Imagem de leitura — Blaise Vlaho Bukovac

27 04 2014

 

 

Blaise Vlaho bukovac (Croácia, 1855-1922)Um momento de distração, 1916, ost,73 x 96, priv colUm momento de distração, 1916

Blaise Vlaho Bukovac (Croácia, 1855-1922)

óleo sobre tela, 73 x 96 cm

Coleção Particular





Domingo, um passeio no campo!

27 04 2014

Roberto Gil, Serra de Petrópolis, ose,1962,30 x 37 cmSerra de Petrópolis, 1962

Roberto Gil (Brasil, 1899-1990)

óleo sobre eucatex, 30 x 37 cm





O verde do meu bairro: as trepadeiras para muros

27 04 2014

 

 

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Muitas casas muradas no Rio de Janeiro optaram pela hera para cobrir seus muros e protegê-los dos grafiteiros.  Não há mais bela proteção do que a parede verde vertical.  Não só se incorpora bem ao meio ambiente, como serve de oásis para os olhos, para a mente, para todos nós cansados do estresse diário de uma grande metrópole. Os grafiteiros que me perdoem, mas muitos grafites produzem um embaralhamento visual, muita informação de uma vez, que tonteia e desagrada. Acabamos com uma super dose de informação visual que não deixa espaço para um respiro; informação que asfixia.  E os desenhos em painéis se perdem, porque são impossíveis de serem apreciados.  Muito grafite contribui para caos visual da cidade. Assim aplaudo as ilhas de verde trazidas pelos proprietários das residências muradas porque eles proporcionam a outros moradores da nossa cidade a tão desejada paz visual.

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Há diversas plantas que são usadas na cobertura de muros. Uma pequena busca na internet revela diversas espécies diferentes que podem ser usadas para esse fim. Aqui estão algumas: Tetrastigma ou trepadeira-castanha (Tetrastigma voinierianum)– esta fica mais feliz no sul do Brasil, onde o clima é mais ameno. Uma planta vistosa que dá muitas flores e precisa de sol é Amor-agarradinho ou mimo-do-céu (Antigonon leptopus). Unha-de-gato (Ficus pumila), Jibóia (Sindapsus aureus) são muito populares, esta última perfeita para o clima carioca.  Tumbérgia-azul (Tumbergia grandiflora) também floresce, fazendo o muro ficar lindo. A brasileiríssima Cipó-de-São-João ou Flor-de-São-João é uma ótima opção.

 

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Alamanda (Allamanda cathartica), Madressilva (Lonicera japonica), Lágrima-de-cristo ou Clerodendro-trepador (Clerodendrum thomsonae), Costela-de-adão ou banana-de-macaco (Monstera deliciosa), Congéia (Congea tomentosa), Sete-léguas (Pandorea ricasoliana), Tumbérgia-azul (Tumbergia grandiflora) e também a Tumbérgia-sapatinho ou Sapatinho-de-judia (Tumbergia mysorensis) são opções para cobertura de muros. Sugiro que você procure informações sobre a melhor planta para a sua casa e ponha mãos à obra para fazer de sua casa ou do seu edifício um lugar mais belo, mais ameno ao meio ambiente e que também traga prazer aos que passarem por sua propriedade.

 

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Todas as fotos tiradas em bairros da zona sul do Rio de Janeiro, em ruas abertas. Nenhuma em condomínio fechado.  Ruas comuns, algumas com mais trânsito do que outras.





Imagem de leitura — Vadim Chazov

26 04 2014

 

 

Vadim CnazovNatasha com um livro, 2008

Vadim Chazov (Rússia, 1975)

óleo sobre tela

Galeria Artica, São Petersburgo





Imagem de leitura — Rudolf Ernst

25 04 2014

Rudolf Ernst (Austria,1854 – 1932)The_Reader_TwoLeitora II

Rudolf Ernst (Áustria, 1854-1932)

óleo sobre tela





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

25 04 2014

Artur_Timóteo_da_Costa_-_Passeio_Público,_1919, ost,PESPPasseio Público, 1919

Arthur Timótheo da Costa (Brasil, 1882-1922)

óleo sobre tela

PESP — Pinacoteca do Estado de São Paulo





Palavras para lembrar — Samuel Butler

24 04 2014

Maureen Hyde  (EUA)esperanEsperando um amigo

Maureen Hyde (EUA, contemporânea)

www.maureenhyde.com

“Livros são almas aprisionadas até que alguém os tire de uma prateleira e os liberte.”


Samuel Butler





Na boca do povo: escolha de provébio popular

24 04 2014

manhã, galo Randolph_Caldecott_illustration2Manhã, ilustração de Randolph Caldecott.

“Não é por muito madrugar que amanhecerá mais cedo.”





Maria-sem-tempo, texto de Domício da Gama

24 04 2014

TEIXEIRA, Oswaldo,Mulher,osm, 1965,55 x 43 cmMulher, 1965

Oswaldo Teixeira (Brasil, 1905-1974)

óleo sobre madeira, 55 x 43 cm

Maria-sem-tempo

Domício da Gama

Era magra, pequena, escura. Tinha a extrema humildade dos que vivem longos anos sob o céu destruidor, sem pensar ao menos em resistir à sorte, com a passividade inerte da folha que o vento rola pelos caminhos. Era assim mirrada e seca e sombria, como se tivesse perdido a seiva ao ardor dos estios, como se guardasse das noites sem estrelas o negrume cada vez mais denso.

Era louca, porque só tinha uma idéia, e a criatura humana pode não ter idéias, mas não pode ter uma só. A sua era o angustioso desassossego das maternidades malogradas. Perdera um filho e o procurava. Andava pelos caminhos para buscá-lo e só levantava a voz para chamá-lo, ansiosamente, carinhosamente: “Luciano! Meu filho!…” E escutava longo tempo por trás nas cercas, no aceiro dos matos, à entrada dos terreiros das fazendas, nos desertos e nos povoados, onde quer que a levasse a sua dolorosa esperança. Aquela figura miserável, toda feita num gesto indagador, com a mão abrigando os olhos, à espreita, ou levantando o xale que lhe encobria a cabeça de cabelos hirtos, para ouvir melhor a resposta ideal, aquela encarnação de um desejo sempre iludido enturvava o esplendor do mais radioso meio-dia.

Em: Flor do Lácio,[antologia]  Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário), p. 99





São Jorge, feriado no Rio de Janeiro, porque já trabalhamos demais!

23 04 2014

Ernesto de Fiori, São Jorge e o Dragão, ost, 1943-44, Pinacoteca do Estado de SPSão Jorge, 1944

Ernesto de Fiori (Itália, 1884 — Brasil, 1945)

óleo sobre tela

Pinacoteca do Estado de São Paulo