Grande esperança na revolta do Rio Grande, Revolução de 1932

8 09 2008

 

 

A herança dp heroismo, Fernã Dias Paes Leme, Tiradentes e o voluntário de 1932.
Cartaz: A herança do heroísmo, Fernão Dias Paes Leme, Tiradentes e o voluntário de 1932.

 

7 de setembro de 1932

 

 

A revolução paulista entra hoje no seu 60° dia.  Parada às dez horas da manhã.  Formatura de cerca de quase dois mil homens na cidade.  Reina animação entre os habitantes e nutre-se esperança de vitória, com o auxílio da revolução do Rio Grande.  Se não são boatos as notícias que os jornais publicam, há já vários municípios do Rio Grande rebelados contra o interventor federal daquele estado, rebelião essa chefiada pelos Srs. Borges de Medeiros e Raul Pila.

 

 

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Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 142 em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

 

Apresentação de armas dos voluntários na capital.

Apresentação de armas do exército voluntário na capital.

 





À espera dos acontecimentos no Rio Grande, Rev. 1932

6 09 2008

Agitações politicas no Rio Grande do Sul.
Agitações políticas no Rio Grande do Sul.

 

6 de setembro de 1932

 

 

A cidade esteve calma.  Nota-se porem que todos anseiam pela revolução do Rio Grande.  As vistas de todos se voltam para lá, na esperança de um auxílio indireto do povo gaúcho, o qual, conforme notícias de jornais, está se revoltando, a lado de São Paulo.  

 

 

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Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 142 em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

As crianças se agitam em toda parte do estado.

As crianças se agitam em toda parte do estado.





“Precisamos vencer!” — Revolução de 1932

5 09 2008
Principais operações aéreas governistas contra a baixada santista em 32

Principais operações aéreas governistas contra a baixada santista em 32

 

5 de setembro de 1932

 

Nos dias anteriores nada houve  de extraordinário.  Começam a alastrar-se notícias da revolução no Rio Grande.  Essas notícias, propaladas talvez com exageros, vieram encorajar as forças paulistas que já se iam esmorecendo e se desesperançando da vitória.

 

É notável um traço psicológico no soldado paulista nato: ele não crê, agora, piamente na vitória das armas, mas, julga que, apesar da derrota provável, deve continuar a revolução ainda que essa revolução seja uma perene perturbação da ordem!    O orgulho paulista é que está mantendo elevado, o moral das nossas tropas.  E esse orgulho é tanto que o paulista, talvez, depois de sua derrota no campo de luta, não se sinta vencido e pretenda hostilizar perenemente os representantes da ditadura que por ventura venham para assumir postos de direção em São Paulo.  

 

Não deve existir na História exemplo de maior disposição para a guerra.

 

Admirável:  o soldado paulista sabe que tem maior n°, mas sabe também que o adversário tem melhores armas e maior munição;  entretanto, o soldado paulista vai para a trincheira só com uma frase nos lábios: precisamos vencer!

 

 

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Nota paulistade 5000 réis.

Nota paulistade 5000 réis.

 

Nota paulista de 10.000 réis.

Nota paulista de 10.000 réis.

 

 

Nota paulista de 20.000 réis.

Nota paulista de 20.000 réis.

 

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 140,-141 em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

Voluntário Paulista na Revolução Constitucionalista

Voluntário Paulista na Revolução Constitucionalista





Pessoas vieram de Capão Bonito, espavoridas. Rev. ’32

2 09 2008

Trincheira de Santos 1932

Trincheira de Santos 1932

 

1° de setembro de 1932

 

 

Nos dias 28, 29, 30 e 31 nada houve de extraordinário quanto ao movimento de São Paulo.  Houve ontem à noite ligeiro movimento de pessoas que vieram de Capão Bonito, espavoridas.  A cidade, ao que parece, foi evacuada pelos civis e consta que o será hoje também pelas tropas paulistas que vão recuar para o rio das Almas.

 

 

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Certificado de doação voluntária de metal precioso para a luta!

Certificado de doação voluntária de metal precioso para a luta!

 

2 de setembro de 1932

 

Nada de extraordinário se registrou quanto à revolução.

 

 

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pesando as doações para os fundos paulistas.

Pesando as doações para totalizar os fundos para a guerra.

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 140, em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

 

Ponte destruida pelas tropas paulistas no Rio Paraiba, 19-9-1932.

Ponte destruída pelas tropas paulistas no Rio Paraíba, 19-9-1932.





Mais um poema de Brant Horta na semana da pátria.

2 09 2008
Ilustração, Mauricio Sousa

Ilustração, Maurício de Sousa

Sê brasileiro

                                                            Brant Horta

 

Se perguntarem, filho, onde

É a terra do teu amor,

Cheio de orgulho, responde:

— Sou brasileiro, senhor.

 

Não digas  — Sou sergipano,

Sou paulista ou sou mineiro,

Pois serás mais soberano,

Dizendo:  — Sou brasileiro!

 

Mais que paulistas, mineiros,

Devemos fazer questão

De ser todos brasileiros

De nascença e coração.

 

Pois não tem entre os Estados

Nem segundos nem primeiros;

São eles férteis legados

De todos nós, brasileiros!

 

 

 

Do livro:  Brasil, minha pátria, — literatura infantil e matérias escolares — 3º livro,  Theobaldo Miranda Santos, Rio de Janeiro, Agir: 1954. 

 

 

Francisco Eugênio Brant Horta ( Juiz de Fora, MG 1876 – Rio de Janeiro, RJ 1959) —  Poeta, tradutor, trovador, teatrólogo, jornalista, professor, músico, membro fundador da Academia Mineira de Letras.

Pseudônimos:

1) Brant Horta 

2) Bisneto Fonce

 

Obras:

 

As duas Teles, Teatro 1934  

Harpa Eólia, Poesia 1912  

Lirae Carmen, Poesia 1905  

Via Lucis, Poesia 1937  

Minha primeira história do Brasil, 1950

 





Símbolo, um poema de Brant Horta, na semana da pátria

1 09 2008

Forte de Copacabana, Rio de Janeiro

Símbolo

 

Brant Horta

 

 

Bandeira de minha terra,

 

Pano sagrado e gentil,

 

Em cujas dobras se encerra

 

O coração do Brasil;

 

 

 

Emblema que nos recorda

 

As mais gratas tradições,

 

Vibrando na mesma corda

 

Milhares de corações;

 

 

 

Pano verde – alma esperança

 

Na senda do progredir;

 

Ouro e azul – mar de bonança,

 

De opulência no porvir;

 

 

 

Ouro e verde – escrínio d’alma

 

Altiva desta nação,

 

Quer oscilante na calma

 

Tranqüila da viração;

 

 

 

Quer no choque árduo e tremendo

 

Das batalhas imortais,

 

Quer nas águas, destemendo

 

A fúria dos temporais,

 

 

 

Que sem desfalecimentos

 

Tu, Bandeira verde e azul,

 

Desfraldada aos quatro ventos

 

Domines de norte a sul.

 

 

Na semana da pátria, um poema para crianças, jovens e adultos.

 

Francisco Eugênio Brant Horta ( Juiz de Fora, MG 1876 – Rio de Janeiro, RJ 1959) —  Poeta, tradutor, trovador, teatrólogo, jornalista, professor, músico, membro fundador da Academia Mineira de Letras.

Pseudônimos:

1) Brant Horta 

2) Bisneto Fonce

 

Obras:

 

As duas Teles, Teatro 1934  

Harpa Eólia, Poesia 1912  

Lirae Carmen, Poesia 1905  

Via Lucis, Poesia 1937  

 





Consta grande agitação popular no Rio — Revolução de 1932

28 08 2008

 

 

26 de agosto de 1932

 

 

Nada de importante se registrou hoje quanto à luta nos setores do sul.  A cidade esteve calma e livre de boatos.  Consta apenas continuar grande agitação popular no Rio.

 

 

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Um pouco antes de embarcar

                               Um pouco antes de embarcarem…

27 de agosto

 

Nada se registra hoje  digno de nota.  Há relativa calma na cidade.  Tropas entram para descanso e chegam outras com destino ao front.

 

 

 

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Preparação do rancho

                                              Preparação do rancho.

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 139 – 140, em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

 

Morre o coronel Júlio Marcondes Salgado.

Morre o coronel Júlio Marcondes Salgado.





O Quatrilho de Pozenato, uma volta pelo passado

28 08 2008
José Clemente Pozenato

José Clemente Pozenato

Só recentemente tive a oportunidade de ler o livro de José Clemente Pozenato, O Quatrilho, Porto Alegre, Mercado Aberto: 1985, romance que em 1994 foi transformado no filme  do mesmo nome de Fabio Barreto; indicado ao Oscar  em 1995, na categoria de melhor filme estrangeiro.  Gostei imensamente da narrativa e também da trama nesta ficção histórica sobre os imigrantes italianos.  O romance cobre com distinção a imigração de italianos, oriundos em sua maioria da região de Veneto e estabelecendo-se no Rio Grande do Sul.  Esta renovada imigração no início do século XX foi  resultado de um acordo feito entre os governos brasileiro e italiano.  Na história, que é baseada em fatos verdadeiros,  dois casais de imigrantes italianos, amigos e sócios, resolvem dividir uma grande moradia enquanto trabalham muito duro para prosperar.  Aos poucos o marido de um e a mulher do outro se apaixonam e fogem, deixando os filhos para trás.  O casal que permanece na casa por sua vez, passados alguns meses solidifica como marital um relacionamento que já existia como sociedade de negócios e assumem um casamento que originalmente nenhum dos dois havia contemplado.  Esta história, com este enredo, é claro pertence única e exclusivamente aos casais retratados.  Mas o tema da imigração e, sobretudo da imigração italiana, apesar de ter sido abordado diversas vezes na televisão brasileira, ainda é pouco assimilado pela cultura brasileira.  O assunto não tem a influência que adquiriu na artes e na cultura de outros países do novo continente, como nos Estados Unidos ou Canadá. 

 

Acredito que parte dessa diferença está enraizada na maneira em que nos EUA o imigrante e seus

Capa da primeira edição, 1985

Capa da primeira edição, 1985

descendentes é continuamente lembrado de sua identidade como um recém-chegado.  Expressões específicas são usadas para definir, alinhar, explicar sotaques, comportamentos, hábitos e tudo o mais.  Lá, é comum os filhos e os netos de um imigrante se referirem a si próprios como daquela linhagem estrangeira, mesmo tendo nascido em solo americano, de pais nascidos em solo americano.  Assim há os americanos-irlandeses, os americanos-italianos, os americanos-judeus.  Este hábito torna muito mais difícil a inserção de qualquer cidadão na sociedade em geral.  É um hábito que separa as pessoas, que divide cidadãos em pequenos grupos de identidades diversas.  Por outro lado, eles em geral conhecem melhor o passado de seus ancestrais, relembram em maior detalhe e com grande freqüência a saga de seus avós, bisavós,  porque elas compõem suas personalidades.  Elas preenchem os detalhes daquilo que os outros acreditam ser indecifrável.  Tudo e qualquer coisa pode ser justificada sob o rótulo de uma identidade estrangeira.  É uma faca de dois gumes.

 

 

Uma das grandes vantagens que temos no Brasil é esquecermos rapidamente de onde nossos antepassados vieram.  Quando comecei a fazer uma árvore genealógica para a família e fui expandindo os dados lateralmente e para trás, fiquei surpresa de ver que muitos dos meus conterrâneos, familiares e  amigos, não tinham a menor idéia de onde seus antepassados tinham vindo.  É verdade que moro no estado do Rio de Janeiro, um dos primeiros locais de colonização do país e também um dos locais de maior miscigenação.  Como a  habitação do território brasileiro começou mais cedo do que a população imigrando para os EUA, pelo menos de cem anos, é natural que muitos não saibam nada além de vagas lembranças da história de seus antepassados.  Fiéis à tradição latina, [e esta tradição remonta ao Império Romano] somos, no todo, mais abertos a chamar de brasileiros todos aqueles que fazem da nossa terra, sua casa.  Acreditamos que todos que estão aqui são como a gente.  Casamos com estes imigrantes, casamos com seus filhos, sem lhes perguntar a raça, a religião, a nacionalidade de origem de seus antepassados.  Aqui somos todos iguais.  Não nos subdividimos em pequenos grupos.  Afinal, falamos a mesma língua e estamos cansados de saber, que nossa pátria é nossa língua.  Em compensação ignoramos muito da nossa história, não damos valor aos sacrifícios que nossos antepassados fizeram para nos dar uma chance de viver melhor do que eles tinham se ainda estivessem nos seus países de origem.  O resultado é que ignoramos aquelas culturas de onde nossos avós e bisavós vieram.

 

Cartaz do filme de Fabio Barreto baseado no romance.

Cartaz do filme de Fabio Barreto baseado no romance.

Assim é sempre com curiosidade e alegria que encaro um romance brasileiro com este tema.  E o livro de Pozenato não só é fiel à natureza dos imigrantes, às suas vidas, como também narra com clareza e humor a aventura desafia o ajuste de estrangeiros a um novo país.  A adaptação deles à nova realidade, a um novo clima, a um novo terreno é tratada com extrema sensibilidade e profunda delicadeza. 

 

Entre os seus melhores e mais sensíveis retratos de uma geração inteira de colonos, da vida dura e sofrida que tiveram, está o retrato que ele faz, logo no início de O Quatrilho, das mudanças que vê nas mulheres jovens, que se casam e se entregam a uma vida difícil na esperança de um futuro melhor.  As reflexões do padre que nos apresenta ao Rio Grande do Sul, à sua paisagem, aos costumes da época, logo no início da narrativa, estabelecem o tom, a delicadeza e a verdadeira luta que ele vê estes imigrantes travarem.  Abaixo coloco dois parágrafos destas conjecturas para dar um gosto do que se desenrola no texto.  Recomendo com grande entusiasmo a leitura deste livro. 

 

Mais do que fome ou irritação, o que o tocava agora, enquanto a mula trotava firme, era uma vaga tristeza.  E sabia muito bem a razão.  Em quase trinta anos de padre, dez deles na Itália e o restante na América, onde com certeza deixaria os ossos, teria celebrado mais de mil casamentos.  E depois de cada um deles lhe vinha essa tristeza.  Não era inveja, ao contrário.  O caminho que Deus escolhera para chamá-lo à vida sacerdotal tinha sido, talvez, o medo de enfrentar a mesma miséria e as humilhações do pai, camponês nas terras de um senhor de Bolzano.  Entendia muito bem a pobre gente que juntara seus miseráveis pertences e atravessara o mar, numa casca de madeira, para tentar a aventura na América.  Era para cá que seu pai teria vindo, se não tivesse morrido ainda jovem.  Para cá tinha vindo ele, trazido por impulso, que podia ser talvez virtude ou, mais provavelmente, uma simples compulsão humana, destituída de merecimento.

 

Não, a tristeza que lhe vinha não tinha nada a ver com inveja.  O que lhe causava mal-estar era o brilho de esperança que via nos olhos dos noivos.  Uma esperança que ele sabia destinada a durar muito pouco tempo.  Tinha pena principalmente das noivas, atraentes, risonhas como uma rosa desabrochada de manhã, que ele voltaria a ver daí a alguns anos, envelhecidas, feias, com o sofrimento e a resignação escondidos no fundo dos olhos tristes, revelados com lágrimas no confessionário.  Por isso é que lhe fazia mal celebrar um casamento.

 

Página 16-17

 

O QUATRILHO, José Clemente Pozenato, Mercado Aberto: 1986, Porto Alegre.





Tropas chegam de Capão Bonito — Revolução de 1932

27 08 2008

 

Selo lançado a favor da revolução

Selo lançado a favor da revolução

 

23 de agosto de 1932

 

 

Muito boato de levantes.  Tropas chegam de Capão Bonito, para descanso.  Nada de gravidade.

 

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Revolução de 1932

Revolução de 1932

 

24 de agosto de 1932

 

 

 

Consta que forças paulistas investem nos setores de Buri e Guapiara contra o inimigo.  Poucos boatos.  Muita tropa se desembarca para o sul.  Calma na cidade.

 

 

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Armando Erbisti examinando posições no fronte de Sobreira 8/1932

Armando Erbisti examinando posições no fronte de Sobreira 8/1932

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 139, em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

Tanque e soldado Mattuck na Serra da Mantiqueira, Rev. 1932

 

Tanque e soldado Mattuck, na Serra da Mantiqueira, Revolução de 1932.





Tropas da ditadura forçam Buri — Revolução de 1932

26 08 2008

 

Batalhas nas trincheiras em 1932, foto da coleção de Carlos Souza Nazar

Batalhas nas trincheiras em 1932, foto da coleção de Carlos Souza Nazar

 

22 de agosto de 1932

 

Nada de importância.

 

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Tropas federais na estação de Mogiana de Itapira, 1932

Tropas federais na estação de Mogiana de Itapira, 1932

 

 

 

23 de agosto de 1932

 

Boatos de revolta no Rio.  Chega um batalhão na cidade e vai partir.  Tropas da ditadura forçam Buri.  Calma na frente de Guapiara.

 

 

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Dia e noite seguiam tropas para a frente. Revolução de 1932.

  Dia e noite seguiam tropas para a frente.  Revolução de 1932, São Paulo.

 

Transcrição do Diário de Gessner Pompílio Pompêo de Barros (MT 1896 – RJ 1960), Itapetininga, SP, página 139, em referência à Revolução Constitucionalista de 1932.

 

 

 

Tanque em assalto à região ocupada pelas forças do Leste Brasileiro,  Renault, 1932

Tanque em assalto à região ocupada pelas forças do Leste Brasileiro, Renault, 1932