Autorretrato com boina branca, 1896
Achille Laugé (França, 1861-1944)
óleo sobre tela
Coleção Robert Bachmann, Lisboa
Autorretrato com boina branca, 1896
Achille Laugé (França, 1861-1944)
óleo sobre tela
Coleção Robert Bachmann, Lisboa
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Roger Raveel (Bélgica, 1921-2013)
óleo sobre tela
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Peter Samuelson (Inglaterra, 1912-1996)
óleo sobre tela
Jean-Baptiste Emile Corot (França, 1796-1875)
óleo sobre papel colado em tela, 32 x 24 cm
Louvre, Paris
Ticiano Vecellio (Itália, 1490-1576)
óleo sobre tela, 96 x 75 cm
Staatliche Museen, Berlim
Auto-retrato com chapéu de palha, depois de 1782
Élisabeth-Louise Vigée-Lebrun (França, 1755-1842)
óleo sobre tela, 98 x 70 cm
National Gallery, Londres
Marie Bracquemond (França, 1840-1916)
óleo sobre tela
Coleção Particular
Autorretrato com palheta, 1906
Pablo Picasso (Espanha, 1881-1973)
óleo sobre tela
Philadelphia Museum of Art
“Quando Picasso morreu, há 43 anos e aos 91 de idade, deixou um número surpreendente de obras — mais de 45.000 ao todo. (“Nós teríamos que ter que alugar o Empire State Building para acomodar todas as obras”, disse Claude Picasso quando o inventário terminou.) Havia 1.885 quadros, 1.228 esculturas, 7.089 desenhos, 30.000 gravuras, 150 cadernos de desenhos, 3.222 trabalhos em cerâmica. Havia um vasto número de livros ilustrados, gravuras, e tapeçarias.”
[tradução é minha]
Ninguém pode dizer que Picasso não trabalhou. Frequentemente sou perguntada sobre quantos quadros um pintor pode pintar por dia. É muito pessoal. Picasso não só trabalhou incessantemente, como teve uma vida produtiva muito longa.
Claude Monet (França, 1840-1926)
óleo sobre tela, 56 x 46 cm
Coleção Particular
Angélica Kauffmann (Suíça, 1741-1807)
óleo sobre tela, 77 x 63 cm
Hermitage, São Petersburgo






