Sublinhando…

25 05 2016

 

 

George Seton Coggeshall (EUA, 1914-1994) girl in redJovem de vermelho

George Seton Coggeshall (EUA, 1914-1994)

 

 

“Quando descubro um livro que me agrada, um escritor com o qual me identifico, o que sinto é uma alegria imensa, como ganhar um amigo que me acompanhará o resto da vida.”

 

 

José Eduardo Agualusa

 

Em: “A escritora que me derrotou”, O Globo, 23/05/2016, 2º caderno, página 2.

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos!

25 05 2016

 

Guignard,Natureza-Morta_óleo-sobre-tela_76x76cm_1936.jpgNatureza Morta óleo sobre tela, 76x76cm.(1936)Natureza morta, 1936

Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896 – 1962)

óleo sobre tela,  76 x 76 cm

 





Imagem de leitura — Louise Catherine Breslau

25 05 2016

 

 

Louise Catherine Breslau (Swiss, 1856-1927). Oil on wood. Schweizerische Eidgenossenschaft, Bundesamt für Kultur, BernLeitura

Louise Catherine Breslau (Suíça, 1856-1927).

Óleo sobre madeira

Secretaria da Cultura, Berna, Suíça





Resenha: “A caderneta vermelha” de Antoine Laurain

24 05 2016

 

 

Christine Reilly (Austrália, contemporânea)-StGermain, o+acr. sobre telaSt. Germain

Christine Reilly (Austrália, contemporânea)

óleo e acrílica sobre tela,  40 x 60 cm

www.christinereillyartist.com

 

 

Está precisando de um momento de descanso?  Precisa acreditar que a vida é boa, que no fim tudo vai dar certo, não importa os percalços do caminho? Quer passar um fim de semana tranquilo, sorridente e inconsequente?  Esse livro é para você.  Ele lhe trará sorrisos, encantamento e refúgio.  Trará luz num dia chuvoso.  Aquecerá seu coração como um chocolate quente tomado em casa de pijama e meias, com seu gatinho enrolado no colo. Porque este é um delicioso conto de fadas, uma história que acaba bem.  Não me surpreenderia se aparecesse em versão cinematográfica.  Aliás, só me surpreenderei se não se tornar um filme.  Eu colocaria Pio Marmaï como ator principal fazendo Laurent, livreiro, dono da Le Cahier Rouge e Laetitia Casta seria Laure, nossa heroína, possuidora de uma profissão singular – douradora.

 

 

A_CADERNETA_VERMELHA_1458149088572126SK1458149088B

 

Trata-se da história de uma mulher que ao ser assaltada perde tudo: sua bolsa, carteira com documentos e dinheiro, o celular. É madrugada e o assalto acontece na porta de seu edifício.  Sua bolsa com todo o conteúdo menos o celular e a carteira são encontrados pelo livreiro Laurent Letellier, que próximo dos quarenta anos, divorciado, com uma filha adolescente, acha-se fascinado pelo conteúdo da bolsa lilás.  Resolve descobrir a quem ela pertencia. Mas é uma tarefa difícil que lhe dará bastante trabalho. O resto ficará para o leitor apreciar. Há reviravoltas e incompreensões.  Mas tudo acaba bem.

Recentemente muitos dos livros franceses traduzidos aqui no Brasil, não sei se por escolha dos editores ou se por preferência nacional do país europeu, têm sido leves, poéticos, românticos no escopo mais largo da palavra.  Refúgios para o caos do dia a dia, cheios de certa ternura, repletos de personagens sensíveis, inteligentes, amorosos, carinhosos, com  respeito pelo outro além de grande interação entre gerações nem sempre vista na vida ou literatura de outros países.  Incluo nesta lista os livros de Anna Gavalda, Muriel Barbery, Benoîte Groult, Katherine Pancol, Denis Tillinac, Jean-Paul Didierlaurent, e agora Antoine Laurain. É claro que aqui há o viés da leitora, assim como a consciente eliminação de outros autores de sucesso da ficção francesa como Laurent Gaudé, Michel Houellebecq, Marc Levy e outros. Mas esse lado suave da vida me parece mais frequente nas obras francesas contemporâneas. Em termos de cinema, esses livros se classificariam em comédias românticas.

 

 

antoinelaurain_bymbtoffoli_p10907661Antoine Laurain.  Foto de Marissa Bell Toffoli (2013)

 

A caderneta vermelha é uma dessas obras.  Bem escrita, com capítulos pequenos, um número reduzido de personagens, traz à tona um romance previsível desde os primeiros capítulos ainda que sua resolução seja mais complexa e criativa do que se poderia esperar.  Não chega a ser chick-lit, mas é romântico, doce; reconfortante, uma ilha de bem-estar num mundo insensato.





Rosinha da Roda, poesia de Stella Leonardos

24 05 2016

 

 

Edvard_Munch_-_Four_Girls_in_Åsgårdstrand_-_Google_Art_ProjectQuatro meninas em Åsgårdstrand, 1903

Edvard Munch (Noruega, 1863-1944)

óleo sobre tela, 87 x 111 cm

Museu Munch, Oslo

 

 

Rosinha da Roda

 

Stella Leonardos

 

 

Elas eram quatro rosas

Sendo cada qual mais bela.

A vermelha, a cor de rosa.

A de corola amarela…

Mas a quarta era Rosinha,

Branca branca, bem singela.

Levou-a Deus manhãzinha.

Que era rosa de anjo, aquela.

 

 

Em: Pedaço de Madrugada, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José:1956, p.63





Imagem de leitura — Bernard van Orley

24 05 2016

 

 

Bernard_van_Orley_-_Joris_van_Zelle_-_WGA16695Joris van Zelle, 1519

Bernard van Orley (antes de 1491- 1541)

óleo sobre painel de carvalho, 39 x 32 cm

Museus Reais de Belas Artes da Bélgica





Palavras para lembrar — Emily Dickinson

23 05 2016

 

 

Frederick Simpson Coburn (Canadian, 1871-1960) – The LetterA carta, c. 1905

Frederick Simpson Coburn (Canadá, 1871-1960)

óleo sobre tela, 77 x 62 cm

Coleção Particular

 

 

“Não há melhor fragata que um livro para nos levar a terra distantes.”

Emily Dickinson





Nossas cidades: São Paulo

23 05 2016

 

 

Carlos Eduardo zornoff,(Brasil, 1959) Vista Noturna SP, 2014, ost, 70 x 100Vista noturna de São Paulo, 2014

Carlos Eduardo Zornoff (Brasil, 1959)

óleo sobre tela, 70 x 100 cm





Imagem de leitura — Robert Walker Macbeth

22 05 2016

 

 

Robert Walker Macbeth (Escocia, 1848-1910 Nossa primeira briga, 1878, Walker Art Gallery, LiverpoolNossa primeira briga, 1878

Robert Walker Macbeth (Escócia, 1848-1910)

óleo sobre tela

Walker Art Gallery, Liverpool





Domingo, um passeio no campo!

22 05 2016

 

 

JOSE PAULO MOREIRA DA FONSECA (1922-2004). Tranquilidade no Outono, óleo s tela, 23 X 32. Assinado e datado (1975) no c.i.d.Tranquilidade no outono, 1975

José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)

óleo s tela, 23 X 32  cm