Natureza morta com mangas, 1990
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 24 x 41 cm
Natureza morta com mangas, 1990
Florêncio [José Carlos dos Santos] (Brasil, 1947)
óleo sobre tela, 24 x 41 cm
Rosalba Carriera (Veneza, 1675-1757)
Pastel sobre papel azul, 31 x 25 cm
Gemäldegalerie, Dresden
Retrato da Sra.Vighi, 1930-1936
Cagnaccio di San Pietro
Cognome de Natalino Bentivoglio Scarpa, (Itália, 1897-1946)
óleo sobre madeira, 103 x 72 cm
Coleção Particular
Paisagem com animais e casario ao fundo
Hilda Campofiorito (Brasil, 1901 — 1997)
óleo sobre madeira, 21 x 27 cm
Três VW em Copacabana e Ipanema, 2008
Rubem Duailibi (Brasil, 1935)
Acrílica e silkscreen colada sobre tela, 100 x 100 cm
Camille Engel (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela, 50 x 40 cm
Um estudo por Nicola Griffith, abrangendo os principais prêmios literários em língua inglesa, nos últimos quinze anos, mostra que livros com personagens principais masculinos têm sido favorecidos nas premiações literárias. Ou seja, se o autor deseja ser premiado, seu personagem principal deve ser masculino. Livros sobre mulheres, com personagens femininos têm menor chance de serem premiados.
O estudo revelou ainda que, contrário ao bons ventos da igualdade de direitos, há um teto de vidro nas editoras segregando mulheres nos postos mais baixos. Postos de chefia e de decisão editorial não estão nas mãos de mulheres. Os números da pesquisa não deixam dúvida de que há uma preferência pelo ponto de vista masculino.
E, no entanto, há mais mulheres leitoras do que homens, no mundo inteiro. Assim como há mais mulheres no mundo do que homens em números absolutos. O ponto de vista feminino sobre a vida, sobre o mundo não deveria ser negligenciado.
Seria o mesmo aqui no Brasil?
Para o artigo inteiro: The Guardian
À luz do lampião, 1890
Harriet Backer (Noruega, 1845-1932)
óleo sobre tela, 64 x 66 cm
Coleção Rasmus Meyer
The Bergen Art Museum
Jorge Luis Borges