Dom Ratinho e Dom Ratão, poesia infantil de Helena Pinto Vieira

20 05 2010
Desenho infantil.

Dom Ratinho e Dom Ratão

Helena Pinto Vieira

Dom Ratinho, elegante morador lá da cidade,

come queijo, come pão, da mais alta qualidade;

Dom Ratão, o pobrezinho que mora lá no jardim,

vai comendo o que pode, sem se queixar, mesmo assim.

Dom Ratinho, boa casa sempre teve pra morar;

calça luvas, põe cartola e a bengala faz girar;

amigo das rãs e sapos, Dom Ratão, pobre coitado,

vive sempre escondido, é roceiro envergonhado.

Em: O mundo da criança: poemas e rimas, vol. I, Rio de Janeiro, Delta: 1975, p. 68





Filhotes fofos: lontras brancas

18 05 2010

 

Um par de raríssimas lontras brancas nasceu em cativeiro no aquário Blue Planet, no Reino Unido. Segundo o estabelecimento, os funcionários só notaram que os filhotes eram brancos quando eles começaram a sair do ninho, já que os pais são marrons. Os tratadores acreditam que, apesar dos dois não apresentarem problemas sérios de saúde, eles sofrem de leucismo – uma condição rara na qual a pele do animal não produz o pigmento característico.

Os dois são lontras asiáticas de garra curta e ainda tiveram um terceiro irmão, que nasceu com a cor característica da espécie. O aquário ainda providenciou uma bateria de exames nos filhotes, mas não divulgou os resultados.

O estabelecimento explica que os filhotes só costumam sair do ninho após as primeiras seis ou sete semanas de vida, já que ainda não conseguem ver e são totalmente dependentes dos pais. O tempo médio de vida de uma lontra asiática de garra curta na natureza é desconhecido, mas em cativeiro elas vivem pelo menos 12 anos e muitas chegam ao 20º aniversário.





Amar os outros, soneto de Antônio Correia de Oliveira

14 05 2010

 

Amar os outros

 

                                         Antônio Correia de Oliveira

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Olhai aquela abelha industriosa:

Como ela é bela!  e viva!  e diligente!

Parece a luz duma candeia ardente

Com asas, a esvoaçar, alegre e ansiosa.

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Como ela é bela!  A vida, como a sente?

Que sentidos a trazem, cuidadosa,

Mal nasce o sol,  lidando, rosa em rosa,

Em dourado zumbido tão contente?

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Que sente?  E como sente?  Quem, ao certo,

Pudesse ler, como num livro aberto,

Mistérios de que a vida se rodeia…

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Naquela abelha, encanta-me pensar

Que ela sabe que vive a trabalhar

Para o sustento e o amor de uma colméia.

Em: Antologia Poética para a infância e a juventude, Henriqueta Lisboa,  MEC, Rio de Janeiro: 1961

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Antônio Correia de Oliveira ( Portugal, 1878 —1960) poeta. Estudou no seminário de Viseu, indo depois para Lisboa onde trabalhou como jornalista no Diário Ilustrado. Ladainha (1897)

Obras:

Eiradas (1899)

Cantigas (1902)

Raiz (1903)

Ara (1904)

Tentações de S. Frei Gil (1907)

Elogio dos Sentidos (1908)

Alma Religiosa (1910)

Dizeres do Povo (1911)

Romarias (1912)

A Criação. Vida e História da Árvore (1913)

A Minha Terra (1915-1917)

Na Hora Incerta (Viriato Lusitano) (1920)

Verbo Ser e Verbo Amar (1926)

Mare Nostrum (1939)

História Pequenina de Portugal Gigante (1940)

Aljubarrota ao Luar (1944)

Saudade Nossa (1944)

Redondilhas (1948)

Azinheira em Flor (1954)





Descoberta especial: um super-predador em solo brasileiro

14 05 2010

Foto: Ulbra

A Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) apresentou na segunda-feira próxima passada, um fóssil quase completo de um superpredador, o tecodonte Prestosuchus chiniquensis , no município de Dona Francisca, no Rio Grande do Sul. Segundo a universidade, o animal viveu no período Triássico (há aproximadamente 238 milhões de anos) e é um ancestral dos dinossauros.   O fóssil foi achado há cerca de 30 dias após chuvas que expuseram parte do material.  Segundo universidade, os tecodontes eram um grupo de répteis ancestral aos dinossauros e também às aves.

O animal, segundo os pesquisadores, deveria ter aproximadamente 7 m de comprimento e pesar cerca de 900 kg. “Este é o maior esqueleto e em melhor estado de conservação já encontrado. (…) Esse achado tem enorme importância, com repercussão internacional, porque o conjunto completo pode nos dar informações amplas sobre este animal. Há diversos achados espalhados que se julga serem partes de prestosuchus. Agora, com todos os ossos, podemos certificar que realmente são desse tecodonte“, disse o paleontólogo Sérgio Cabreira.

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De fato a descoberta desse fóssil quase completo atraiu a atenção internacional.   Segundo o paleontólogo Sérgio Cabreira, responsável pelo achado, a imprensa internacional não está acostumada com trabalhos na América do Sul. Países como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, defendem a sua própria cultura científica. “Aí, nesse conjunto, nós, brasileiros aqui do Sul, descobrimos algo completo com estruturas que não haviam sido encontradas antes. Isso mexe com o contexto“, afirma. De acordo em ele, o Brasil está em ascensão no cenário internacional e já é visto com respeito. “Não precisamos mais de suporte externo, temos estrutura.”

O pesquisador ressalta também que essa região do município de Dona Francisca é um dos sítios de fósseis mais importantes do mundo. “A área explorada ainda é pequena. Quando o processo de pesquisa for formatado realmente, nós vamos encontrar dezenas de fósseis“.

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A descoberta reflete um trabalho de seis anos de projeto, conta Sérgio Cabreira. “Temos feito vários achados de material na área. Há três anos, encontramos neste mesmo local, duas vértebras muito grandes desse Arcossauro. Nessa oportunidade, eu já tinha uma ideia do belo material que estava para encontrar. A erosão expôs uma margem do material e o limpamos. Entendemos que se travava de algo importante“, afirmou.    Ele também  acredita que esse animal tenha sido soterrado por  uma enchente poucos dias após a sua morte. “Encontramos um fóssil com crânio, coluna cervical, cauda, em excelente estado de preservação. O fóssil fala por ele mesmo.” Depois da divulgação das imagens, paleontólogos de diversas regiões visitaram o local.   O Prestosuchus chiniquensis representa o grupo dos primeiros arcossauros que atingiram um grande tamanho. “Não conseguiremos entender esse frisson da imprensa internacional se não olharmos para o cenário científico“, explicou referindo-se a todas as implicações históricas, científicas e sociais do trabalho.

Existem leis que regem o patrimônio científico brasileiro. A divulgação das descobertas é essencial para criar uma guarda em torno desse patrimônio, segundo o paleontólogo. “Devemos expor esse material para disseminar a conquista de todos os brasileiros. Além disso, o fato permite com que a sociedade e os políticos tomem providências para o aproveitamento e cercamento de áreas.”

O fóssil do tecodonte Prestosuchus chiniquensis continuará sendo estudado em território nacional. Ele agora entra em um circuito de tratamento, com clima e acondicionamento adequados. Réplicas serão feitas antes que os cientistas possam manusear os fósseis encontrados.  Geralmente essas cópias é que são apreciadas em museus, enquanto a original é utilizada em pesquisas.

Fonte:  Portal Terra





Afinal, as penas pré-históricas não ajudavam a voar!!!

14 05 2010
Fóssil de Confuciusornis, pássaro pré-histórico de 120 milhões de anos. Divulgação/Science

Descobertas recentes em fósseis que mostram sinais de penas em alguns dos primeiros animais voadores, como o Archaeopteryx, causaram sensação no mundo arqueológico. Agora, surge a informação de que essas penas podem ter sido frágeis demais para uso em voo, sendo úteis apenas para planar.

 

Robert L. Nudds e Gareth J. Dyke dizem na edição desta semana da revista Science que a haste central das penas do Archaeopteryx e do Confuciusornis  eram muito mais delgadas que as hastes das penas dos pássaros atuais.  O Archaeopteryx viveu 145 milhões de anos atrás e o Confuciusornis veio depois, há 120 milhões danos.

 

Infelizmente, os cientistas não podem dizer, pelos fósseis, se as hastes eram ocas, como nos pássaros modernos, ou sólidas. Se ocas, as hastes delgadas teriam se dobrado como um canudinho de refrigerante se os animais tentassem bater as asas com força, disse Nudds, da Universidade de Manchester e do University College Dublin.   “Se fossem sólidas, as penas teriam se quebrado“, acrescentou.  “Não se pode excluir totalmente que houvesse algum tipo de geração de impulso nesses pássaros fósseis, mas o vigoroso bater de asas dos pássaros modernos sé extremamente improvável“, concluem os pesquisadores.

 

Nudds disse que a pouca capacidade de voo sugere que os pássaros primitivos viviam em árvores e saltavam para planar até uma outra árvore. Se pousassem no solo, poderiam escalar e ganhar altura antes de saltar novamente.  “Se Archaeopteryx e Confuciusornis eram planadores arbóreos, como meus dados sugerem, então isso também sugere que o voo das aves começou nas árvores e não no chão“, disse ele.

Fonte: Estadão online





O jumento, poesia de Lêdo Ivo

11 05 2010
Ilustração anônima.

O jumento

                                                                               Lêdo Ivo

No alto da crestada ribanceira

pasta o jumento.  Seus grandes dentes amarelos

trituram o capim seco que restou

de tanta primavera.

A terra é escura.  No céu inteiramente azul

o sol lança fulgores que aquecem

tomates, alcachofras, berinjelas.

O jumento contempla o dia trêmulo

de tanta claridade

e emite um relincho, seu tributo

à beleza do universo.

 

Lêdo Ivo, (AL 1924 )–jornalista, poeta, romancista, contista, cronista e ensaísta, nasceu em Maceió, AL, em 18 de fevereiro de 1924. Eleito em 13 de novembro de 1986 para a Cadeira n. 10, sucedendo a Orígenes Lessa, foi recebido em 7 de abril de 1987, pelo acadêmico Dom Marcos Barbosa.

Obras:

As imaginações, poesia, 1944

Ode e elegia, poesia, 1945

As alianças, romance, 1947

Acontecimento do soneto, poesia, 1948

O caminho sem aventura, romance, 1948

Ode ao crepúsculo, poesia, 1948

Cântico, poesia, 1949

Linguagem, poesia, 1951

Lição de Mário de Andrade, ensaio, 1951

Ode equatorial, poesia, 1951

Um brasileiro em Paris e O rei da Europa, poesia, 1955

O preto no branco, ensaio, 1955

A cidade e os dias, crônicas, 1957

Magias, poesia, 1960

O girassol às avessas, ensaio, 1960

Use a passagem subterrânea, contos, 1961

Paraísos de papel, ensaio, 1961

Uma lira dos vinte anos, reunião de obras poéticas anteriores, 1962

Ladrão de flor, ensaio, 1963

O universo poético de Raul Pompéia, ensaio, 1963

O sobrinho do general, romance, 1964

Estação central, poesia, 1964

Poesia observada, ensaios, 1967

Finisterra, poesia, 1972

Modernismo e modernidade, ensaio, 1972

Ninho de cobras, romance, 1973

O sinal semafórico, reunião de sua obra poética, 1974

Teoria e celebração, ensaio, 1976

Alagoas, ensaio, 1976

Confissões de um poeta, autobiografia, 1979

O soldado raso, poesia, 1980

A ética da aventura, ensaio, 1982

A noite misteriosa, poesia, 1982

A morte do Brasil, romance, 1984

Calabar, poesia, 1985

Mar oceano, poesia, 1987

Crepúsculo civil, poesia, 1990

O aluno relapso, autobiografia, 1991

A república das desilusões, ensaios, 1995

Curral de peixe, poesia, 1995

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Uma entrevista com Lêdo Ivo:

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Quadrinha infantil da criança feliz

8 05 2010

Não me esqueço um só instante

Do que a mamãe sempre diz:

A que criança que estuda

Vive contente e feliz.





A mãe, poesia para crianças de Luísa Ducla Soares

5 05 2010

 

Mãe e filho, s/d

Arsen Kurbanov  (Makhachkala, Daghestan, Rússia, 1969)

óleo sobre tela

50cm x 42 cm

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A Mãe

                                                                             Luísa Ducla Soares

A mãe 

é uma árvore 

e eu uma flor. 

A mãe 

tem olhos altos como estrelas. 

Os seus cabelos brilham 

como o sol. 

A mãe 

faz coisas mágicas: 

transforma farinha e ovos 

em bolos, 

linhas em camisolas, 

trabalho em dinheiro. 

A mãe 

tem mais força que o vento: 

carrega sacos e sacos 

do supermercado 

e ainda me carrega a mim. 

A mãe 

quando canta 

tem um pássaro na garganta. 

A mãe 

conhece o bem e o mal. 

Diz que é bem partir pinhões 

e partir copos é mal. 

Eu acho tudo igual. 

A mãe 

sabe para onde vão 

todos os autocarros, 

descobre as histórias que contam 

as letras dos livros. 

A mãe 

tem na barriga um ninho. 

É lá que guarda 

o meu irmãozinho. 

A mãe 

podia ser só minha. 

Mas tenho de a emprestar 

a tanta gente… 

A mãe 

à noite descasca batatas. 

Eu desenho caras nelas 

e a cara mais linda 

é da minha mãe.

Em: Poemas da Mentira e da Verdade, Lisboa, Livros Horizonte, 1983; 2005

 

 

Luísa Ducla Soares (Lisboa, 1939) escritora, tradutora, consultora literária e jornalista.  Mais recentemente sua produção  é dedicada ao público infanto-juvenil.  Formada em Filologia Germânica.

Obras:

Contrato (Poesia), 1970

A História da Papoila, prosa (Infanto-juvenil), 1972 ; 1977

Maria Papoila, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1977

O Dr. Lauro e o Dinossauro, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1988

Urso e a Formiga, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 2002

O Soldado João, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 2002

O Ratinho Marinheiro (Poesia para a infância), 1973 ; 2001

O Gato e o Rato, prosa (Infanto-juvenil), 1973 ; 1977

Oito Histórias Infantis, prosa (Infanto-juvenil), 1975

O Meio Galo e Outras Histórias, prosa (Infanto-juvenil), 1976 ; 2001

AEIOU, História das Cinco Vogais, (prosa) (Infanto-juvenil), 1980 ; 1999

O Rapaz Magro, a Rapariga Gorda, prosa (Infanto-juvenil), 1980 ; 1984

Histórias de Bichos, prosa (Infanto-juvenil), 1981

O Menino e a Nuvem, prosa (Infanto-juvenil), 1981

Três Histórias do Futuro, prosa (Infanto-juvenil), 1982

O Dragão, prosa (Infanto-juvenil), 1982 ; 2002

O Rapaz do Nariz Comprido, prosa (Infanto-juvenil), 1982 ; 1984

O Sultão Solimão e o Criado Maldonado (Poesia para a infância), 1982

Poemas da Mentira… e da Verdade (Poesia para a infância), 1983 ; 1999

O Homem das Barbas, prosa (Infanto-juvenil), 1984

O Senhor Forte, prosa (Infanto-juvenil), 1984

A Princesa da Chuva, prosa (Infanto-juvenil), 1984

O Homem alto, a Mulher baixinha, prosa (Infanto-juvenil), 1984

De Que São Feitos os Sonhos: A Antologia Diferente, prosa (Infanto-juvenil), 1985 ; 1994

O Senhor Pouca Sorte, prosa (Infanto-juvenil), 1985

A Menina Boa, prosa (Infanto-juvenil), 1985

A Menina Branca, o Rapaz Preto, prosa (Infanto-juvenil), 1985

6 Histórias de Encantar, prosa (Infanto-juvenil), 1985 ; 2003

A Vassoura Mágica, prosa (Infanto-juvenil), 1986 ; 2001

O Fantasma, prosa (Infanto-juvenil), 1987

A Menina Verde, prosa (Infanto-juvenil), 1987

Versos de Animais (Antologia de Literatura Tradicional), 1988

Destrava Línguas (Antologia de Literatura Tradicional), 1988 ; 1997

Crime no Expresso do Tempo, prosa (Infanto-juvenil), 1988 ; 1999

Lenga-Lengas (Antologia de Literatura Tradicional), 1988 ; 1997

O Disco Voador, prosa (Infanto-juvenil), 1989 ; 1990

Adivinha, Adivinha: 150 adivinhas populares (Antologia de Literatura Tradicional), 1991 ; 2001

É Preciso Crescer, ( infanto- juvenil (1992

A Nau Catrineta, prosa (Infanto-juvenil), 1992

À Roda dos Livros: Literatura Infantil e Juvenil (Divulgação), 1993

Diário de Sofia & Cia aos Quinze Anos(Infanto-juvenil), 1994 ; 2001

Os Ovos Misteriosos, prosa (Infanto-juvenil), 1994 ; 2002

O Rapaz e o Robô, prosa (Infanto-juvenil), 1995 ; 2002

S. O. S.: Animais em Perigo!…, prosa (Infanto-juvenil), 1996

O Casamento da Gata, poesia (Infanto-juvenil), 1997 ; 2001

Vamos descobrir as bibliotecas (Divulgação), 1998

Vou Ali e Já Volto, prosa (Infanto-juvenil), 1999

Arca de Noé, poesia (Infanto-juvenil), 1999

A Gata Tareca e Outros Poemas Levados da Breca (Poesia para a infância), 1999 ; 2000

ABC, poesia (Infanto-juvenil), 1999 ; 2001

25 (Poesia para a infância), 1999

Seis Contos de Eça de Queirós (Contos), 2000 ; 2002

Com Eça de Queirós nos Olivais no ano 2000 (Divulgação), 2000

Com Eça de Queirós à roda do Chiado (Divulgação), 2000

Mãe, Querida Mãe! Como é a Tua?, prosa (Infanto-juvenil), 2000 ; 2003

Lisboa de José Rodrigues Miguéis (Divulgação), 2001

Roteiro de José Rodrigues Miguéis: do Castelo ao Camões (Divulgação), 2001

A flauta, prosa (Infanto-juvenil), 2001

Uns óculos para a Rita, prosa (Infanto-juvenil), 2001

Todos no Sofá, poesia (Infanto-juvenil), 2001

1, 2, 3, poesia (Infanto-juvenil), 2001 ; 2003

Alhos e Bugalhos (Divulgação), 2001

Meu bichinho, meu amor, prosa (Infanto-juvenil), 2002

Cores, prosa (Infanto-juvenil), 2002

Gente Gira, prosa (Infanto-juvenil), 2002

Tudo ao Contrário!, prosa (Infanto-juvenil), 2002

Viagens de Gulliver, adaptação livre (Teatro para a infância), 2002

O Rapaz que vivia na Televisão, prosa (Infanto-juvenil), 2002

Contrários, poesia (Infanto-juvenil), 2003

Quem está aí?, prosa (Infanto-juvenil), 2003

A Cavalo no Tempo, poesia (Infanto-juvenil), 2003

Pai, Querido Pai! Como é o Teu?, prosa (Infanto-juvenil), 2003

A Carochinha e o João Ratão, poesia (Infanto-juvenil), 2003

Se os Bichos se vestissem como Gente, prosa (Infanto-juvenil), 2004

A festa de anos, prosa (Infanto-juvenil), 2004

Contos para rir, prosa (Infanto-juvenil), 2004

Abecedário maluco, poesia (Infanto-juvenil), 2004

Histórias de dedos, prosa (Infanto-juvenil), 2005

A Cidade dos Cães e outras histórias, prosa ( Infanto- juvenil ), 2005

Há sempre uma estrela no Natal, contos ( Infanto-juvenil ) Civilização,2006

Doutor Lauro e o dinossauro, prosa (Infanto-Juvenil), 2.ª ed, Livros Horizonte, 2007

Mais lengalengas (recolhas ),Livros Horizonte,2007

Desejos de Natal (Infanto-juvenil ), Civilização,2007

A fada palavrinha e o gigante das bibliotecas





Quadrinha infantil para o Dia das Mães!

1 05 2010

 

Ilustração, Maud Tousey Fangel.

Mãe – não há outro nome

Mais doce, meigo e gentil;

No entanto posso escrevê-lo

Só com três letras e um til.





Afinal, era uma nova espécie de pterossauro!

1 05 2010

 

Cientistas descobriram que um fóssil descoberto em 2006 próximo a uma estrada no Estado americano do Texas pertence a uma nova espécie de réptil voador, ou pterossauro, chamada de Aetodactylus halli. O nome é uma homenagem ao homem que achou o fóssil, Lance Hall, membro da Sociedade Paleontológica de Dallas e que procura fósseis por hobby.  De acordo com os cientistas da Universidade Southern Metodist, o animal encontrado tinha cerca de 2,7 m de envergadura e vivia há 95 milhões de anos na região que hoje é o norte do Texas.

Hall afirma à reportagem que acreditava que tinha encontrado uma concha de ostra quando explorava um pequeno vale. “Eu comecei a remover a terra e notei que era a mandíbula de alguma coisa, mas eu não tinha ideia do quê. Estava de cabeça para baixo e quando eu virei e na parte do focinho não tinha nada além de uma longa fila de buracos de dentes“.   Mais tarde, cientistas lhe disseram que pertencia a um pterossauro, grupo de animais que dominou os céus por mais de 200 milhões de anos e foi extinto junto com os dinossauros, além de muitas plantas e outros animais.

A mandíbula encontrada tem cerca de 38 cm e restavam apenas dois dos 54 dentes, segundo o paleontólogo Timothy S. Myers, que identificou e nomeou o animal. Os cientistas acreditam que pelo espaçamento entre eles, os dentes superiores e inferiores se cruzavam quando o pterossauro fechava a boca.  Os pesquisadores afirmam que o mais surpreendente nesse animal é justamente o fato de ele ter dentes, já que seus parentes que viviam na América do Norte não costumavam ter dentes, com uma exceção, o Coloborhynchus.

Fonte: Portal Terra