Paulo Rossi Osir (Brasil, 1890-1959)
óleo sobre tela, 65 x 54 cm
[Série: A música]
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela, colada em madeira, 55 x 46 cm
[Da série: A revolução]
Claude Verlinde (França, 1987)
óleo sobre tela, colado em madeira, 60 x 73 cm
[Da série: O sonho]
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela, colado em madeira, 35 x 27 cm
Arlequim, ou convite ao jogo do teatro, 1994
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela colada em madeira, 124 x 78 cm
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela colada em madeira, 91 x 103 cm
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela colada em madeira, 59 x 52 cm
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela colada em madeira, 81 x 130 cm
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela colada em madeira, 55 x 46 cm
Claude Verlinde (França, 1927)
óleo sobre tela colada em madeira, 92 x 65 cm
Claude Verlinde (França 1927)
desenho
Felisberto Ranzini (Brasil, 1881-1976)
Não tenho indicação de técnica.
Ranzini ficou muito conhecido por suas aquarelas. Mas também pintou a óleo.
André Netto (Brasil,contemporâneo)
óleo sobre tela, 110 x 100 cm
“Quem gosta de literatura sabe que o escritor e o leitor ocupam o mesmo lugar na hierarquia do texto. Ainda que o primeiro exiba uma força maior de visibilidade (o leitor é, em tese, anônimo na hora da leitura), sem o segundo ele simplesmente vaga solitário no deserto das palavras. Aos que leem, cabe a libertação da escrita em direção aos múltiplos sentidos que ela pode e deve oferecer ao mundo.”
Fred Coelho
Em: O Globo,coluna Responsas, 2º caderno, quarta-feira, 25/02/2015, p. 2.
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Fazenda com figuras e animais, c. 1952
Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)
óleo sobre tela, 39 x 47 cm
Olegário Mariano
É dolorosa a angélica atitude
Dos grandes bois lentos a trabalhar…
Sinto neles a força da saúde
A glória de viver para ajudar.
Da sua laboriosa juventude
Nada têm, pobres diabos a esperar…
Quem sabe? A vida pode ser que mude…
E eles se põem a olhar o campo, a olhar…
Tempo de safra. Brilham canaviais…
Gemem os carros e o rumor se irmana
À alma dos bois que geme muito mais.
Pacientemente seguem, dois a dois…
Há uma filosofia muito humana
No mugido e no olhar, tristes, dos bois…
Em: Toda uma vida de poesia: poesias completas (1911-1955) , Olegário Mariano, Rio de Janeiro, Editora José Olympio: 1957, 1º volume (1911-1931), p. 93
Carlton Alfred Smith (Inglaterra, 1853-1946)
óleo sobre madeira, 29 x 47 cm