Domingo, um passeio no campo!

27 07 2014

 

 

LUIZ LABOZETTO - (Brasil,1934)Arredores de Campinas - óleo sobre tela - 27 x 41 cm - canto inferior esquerdo e dorso - 1982 -Arredores de Campinas, 1982

Luiz Labozetto (Brasil, 1934)

óleo sobre tela, 27 x 41 cm





Os livros favoritos de Ariano Suassuna

27 07 2014

 

Livros usados, David Carson Taylor, acrilicaLivros Usados

David Carson Taylor (EUA, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 35 x 28 cm

 

 

A jornalista Simone Magno, colocou no seu blog a  lista as obras favoritas de Ariano Suassuana.  A informação é parte de uma entrevista que se encontra no portal da CBN.  Não deixe de ouvir o escritor na gravação da rádio.  Mas para matar a curiosidade, aqui estão:

 

AUTORES BRASILEIROS

As obras de Monteiro Lobato para crianças

Tesouro da Juventude — enciclopédia

Através do Brasil de Olavo Bilac e Manoel Bonfim

Os sertões, Euclides da Cunha

O triste fim de Policarpo Quaresma, Lima Barreto

O cortiço, Aluísio Azevedo

A carne, Júlio Ribeiro

 

Garotos_estudando_01Crianças estudando, ilustração do Tesouro da Juventude.

 

AUTORES ESTRANGEIROS

Scaramouche, Rafael Sabatini

Memórias de um médico, Alexandre Dumas

O Conde de Monte Cristo, Alexandre Dumas

Crime e castigo, de Fiódor Dostoiévski

O idiota, de Fiódor Dostoiévski

Os irmãos Karamazov, de Fiódor Dostoiévski

Os demônios, de Fiódor Dostoiévski

Almas mortas, Nicolai Gogol

Ana Karenina, Liev Tolstoi

Guerra e Paz, Liev Tolstoi

O vermelho e o negro, Stendhal

 

Então, quais desses livros você já leu?  Que tal colocar os outros na lista de leitura para os próximos dois anos?

 





Imagem de leitura — Christophe Saccard

26 07 2014

 

Christophe Saccard(França, contemp) Os bancos I, acrílica sobre tela, 61 x 50 cm, wwwartistescotes.com pOs bancos I

Christophe Saccard (França, contemporâneo)

acrílica sobre tela, 61 x 50 cm

www.artistescotes.com





Flores para um sábado perfeito!

26 07 2014

 

 

Cláudio Tozzi,Flores, 1996, 150 x 100 cm - ASTCMFlores, 1996

Cláudio Tozzi (Brasil, 1944)

acrílica sobre tela colada em madeira, 150 x 100 cm





Minutos de sabedoria — Luís Guilherme de Oliveira Gutman

26 07 2014

 

 

 

Edivaldo (Brasil) Futebol de sabado - 90x150Futebol de sábado, c. 2006

Edivaldo Barbosa de Souza (Brasil, 1956)

acrílica sobre tela, 90 x 150 cm

 

 

“É preciso que se diga que o objetivo do esporte é formar cidadãos. Ganhar é consequência.”

 

Luís Guilherme de Oliveira Gutman

 

 

 





Leis ditavam a moda na República Florentina do século XV

26 07 2014

 

 

Domenico Ghirlandaio (Italia, 1449-1494) jovemRetrato de jovem

Domenico Ghirlandaio (Florença, 1449-1494)

têmpera sobre painel de madeira, 44 x 32 cm

Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa

 

 

“A conquista da riqueza por meio do trabalho sempre foi louvada e admirada pelos florentinos, mas a ostentação do dinheiro era condenada. Ela suscitava inveja e era incompatível com o espírito republicano.  Havia, por exemplo, leis rigorosas que ditavam as regras da moda na cidade. Os homens deveriam usar um simples manto preto, mas os nobres e pessoas ilustres, como advogados e ricos comerciantes, podiam vestir-se com mantos coloridos. As mulheres também deveriam vestir-se de forma simples. Roupas de tecidos finos tinham de ser evitadas. Botões eram proibidos, assim como maquilagem e até algumas joias.  Havia uma polícia da moda que percorria as ruas para verificar se as regras estavam sendo cumpridas. Ela agia principalmente à noite, quando as pessoas se vestem para ir a festas, jantares e recepções. As denúncias anônimas suscitavam incertas da polícia da moda para flagrar transgressores. A violação das leis implicava multas e, em certos casos recorrentes, processos e punições mais severas. Mas essa austeridade começou a ser negligenciada quando Florença voltou a viver uma nova era de prosperidade econômica.

A riqueza e o desejo de esbanjá-la deturparam o gosto dos florentinos pela simplicidade. As leis que procuravam restringir a moda tornaram-se anacrônicas. Os policiais da moda proibiam o uso de um tecido, e os criadores da moda inventavam uma maneira de burlar a lei. Proibia-se o uso de botões, mas criavam-se falsos botões, que serviam apenas para enfeitar a roupa. Condenava-se o colar de pérolas, mas usava-se uma pérola na roupa como acessório. Em pouco tempo a polícia da roupa perdeu a guerra contra a indústria da moda….”

 

Em: Cosimo de Médici: memórias de um Líder Renascentista, Luiz Felipe D’Avila, São Paulo, Ediouro: 2008, pp. 45-6





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

25 07 2014

 

 

 

MARIE LOUISE MATTOS - (França-Brasil,1916)Lapa - desenho a nanquim e aquarela - 32 x 21 cm - - Rio de JaneiroLargo da Lapa

Marie Louise Mattos (França/Brasil, 1916)

aquarela, nanquim sobre papel,  32 x 21 cm





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

23 07 2014

 

 

Dirce Bona (Brasil, SC) natureza-morta, 2005, ostNatureza morta, 2005

Dirce Bona (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela





Celebração de S. Pedro em relato em 1855 de James C. Fletcher

21 07 2014

 

 

Calmon Barreto de Sá Carvalho (1909-1994) 2Tropeiros, 1970

Calmon Barreto de Sá Carvalho (Brasil, 1909-1994)

óleo sobre tela

Museu de Araxá, MG

 

 

“Nosso local de descanso seria a importante cidade de Campinas …,  a mais de cem milhas no interior. Quando nos aproximávamos dessa cidade, fui surpreendido pela beleza e fertilidade da região circundante. As grandes e antigas montanhas haviam sido deixadas muito para trás de nós, e em redor, até onde pude ver, estendiam-se extensas planícies, ou antes, prados ondulosos, com quase todos os acres ocupados. Havia muitas plantações de café superiormente cultivadas, entre cujo verde-escuro podia-se avistar aqui e ali as grandes residências caiadas de branco dos proprietários das terras. Foi na tarde de 28 de junho que chegamos aos arredores de Campinas. A radiosa beleza da noite tropical tornava-se ainda maior pela iluminação da cidade, pelas imensas fogueiras espalhadas pela planície, e brilhantes fogos de artifício lançados de todas as ruas e todas as plantações circundantes. Os clarões e o barulho eram tais, que sem qualquer esforço de imaginação, ter-se-ia acreditado estar perto de alguma cidade sitiada, durante um violento bombardeio. Era a “véspera de S. Pedro”; e todo homem que tinha um Pedro ligado a seu nome, sentia-se na obrigação de acender uma imensa fogueira diante de sua porta, e soltar uma porção de foguetes, além de descarregar inúmeras pistolas, mosquetes, e morteiros. Sob semelhante tormenta, entramos em Campinas.”

 

Texto de James C. Fletcher e de Daniel P. Kidder, de sua viagem ao Brasil em 1855, publicado no Brasil e em São Paulo, em 1941, com o título de O Brasil e os Brasileiros: esboço histórico e descritivo, pela Cia Editora Nacional com tradução de Elias Dolianiti, encontrado em:

 

O Planalto e os Cafezais: São Paulo, Ernani Silva Bruno, e Diaulas Riedel, São Paulo, Cultrix: 1959, pp. 91-92





Nossas cidades — Cidade de Goiás

21 07 2014

 

 

rua do hortoElder Rocha Lima rua do horto - TV - 40x40, cidade de goiasRua do Horto

Elder Rocha Lima (Brasil, 1928)

óleo sobre tela, 40 x 40 cm