Madona dos olhos de vidro, 1296
DETALHE
Arnolfo di Cambio (Florença, 1240-1310)
Mármore
Museo dell’Opera del Duomo, Florença
Madona dos olhos de vidro, 1296
DETALHE
Arnolfo di Cambio (Florença, 1240-1310)
Mármore
Museo dell’Opera del Duomo, Florença
Poul Friis Nybo (Dinamarca, 1869-1929)
óleo sobre tela, 63 x 48 cm
Jerônimo Guimarães (Brasil, 1836-1897) em As Flores.
Ilustração de Pierre Brissaud, para a revista House & Garden, março 1927.
Stella Leonardos
Ah pássaro triste!
Quem larga cantigas
de penas tão cinzas
nas horas que voam?
Ah flor escondida!
Choraste tão triste
nas gotas de brilho
do orvalho que foi-se.
Ah nuvem lá em cima
fugindo fugindo
tão triste tão triste
tão alma de sonho!
Vem, chuva dos tristes,
irmã comovida
cinzentas retinas
chorando horizontes!
Em: Ar Lírico, Stella Leonardos, Rio de Janeiro, Livraria São José: 1961, p. 21
Retrato de Ambroise Vollard, 1949
Louis Valtat (França, 1869-1952)
Óleo sobre tela
Musée Léon Dierx, Saint-Denis, Île La Réunion.
Pendente em formato de cavalo do mar, anos 700 a 1450
Ouro, cultura pré-colombiana Gran-Cocle, Panamá
Museu Gilcrease, Tulsa
Ilustração do Panchatantra, na versão síria de 1354. Aqui está ilustrada a história em que o coelho engana o elefante mostrando a ele a lua refletida na água. (Bodleian Library, Oxford).
Panchatantra, quer dizer ‘Cinco Princípios‘ e é uma coleção de fábulas indianas provavelmente compiladas no século III antes da era comum, escritas originalmente em sânscrito. Os originais já se perderam. Mas a coleção, ainda é muito conhecida. Foi traduzida do hebreu para o latim por João de Capua, em 1270. Assim como muitas coleções de fábulas, hoje o Panchatantra tem inúmeras publicações em inglês, francês e outras línguas ocidentais, a maioria como livros para crianças. Mas seus ensinamentos são universais e para todas as idades…
Ilustração Homem no parque, de Édouard Halouze, 1920.
Armindo Rodrigues
Nem mal, nem bem,
nem sim, nem não,
nada por obrigação
me convém.
Só quero querer
o de que na verdade
eu próprio tiver
vontade.
Em: Voz arremessada no caminho; poemas, Armindo Rodrigues, Lisboa: 1943, p. 15
Mulher à janela, com vasilha de cobre, maçãs e faisão, 1663
Gerrit Dou (Holanda, 1613-1675)
óleo sobre madeira, 38 x 27 cm
Museu Fitzwilliam, Cambridge, GB
William Osler (1849-1919)