Sylvio Pinto (Brasil,1918-1997)
óleo sobre tela, 65 x 83 cm
Sylvio Pinto (Brasil,1918-1997)
óleo sobre tela, 65 x 83 cm
Miniatura do “Horologium Sapientiae” cerca 1450 de Henrich Seuse, Bibliothèque Royale Albert, Bruxelles MS. IV, f. 111
“De repente, próximo do final do século XIV, o relógio mecânico ocupou a imaginação de nossos ancestrais. Algo do orgulho cívico que havia anteriormente levado à construção de catedrais estava agora direcionado à construção de relógios astronômicos de surpreendente complexidade e elaboração. Nenhuma comunidade europeia se sentia capaz de levantar a cabeça com orgulho sem que em seu centro planetas girassem em ciclos e epiciclos, com anjos tocando trombetas, galos cantassem e apóstolos, reis e profetas em marcha e contramarcha aparecessem no marcar das horas.
Não era só pela diversidade, pela escala e grande difusão que essas máquinas eram diferentes das de outras eras. Embora muitos fossem parte de igrejas, eles careciam daquele engano piedoso encontrado nos templos gregos. Embora muitos fossem ornamentos nos prédios das prefeituras ou de palácios, sua intenção estava longe do uso político bizantino da máquina, como descrito no século X, por Liutprando de Cremona, para aumentar a veneração ao imperador. Esses novos relógios astronômicos eram apresentados claramente como maravilhas mecânicas e o público se deliciava com eles. Isso, por si só, indica uma mudança de valores na sociedade europeia.”
Em: Medieval Technology and Social Change, Lynn White Jr, Oxford, Oxford University Press: 1964, essa reimpressão de 1968,páginas 124-125. [tradução destes parágrafos, Ladyce West].
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Bolsa perdida, trem noturno, 2005
Sally Storch (EUA, 1952)
óleo sobre tela, 75 x 75 cm
Miguel Torga
Miguel Torga (1907-1995)Salvar
Chico Bento ouve o canto dos passarinhos © Maurício de Sousa
Trinam pássaros nos galhos,
a brisa é leve e sombria;
a aurora sobre os orvalhos,
abre as cortinas do dia.
(Manoel Cavalcante de Souza Castro)
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©Walt Disney
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Primavera, ilustração de Marie Cramer.
Mário Quintana
Primavera cruza o rio,
Cruza o sonho que tu sonhas.
Na cidade adormecida
Primavera vem chegando.
Catavento enlouqueceu,
Ficou girando, girando,
Em torno do catavento
Dançamos todos em bando.
Dancemos todos, dancemos,
Amadas, mortos, Amigos,
Dancemos todos até
Não mais saber o motivo….
Até que as paineiras tenham
Por sobre os muros florido!
Em: Antologia Poética para a Infância e a Juventude, Henriqueta Lisboa, Rio de Janeiro, Instituto Nacional do Livro: 1961, pp: 121-2.
Chico Bento e Rosinha ao por do sol, © Maurício de Sousa.
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Panorama da Cidade do Rio de Janeiro, Enseada de Botafogo, à direita torre da Igreja da Imaculada Conceição, sede do primeiro colégio para meninas na cidade, 1963
Geza Heller (Hungria/Brasil, 1902-1992)
França, Império, fabricante: Claude Galle
Relógio pêndulo, bronze dourado, mármore verde-mar
movimento de oito dias
Sino marca hora e meia hora.
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Rikhard-Karl Karlovich Zommer (Alemanha, 1866-1939)
óleo sobre tela, 52 x 93 cm
À caravana, que de longe vem
Cansada, a se arrastar num passo incerto,
As palmeiras do oásis oferecem
Um poema de sombras, no deserto.
(Maria Thereza de Andrade Cunha)
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