Quadrinha de pedido a Papai Noel

14 12 2011
Papai Noel se diverte com o pianinho, ilustração Lello.

Papai Noel, por favor,

do Natal afasta os medos,

e coloca mais amor

no meio dos teus brinquedos!

(Delcy Canalles)





Quadrinha de Natal, noite de festa e de luz

13 12 2011

Cartão de Natal da Europa Oriental, inicio do século XX.

É Natal — Noite de Festas,

De regozijos, de luz …

Fogem as sombras funestas:

No mundo nasceu Jesus!

(José Lara)





O transporte de Papai Noel: cartões postais de Natal contam histórias… (1)

12 12 2011

Papai Noel chega no carrinho de mão, cartão de Natal, de época,  inglês.

Quando eu era criança, Papai Noel vinha trenó puxado por renas, na noite de Natal. Era a única época do ano em que as palavras rena e trenó faziam sentido.  É claro, naquela mesma época Papai Noel chegava ao Rio de Janeiro, por volta do dia 8 de dezembro de helicóptero.  Não me lembro bem como nós mantínhamos essas duas chegadas simultaneamente, fazendo sentido… Mas criança gosta de Papai Noel de qualquer maneira.

Cartão postal com Papai Noel em trenó puxado a renas, 1909.

Fiquei surpresa de ver um cartão de Natal em que Papai Noel aparece sendo transportado num carrinho de mão.  Não tenho a menor idéia do que esse cartão inglês representa, acredito que reflita alguma história conhecida na Inglaterra, pois é muito curioso.

Papai Noel a pé na neve, acompanhado de um anjinho.

Mas quando pesquisamos em antigos cartões postais vemos que o meio de transporte de Papai Noel, pode mudar.  No século XIX ele aparece na maioria das vezes a pé. E até empurra um carrinho de mão, parecido com aquele do primeiro cartão postal, cheio de presentes, frutos e traz também a árvore de Natal.

A pé, ele também pode chegar esquiando ou deslizando com patins nos  lagos gelados.

Mas ele pode chegar a cavalo, a cavalo voador, de carruagem e de carroça puxada a burro.

Papai Noel chega em seu cavalo branco, cartão de Natal finlandês, século XX.

Cavalo voador, cartão de Natal, Ucrânia.

Carruagem cheia de presentes, neste cartão de Natal.-
Cartão do século XIX.

Papai Noel chega de carroça neste cartão francês.

E pode ter um ou outro acidente no percurso como mostra o cartão de Natal abaixo:

Dependendo da parte da Europa onde ele se encontra, seu trenó é puxado por um cavalo:

ou, como na Rússia, seu trenó sempre puxado por 3 cavalos, quer brancos ou não.

Mas Papai Noel pode surpreender ainda mais, seguir os passos de Hanibal e levar uma manada de  elefantes para sua viagem…

Pelo ar ele tem também muitas opções, por exemplo: o balão, Papai Noel pode viajar de balão:

Pode andar de avião:

Papai Noel atravessa os céus num monomotor.

É claro que Papai Noel também pode viajar de tapete mágico!

E quem procura por Papai Noel também vai pelos ares:

E se precisar descer rapidamente, há sempre um pára-quedas à disposição:

OUTRAS POSTAGENS EXAMINARÂO OUTROS MEIOS DE TRANSPORTE DESSE VELHINHO AVENTUREIRO…





“Fiz a cama na varanda”: o homem primitivo já dormia em colchões

12 12 2011

Ilustração Maurício de Sousa.

Os humanos primitivos da África do Sul já fabricavam colchões à base de erva e plantas medicinais há 77 mil anos, 50 mil anos antes do que se pensava.  Restos vegetais foram descobertos nas escavações da caverna de Sibudu, na província de KwaZulu -Natal, pela equipe comandada pelo professor Lyn Wadley, da Universidade de Witwatersrand (Johanesburgo).  Esses “colchões” são 50 mil anos mais antigos que outros exemplos conhecidos.  Nossos ancestrais da Idade da Pedra já faziam camas de folhas, sementes e caules de junco local adicionadas a gramíneas que colocavam no chão da caverna  a partir de 77 mil anos atrás. E pelos próximos 44 mil anos, os Homo sapiens nômades caçaram e se reuniram na área, utilizando Sibudu como seu local de descanso, usando a compactação de material vegetal para criar colchonetes.

O uso de colchões coincide com outros comportamentos introduzidos na vida cotidiana do homem moderno, entre eles uso de conchas como instrumentos e da tecnologia de lapidação da pedra.  Os especialistas destacam que modificar o espaço vital do habitat, incluindo o ambiente do dormitório, é um aspecto importante do comportamento e da cultura humana. Por isso, estes achados trazem informações “fascinantes” sobre os primeiros humanos modernos, que habitavam o sul da África.

Os pesquisadores descobriram pelo menos 15 centímetros de uma grossa camada de matéria vegetal encaixada dentro de um pedaço de sedimento, de 3m de espessura. Eles suspeitaram que essas camadas fossem camas humanas, mas já que as esteiras mais antigas para dormir conhecidas até hoje datavam só de 20.000 e 30.000 anos atrás, os arqueólogos tiveram que estudar o material sob o microscópio para ver de que exatamente era composta essa camada e se as pessoas haviam trazido essas plantas para o local intencionalmente.

Ilustração Maurício de Sousa.

Baseados na análise de fitólitos — pequenos restos de plantas fósseis — que permite a identificação das espécies de plantas e micromorfologia, o exame de alta resolução de vestígios arqueológicos, a equipe descobriu que as camadas, que datava de 77.000 a 58.000 anos atrás, eram feitas de caniços, juncos, e ervas, plantas que crescem além do rio Tongati mas que não são encontradas no abrigo rochoso e seco, ou próximas ao sítio da descoberta.   Assim, as pessoas em Sibudu devem tê-las juntado deliberadamente e trazido-as para a caverna. Sob o microscópio, o material vegetal mostrou sinais de compressão e de repetido pisoteio.  Na camada mais antiga, 77 mil anos de idade, a equipe descobriu que as folhas de Cryptocarya woodii, também conhecida como Cabo de louro, ou a “árvore de cânfora bastarda“, uma planta aromática cujas folhas são usadas até hoje na medicina tradicional, porque suas folhas contêm diversos compostos químicos que podem matar insetos.  A equipe sugeriu, então, que os primeiros seres humanos escolheram essas plantas especificamente para se proteger contra a malária,  transmitida por mosquitos e de outras pragas.

A seleção dessas folhas para a fabricação do colchão indica que os primeiros habitantes de Sibudu tinham um bom conhecimento das plantas que rodeavam sua caverna e da eficiência de seu uso medicinal“, explica Lin Wadley.  Os pesquisadores acreditam que os habitantes da caverna colheram as sementes e plantas das proximidades do rio Tongati e que as usavam não só para dormir, mas também para trabalhar sobre elas.  As camadas também mostraram evidência de queima regular, começando há 73 mil anos atrás.  Arqueólogos acreditam que as pessoas queimaram a cama para eliminar pragas que tinham infestado a plantas e / ou para reduzir a altura acumulada  com os anos de uso, para acabar com esteiras deterioradas e para que pudessem começar de novo, de maneira limpa. Este é o primeiro exemplo conhecido de seres humanos que usam o fogo para a manutenção de habitação.

Tudo indica que os habitantes dessa caverna não teriam vivido lá permanentemente, apesar de terem feito desse, um local tão agradável e acolhedor. Eles provavelmente usaram o espaço por algumas semanas de cada vez até que a área tivesse esgotado a sua caça e o material orgânico entrasse em decomposição atraindo vermes. Os arqueólogos encontraram fragmentos de lascas de pedras e ossos queimados no meio do material das plantas, portanto, além de usar as esteiras para dormir, seus criadores também podem tê-las usado como uma superfície de trabalho para fazer ferramentas e alimentos.

Há cerca de 58 mil anos atrás, as camadas da cama se tornaram mais freqüentes, sugerindo que a população em Sibudu estava crescendo durante este período. Os arqueólogos estimam que o Homo sapiens migrou da África 50 mil anos atrás, talvez, pela própria expansão populacional que os colchões indicam ter havido.

Fontes: Terra, The History Blog





Democracia na colméia ajuda a entender tomada de decisões

11 12 2011

Ilustração M&V Stúdio.

O voto democrático faz parte do gerenciamento tribal no mundo das abelhas, pelo menos essas são as primeiras conclusões de um grupo de cientistas estudando os métodos de comunicação e de escolha de um sítio entre as abelhas, para estabelecer uma nova colmeia.  Os métodos de comunicação incluem não só uma dança específica como uma diferenciação no zumbido e m aceno de cabeça.  Na dança as abelhas se comunicam entre si.  Essa dança, que paralela  as conexões neurais no cérebro no processo de decisão, pode vir a esclarecer o mecanismo de tomada de decisões, principalmente entre os primatas. “Os mecanismos de tomada de decisões nos sistemas nervosos e nas sociedades de insetos são muito similares“, destacou o estudo, da revista Science Express.

Anteriormente,  estudos com macacos mostraram que tomar uma decisão requer a ativação de muitos neurônios no cérebro. Mas certas células nervosas têm a tarefa de “parar” outras. No final, a alternativa escolhida é a que tem o menor número de sinais negativos.   Partindo desta premissa, uma equipe britânico-americana de cientistas chefiada por Thomas Seeley, da Universidade de Cornell, no estado de Nova York , demonstrou que as abelhas, enquanto dançam, “imitam” estes movimentos dos neurônios para se comunicar entre si , para decidirem onde irão formar a colmeia.

Os cientistas transferiram um enxame de abelhas para uma ilha em frente à costa do estado do Maine, onde não há lugares naturais para nidificar e puseram duas caixas idênticas onde podiam instalar sua colmeia. Em seguida, observaram como as abelhas exploradoras descobriram as duas caixas. O vídeo deste processo foi usado para analisar a dança das abelhas exploradoras, que serve para descrever o restante de suas descobertas.

Ilustração M&V Stúdio.

Ao gravar os sons desta dança, eles se deram conta de que o sinal de “parar” era uma batida de cabeça, acompanhada de um leve zumbido.  A comunicação com as outras abelhas sobre o que está lá fora, se faz com uma dança desenhando a figura oito acompanhado de um reboladinho.   O comprimento do rebolado diz o quão longe está o local da antiga colmeia. Os cientistas determinaram qual abelha havia escolhido qual caixa, marcando-as com as cores rosa ou amarela. Desta forma, estabeleceram quais eram os sinais de “parar” emitidos pelas abelhas exploradoras.  Essas abelhas que haviam visitado uma caixa, comunicavavam-se com a abelha bailarina indicando o lugar apropriado, quando esta parecia não se mostrar entusiasmada, já que considerava que outro local poderia valer a pena, “A mensagem da abelha exploradora, para a abelha bailarina parecia dizer para a bailarina conter o seu entusiasmo, porque não havia outro local do ninho digno de consideração” explicou P. Kirk Visscher, da Universidade da Califórnia em Riverside, coautor do estudo. “Esse sinal inibidor não é necessariamente hostil. É simplesmente um conselho: ‘Espere um minuto, aqui há outra opção a ser considerada, então não vamos ter pressa em recrutar cada abelha para um local que pode não ser o melhor para o enxame’“.

Ao deixar uma colmeia lotada em busca de um novo lar, o enxame leva consigo a abelha rainha. As exploradoras vão em busca de novos locais potenciais para construir a colmeia e voltam para comunicar ao grupo sua descoberta, que no geral se mantém perto da colmeia original até que um novo destino seja encontrado.

Visto que todas as abelhas buscam escolher o melhor lugar disponível, os cientistas acreditam que este processo ajude o grupo a tomar uma decisão, mesmo que as opções sejam quase as mesmas. “Estas conexões inibidoras ajudam a garantir que só se escolherá uma das alternativas e pode permitir uma tomada de decisões estatisticamente ótima“, destacou o estudo.  O número de abelhas exploradoras que gosta de um determinado local, eventualmente atinge um nível crítico, e o enxame decide de mudar para seu novo lar.

Fontes: Terra e Dawn





Versos de Natal — poema de Manuel Bandeira

11 12 2011

Moça diante do espelho, 1932

Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)

óleo sobre tela,  162x 130cm

Museu de Arte Moderna de Nova York

Versos de Natal

Manuel Bandeira

Espelho, amigo verdadeiro,

Tu refletes as minhas rugas,

Os meus cabelos brancos,

Os meus olhos míopes e cansados.

Espelho, amigo verdadeiro,

Mestre do realismo  exato e minucioso,

Obrigado, obrigado!

Mas se fosses mágico,

Penetrarias até o fundo desse homem triste,

Descobririas o menino que sustenta esse homem,

O menino que não quer morrer,

Que não morrerá senão comigo,

O menino que todos os anos na véspera do Natal

Pensa ainda em por seus chinelinhos atrás da porta.

1939

Em: Antologia Poética, Manuel Bandeira, Rio de Janeiro, Sabiá: 1961, 5ª edição





O presépio: lembranças de infância, minhas e de Miriam Mambrini

10 12 2011

“O nosso pequeno presépio tinha um jeito de coisa antiga, como se viesse mesmo do tempo em que Jesus nasceu.  O estábulo com o telhadinho de palha, as figuras da Virgem e de São José totalmente absorvidos na contemplação, o menino que abria os braços na manjedoura e mais o boi e o burro, dois pastores, três carneiros.  Tudo o que o nosso presépio tinha em pequeno, surgia num tamanho quase natural no da Igreja Nossa Senhora da Paz, onde havia ainda grutas, riachos, plantas, camelos e outros bichos.  Nos domingos de dezembro, eu o via povoar-se mais e mais, até a missa triunfal do dia vinte e cinco, quando o Menino Jesus ocupava seu lugar na manjedoura e só ficavam faltando os Reis Magos, que iam surgir em cena no dia seis de janeiro.”

Em: Maria Quitéria, 32 de Miriam Mambrini [Míriam Backheuser Mambrini], crônicas, Rio de Janeiro, Bom Texto:2008.

Os que me seguem neste blog sabem que gosto imensamente de ler diários ou livros de memórias, principalmente aqueles de pessoas comuns, sem celebridade, livros que mostram hábitos e curiosidades de comportamento de uma época, de uma sociedade.  Sempre que encontro essas preciosidades faço questão de comprá-las.  Sei que tanto os diários como os livros de memórias são um tipo de ficção; que a realidade é diferente para cada um de nós e que cada pessoa escolhe lembrar-se de coisas diferentes.  Mesmo assim esses relatos, quer diários, quer memórias, trazem de volta uma versão da realidade do passado que não pode ser ignorada.

Nos meus Natais de antigamente também tínhamos um presépio, com um estábulo de madeira com meio telhado de palha que dava mesmo só para abrigar os três elementos principais das festas, a Virgem Maria, São José e o Menino Jesus.  Diferente da memória acima relatada, no nosso presépio todas as figuras estavam presentes desde que era armado, invariavelmente no dia 8 de dezembro, dia de N. Sra. da Conceição. Tínhamos um boi, um burro, um anjo de braços abertos e dois tocando cornetas um de roupa azul e um de camisolão rosa, alguns pastores, carneirinhos, os três Reis Magos.  Pelo menos era assim inicialmente.  Mas a medida que os anos foram se passando e meus irmãos foram adicionados à família, o presépio assim como a família foi crescendo.  Isso porque qualquer bichinho pequenino que nos aparecesse durante o ano era guardado para fazer parte do presépio.  Havia uma caixinha de madeira de jacarandá com as quinas de prata trabalhadas, bem ao estilo português, que morava na estante de papai.  Ali eram guardados os bichinhos pequeninos para que fossem colocados no presépio no final do ano.

Sempre armado no topo do aparador da sala de jantar, o nosso presépio aos poucos foi ocupando mais do que o lado esquerdo do móvel.  Havia que dar espaço para a famíia de galináceos que encontráramos nos ovos da Páscoa; que dar abrigo a três patinhos de madeira colorida que vieram de dentro de um brinquedo que se quebrara…  Quando meu irmão Marcus, o caçula, finalmente completou 13 anos, nosso presépio passou para minha tia Yedda,  que recebeu tudo: alguns camelos comprados que colocávamos em fila como numa caravana, comprados por papai na Casa Mattos; alguns animais de celuloide, de variados tamanhos, alguns um pouco desproporcionais ao estábulo,  o laguinho feito de espelho cujas bordas eram rodeadas por florezinhas secas e  coloridas que mamãe colora a toda volta e os patinhos que pousavámos na superfície espelhada.  Havia além do anjo anunciando a novidade aos pastores, o galo no telhado do estábulo; e tínhamos pastores diversos, um ou outro carregando um carneirinho nos ombros.  Havia um papagaio diminutivo com penas sedosas que amarrávamos com arame fino num pequeno galho seco, pintado de branco, de qualquer árvore do jardim.  Para essa “árvore de presépio” também foram um apito em forma de tucano, e um outro pássaro que fazia um clique se apertássemos seus pés, tesouro adquirido de um camelô no centro da cidade por papai.  A cada ano, mais e mais animais pequeninos foram adicionados: um tamanduá e o cavalo do Zorro, além de pequenas bonequinhas que também faziam parte da população para quem o anjo anunciava o nascimento do Menino Jesus.   Mas a última coisa a ser colocada no nosso presépio sempre foi a estrela, que tinha tripé próprio porque era feita por mamãe.  Era sempre de papelão e tinha uma cauda comprida, brilhava por causa do pó de purpurina colado em toda sua superfície.  Aumentava de tamanho a cada ano.  Ela e a lona verde que protegia o tampo do aparador eram as únicas peças que sabíamos sempre maiores.  Armar o presépio era um momento mágico para nós.  Desarmá-lo, no entanto, no dia 7 de janeiro, era uma tarefa árdua, que tínhamos prazer em deixar aos cuidados de mamãe: as novas adições requeriam mais caixas de sapatos, onde os recém integrados elementos do presépio ficariam guardados pelos 11 meses vindouros.





Papai Noel, soneto de Ciro Vieira da Cunha

10 12 2011

Ilustração dos anos 50 do século XX: Papai Noel.

Papai Noel

Ciro Vieira da Cunha

Natal… Natal… meus tempos de menino,

Tempos felizes que não voltam mais…

Missa do galo… repicar do sino…

E a casa pobre dos meus velhos pais…

Natal … a mocidade, o desatino,

Loucos amores, ternos madrigais…

Mulheres que dobraram meu destino

Com seus beijos marcantes e fatais…

Papai Noel! atende ao meu pedido,

Nesta noite de paz e de bonança,

Atende, pelo muito que hei sofrido.

E em meus sapatos põe a caridade

De um pedaço bonito de esperança,

De um farrapo esquecido de saudade…

Em: 232 poetas paulistanos – antologia — Pedro de Alcântara Worms, Rio de Janeiro, Conquista:1968

Ciro Vieira da Cunha, nasceu em São Paulo, SP em 1897.  Usou também o pseudônimo João da Ilha professor, poeta, biógrafo, cronista, jornalista e médico brasileiro.  Faleceu no Rio de Janeiro em 1976.

Obras:

Pontos de Química Fisiológica (com Alberto Moreira), 1918

Contra o alcoolismo, 1920

De como se deve combater o alcoolismo no Brasil, 1922

O Dialeto Brasileiro (tese), 1933

Espera Inútil, poesia, 1933

Oração de Paraninfo, 1937

De Pé, pelo Brasil, 1941

Trovas, 1942

Alguma Poesia, poesia, 1942

Chuva de Rosas, poesia, 1947

No tempo de Paula Nei, prosa, 1959

    O cadete 308, prosa, 1956

No tempo de Patrocínio (2 v.),prosa, 1960

Memórias de um médico da roça, 1965

Arte de colar, 1970

Guia de civismo (com Terezinha Saraiva), 1972





Quadrinha da ceia de Natal

9 12 2011
Natal em família, Pato Donald, Margarida, Huguinho, Luizinho, Zezinho e Tio Patinhas, ilustração Walt Disney.

Festejar é natural,

mas a cristandade anseia

por ver ceia de Natal

com mais Natal… menos ceia!

(Arlindo Tadeu Hagen)





Filhotes fofos — puma branco

8 12 2011

Foto: Associated Press.

Um filhote de puma foi apresentado ao público pelo zoológico Attica Parque, nas proximidades de Atenas, na Grécia. Com apenas um mês de vida, o raro filhote branco recebeu uma mamadeira com leite de uma funcionária do parque. Batizado com o nome de Casper, ele pesa 2 kg.  De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza, a espécie está na lista dos animais ameaçados de extinção. Originário do continente americano, o felino pode ser encontrado desde o Canadá até países da América do Sul, inclusive o Brasil.