Almada Negreiros (Portugal 1893-1970)
Desenho a carvão
DA SABEDORIA DOS LIVROS:
Não penses compreender a vida dos autores.
Nenhum disso é capaz.
Mas, à medida que vivendo fores,
Melhor os compreenderás.
[ Mário Quintana]
Almada Negreiros (Portugal 1893-1970)
Desenho a carvão
DA SABEDORIA DOS LIVROS:
Não penses compreender a vida dos autores.
Nenhum disso é capaz.
Mas, à medida que vivendo fores,
Melhor os compreenderás.
[ Mário Quintana]
Aung Kyaw Htet (Burma/Myanmar, 1965)
óleo sobre tela
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Aung Kyaw Htet nasceu em Myaungmya em Burma em 1965. Estudou na Escola de Belas Artes de Ragoon. Cresceu num pequeno vilarejo e é um budista devoto, ambas influências perceptíveis na sua pintura. Seus quadros mostram a vida religiosa de homens e mulheres de uma maneira realista de acordo com a práticas em Burma. Hoje, é um dos maiores pintores de seu país tendo muitas de suas obras nos principais museus do país e um grande número de exposições em diversos países.
Esta é a seleção de leitura para o mês de outubro de 2009.
Autor: PAUL THEROUX
Editora: Objetiva
ISBN: 9788560281909
Edição: 1ª 2009
Número de páginas: 456
Discussão para o dia 18 de outubro de 2009. Resenha aparecerá aqui depois desta data, quem quiser debater o conteúdo será bem-vindo, depois de 18 de outubro.
Mary Ethel Young Hunter ( Inglaterra, 1878-1936)
Óleo sobre tela, 70 x 90 cm
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Mary Ethel Young Hunter ( Inglaterra, 1878-1936) foi além de uma pintora inglesa do final da Era Vitoriana e da época Eduardiana, uma ilustradora de livros para crianças. Pouquíssimo existe sobre sua biografia. Tudo o que sei vem de um leilão da Southeby’s quando este quadro foi vendido. Quem tiver informações, por favor, me mande, com as respectivas fontes. Agradeço.
Eduardo Feitosa ( Brasil, 1957)
Óleo sobre tela, 50 x 60 cm
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Eduardo Sá Feitosa (Santo André, SP, 1957) freqüentou o curso de bacharelado em matemática na Universidade Fundação Santo André. Autodidata. Desde jovem se interessou por desenho artístico, ilustração em quadrinhos e criação de logotipos publicitários. Tornou-se pintor em 1990, quando realizou sua primeira exposição. Especializou-se no hiper-realismo. Já participou de exposições individuais e coletivas, no Brasil, nos Estados Unidos e em vários países europeus.
Winslow Homer (EUA 1836-1910)
Aquarela sobre papel.
Museu de Belas Artes Michele e Donald D’Amour
Springfield, Massachusetts, EUA
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Winslow Homer (EUA, 1836 – 1910) uma dos grandes pintores e gravuristas dos Estados Unidos. Começou a carreira de pintor trabalhando primeiro como ilustrador comercial, persistindo no ramo gráfico por vinte anos. Trabalhava nesse período, à parte, num estúdio, com a pintura a óleo e a aquarela. Estudou na Academia Nacional de Desenho, em Nova York até 1863. Na década de 1870 retira-se da metrópole, indo morar num farol. Daí pintou uma série de obras sobre pescadores e cenas litorâneas que o fazem famoso até hoje. No início da década de 1880 viveu na Inglaterra, pintando cenas de genero e paisagens. Em 1883, reestabelece residência nos EUA, voltando a pintar marinhas. Nos anos seguintes visita a Flórida, Cuba e as Bahamas. O resultado dessas viagens é o uso de cores vivas em aquarelas de grande impacto. Talvez tenha sido o maior aquarelista dos EUA no século XIX.
George Goodwin Kilburne (Grã-Bretanha, 1829-1924)
óleo sobre tela
George Goodwin Kilburne, (Grã-Bretanha, 1839 – 1924) pintor de gênero, trbalhando em Londres, especializado em interiors com pessoas. Preferia trabalhar com aquarelas ainda que tenha muitas pinturas a óleo, desenhos a carvão e até mesmo muitas litos. Foi aluno dos irmãos Dalziel, casando-se mais tarde com a filha de Robert Dalziel, Jenny. Conhecido pela riqueza de detalhes em suas pinturas, característica que levou da arte da gravura em metal para a pintura. Foi um dos pintores preferidos das classes altas inglesas de quem fazia retratos com delicadeza e cuidado com muita atenção a todos os ricos interiores.
Morandini, designer ( de seu blog: http://blog.morandini.com.br/ )
Técnica mista com folhas de árvores
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Ronald de Carvalho
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Tua Pátria não está somente no torrão em que nasceste!
tua Pátria não se levanta num simples relevo geográfico.
O solo em que pisas,
as águas em que te refletes,
o céu que te alumia,
as árvores que te dão vozes, fruto e sombras,
as fontes que te dessedentam,
o ar que respiras,
recebeste, em partilha, com todos os homens sobre a terra.
Tua pátria não é um acidente geográfico!
Brasileiro,
se te perguntarem: Onde está a tua Pátria?
responde:
— Minha Pátria está na geografia ideal que os meus
Grandes Mortos me gravaram no coração;
no sangue com que temperaram a minha energia;
na essência misteriosa que transfundiram no meu caráter;
na herança de sacrifícios que me transmitiram;
na herança cunhada a fogo;
no ferro, no bronze, no aço das Bandeiras, dos Guararapes, das Minas da Inconfidência, da Confederação do Equador, do Ipiranga e do Paraguai.
Minha Pátria está na consciência que tenho de sua grandeza moral e nessa lição de ternura humana que a sua imensidade me oferece, como um símbolo perene da tolerância desmedida e infinita generosidade.
Minha Pátria está em ti, Minha Mãe! No orgulho comovido com que arrancaste das entranhas do meu ser a mais bela das palavras, o nome supremo: — BRASIL!
Em: Criança Brasileira: quinto livro de leitura [admissão e quinta-série], Theobaldo Miranda Santos, Rio de Janeiro, Agir: 1949
Ronald de Carvalho (RJ, 1893 — RJ, 1935), foi um poeta e político brasileiro. Nasceu a 16 de março de 1893, no Rio de Janeiro. Formou-se em Direito e ingressou no serviço diplomático. Participou ativamente do movimento modernista e da Semana de Arte Moderna, em São Paulo, em 1922. Em concurso realizado pelo Diário de Notícias, em 1935, foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, em substituição a Coelho Neto. Faleceu vítima de um acidente automobilístico em 1935.
Obras:
Luz Gloriosa, 1913
Pequena História da Literatura Brasileira, 1919
Poemas e Sonetos, 1919
Afirmações: um ágape de intelectuais, 1921
Epigramas Irônicos e Sentimentais, 1922
O espelho de Ariel, 1923
Estudos Brasileiros, 1924
Jogos pueris, 1926
Toda a América, 1926
Imagens do México, 1929
Caderno de Imagens da Europa, 1935
Itinerário: Antilhas, Estados Unidos, México, 1935
Retrato de jovem, ou O estudo, 1769
Jean-Honoré Fragonard (França, 1732-1806)
Óleo sobre tela, 82 x 66 cm
Museu do Louvre, Paris
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Jean-Honoré Fragonard, (França, 1732-1806), estudou com François Boucher, que o ajudou a desenvolver o estilo predileto da corte francesa. Infelizmente com a Revolução Francesa de 1789, Fragonard perdeu toda sua clientela, toda a nobreza que o apoiava. Juntou todos os seus quadros, saiu de Paris, e voltou para Grasse, sua terra natal, onde foi recebido com carinho. Aos poucos desenvolveu uma clientela mais modesta mas patriótica. Passou para a história mais conhecido por suas cenas românticas, cenas frívolas e felizes, representantes do gosto da corte no século XVIII na França, também chamado de período Rococó. Fragonard foi um excelente pintor, preso numa época de grandes reviravoltas políticas.
Jane Tanner ( Austrália 1946)
Técnica mista
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Barbara Jane Tanner ( Austrália, 1946) Assina Jane Tanner, é uma ilustradora de livros infantis. Fez a faculdade na National Gallery School de Melbourne, formando-se em pintura e gravura. Por muitos anos trabalhou como pintota. Quando surgiu a oportunidade de ilustrar livros para crianças descobriu uma área de interesse e em 1989 foi reconhecida com o Prêmio de Ilustração do Livro do Ano [Children’s Book of the Year Award], patrocinado pelo Conselho de Livros Infantis da Austrália. O prêmio foi dado pelas ilustrações de Drac e o Gremlin, de autoria de Allan Baillie. Daí por diante foram muitos os prêmios que recebeu por suas ilustrações. Ainda trabalha até hoje com ilustrações para livros infantis na sua cidade natal de Melbourne.