Imagem de leitura: Helen Poniatowski

8 01 2010

Domingo de Manhã, s.d.

Helen Poniatowski (EUA, contemporânea)

Óleo sobre tela

Sem informações bigráficas.  www.debloisgallery.com





Mais de 300 novas espécies no fundo do mar

19 01 2009
estrela do mar em cores brilhantes a 1 km de profundidade

Tasmânia: estrela do mar em cores brilhantes a 1 km de profundidade

Uma equipe de cientistas australianos e americanos descobriu quase 300 espécies de corais, anêmonas e aranhas marinhas em uma reserva marinha a sudoeste da ilha de Tasmânia, na Austrália.

A equipe fez duas expedições.  Cada uma de duas semanas.  Elas cobriram tanto a Reserva Marinha Tasman Fracture Commonwealth, reconhecendo o terreno  até 4 mil metros de profundidade com um submarino não-tripulado;  quanto a Reserva Marinha Huon Commonwealth, de aproximadamente  185km – ou  100 milhas náuticas – da costa da Tasmânia.

Estas reservas marinhas servem de abrigo a muitos recifes de coral.  Corais em geral se dão muito bem em montanhas submersas, em geral formadas por vulcões em baixo d’água, que se elevam algumas centenas de metros acima do fundo do mar.  Vastos fósseis de coral foram descobertos a menos de 1. 400 metros. Os cientistas acreditam que eles se formaram há mais de 10 mil anos.

Tasmânia, esponja gigante

Tasmânia, esponja gigante

A expedição, liderada pelos cientistas Jess Adkins do Instituto de Tecnologia da Califórnia e Ron Thresher, do CSIRO da Austrália, encontrou também registros de danos ao meio ambiente.

Nós também recolhemos dados para avaliar a ameaça representada pela acidificação do oceano e mudança climática nos recifes de coral únicos das profundezas característicos da Austrália“, disse Thresher.

Os pesquisadores afirmaram que há evidências de que recifes de coral mais novos estão morrendo.  Segundo Thresher, as causas ainda estão sendo analisadas, mas os fatores podem incluir o aumento da temperatura dos oceanos, o aumento da acidez das águas ou doenças.

Este projeto descobriu um leque enorme de novos seres marítimos que eram até hoje completamente desconhecidos.  Ficaram encantados com as novas imagens, principalmente com aquelas mandadas  por um submarino não tripulado.  Ele explorou   uma fenda geológica no fundo do mar, de quase 4 km de extensão, próximo à costa da Tasmânia.  Mas o programa só visitou duas das quatorze reservas marinhas da cadeia de reserva marinhas da região.  É óbvio que ainda há muito a ser descoberto.

Está mais do que na hora de formarmos no Brasil um maior número de cientistas dedicados às formas de vida do mar.





Museus nos EUA passam por mudanças

11 01 2009

 

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O Arquiduque Leopold Wilhelm na sua galeria de quadros em Bruxelas, 1651

David Teniers  ( Países Baixos, 1610-1690)

Óleo sobre tela,  127 x 162 cm

Petworth House

 

 

Hoje cedo dei uma lida rápida num artigo do New York Times, em que Holland Cotter explica que os maiores e melhores museus dos EUA passam no momento por dificuldades em continuar abertos.  Já que não haverá auxilio do governo para seus problemas financeiros.  O Museu de Arte Contemporânea de Los Angeles por exemplo já acabou não só com todo o dinheiro que tinha investido como precisou recorrer ao apoio de um dos patronos do museu, o bilionário e colecionador, Eli Broad.

 

Para a maioria dos museus esta é a hora de agir.  Eles não podem ficar passivos principalmente  quando suas economias estão desaparecendo; quando seus patronos perdem muitos investimentos. Numa época de incerteza financeira as pessoas responsáveis como patronos esquecem dos museus.  Essas instituições precisam então fazer alguma coisa ou fecham.

 

Já há algum tempo muitos dos museus americanos andam afrouxando suas regras; modificando os modelos de templos da arte, tornando-se mais populares.  Trocam os antigos modelos por um que está cada vez mais popular: o “museu dos cidadãos”. Esse museu tem acima de tudo uma atmosfera mais fluida, mais informal e certamente mais popular em gosto e em acervo.

 

Essa reformulação em geral passa por uma  re-organização das coleções permanentes.  O Instituto de Artes de Detroit, por exemplo, trouxe para frente do seu imponente edifício a belíssima coleção de arte africana de seu acervo permanente, que hoje serve como sala de apresentação do museu.

 

Outra parte da reformulação é a popularização dos gostos e dos objetos a serem mostrados.  Exemplos das diferentes exposições, definitivamente mais populares nos museus:

 

1.                  O Museu do Brooklin já teve duas exposições bem mais populares que atraíram um bocado da população mais jovem e com menos cultura artística: objetos comerciais do hip-hop e outra exposição da parafernália de Star Wars.

 

2.         A Guggenheim por sua vez, teve a exposição da “ extravaganza de

            motorcicletas”.

 

 

 

Não tenho nada contra esforços para a popularização dos museus.  Por exemplo, acredito que para incentivar a leitura devemos dar todo apoio a quem queira ler mesmo que seja uma obra comercial.  O mesmo é claro acredito que possa ser aplicado aos museus.  Mas é preciso vermos se realmente cabe este grande número de museus ou se não estamos hoje em dia com uma tendência de tratarmos museus como pontos turísticos e assim sempre bem-vindos pelos governos municipais em qualquer lugar no mundo.  

 

Penso principalmente num absurdo carioca: toda casa com mais de 50 anos, num bairro populoso, passa a ser “tombada” depois de uma grita em geral que quem mora próximo e vai perder “ a vista” de seu apartamento se mais um edifício fosse construído no local.  Então temos mais uma casa que se transforma em centro cultural, como se esse fosse o único fim possível para alguma construção de dois ou três pavimentos.  Francamente, mesmo que se ainda fôssemos o centro cultural do Brasil, o que deixamos de ser há algum tempo, não teríamos cultura suficiente para enchermos significativamente todas as casas hoje transformadas em centros culturais.   O resultado é um nível muito baixo do que é apresentado lá, quando há alguma coisa apresentada.  Uma pena.

 

A popularização de uma instituição como um museu ou um centro cultural não é ruim desde que sirva de apresentação e que atraia, como um ímã,  um  público que se sente curioso o suficiente para ir ver, procurar e se instruir no que há de mais sério e mais complexo, nas outras exposições…

 

 





Imagem de leitura — Charles Courtney Curran

23 12 2008

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Retrato de Dolly, 1909

Charles Courtney Curran, EUA, (1861-1942)

Óleo sobre tela

 

 

 

 

 

Charles Courtney Curran, EUA, (1861-1942), nasceu em Harford, Kentucky em 1861.  Mudou-se para Ohio em 1881, onde estudou por um ano na Escola de Design de Cincinnati.  Em 1882 começou sua carreira brilhante depois de mudar para Nova York e de se increver na National Academy de design.    Ambicioso, vai para Paris, para estudar com Benjamin Constant, Jules Joseph Lefebvre e Henri Lucien Doucet, na Académie Julien.  Quando retorna aos EUA, o pintor ensina no Instituto Pratt em Nova York.  É considerado o mais influente  pintor na retomada da pintura de gênero nos EUA e um dos introdutores do impressionismo no país.

 

 

 

 

 





O mundo dos livros nos EUA preocupado: editoras e livrarias.

20 12 2008

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Biblioteca, 1949

Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992)

Óleo sobre tela

As grandes casas editoriais nos EUA tais como a Random House estão em pleno processo de cortar seus orçamentos, de cortar o número de empregados e estão também em processo de re-estruturação organizacional.  A Houghton Mifflin Harcourt parou de adquirir manuscritos para o resto do ano.  

 

O mundo editorial ainda está tentando absorver as más notícias do início do mês quando foi anunciado que diversas editoras começaram a despedir seus empregados e congelar os salários daqueles que permaneceram com estas companhias.  Tudo isso está acontecendo em pleno período natalino, responsável por 25% de todas as vendas do ano para as editoras.  

Ninguém pensou que as editoras fossem passar pelo período de declínio econômico no país sem sofrerem algumas conseqüências.   Mas quando as mudanças na Random House foram anunciadas no mesmo dia em que a Simon & Schuster e a companhia de publicações cristãs de Thomas Nelson, anunciaram também redução do quadro de empregados dessas companhias, o setor editorial dos EUA levou um choque,

Mesmo tomando conhecimento dos problemas da economia, a maioria das pessoas no mundo editorial ainda mantinha um enfoque otimista.  Livros, eles sabem de outras crises econômicas, são à prova de recessão, porque são baratos.  Pelo menos é este um dos princípios em que a indústria editorial americana sempre acreditou.  

Mas Larry Robin,  dono da livraria Robin’s Book que está no ramos desde 1960 não acredita que se possa acreditar mais nisso.  No mundo de hoje, livros já não são tão baratos.  Com o computador, com os Ipods, você consegue todo tipo de entretenimento barato.  Sua livraria que existe  no centro da cidade da Filadélfia desde 1936 está também fazendo uma re-estruturação.  Vai deixar de vender livros novos e se transformar num sebo.   Era uma questão de poder ficar ainda neste ramo por mais um ano.  Mas, não vejo futuro nisso.  Não vejo a economia melhorar em tão pouco tempo.   E tampouco vejo o modelo econômico de comércio a varejo como nós conhecíamos, voltando. 

Livrarias independentes há muito tempo que estão com dificuldades de sobrevivência nos EUA.  Sofrem desde que apareceram as grandes cadeias que compram muitos volumes, conseguem descontos das editoras e revendem com uma margem muito menor do que a necessária para que uma livraria independente sobreviva.   Mas hoje em dia, até as grandes cadeias de livrarias, tais como  Costco, Barnes & Noble, Borders e Books-a-million estão vendo suas vendas diminuindo, graças à concorrência das vendas on-line de companhias como a Amazon.

 

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Este artigo é uma tradução liberal do artigo do site da NPR,  National Public Radio, em Washington DC.

Para ler este artigo da NPR na íntegra, clique AQUI.

 

 

 

 





Agora fatos para uma cultura inútil, mas muito divertida…

18 11 2008

 

 

 

O jornal inglês TELEGRAPH, publicou no dia 11 deste mês uma lista de fatos sobre o presidente eleito nos EUA que a maioria dos meros mortais – nós – desconhecemos.

 

 Coleciona os quadrinhos de Homem Aranha e Conan, o Bárbaro

 

 Era conhecido como BOMBARDEADOR – na escola pela sua destreza no basquete.

 

  Ganhou o Grammy de 2006 pela versão áudio de seu livro de memórias: Sonhos de meu pai.

 

  Ele é canhoto – o sexto presidente canhoto pós-guerra.

 

— Leu todos os livros de Harry Potter.

 

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— Ele tem um par de luvas de box vermelhas, autografadas por Muhammad Ali.

 

— Ele já comeu carne de cachorro, de cobra e gafanhoto torrado na época em que morava na Indonésia.

 

— Ele fala espanhol.

 

— Sua bebida favorita é chá gelado da fruta blackberry ( amora silvestre).

 

— Enquanto morava na Indonésia teve um macaquinho de estimação chamado Tatá.

 

— Ele levanta peso de 100 quilos.

 

  Seu livro favorito:  Moby-Dick de Herman Melville.

 

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— A mesa que ele usa no escritório do Senado pertenceu no passado a Robert Kennedy.

 

— Ele e Michelle ganharam 4.200.000 dólares no ano passado, a maior parte vindo da venda de seus livros.

 

— Seus filmes favoritos são:  Casablanca, Um estranho no ninho.

 

— Ele tem sempre com ele uma pequena imagem da Virgem Maria com o Bebê Jesus, e um bracelete de um soldado do Iraque que lhe dão sorte.

 

— Ele tentou aparecer num calendário com fotos de homens atraentes enquanto era aluno da universidade de Harvard, mas foi recusado pelo comitê exclusivamente composto por mulheres.

 

— Suas músicas favoritas incluem Miles Davis, Bob Dylan, Bach e The Fugees

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— Em seu primeiro encontro com Michelle, ele a levou a ver o filme de Spike Lee,  Faça a coisa certa.

— Gosta de jogar palavras cruzadas de tabuleiro e pôquer.

 

— Ele não toma café e raramente toma álcool.

 

— Se não fosse político gostaria de ter sido um arquiteto.

 

— Só há quatro anos atrás, depois de assinar um contrato para a publicação de um livro,  ele acabou de pagar seu empréstimo para a universidade

 

— A madrinha de sua filha Mália é Santita, filha de Jesse Jackson.

 

— Seu artista favorito é Pablo Picasso.

 

 

A lista é bem maior.  Para vê-la toda clique: 

 

TELEGRAPH





Imagem de leitura — Jane Peterson

1 11 2008

Jovem no Café, s/d, década 20

Jane Peterson, (EUA 1876-1965)

 

 

Jane Peterson, nasceu em Elgin, Illinois, nos Estados Unidos em 28 de novembro de 1876.  Pintora americana principalmente conhecida por seus guaches.  Estudou no Pratt Institute em Nova York e mais tarde estudou em Madri sob a tutela do grande pintor espanhol Joaquim Sorolla y Bastida.  E desenvolveu através de sua longa carreira um estilo próprio, pós-impressionista.  Viajou muito e ficou conhecida por suas inúmeras telas retratando a vida em Veneza, Nova York,  Inglaterra,  Norte da África, Turquia e outros çigares exóticos.  Morreu em 1965.





Algumas considerações no dia nacional do livro

29 10 2008
Ilustração Mauricio de Sousa

Ilustração Maurício de Sousa

 

Hoje, dia 29 de outubro, comemoramos no Brasil o Dia Nacional do Livro.  Para nós, pessoas cuja vida diária revolve em torno de livros, de publicações, de aprendizagem, de estudos, de divertimento, nada mais natural que se celebre, de fato, o livro.  Esta data foi escolhida por ser o aniversário da Biblioteca Nacional.

Há diversas comemorações no Brasil que nos levam à idéia da leitura e ao livro.  Há o Dia Internacional do Livro, O Dia Internacional do Livro Infantil, O Dia do Livro Infantil no Brasil, e assim por diante.  Talvez todas estas comemorações nos façam pensar mais em livros, na sua importância e no que eles podem nos dar.  E esta série de datas comemorativas reflete em parte a sensibilidade brasileira sempre pronta para uma boa comemoração, para uma festividade.

No entanto, quanto mais dias temos reservados para a lembrança dos livros, parece que menos atenção damos a eles durante o resto do ano.  Eu gostaria de não ter nenhum dia comemorativo, mas saber que todos os dias, são de FATO o dia do livro.  Que não estamos só fazendo um agrado aos nossos próprios egos, dizendo: Eu participei, eu comemorei o livro, a semana do livro, o dia do livro

Eu gostaria de ver uma mudança radical na maneira como nós nos relacionamos com os livros.  Eu gostaria de ver uma pequena revolução cultural no Brasil aonde a imagem de alguém lendo um livro não só fosse corriqueira como uma imagem de algo desejável.  Que o rapaz que lê, não seja aquele bobão, mas o que ganha a mocinha bonita.  Que a jovem que lê não se case com o primeiro que aparecer, mas com o homem que vá respeitar seus estudos e até mesmo gostar dela por isso.  Gostaria de ver:

1- novelas da televisão em que todos, separadamente, numa hora ou outra aparecessem lendo: um jornal, um livro, etc.  Que eu me lembre, o personagem de novela mais recente dedicado aos livros foi retratado por Tony Ramos, como Miguel, o livreiro romântico em Laços de família (2000). 

2 – personagens  cujas vidas são melhoradas pela leitura.  Pelo estudo.  Por exemplo, programas como Ó Pai Ó, que descrevem um cortiço na Bahia, exponham um personagem que conseguiu sair de onde estava pelo estudo, pelo valor que deu aos livros.

Esta mensagem de que ler um livro é uma coisa importante e corriqueira infelizmente não chega ao público brasileiro.

Eu consigo me lembrar de diversos filmes estrangeiros em que o drama, a comédia, a sensibilidade, a tragédia, se passa numa escola, com bons e maus professores, com bons e maus alunos. Cheios de clichês, mas que mal ou bem levam a mensagem ao público da importância de uma educação, da importância do livro e das escolas.   Não vou aqui mencionar nenhum dos filmes americanos que são produzidos todos os anos às centenas que retratam a vida nos últimos anos das escolas.   Nós, brasileiros, por bem ou por mal, não fazemos estes filmes.  Por que?  Porque são muito comerciais?  [esta é a grande disparidade do cinema brasileiro — certos filmes não são feitos porque são muito comerciais; outros filmes são feitos e não têm público.  O segundo tipo de filme só pode ter público depois que o primeiro for feito!]  Será que filmes sobre escolas  não refletem os valores da sociedade?  Não acredito.

Pode-se sim fazer obras primas do cinema com filmes passados em escolas.  E para que eu não fique só no exemplo americano, vou dar um exemplo americano, um inglês e um francês.  Mas há centenas de outros: Sociedade dos Poetas Mortos, EUA, 1989, Guerra dos Botões, França, 1962,  Se…, Inglaterra, 1968.  Isto para não se falar dos livros de sucesso como Harry Potter que fizeram carreira mostrando uma escola, seus alunos e professores.

Há também heróis sedutores dedicados à leitura e aos livros nos filmes estrangeiros:  Um lugar chamado Notting Hill, Eua/Grã-Bretanha, 1999; Ser e ter, França 2002; Somos todos diferentes, Índia, 2007.

Era este tipo de envolvimento eu esperava que nós já tivéssemos conseguido no Brasil.  Vamos deixar para lá as comemorações superficiais, as boas palavras sobre uma melhor educação, que esquecemos rapidamente em 24 horas.  Que tal reformarmos o nosso horizonte de desejos?  E se nas novelas, nos programas de televisão, no nosso dia a dia, víssemos exemplos de pessoas que saem da pobreza através da educação?  Elas existem.  Eu sei.  Eu conheço algumas.  Por que para sair da pobreza precisamos fazê-lo pelo: esporte?  pelo corpo de modelo? pelo gingado da cabrocha?

Nem todos nós nascemos para ser presidente do Brasil!  Mesmo assim conseguimos ter sucesso estudando e tendo prazer na leitura e ainda assim levar uma vida decente e que nos dá satisfação.





Imagem de Leitura — Mary Curtis

25 10 2008

Menina com laço de fita s/d

Mary Curtis (EUA) 1848-1931)

 

Mary Curtis Richardson — nasceu em Nova York em 1848, e foi para a Caifórnia em  1850, para onde seu pai tinha ido a procura de ouro.  Seu pai era um gravador e ensinou sua arte à filha.  Em 1874 ele abre uma Escola de Design em São Francisco, onde sua filha é uma das primeiras alunas.  Mary Curtis é também conhecida como a Mary Cassat da costa oeste, lembrada principalmente por seus trabalhos figurativos de um grande número de crianças e mães com bebes.  Morreu na Califórnia em 1931.

 





Imagem de leitura — Mark Arian

23 10 2008

             O livro ilustrado, Mark Arian (EUA 1947), óleo/tela

 

Mark Arian – (EUA 1947) —  Nasceu no estado de Iowa, nos Estados Unidos em 1947.  Ainda ativo.