Domingo, um passeio no campo!

13 04 2014

MOACIR ALVES - (1904 - 1982) Paisagem de Itatiaia - ost - 46 x 54 - cid e d - 1953 - ItatiaiaPaisagem de Itatiaia, 1953

Moacir Alves (Brasil, 1904-1982)

óleo sobre tela, 46 x 54 cm





Flores para um sábado perfeito!

12 04 2014

Marques Júnior (1887 - 1960) Vaso de Flores, o.s.t. - 66 x 55.Vaso de flores, s./d.

Marques Júnior (Brasil, 1887-1960)

óleo sobre tela, 66 x 55 cm





Rio de Janeiro a caminho dos 450 anos!

11 04 2014

Y. Takaoka, Arcos da Lapa  Aquarela,32 x 47  Déc. 30,ACIE,1.300 Arcos da Lapa, década de 1930

Yoshia Takaoka (Japão 1909 – Brasil,1978)

aquarela, 32 x 47 cm





Daqui a cem anos, que livros publicados no século XXI ainda serão lidos?

11 04 2014

Laerte AgnelliLaerte AgnelliLaerte Agnelli, (Brasil, 1937).

O jornal inglês The Guardian fez esta pergunta a seus leitores: “daqui a cem anos que livros publicados no século XXI ainda serão lidos?”  Para nos ajudar nessas especulações próprias para o fim de semana, John Crace, que assina a matéria, nos lembra que entre a virada do século XX e o início da Primeira Guerra Mundial, em 1914, os seguintes livros foram publicados que ainda são lidos nos dias de hoje:”L Frank Baum escreveu The Wonderful Wizard of Oz, [O mágico de Oz]; Colette escreveu Claudine em Paris; Joseph Conrad escreveu Heart of Darkness [O coração das trevas], Baronesa Orczy escreveu  The Scarlet Pimpernel, [O pimpirnela escarlate]; EM Forster  escreveu Howards End, Thomas Mann escreveu Death in Venice [Morte em Veneza] e Marcel Proust escreveu Swann’s Way [No caminho de Swann]: todos esses livros se tornaram clássicos e são lidos até hoje”.

A minha pergunta é a mesma que o jornal inglês faz.  Que livros que você leu — publicados — nesses 14 anos do século XXI, você acredita que estarão ainda sendo lidos no ano de 2114?

Dos que li acredito que ainda sejam lidos em 2114.

Equador, de Miguel Sousa Tavares

Traduzindo Hannah, de Ronaldo Wrobel

E vocês?

Mais dois:

Seu rosto amanhã, Javier Marías  — contribuição da leitora, Nanci Sampaio, como vemos nos comentários.

2666, Roberto Bolaño — contribuição do leitor Alexandre Kovacs

 

—-

PS: Adicionei outros quando me lembrar de outros.





O Maracujá, poesia de Sônia Carneiro Leão

10 04 2014

 

Aquarela_Passiflora_edulis_01Ilustração botânica do maracujá [Passiflora edulis Sims] de Maria Cecília Tomasi.

O Maracujá

Sônia Carneiro Leão

Pego o maracujá e me assusto

Tão dura e tão oca

essa fruta mais louca

me deixa perplexa

de tão desconexa.

Sua carne é só casca.

Seu ventre, sementes.

Sua polpa tão pouca,

não dá pros meus dentes,

Maracujá intrigante,

enrugado, velhinho,

de gosto aceso, bacante,

como o do vinho.

Quero morder, não consigo.

Chupar, tão pouco não posso.

Que fazer, então, contigo,

com o teu paradoxo?

Ninguém o fura com o dedo

para evitar contusão,

esconde dentro o segredo

o doce-azedo da paixão.

Respeitamos o non-sense

da sua concepção.

Em: Respostas ao Criador Das Frutas, Sônia Carneiro Leão, auto-publicação,Holos Design,  ilustrado por Renata Vilanova, p. 13.

 –

Sônia Carneiro Leão nasceu no Rio de Janeiro, mas reside em Recife.  Psicanalista, escritora, poetisa, contista  e tradutora.

 





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

9 04 2014

MARIO ZANINI - (1907 - 1971)Bananas - osc - 18 x 25 - cid - 1925Bananas, 1925

Mário Zanini (Brasil, 1907 – 1971)

óleo sobre cartão, 18 x 25 cm





Na boca do povo: escolha de provérbio popular

8 04 2014

???????????????????????????????Ilustração Belli Studio.

“Papagaio velho não aprende a cantar”.





Canção do outono — poesia de Mário Quintana

7 04 2014

outono, Paul Bransom (1885-1979)Outono, ilustração de Paul Bransom (1885-1979).

Canção de Outono

Mário Quintana

O outono toca realejo

No pátio da minha vida.

Velha canção, sempre a mesma,

Sob a vidraça descida…

Tristeza? Encanto? Desejo?

Como é possível sabê-lo?

Um gozo incerto e dorido

De carícia a contrapelo…

Partir, ó alma, que dizes?

Colher as horas, em suma…

Mas os caminhos do Outono

Vão dar em parte nenhuma!

Em: Prosa e Verso, Mário Quintana – série paradidática Globo, Porto Alegre, Edições Globo: 1978, p. 12

 





Domingo, um passeio no campo!

6 04 2014

Marie Nivoulies de Pierrefort, A velha pinguela, 1955, OST, 55 x 48A velha pinguela, 1955

Marie Nivouliès de Pierrefort (França, 1879- Brasil, 1968)

óleo sobre tela, 55 x 48 cm





Quadrinha do orgulho

5 04 2014

orgulhoso demais,

Orgulho é como se fosse

uma bolha de sabão:

com um sopro do destino,

espatifa-se no chão.

(Ailsa Alves Santos)