Imagem de leitura — Franz Becker-Tempelburg

22 01 2010

Leitora no jardim, 1920

Franz Becker-Tempelburg (Alemanha, 1876 — ?)

óleo sobre tela, 61 x 61 cm

Coleção Particular

Franz Becker-Tempelburg nasceu em Berlim em 1876.  Sua vida profissional começou com estudos na Academia de Arte de Berlim, sob a tutela de Emil Döpler.  Estudou também com Max Seliger e L. Meyn.  Pouco se sabe de sua vida ou até mesmo de sua morte.  Ele aparece em todos os catálogos de importância de arte alemã, inclusive o famoso Vollmer e tem algumas obras em museus em Berlim.  Só agora, no final do século XX , quando muitos de seus trabalhos começaram a aflorar no mercado de arte, vindos ao público de coleções particulares, que estamos tendo uma melhor idéia da excelência de sua pintura..  Mas não sabemos nem a data de sua morte.  Possivelmente morreu durante a Segunda Guerra Mundial.





A borboleta azul, poema de Faustino Nascimento

21 01 2010

 

Ilustração, Maurício de Sousa.

 

A borboleta azul

Faustino Nascimento

De uma clareira à borda da floresta,

Que o sol transforma em rútila vinheta,

Toda de azul, como quem vai à festa,

Passa, bailando, a linda borboleta.

Uma ninfa, talvez, fugindo à sesta,

Em busca de algum Pan, deusa faceta,

Toda beleza e graça manifesta,

Voejando, entre uma rosa e uma violeta.

Não tenta conquistar as altitudes,

Transpor abismos e vencer taludes,

Pois nasceu borboleta e não condor…

É que ela busca apenas a quem ama,

E despreza a riqueza, a glória e a fama,

Pois tem tudo na terra, tendo o amor…

Em:  Antologia Poética, Faustino Nascimento, Rio de Janeiro, Freitas Bastos: 1960, p.103.

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Antônio Faustino Nascimento (Missão Velha, CE, 1901-)  advogado, magistrado, escritor, poeta, ensaísta, jornalista, tradutor.  Em Fortaleza, fundou a revista Argus.

Obras

Juvenília, poesia, 1927

As Cosmogonias, ensaio, 1929

Paisagens sonoras, poesia, 1937

Ritmos do novo continente, poesia, 1939, 1943

Elogio do amor e da ilusão, poesia, 1941

Cantos da paz e da guerra, poesia, 1943

O refúgio sublime, poesia, 1945

Exortação, soneto em cinco idiomas, 1949

O sonho do fauno, poesia, 1950

Cântico ao nordeste, poesia, 1954

Caminhos do Infinito, poesia, 1956

A  fonte de Afrodite, poesia, 1958

A Alvorada, cântico a Brasília, 1958

Antologia poética, 1960

A vida, o amor e a ilusão, poesia, 1962

A terra de Israel, ensaios, 1967

Oriente e ocidente, história, 1973





Um nó de feixos de luz! Científico e romântico!

20 01 2010

 

Ilustração de Walt Disney.

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Uma equipe de físicos britânicos conseguiu dar vários nós em feixes de luz, em uma experiência inédita relatada em artigo na revista científica Nature Physics.

Segundo o especialistas, o feito foi possível graças à chamada “Teoria dos Nós“, um ramo da matemática abstrata inspirado nos nós cotidianos, como os de cordas e sapatos. “Em um feixe, o fluxo de luz no espaço é semelhante ao das águas de um rio“, explicou Mark Dennis, da Universidade de Bristol e principal autor do estudo. “Apesar de correr em uma linha reta, a luz também pode fluir em voltas e redemoinhos, formando linhas no espaço chamadas de vórtices ópticos.”

Ao longo desses vórtices, a intensidade da luz é zero. Toda a luz à nossa volta é cheia dessas linhas negras, apesar de não podermos vê-las“, disse.

 

Foto: BBC


Vórtices ópticos podem ser criados com hologramas que direcionam o fluxo de luz. Neste estudo, a equipe desenhou hologramas usando a teoria dos nós. E com esses hologramas, conseguiram criar nós em vórtices ópticos.  Para os cientistas, a compreensão de como controlar a luz tem importantes implicações para a tecnologia a laser usada em vários campos, da medicina à indústria.

O sofisticado desenho de hologramas necessário para a nossa experiência mostra um avançado controle óptico, o que pode sem dúvida vir a ser usado em futuros aparelhos a laser“, disse Miles Padgett, da Universidade de Glasgow.

FONTE: Terra





Recordações do Theatro Lyrico, no Rio de Janeiro, texto de Ivna Thaumaturgo

19 01 2010

 Antigo Theatro Lyrico no Rio de Janeiro.

Feito no Império, o Theatro Lyrico tinha a graça e a beleza adequada à função.  Acústica perfeita, harmonia perfeita.  Nos intervalos das aulas eu ia explorar todos os seus recantos e o conheci do avesso, quando não tinha ninguém, e isso era fantástico.  Sabia como entrar no palco diretamente dos camarotes.  Conhecia todos os seus intricados caminhos.  Era um labirinto de madeira, uma jóia.  As cadeiras da platéia, estilo império, traziam a numeração em metal encravada numa placa de madrepérola e eram de jacarandá e palhinha.  Confortáveis e sóbrias, a princípio eram cadeiras cativas.  Gostava de ir ao palco depois de terminado o espetáculo.  Fiz isso muitas vezes quando os Cossacos do Don se apresentaram e porque eles tinham o magnetismo selvagem da alma russa, atraíam as mulheres que iam assediá-los – eu, entre elas, com uma diferença de idade que transformava qualquer aproximação em amizade carinhosa.  Conversava com eles por mímica e lhes pedia que me ensinassem passos da dança.  Levava-lhes minhas aquarelas nas quais eles apareciam fazendo malabarismos, passos de danças guerreiras, acrobacias que ficavam muito aquém das que faziam no palco.  Eram,  belos, leves, ligeiros, imponderáveis.  Eu havia lido Os cossacos de Tolstói  e eles eram o que Tolstói havia descrito: tinham a sensualidade à flor da pele – sofrimento e prazer viviam neles ancestralmente juntos, confundindo amor e ódio, êxtase e agonia.  Pedi a alguém que lhes perguntasse –  Como dançavam tão bem?  — Eles responderam:  — Dançamos com “raiva”.  Era uma raiva diferente, uma explosão de virilidade, garra, grito tribal, paroxismo do sexo.  Havia a “dança dos punhais”, em que ao som da música em coro iam lançando com a boca, uma a um, enormes punhais ou adagas que se fixavam no chão, em círculo, numa precisão assustadora. 

Cossacos do Don

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O entusiasmo das moças que freqüentavam as vesperais despertou uma reação histérica nas autoridades e, de repente, foi proibida a presença de mulheres no palco.  Ignorei essa ordem, talvez por me considerar de certa forma, “dona da casa”.  Continuei lá,  no meio deles, interessados a me ensinar a letra dos “Barqueiros do Volga”, canção admirável. 

“Ei uh… niem…

Ei uh…niem…

E…ste…raaazik

Eestedara…”

De repente vi, à minha frente, o professor Guanabarino e sua noiva, d. Lalita.  O mestre estava irado.  Passou-me um pito e exigiu que eu saísse de lá.  Fiquei indignada, revoltada, envergonhada, mas tive de obedecer.  Os russos, surpresos e constrangidos,  gritaram para mim:  Dasvidania!, que quer dizer Adeus.

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Arturo Toscanini

Seria admirável se alguém escrevesse a história do Theatro Lyrico, nomeando os grandes artistas que por lá passaram.  Companhias líricas, cantoras famosas, tenores, baixos, barítonos, pianistas, violinistas, grandes orquestras…  Toscanini virou maestro nesse teatro, quando os fados o obrigaram a substituir o maestro que adoeceu no dia da estréia de um espetáculo de gala.  Eleonora Duse, Sara Bernhardt, e sua célebre frase aos estudantes que a vaiaram: “ Vous m’avez jugé avant de m’avoir connue.”  [Vocês me julgaram antes de me conhecerem]  E o teatro veio abaixo com os aplausos dos que a vaiaram.  Mas, aos poucos, as grandes temporadas foram se deslocando para o Teatro Municipal.  O Lyrico, abandonado, passou a ser o lugar preferido para a exibição de diversos tipos de circos e imensas estruturas para trapezistas eram armadas sobre a platéia…  A desmoralização terminou com a demolição da “jóia de madeira” e o terreno vazio, sem o menor vestígio de gloriosas noites que se prolongavam até altas madrugadas, virou local de estacionamento de veículos.  Que país admirável!  O teatro estava “atravancando” um espaço incomensurável!

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Eleonora Duse

 

O interior do Theatro Lyrico, Rio de Janeiro.

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Em:  A família de guizos: história e memórias, de Ivna Thaumaturgo, Rio de Janeiro, Civilização Brasileira: 1997; p.73-75.

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A companhia de canto e dança Cossacos do Don, ainda se apresenta hoje em dia nos maiores palcos do mundo.  Coloco aqui abaixo um vídeo de Cossacos do Don que achei no YouTube. 

 







Descoberta nova Aranha no Oriente Médio

17 01 2010

 

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Pesquisadores da Universidade de Haifa-Oranim, em Israel, divulgaram na  terça-feira próxima passada  imagens de uma nova espécie de aranha descoberta nas dunas da região de Arava por uma equipe Departamento de Biologia da instituição.  

Infelizmente o seu habitat está em perigo de extinção.  “Essa descoberta, desta nova espécie de aranha, demonstra a obrigação que temos de preservar esta duna”, disse Dr. Shanas, responsável pelo time de cientistas do  projeto.     As dunas de Samar são as últimas dunas no território de Israel, na zona sul da região Arava.  No passado, estas dunas se alongavam por 7 quilômetros quadrados, mas desde que o zoneamento da área mudou para área de agricultura e de mineração da areia,  as dunas foram reduzidas quase pela metade  e hoje ocupam não mais do que 3 quilômetros quadrados.

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A nova aranha, da mesma família que as Cerbalus Genus, foi batizada de Cerbalus Aravensis em homenagem à região onde foi descoberta. Segundo os biólogos, suas pernas podem atingir 14 centímetros tornando-a a maior aranha do Oriente Médio.   A Cerbalus Aravensis tem hábitos noturnos e é mais ativa nos meses mais quentes. Ela vive enterrada na areia onde constrói uma pequena caverna com porta para entrar e sair que é feita de grãos de areia, aglutinados, que camuflam o esconderijo.

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O sentimento dos cientistas envolvidos na descoberta foi uma mistura de alegria com preocupação.  De acordo com Dr. Shana, a Administração da Terra, do governo de Israel prevê, em futuro próximo, a renovação dos projetos de mineração no Areal de Samar.  Um projeto que certamente colocará em perigo essa espécie recém-descoberta.  Ele concluiu também que há a possibilidade de haver outras espécies dês animais ainda desconhecidos cujo habitat seja nas dunas de Samar.   Assim, todos os esforços deveriam se concentrar em preservar essa região singular em Arava.  “A nova descoberta, mostra que ainda há muito a ser investigado, e que é provável que haja novas espécies desconhecidas.  Se não preservarmos alguns desses ambientes que ainda existem, para essas espécies, elas serão extintas e nós nunca as conheceremos”.

Fonte: Terra  e Eureka Alert

 





Até as elefoas fazem ginástica pré-natal!

13 01 2010

Um zoológico na Alemanha colocou cinco das suas elefantas em uma rotina diária de exercícios para ajudá-las a ter uma gravidez e um parto mais saudáveis. As cinco estão esperando filhotes para os meses que coincidem com a primavera e o verão do Hemisfério Norte e foram inseminadas pelo mesmo pai, o elefante Nikolai, que chegou ao Zoológico de Hannover há quase dois anos.

Para prepará-las melhor para dar à luz, os veterinários recomendaram de 5 a 7 km de caminhada diária e uma ginástica pré-natal que inclui ficar em um só pé, deitar e sentar.  Mesmo agora, sob o rígido inverno alemão, as futuras mães não deixam de exercitar, e contam até com a companhia dos bebês elefantes Tarak e Shanti, filhos de Khaing Hnin Hnin, uma das grávidas.

Para que o parto seja rápido e tranquilo, e não dure vários dias, as fêmeas precisam estar em forma“, disse o veterinário Andreas Knieriem.   A gestação de um elefante dura 22 meses – a mais longa entre os animais terrestres. O zoológico já colocou em prática um esquema de plantão entre os tratadores dos animais, que agora se revezam durante a noite para o caso de uma emergência.

Como três das elefantas são mães de primeira viagem, elas serão ajudadas pelos tratadores durante o parto.  Segundo os veterinários de Hannover, na natureza, a mãe é acompanhada pelas fêmeas mais velhas, que as acalmam na hora do parto e protegem o filhote recém-nascido.

FONTE: Terra





Papa-livros: A pesca do salmão no Iêmen, de Paul Torday

12 01 2010

 

A pesca do Salmão no Dee

Joseph Farquharson (Escócia 1846-1935)

óleo sobre tela

Quem anda à procura de um romance leve, muito diferente e com um bom senso de humor não deve deixar de ler A Pesca do Salmão no Iêmen do escritor inglês Paul Torday [Record:2008].    O mínimo que posso dizer é que este romance é muito original.  A começar pela forma com que a história é contada.  Lembra, em muitos aspectos, os romances epistolares, pois é feito de cartas, e-mails, páginas de diário, relatórios da Câmara dos Deputados na Inglaterra (House of Commons), programas de entrevistas, até emails relacionados a Al Qaeda fazem parte dessa “pilha” de documentação que conta a história.  Cada capítulo traz à tona uma nova faceta do desenvolvimento de um projeto ambicioso, imaginado por um xeique iemenita, de trazer a cultura do salmão para o seu país a fim de propiciar aos seus habitantes o esporte a que ele se dedicava em sua propriedade na Escócia: a pesca do salmão.  A engenharia social que atrai o abastado xeique seria proporcionar ao Iêmen uma das únicas atividades em que todos, de quaisquer classes sociais, poderiam participar de igual para igual, lado a lado à beira do rio.

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Este é um livro construído como uma sátira aos governos,  a toda a burocracia governamental, que aqui aparece retratada na Inglaterra, mas que com pequenos ajustes é universalmente insana.    O projeto de se fazer a pesca do salmão – um peixe de água doce muito fria–  no Iêmen, um país no deserto é considerado desde o primeiro capítulo como uma loucura, um projeto sem pé nem cabeça.  Mas, por razões diversas e principalmente para favorecer ao primeiro-ministro, este projeto começa a crescer e toma vida própria.  Não só cresce como se torna um projeto imprescindível para o governo inglês.  E ganha mais combustível ainda depois que Alfred Jones, nosso herói, um cientista do Departamento de Pesca do governo, contrário ao projeto, vê-se frente a frente e seduzido pela filosofia do xeique em questão.   O resultado é imprevisível.

 

 

Nesse meio tempo, entre “provas” escritas – emails, diários, cartas, entrevistas – temos uma das mais divertidas narrativas que ironizam e satirizam a vida contemporânea, os casamentos de conveniência, o discurso político.  O que nos resta, por incrível que pareça, é uma mensagem sóbria, gratificante: a esperança é imprescindível para nos dar direção a nossas vidas.  A gente vive, sonha e faz planos, os mais diversos.  Mas mesmo que o que planejamos não venha a se concretizar, aquela esperança que nos ajudou a tentar construí-lo já é o suficiente para dar sentido à nossa vida.    Por trás disso há uma diferença importante entre dois conceitos e quem nos ensina é o xeique:  há religião e espiritualidade.  Ás vezes elas se misturam, às vezes não.    Mas a espiritualidade, quando somos íntimos dela, pode ser encontrada nos recantos mais exóticos, onde jamais esperaríamos encontrá-la.  E é ela quem nos salva. 

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Recomendo a leitura de A pesca do salmão no Iêmen.  Principalmente se você anda desiludido com os seus políticos, com a falência dos seus sonhos.  Há muito material aqui, para dar uma outra vida ao cotidiano, para ver um problema por um outro ângulo.    Achei que esse romance perde um pouco o ritmo no meio das suas 360 páginas.  Mas devo alertar o meu leitor que esta pode ser uma observação só minha.  Ultimamente tenho tido a impressão que na maioria dos romances que leio p texto poderia ter sido cortado, editado, para melhoria do ritmo da narrativa.  Talvez seja um problema meu e não do autor neste caso.  Fica de qualquer maneira, aqui, a minha forte recomendação a esta divertida leitura.





Folha artificial pode gerar hidrogênio verde

11 01 2010

Detalhes escondidos no mundo natural poderão ser fontes de energia limpa, no futuro.  Pelo menos é isso o que os cientistas de materiais que criaram folhas artificiais que podem coletar luz para dividir a molécula da água e gerar hidrogênio sugerem hoje na revista New Scientist.

Cientistas chineses da Universidade de Jiao Tong, em Xangai, desenvolveram folhas artificiais que imitam o processo de fotossíntese das plantas.  A intenção é permitir a captação da energia solar para gerar hidrogênio de forma eficaz e viável ecologicamente.  O processo seria criar uma fábrica de hidrogênio em miniatura.

As folhas das plantas se desenvolveram através de milhões de anos para apreender a luz vinda dos raios do sol de maneira bastante eficiente.  Elas usam essa energia para produzir seu alimento e no processo elas dividem a molécula d’água e criam íons de hidrogênio.  Imitando esse processo seria possível criar fabricas em miniatura de hidrogênio. 

Usar a luz do sol para dividir a molécula d’água e formar combustível na forma de hidrogênio é uma das mais promissoras táticas para erradicar a nossa dependência do carbono”, explicou o cientista Tongxiang Fan.  A idéia não é nova, mas, até agora, os pesquisadores haviam se concentrado na tentativa de modificar ou imitar moléculas que realizam o processo.  “Nós gostaríamos de adotar um sistema com um processo completamente diferente que viesse a imitar a fotossíntese,  copiando a elaborada arquitetura elaborada das folhas verdes”, explicou Fan.  

As folhas das plantas foram submetidas a vários processos químicos para obter um material que retém muito de sua estrutura original. Este sistema poderia ser útil no desenvolvimento de um método “limpo” para produzir hidrogênio.

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A fotossíntese é o processo em que as plantas transformam energia luminosa em química, processando o CO2, a água e outros minerais em compostos orgânicos e produzindo o oxigênio.

Fonte: Terra  e New Scientist





Imagem de leitura — Keisai Eisen

11 01 2010

Senhora oriental lendo à luz do luar

Keisai Eisen (Japão, 1790-1848)

xilogravura policromada

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 Keisai Eisen – ( Edo [Tokyo]1790-1848)  Nascido na família Ikeda, filho de um calígrafo e poeta, que aparentemente aprendeu com seu pai a maneira de usar o pincel.  Já bem jovem foi instruído seu pai demonstrou grande confiança num futuro brilhante para o filho colocando-o para estudar o estilo Kano com o pintor Hakkerisai.   Logo depois da morte de seu pai, Eisen procurou um padrinho no pintor Kikugawa Eizan, que era exemplar na pintura das belezas bijin, e com quem Eisen treinou nno estilo ukiyo-e.    Em 1820, já se manifesta com estilo próprio.   Com Kunisada e Kuiyoshi, Eisen é considerado um dos maiores artistas do estilo ukiyo-e  do período “decadente”.





Filhotes fofos: Panda no zoológico de San Diego

11 01 2010

 

Foto: AFP

O filhote de panda gigante Yun Zi, de cinco meses de idade, foi apresentado à imprensa no zoológico de San Diego, nos Estados Unidos. Yun Zi, que significa “filho da nuvem“, tentou subir em uma árvore, caiu e subiu novamente no galho, observado por sua mãe, Bai Yun, que significa “nuvem branca”.

Bebês pandas são muito resistentes e é tudo parte do processo de aprendizado“, disse a funcionária do zoológico Kathy Hawk. “Cair é parte do processo educacional.”

Yun Zi nasceu no zoológico no dia 5 de agosto do ano passado. “Ele é muito ativo. Ele estava brincando e definitivamente se mostrando para os câmeras. Uma pessoa até me perguntou brincando se eu preparei o panda para o evento“, disse Kathy. Os pandas gigantes foram emprestados ao zoológico de San Diego pelo governo da China.

FONTE:  Terra