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Virgílio Dias ( Brasil, 1956)
óleo sobre tela, 60 x 60cm
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Virgílio Dias Filho nasceu no dia 8 de setembro de 1956 no Rio de Janeiro, onde mora.
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Virgílio Dias ( Brasil, 1956)
óleo sobre tela, 60 x 60cm
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Virgílio Dias Filho nasceu no dia 8 de setembro de 1956 no Rio de Janeiro, onde mora.
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Fábio Eduardo Soares ( Natal, RN, Brasil, contemporâneo)
óleo sobre tela
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1 — A música provoca um forte impacto no cérebro e deve ser encorajada nas crianças desde cedo, desenvolvendo o processo de linguagem e a inteligência espacial.
2 — Tocar instrumentos fortalece e melhora a coordenação motora, a precisão física e mental.
3 — O estudo musical amplia o raciocínio das crianças, a paciência e a lógica.
4 — Crianças que estudam música têm melhor concentração e comportamento na escola, e quase não apresentam problemas disciplinares.
5 — Pessoas de mais idade, quando envolvidas com música, têm melhora significativa na saúde, ajuda a enfrentar desafios e assumir riscos.
6 — Tocar um instrumento, cantar ou compor uma música ajuda no combate ao mal de Alzheimer.
7 — O envolvimento com a música auxília o equilíbrio emocional, combate a depressão, a ansiedade e a solidão.
8 — A música diminui o estresse e reforça o sistema imunológico.
9 — O aprendizado de um instrumento musical pelos idosos colabora para o combate à osteoporose e aumenta a massa muscular do corpo.
10 – Em todas as idades a música reforça o sentimento de grupo, de pertencimento que melhora o convívio social.
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Fonte: Cia das cordas
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Sidónio Muralha
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Gaiola aberta.
Aberta a janela.
O pássaro desperta.
A vida é bela.
A vida é boa.
Voa, pássaro, voa.
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–Em: A dança dos picapaus, Sidonio Muralha, Nórdica: 1985, Rio de Janeiro.
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Sidónio Muralha nasceu em Lisboa, em 1920. Faleceu no Brasil em 1982.
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Ilustração, capa, Saturday Evening Post, 1º de outubro de 1949
Constantin Alajalov ( Rússia, 1900 — EUA, 1987)
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Constantin Alajalov nasceu em Rostov, na Rússia em 1900. Fez seus estudos nas artes gráficas ainda na Rússia onde frequentou a Universidade de Petrograd trabalhou produzindo cartazes para a Revolução Russa. Em 1916 emigrou para a Pérsia e lá também trabalhou como artista gráfico até sua emigração para os Estados Unidos em 1923. Tornou-se cidadão americano em 1928. Fez as capas das revistas The New Yorker e Saturday Evening Post até sua morte em 1987.
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Uma equipe internacional de astrônomos anunciou semana passada a descoberta de um novo exoplaneta potencialmente habitável, onde poderia haver água. Essa descoberta eleva para quatro o número de planetas situados fora de nosso sistema solar detectados pela comunidade científica.
O planeta está localizado na zona considerada “habitável” quando se considera a distância do planeta de sua estrela – uma distância bastante estreita mas que garantiria um a temperatura não muito quente, nem muito fria, para que a água possa existir na superfície do planeta.
“Este planeta rochoso é o novo e o melhor candidato para manter água em estado líquido em sua superfície e pode abrigar vida tal qual nós a conhecemos“, explicou Guillem Anglada-Escudé, chefe da equipe que trabalha na Carnegie Institution for Science, em Washington.
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Concepção artística do planeta GJ 667Cc que está localizado na zona onde pode haver vida. Imagem, Carnegie Institution for Science.–
Este planeta (GJ 667Cc) está em órbita em torno de uma estrela batizada de GJ 667C, situada a cerca de 22 anos-luz da Terra (um ano-luz equivale a 9.460 bilhões de km). Pertencendo à constelação de Escorpião. O planeta contorna a sua estrela em 28 dias e tem uma massa mínima 4,5 vezes a da Terra. É também cerca de 50% mais pesado do que a Terra.
Podemos considerar esse planeta praticamente nosso “vizinho de porta”, completou Steven Vogt, astrônomo da Uni Steven ersidade da Califórnia em Santa Cruz, “está muito próximo. Só existem 100 estrelas mais próximas de nós do que esta.”
Os pesquisadores também descobriram indícios que levam a crer que pelo menos um outro exoplaneta, talvez até três, estão em órbita na mesma estrela. Esta estrela faz parte de um sistema que possuí três estrelas.
“O planeta rodeia em volta de uma estrela num sistema de um grupo de três estrelas,” Vogt explicou, “as outras estrelas estão bastante distantes, mas devem aparecer muito bem no céu de lá.”
Esta descoberta prova que planetas potencialmente habitáveis podem se formar em uma maior variedade de ambientes que acreditávamos, notaram os autores desta descoberta que deve ser publicada nas Cartas do Jornal de Astrofísica. Essa descoberta veio como uma surpresa para os astrônomos, porque o sistema inteiro dessa estrela tem componentes químiccos diferentes do nosso sol. O sistema tem menores quantidades de elementos pesados (elementos mais pesados do que o hidrogênio e hélio), tais como ferro, carbono e silicone.
“É um sistema deficiente em metais”, Vogt explicou. “Esses são os materiais que formam os planetas – os grãos de matéria que se aglutinam para eventualmente formar os planetas – de modo que não esperávamos que essa estrela pudesse ser uma candidata a ter um planeta como esse”.
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Este estudo será publicado no Astrophysical Journal Letters
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FONTES: Terra, Scientic American
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A verdadeira Poesia
não se prende a nenhum laço:
na tristeza, ou na alegria,
ela ocupa o mesmo espaço…
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(Moysés Augusto Torres)
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Terraço de Café em Paris, 1950
Céline Marie Tabary ( França, 1908 – 1993)
óleo sobre tela, 78 x 98 cm
National Museum of Women in the Arts
Smithsonian Institution, Washington DC
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Céline Marie Tabary nasceu em Vermelles, na França em 1908. Filha de um arquiteto interessou-se por desenho e pintura desde cedo. Em 1937 estudou na Académie Chauler Beat-Ozeel em Lille e de 1937 até 1938 estudou na Académie Julian em Paris. Dedicou-se à paisagem e à pintura de gênero. Trabalhou com Paul Eachbach e Maurice Decamps enquanto na França. Em 1938 mudou-se para os Estados Unidos: o que era para ser uma pequena viagem, transformou-se numa longa estadia com o início da guerra. Passou até 1945 em Washington DC. O final da guerra trouxe para a pintora a possibilidade de visitar a França a cada verão e permanecer nos Estados Unidos onde sua carreira já havia se estabelecido, nos sete anos que lá peramecera. Morreu em 1993, na França, depois de haver retornado ao país de origem por alguns anos.
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Alexandre Petrovich Myasoedov (Rússia, 1806-1852)
óleo sobre tela
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