se levantam das páginas, quando passamos de uma página para outra. É um outro mundo encantador que toma forma e nos ensina sem palavras que os personagens de uma trama podem existir em um outra dimensão.
A própria escolha dos temas dessas esculturas, que refletem os textos das quais são extraídas, vindas em sua grande maioria de livros infanto-juvenis, de muitas histórias para crianças, nos levam a essa comparação com os livros de crianças muito pequenas, cujos personagens se levantam com o passar das páginas. —
Sue Blackwell se diz inspirada sobretudo na arte oriental do origami. E seus trabalhos refletem um ambiente poético cuja delicadeza certamente remonta à sensibilidade oriental.
A mim, seus trabalhos têm afinidade ainda que remota com os romances de colagem feitos por Max Ernst da década de 30 do século passado. A delicadeza do encontro de imagem e texto no trabalho de Sue Blackwell pode com certeza ser comparada à delicadeza do encontro de imagens explorado no trabalho de Ernst.
É sem dúvida um trabalhho extremamente minucioso e que dá asas à imaginação de quem o encontra. O poder dessa emoção transmitida pelas construções da artista já foi explorado — de maneira bem positiva — pelo mundo da propaganda e do marketing. Abaixo um dos exemplos do trabalho com este fim.
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Que todos os nossos anúncios, que todas as nossas propagandas, tenham tanta poesia em suas mensagens.
Abaixo um vídeo para mostrar como a artista chega às esculturas que vemos.
O 1º Festival de Canto Coral da Arquidiocese do Rio, “Natal EnCanto”, será realizado entre os dias 20 de novembro e 18 de dezembro de 2010. Cada coral vai apresentar duas músicas, de livre escolha, mas respeitando a doutrina da Igreja. A duração de cada apresentação será de, no máximo, 15 minutos. A premiação do Festival na categoria adulto será de 15 mil reais para o primeiro colocado, 10 mil para o segundo e cinco mil para o terceiro. Já na categoria infantil, o primeiro colocado receberá 10 mil, o segundo sete mil e o terceiro três mil reais. Sendo que toda a premiação será dividida: metade para a obra social da paróquia, indicada pelo pároco, e a outra parte para o coral. A final será apresentada da Igreja São José da Lagoa, no dia 18 de dezembro, a partir das 18 horas. Antes, será realizada a Santa Missa. Ainda três corais participantes serão convidados a se apresentar nas lojas do Supermercado Zona Sul, um dos patrocinadores do evento.
Confira a programação completa das apresentações e participe.
Pesquisadores apresentaram nesta semana centro de Ya’an, na província de Sichuan, na China, 16 pandas que nasceram neste ano. A China vive em 2010 um “baby boom” de pandas. O centro Wolong, também em Sichuan, chegou a estabelecer um novo recorde de nascimentos, com 19 filhotes no ano.
Um dos símbolos da China, o panda sofre com a rápida urbanização e destruição do seu habitat, apesar do esforço dos centros de reprodução. A espécie aparece na lista vermelha de espécies ameaçadas de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês). Estima-se que existam 1,6 mil animais vivos na natureza.
Outro problema é a dificuldade de reprodução da espécie. Apesar dos investimentos e esforços dos centros especializados, as fêmeas tem normalmente apenas um filhote a cada dois ou três anos na natureza, sendo que dificuldade aumenta em cativeiro. Os especialistas conseguiram aumentar o número de nascimentos melhorando a dieta dos animais e com o uso de técnicas de inseminação artificial.
Por outro lado, se os esforços de reprodução em cativeiro começam a dar frutos, a introdução desses animais na vida selvagem tem se mostrado falha.
Vikings dinamarqueses a ponto de invadir a Inglaterra no século IX
Iluminura da Vida de São Edmundo, do século XII
Bibblioteca Pierpoint Morgan, Nova York
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A primeira pessoa a viajar até a Europa, tendo nascido no continente americano, é possivelmente uma mulher que os Vikings teriam levado para a Islândia há mais de mil anos, segundo um estudo realizado por cientistas espanhóis e islandeses.
Essas conclusões sustentam a teoria de que os Vikings chegaram ao continente americano muitos séculos antes de Cristóvão Colombo ter descoberto o Novo Mundo. O Instituto de Pesquisas Científicas da Espanha (CSIC) informou que análises genéticas realizadas em cerca de 80 pessoas vindas de quatro famílias islandesas mostraram que os indivíduos possuíam um tipo de DNA que é apenas encontrado nos ameríndios ou pessoas nascidas na Ásia Oriental.
“Pensamos primeiramente que o DNA tinha vindo das famílias asiáticas que se estabeleceram recentemente na Islândia“, declarou um pesquisador do CSIC, Carles Lalueza-Fox, citado em um comunicado do instituto publicado nesta quarta-feira.
“Mas quando as árvores genealógicas foram estudadas, descobrimos que as quatro famílias descendiam de ancestrais que viveram entre 1710 e 1740 e vinham da mesma região do sul da Islândia“, acrescentou. A linha genética descoberta, chamada de C1e, é mitocondrial, o que quer dizer que o gene foi introduzido na Islândia por uma mulher.
“Sabendo que a ilha foi virtualmente isolada a partir do século X, a hipótese mais verossímil é a de genes correspondentes de uma mulher de origem ameríndia que foi levada do continente americano pelos Vikings por volta do ano 1000“, explicou Lalueza-Fox.
Os pesquisadores tiveram acesso aos dados da companhia deCODE Genetics, situada em Reykjavik. A equipe de cientistas espera encontrar este mesmo DNA de origem ameríndia em outras pessoas provenientes da população islandesa, começando pela região situada ao redor da geleira Vatnajokull, no sul do país.
O relatório, redigido pelos cientistas do CSIC e da Universidade da Islândia, foi igualmente publicado na última edição do American Journal of Physical Anthropology.
A revista americana More Intelligent Life publicou um artigo by Alix Christie, intitulado We ten million, que me deixou estarrecida quando li a projeção matemática, feita pela autora, sobre o número que pessoas que gostaria de ter sua obra publicada. Ainda que o artigo enverede pelos caminhos da frustração de um escrito desconhecido ao receber cartas e mais cartas de rejeição, o que me impressionou DE FATO, foi a simples matemática que ela menciona ao calcular o número de aspirantes à carreira de escritor. Se você estiver interessado em saber como um escritor se sente com essas rejeições de ano após ano, sugiro que siga o link nessa postagem. Por outro lado, vou fazer a tal matemática da autora.
Alix Christie acredita que esteja perto de 10.000.000 [isso mesmo, dez milhões] o número de pessoas que pretendem publicar seus primeiros livros, em inglês. Como chegou a essa figura? É fácil. Começou com o número de novos títulos publicados anualmente no mundo, aproximadamente: 250.000. Voltou-se então para o número de novos títulos publicados anualmente em inglês: 100.000. Esses manuscritos, por sua vez, devem representar, mais ou menos, ¼ dos livros representados por agentes. 100.000 x 4 = 400.000 Mas este número é na verdade uma pequeníssima porção dos manuscritos que esses agentes receberam para representar. Ela acredita que possa ser 1/10, ou seja: 400.000 x 10 = 4.000.000 manuscritos nas mãos de agentes, por ano. Se levarmos em conta que nem todo pretendente a escritor tem um agente, o número de 10.000.000 mencionado anteriormente parece bastante razoável.