Ilustração de Joseph Leyendecker.
O livro é o portão de acesso
à liberdade e ao saber.
E nem sequer cobra ingresso:
basta abri-lo, entrar… e ler!
(Antônio Augusto de Assis)
Ilustração de Joseph Leyendecker.
O livro é o portão de acesso
à liberdade e ao saber.
E nem sequer cobra ingresso:
basta abri-lo, entrar… e ler!
(Antônio Augusto de Assis)
Ilustração de Mae Besom.
Hélio Pellegrino
Colho a sombra das coisas
sob o sol
Como quem colhe frutas
Em: Minérios Domados, poesia reunida, Hélio Pellegrino, Rio de Janeiro, Rocco: 1993, p. 79.
Igreja de São Francisco de Assis, Sabará, MG, 1988
José Ribeiro Benigno (Brasil, 1955)
óleo sobre tela, 24 x 33 cm
José Paulo Moreira da Fonseca (Brasil, 1922-2004)
óleo sobre tela, 20 x 27 cm
Pierrot, Colombina e Arlequim, 1919
[ilustração para o Balé Carnaval)
George Barbier (França, 1882-1932)
Litogravura policromada
Menotti del Picchia
— O teu beijo é tão quente, Arlequim
— O teu sonho é tão manso, Pierrot
Pudesse eu repartir-me
encontrar minha calma
dando a Arlequim meu corpo…
e a Pierrot a minh’alma!
Quando tenho Arlequim,
quero Pierrot tristonho,
pois um dá-me o prazer,
o outro dá-me o sonho!
Nessa duplicidade o amor todo se encerra:
um me fala do céu… outro fala da terra!
Eu amo, porque amar é variar,
e em verdade, toda a razão do amor
está na variedade…
Penso que morreria o desejo da gente
se Arlequim e Pierrot fossem um ser somente.
Porque a história do amor
só pode escrever-se assim:
um sonho de Pierrot…
e um beijo de Arlequim!
Este poema é baseado na fala final de Colombina em Máscaras, (1920)de Menotti del Picchia.
Alberto da Veiga Guignard (Brasil, 1896-1962)
óleo sobre madeira, 22 x 19 cm
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Neste carnaval sem fim
do mundo que Deus nos deu,
fantasiei-me de mim
e ninguém me conheceu.
(Maria Helena Vaquinhas de Carvalho)*
*Como apareceu na Coluna Falando de Trova, de José Ouverney.
[Autorretrato]
Tamara Lempicka (Polônia, 1898-México, 1980)
Coleção Particular
Em 2012, seguindo uma publicação no jornal britânico The Guardian, em que seus leitores listavam as melhores frases de abertura de um romance de língua inglesa, publiquei aqui as poucas “melhores frases” em língua portuguesa que me chegaram à memória. Mas desde então comecei a prestar mais atenção ainda às frases de abertura dos livros que leio. Aos pouco irei postando, ocasionalmente uma ou outra abertura que me intrigue. Começo hoje com a escritora inglesa, Deborah Levy.
Em: Nadando de volta para casa, Deborah Levy, Rio de Janeiro, Rocco: 2014, p. 9, tradução de Léa Viveiros de Castro.
NOTA: LINK para a lista de melhores frases de abertura em língua sugeridas pelos leitores da Peregrina, publicadas em 6 de junho de 2012.
[comemoração dos 80 anos de imigração japonesa]
Tomie Ohtake (Japão/Brasil, 1913-2015)
Concreto armado e pintado, 40 m de comprimento
Avenida 23 de Maio, São Paulo
Patrocinada e construída pela Método Engenharia, SP
Governo Municipal de São Paulo
OUTONO, painel da série QUATRO ESTAÇÕES, 1990-1992
Tomie Ohtake (Japão/Brasil, 1913-2015)
Mosaicos, téssaras de vidro, 4 painéis de 2 x 15,4 m
Estação do Metrô da Consolação
Acervo da Cia do Metropolitano de São Paulo
As cores introduzidas por Tomie Ohtake representam:
Verde, primavera; amarelo, o sol do verão; azul, o outono e vermelho, o inverno.









