Imagem de leitura — Jean-Baptiste Debret

13 05 2010

Sábio trabalhando no seu gabinete no Rio de Janeiro,  1827 

Jean-Baptiste Debret (França 1768-1848)

aquarela

Fundação Raimundo de Castro Maia, Rio de Janeiro

Jean-Baptiste Debret (Paris 1768 — Paris 1848) foi um pintor e desenhista francês. Integrou a Missão Artística Francesa (1816), que fundou, no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes, onde lecionou pintura.   De volta à França (1831) publicou Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil (1834-1839), documentando aspectos da natureza, do homem e da sociedade brasileira no início do século XIX.





Aqueduto do século XIV encontrado em Israel

13 05 2010

O arqueólogo Yahiel Zelinger mostra parte do aqueduto que foi usado por Jerusalém durante quase 600 anos
Foto: AP

 

Arqueólogos afirmaram nesta terça-feira terem desenterrado um aqueduto do século XIV que abasteceu Jerusalém por aproximadamente 600 anos. Fotografias do século XIX mostram os dominadores otomanos utilizando a estrutura construída em 1320.

O aqueduto foi encontrado durante obras de reparo em um sistema moderno de abastecimento de água. Já que os trabalhos na cidade costumam ser acompanhados por autoridades da arqueologia, os cientistas puderam vislumbrar a estrutura antiga.

Os pesquisadores afirmam ter encontrado duas das nove sessões arqueadas de uma ponte de cerca de 3 m na zona oeste da cidade antiga. De acordo com os arqueólogos, apesar de saberem que o aqueduto existia, encontrá-lo deu um vislumbre do complexo sistema de pontes utilizado por séculos para levar a água a seu destino.

Yehiel Zelinger, chefe da escavação afirma que o primeiro aqueduto da cidade data de 2 mil anos atrás, quando a população começou a buscar água em Belém, a 22 km de distância. O aqueduto encontrado foi substituído durante o período Otomano por canos de metal e então acabou enterrado.

Fonte: Portal Terra





Quadrinha infantil para o dia 13 de maio!

12 05 2010

 

Princesa Isabel, 1920, em Paris.

Princesa Isabel, teu nome,

Hoje coberto de glória,

Relembra o gesto mais lindo

Dos anais da nossa história.





Brasil que lê: fotografia tirada em lugar público

11 05 2010

Jornal de sábado tem muito o que ler!  Jardim do Palácio do Catete.  Foto:  Ladyce West




O jumento, poesia de Lêdo Ivo

11 05 2010
Ilustração anônima.

O jumento

                                                                               Lêdo Ivo

No alto da crestada ribanceira

pasta o jumento.  Seus grandes dentes amarelos

trituram o capim seco que restou

de tanta primavera.

A terra é escura.  No céu inteiramente azul

o sol lança fulgores que aquecem

tomates, alcachofras, berinjelas.

O jumento contempla o dia trêmulo

de tanta claridade

e emite um relincho, seu tributo

à beleza do universo.

 

Lêdo Ivo, (AL 1924 )–jornalista, poeta, romancista, contista, cronista e ensaísta, nasceu em Maceió, AL, em 18 de fevereiro de 1924. Eleito em 13 de novembro de 1986 para a Cadeira n. 10, sucedendo a Orígenes Lessa, foi recebido em 7 de abril de 1987, pelo acadêmico Dom Marcos Barbosa.

Obras:

As imaginações, poesia, 1944

Ode e elegia, poesia, 1945

As alianças, romance, 1947

Acontecimento do soneto, poesia, 1948

O caminho sem aventura, romance, 1948

Ode ao crepúsculo, poesia, 1948

Cântico, poesia, 1949

Linguagem, poesia, 1951

Lição de Mário de Andrade, ensaio, 1951

Ode equatorial, poesia, 1951

Um brasileiro em Paris e O rei da Europa, poesia, 1955

O preto no branco, ensaio, 1955

A cidade e os dias, crônicas, 1957

Magias, poesia, 1960

O girassol às avessas, ensaio, 1960

Use a passagem subterrânea, contos, 1961

Paraísos de papel, ensaio, 1961

Uma lira dos vinte anos, reunião de obras poéticas anteriores, 1962

Ladrão de flor, ensaio, 1963

O universo poético de Raul Pompéia, ensaio, 1963

O sobrinho do general, romance, 1964

Estação central, poesia, 1964

Poesia observada, ensaios, 1967

Finisterra, poesia, 1972

Modernismo e modernidade, ensaio, 1972

Ninho de cobras, romance, 1973

O sinal semafórico, reunião de sua obra poética, 1974

Teoria e celebração, ensaio, 1976

Alagoas, ensaio, 1976

Confissões de um poeta, autobiografia, 1979

O soldado raso, poesia, 1980

A ética da aventura, ensaio, 1982

A noite misteriosa, poesia, 1982

A morte do Brasil, romance, 1984

Calabar, poesia, 1985

Mar oceano, poesia, 1987

Crepúsculo civil, poesia, 1990

O aluno relapso, autobiografia, 1991

A república das desilusões, ensaios, 1995

Curral de peixe, poesia, 1995

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Uma entrevista com Lêdo Ivo:

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Itu comemora 400 anos com exposição de Almeida Júnior!

11 05 2010

  

O violeiro, 1899

José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850- 1899)

óleo sobre tela — 141 x 172 cm

Pinacoteca do Estado de São Paulo

Já era tempo de José Ferraz deAlmeida Júnior ser honrado com uma exposição de seu trabalho na sua cidade natal.  Um dos grandes expoentes da arte brasileira do final do século XIX, finalmente vai ser conhecido e se possível reconhecido por seus conterrâneos.  O pintor que como muitos de sua época,  estudou fora do Brasil, teve a coragem  de voltar ao país e procurar, encontrar e desenvolver  um vocabulário imagístico próprio, totalmente brasileiro.  Suas obras captam uma realidade regional  que foi pouco explorada por seus companheiros de profissão na época e que além do valor artístico que demonstram, esses quadros têm o valor de documentos de época, documentos de valores. 

Com o tema “Homem e Natureza”,  20 das principais obras do pintor que integram o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo completam a exposição.  “Caipira Picando Fumo“, de 1893, um dos destaques do acervo. A mostra faz parte das comemorações dos 160 anos do nascimento do pintor, além de comemorar os 400 anos da fundação de Itu.  

Paisagem do Sítio Rio das Pedras, 1899

José Ferraz de Almeida Júnior (Brasil, 1850-1899)

óleo sobre tela —  57 x 35 cm

Pinacoteca do Estado de São Paulo

A curadoria de Ana Paula Nascimento ressalta  nessa exposição os quadros que representam a temática de Almeida Júnior, mostrando a preocupação do pintor de valorizar o caipira e sua cultura: “Caipiras Negaceando” (1888), “Cozinha Caipira” (1895) e “O Violeiro” (1899)[ foto acima], demonstram esse cuidado do pintor.    Almeida Júnior foi um pintor que viveu exclusivamente de sua arte, assim sendo, grande parte do acervo do pintor  é dedicada aos retratos de pessoas ilustres, que fazia por encomenda.  [Por exemplo, neste blog, Retrato de D. Joana Cunha] Mas Almeida Júnior também se dedicou ao retrato da natureza à sua volta, pintando com cuidado locais favoritos de seus passeios pelos arredores de Itu: “Cascata do Votorantim” (1843) e “Paisagem do Sítio Rio das Pedras” (1899) [foto acima] são dois exemplos de seu paisagismo nessa exposição.

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SERVIÇO:

Exposição:

Regimento Deodoro — Antigo Colégio São Luiz

Data:  9 de maio de 2010 a 20 de junho de 2010

Praça Duque de Caxias, 284, Centro

Telefones: (11) 4022-2967 ou (11) 4022-1184

Entrada Franca.

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Construtores das pirâmides do Egito, algumas descobertas

9 05 2010

 

Encontradas tumbas de construtores de pirâmides do Egito

Ossada de possível operário de 4 mil anos é encontrada junto as Pirâmides, em El Giza

Foto: AP

Arqueólogos egípcios divulgaram imagens de ossos e de um conjunto de tumbas encontrados nas proximidades das pirâmides de Khufu e Khafre em El Giza, no Egito. Os pesquisadores afirmam que os ossos eram dos trabalhadores que construíram as pirâmides e que, de acordo com a localização das tumbas, eles não eram escravos, como se acreditava anteriormente. Filmes e a mídia retrataram por muito tempo escravos trabalhando no deserto para construir as gigantescas pirâmides somente para encontrar uma morte miserável no fim de seus esforços, mas esse não parece ter sido o caso.

Essas tumbas foram construídas ao lado da pirâmide do rei, o que indica que essas pessoas não eram de forma alguma escravos“, disse Zahi Hawass, arqueólogo-chefe que lidera a equipe de escavação do Egito em entrevista à agência Reuters. “Se fossem escravos, não teriam o direito de construir suas tumbas ao lado da tumba do rei“, completou.

As tumbas encontram-se no planalto de El Giza, na fronteira oeste do Cairo, na entrada de uma necrópole de um quilômetro e meio de comprimento e têm 4.510 anos de existência.   Essas descobertas podem lançar luz sobre a forma como os trabalhadores viviam e comiam na época e podem ser as maiores descobertas arqueológicas do século XXI.  

Foto: Reuters
Trabalhadores atravessam local onde uma nova coleção de tumbas foi encontrada ao lado da pirâmide de Khufu, no dia 11 de janeiro.

O arqueólogo encontrou anteriormente trabalhos de grafite nas paredes por trabalhadores que se denominavam “amigos de Khufu” – mais um indício de que não eram escravos. As tumbas, no planalto de El Giza, na fronteira oeste do Cairo, têm 4.510 anos de existência e se encontram na entrada de uma necrópole de um quilômetro e meio de comprimento.

Hawass disse que havia provas de que fazendeiros no Delta e no Alto Egito enviaram 21 búfalos e 23 ovelhas para o planalto todos os dias para alimentar os trabalhadores, acreditando-se ser 10 mil – cerca de um décimo da estimativa de 100 mil do historiador grego Heródoto. Esses fazendeiros eram isentos de pagar impostos ao governo no antigo Egito – evidência que enfatiza o fato de que estavam participando de um projeto nacional.

A primeira descoberta das tumbas dos trabalhadores em 1990 aconteceu acidentalmente quando um cavalo tropeçou numa estrutura de tijolo há 10 m do local de enterro.

Fontes:  Terra  , Reuters , Terra

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Quase simultaneamente arqueólogos apresentaram um selo de 3 mil anos encontrado no Egito

O selo está escrito em acadiano e foi feito durante o reino da Babilônia, há cerca de 3.750 anos
Foto: EFE

Um fragmento de um selo descoberto ao norte da cidade do Cairo, no Egito, foi apresentado nesta segunda-feira pelo Conselho Superior de Antiguidades do país. A peça foi descoberta por uma delegação de arqueólogos austríacos que trabalhavam na região. Segundo os pesquisadores, o selo está escrito em acadiano e foi feito durante o reino da Babilônia, há cerca de 3.750 anos. A língua acádia foi uma das línguas usadas no período na região da antiga Mesopotâmia.

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Fonte: EFE





Onde estão os críticos e teoristas da literatura?

9 05 2010
Ilustração: Donald e Margarida numa galeria de arte, Walt Disney.

Há duas semanas uma grande controvérsia foi iniciada na página literária Prosa e Verso do jornal O Globo, quando Flora Süssekind, em 24 de abril de 2010, escreveu um artigo de duas páginas “A crítica como papel de bala” fazendo observações não muito generosas ao pensamento crítico literário cá pelas nossas bandas.  Como sou nova no pedaço,  tenho me distraído muito com as diversas reações ao artigo, que aparentemente se dividem ao longo de diferentes correntes da crítica.  Em qualquer campo de trabalho há sempre líderes e seguidores.  E aqueles que se dividem de acordo com seus interesses mais próximos.  Mas confesso que há poucas áreas tão férteis para desavenças imateriais quanto as humanidades.  Às vezes chego a me encabular com a mesquinharia de muitos.   Meu marido, que como eu, sempre trabalhou no campo humanístico, repete ocasionalmente um provérbio que se tornou auto-explicativo, que corria na faculdade em que ele ensinava literatura: “quanto menor o valor do que está sendo discutido, maiores as paixões”.

Não tenho preparo, conhecimento, nem interesse de entrar nessa briga de “cachorros grandes”,  de críticos, resenhistas, pesquisadores e pensadores brasileiros.  Achei, no entanto, muito interessante – para a gente ver como é Zeitgeist – o espírito do tempo – que dois dias depois [26/04/2010], saísse publicado no The Chronicle of Higher Education, um artigo Onde estão os críticos/teoristas da literatura? com a intenção de escarafunchar ainda mais um outro aspecto da crítica literária, dessa vez considerando o que acontece nos EUA.

Traduzo livremente do artigo na internet:

Onde estão os críticos/teoristas da literatura?

Mark Bauerlein

Os cursos superiores de literatura fazem a maior parte das humanidades, mas quando se fala de pesquisa nas humanidades, os pensadores literários e teoristas e críticos e pesquisadores são sistematicamente deixados de lado, e são considerados  pensadores de outras áreas  — filosofia, lingüística, psicologia, antropologia.

 

Esta conclusão pode ser feita através da lista compilada pela ISI Rede de Ciência e publicada no Suplemento do Times Higher Education.  Nela, autores são listados de acordo com o número de citações que seus livros receberam nas pesquisas , das humanidades, durante o ano de 2007.  (Nota: há uma certa ambigüidade entre o título e a descrição na listagem, e não fica claro se esta lista se aplica somente às humanidades ou não.  Cada um dos nomes foi citado pelo menos 500 vezes.

 

Abaixo vemos a lista dos autores que conseguiram mais de 1000 citações:

 

Michel Foucault (1926-1984) Filosofia, sociologia, crítica        2,521      

Pierre Bourdieu (1930-2002) Sociologia       2,465     

Jacques Derrida (1930-2004) Filosofia       1,874   

Albert Bandura (1925- ) Psicologia        1,536      

Anthony Giddens (1938- ) Sociologia       1,303    

Erving Goffman (1922-1982) Sociologia      1,066     

Jurgen Habermas (1929- ) Filosofia, sociologia        1,049

 

Nenhum critico literário no grupo.  Na verdade, a lista inteira, que contem 37 pessoas, cujos últimos nomes são os de Marx e Nietzeche, tem só um crítico literário/pesquisador/teorista, Edward Said.  Isso não teria acontecido há 50 anos, quando, imagino T.S. Elliot, I.A. Richards, Rene Wellek, Lionel Trilling e alguns outros críticos literários estariam na lista.

 

Não é simplesmente o fato da crítica literária ter-se tornado teoria literária.  Teoristas literários mais recentes tais como Paul de Man, Harold Bloom e Sandra Gilbert não são tampouco mencionados.   Ao invés disso, temos pesquisadores de literatura procurando em outros cantos por direção e inspiração.    É claro que todos esses citados na lista têm implicações de peso no estudo da literatura, mas a ausência quase total daqueles que foram treinados nas escolas superiores em literatura e que vivem nelas é impressionante.

[Mark Bauerlin é um professor de Língua Inglesa na Universidade Emory].

 

Não obstante a diferença de teorias, de maneiras de se estudar a literatura existente entre os EUA e o Brasil, o fato é que a crítica literária cá e lá foi sempre muito mais conservadora do que seu próprio tempo.  Este é um dos parâmetros da crítica.  Não cabe a ela, abrir novos horizontes nas artes, na literatura.  Ela está por definição sempre mais atrás.  Observando o que se passa, o que foi feito.  Por isso mesmo não me surpreendo com os resultados numéricos encontrados pela ISI Rede de Ciência: pesquisadores americanos são em geral muito mais conservadores do que seus equivalentes fora do país, refletindo em muito a postura daquela sociedade, que não é feita de extremos.  Mesmo nos campos intelectuais é uma sociedade que tende ao consenso, à média democrática e também aceitar o pensamento estrangeiro com certa desconfiança, não só porque é um país de proporções continentais, mas, sobretudo porque acredita no valor de seu próprio ensino e de seus conceitos [e preconceitos].   E todos esses aspectos levam a um maior conservadorismo de citações, de engajamento no que há de mais moderno na crítica literária ou de outros campos.  Lá constrói-se tijolo por tijolo, pacientemente, há modismos mas  em menor escala.  Os americanos em geral não são tão ansiosos por parecerem “modernos” quanto nós. 





Destino, poesia infantil de Menotti del Picchia

8 05 2010

Destino

                                                                                         Menotti Del Picchia

Amanhã eu vou pescar.

Há um peixe fatalizado

que a Ritinha vai guisar

na panela de alumínio

que brilha mais que o luar.

Hoje ele está no seu líquido

e opaco mundo lunar.

Pequena seta de prata

furando a carne do mar.

Qual será?  O bagre flácido

de cabeça triangular?

O lambari que faísca

como uma mola a vibrar?

O feio e molengo polvo

monstruoso, tentacular?

O peixe-espada de níquel,

a viva espada do mar?

Hoje estão vivos e lépidos

os lindos peixes do mar.

Amanhã…

Nem pensem nisso!

Amanhã… eu vou pescar!

 

Paulo Menotti Del Picchia (São Paulo, 1892 — 1988) foi um poeta, escritor e pintor modernista brasileiro. Foi deputado estadual em São Paulo.   Foi também advogado, tabelião, industrial, político entre outras funções assumidas durante sua vida.

Com Oswald de Andrade, Mário de Andrade e outros jovens artistas e escritores paulistas, participou da Semana de Arte Moderna de Fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo. Em 1943, foi eleito para a cadeira 28 da Academia Brasileira de Letras, tendo sido suas principais obras Juca Mulato (1917) e Salomé (1940). Um livro seu de elevada popularidade é Máscaras (1920), pela sua nota lírica.

Obras:

A “Semana” Revolucionária Crítica, teoria e história literárias, 1992  

A Angústia de D. João, Poesia 1922  

A Crise Brasileira: Soluções Nacionais Crítica, teoria e história literárias 1935  

A Crise da Democracia Crítica, teoria e história literárias 1931  

A Filha do Inca, Romance e Novela 1949  

A Longa Viagem Crítica, teoria e história literárias 1970  

A Mulher que Pecou Romance e Novela 1922  

A Mulher que Pecou Romance e Novela 1923  

A Outra Perna do Saci Romance e Novela 1926  

A República 3000, 1930  

A Revolução Paulista Crítica, teoria e história literárias 1932  

A Revolução Paulista Através de um Testemunho do Gabinete do Governador Crítica, teoria e história literárias 1932  

A Tormenta, Romance e Novela 1932  

A Tragédia de Zilda, Romance e Novela 1927  

Angústia de João, Poesia 1925  

As Máscaras, Poesia 1920  

Chuva de Pedra, Poesia 1925  

Curupira e o Carão, Conto 1927  

Dente de Ouro, Romance e Novela 1922  

Dente de Ouro, Romance e Novela 1925  

Flama e Argila, Romance e Novela 1919  

Homenagem aos 90 anos, Outros 1982  

Jesus: Tragédia Sacra Teatro 1933  

Juca Mulato Poesia 1917  

Juca Mulato Poesia 1924  

Kalum, o Mistério do Sertão Romance e Novela 1936  

Kummunká Romance e Novela 1938  

Laís Romance e Novela 1921  

Máscaras Poesia 1924  

Moisés Poesia 1924  

Moisés: Poema Bíblico Poesia 1917  

Nacionalismo e “Semana de Arte Moderna” Discursos e sermões (textos doutrinários e moralizantes) 1962  

Nariz de Cleópatra Crônicas e textos humorísticos 1923  

No país das formigas Literatura Infanto-juvenil   

Novas Aventuras de Pé-de-Moleque e João Peralta Romance e Novela   

O Amor de Dulcinéia Romance e Novela 1931  

O Árbrito Romance e Novela 1959  

O Crime daquela Noite Romance e Novela 1924  

O Curupira e o Carão Crítica, teoria e história literárias   

O Dente de Ouro Romance e Novela 1924  

O Despertar de São Paulo Crítica, teoria e história literárias 1933  

O Deus Sem Rosto Poesia 1968  

O Gedeão do Modernismo Crítica, teoria e história literárias 1983  

O Governo de Júlio Prestes e o Ensino Primário Crítica, teoria e história literárias   

O Homem e a Morte Romance e Novela 1922  

O Homem e a Morte Romance e Novela 1924  

O Momento Literário Brasileiro Crítica, teoria e história literárias   

O Nariz de Cleópatra Romance e Novela 1922  

O Nariz de Cleópatra Conto 1924  

O Nariz de Cleópatra Conto 1924  

O Pão de Moloch Miscelânea 1921  

Pelo Amor do Brasil, Discursos Parlamentares Crítica, teoria e história literárias   

Pelo Divórcio, s/d   

Poemas Poesia 1946  

Poemas do Vício e da Virtude Poesia 1913  

Poemas Sacros: Moisés e Jesus Poesia 1958  

Poesias Poesia 1933  

Poesias (1907-1946) Poesia 1958  

Por Amor do Brasil Discursos e sermões (textos doutrinários e moralizantes) 1927  

Recepção do Dr. Menotti Del Picchia na Academia Brasileira de Letras Discursos e sermões (textos doutrinários e moralizantes) 1944  

República dos Estados Unidos do Brasil Poesia 1928  

Revolução Paulista, 1932  

Salomé Romance e Novela 1940  

Seleta em Prosa e Verso Poesia 1974  

Sob o Signo de Polumnia Crítica, teoria e história literárias 1959  

Soluções Nacionais,  1935  

Suprema Conquista Teatro 1921  

Tesouro de Cavendish: Romance Histórico Brasileiro Crítica, teoria e história literárias 1928  

Toda Nua Romance e Novela   

Viagens de João Peralta e Pé-de- Moleque Literatura Infanto-juvenil





Filhotes fofos: lêmures

8 05 2010
Foto: AFP

A lêmure Susen carrega seus bebês nas costas, no jardim zoológico de Dresden, na Alemanha.