Imagem de leitura — Burle Marx

19 06 2017

 

 

BURLE MARX - magnífico óleo smadeira, circa 1940, medindo96 cm x 45 cm.Sem título, c. 1940

Roberto Burle Marx (Brasil, 1909-1994)

óleo sobre madeira, 96  x 45 cm.





Palavras para lembrar — Jean-Baptiste Say

19 06 2017

 

 

Gerard_Terborch_-_A_Lady_Reading_a_LetterSenhora lendo carta, 1662

Gerard Terborch ou ter Borch (Holanda, 1617 – 1681)

óleo sobre tela, 45 x 33 cm

Wallace Collection, Londres

 

 

“Entre um pensador e um erudito existe a mesma diferença que entre um livro e seu sumário.”

 

 

Jean-Baptiste Say

 

 

 

 





Minutos de sabedoria — Norberto Morais

16 06 2017

 

 

Armand Rassenfosse (Bélgica, 1862-1934)Leitura, 1906, ospapelão35 x 26 cmLeitura, 1906

Armand Rassenfosse (Bélgica, 1862-1934)

óleo sobre papelão, 35 x 26 cm

 

 

“Não há linha capaz de remendar um sonho roto.”

 

 

 

 

915678Norberto Morais




Imagem de leitura — Aaron Shikler

13 06 2017

 

 

Aaron Shikler (EUA, 1922–2015)Mulher lendo (esposa do pintor), 1962, pastel sobre papelão, 50 x 44 cmMulher lendo, 1962

[Esposa do pintor]

Aaron Shikler (EUA, 1922 – 2015)

Pastel sobre papelão, 50 x 44 cm





Imagem de leitura — Carl Theodor von Blaas

11 06 2017

 

 

carl-theodor-von-blaasCarl Theodor von Blaas (1886-1960) AllemagneLeitura

Carl Theodor von Blaas (Áustria, 1886-1960)

óleo sobre tela

 





Imagem de leitura — Pierre Lefebvre

8 06 2017

 

 

Pierre Lefebvre (Canadá, 1954), Mulher de branco, ospl, 100 x 80cmMulher de branco

Pierre Lefebvre (Canadá, 1954)

óleo sobre placa, 100 x 80 cm





Imagem de leitura — Henry Scott Tuke

6 06 2017

 

 

HenryScottTuke-2_zps96e166b7Na praia, Bournemouth, 1882

Henry Scott Tuke (GB, 1858-1929)

Óleo sobre tela, 23 x 38 cm

Glynn Vivian Art Collection – Swansea

 





Resenha: “Diário da queda”, de Michel Laub

5 06 2017

 

 

H. Weiss, NA escola, ost,Na escola

H.  Weiss (Polônia, contemporâneo)

óleo sobre tela

 

Que boa surpresa a leitura de Diário da queda de Michel Laub. Há uns poucos meses eu havia lido outro de seus livros: O Tribunal de quinta-feira. Apesar de ter chegado ao fim, foi um livro que não me entusiasmou. Mas, meu amigo Gilberto Ortega Jr insistiu que eu lesse Diário da queda, lembrando que este seria o primeiro de uma trilogia, da qual O Tribunal é a última obra.   Numa sala de espera comecei a leitura e não a deixei de lado.  24 horas foi o período necessário para ler o livro todo.  E o considero muito bom, muito bom mesmo!

É uma obra pequena, 152 páginas, densa, mas fácil de ler, abrangendo diversos tópicos complexos: a definição de amizade – de Aristóteles até hoje um assunto que ocupa filósofos no mundo inteiro;  duas passagens na vida de um homem — a adolescência (treze anos) e maturidade (aos quarenta),  a importância da memória e da herança cultural numa família, conflitos entre pais e filhos. É a vida. Algumas preocupações triviais, mas importantes pontuam o texto:  primeira traição,  primeira experiência sexual, dependência do álcool.

 

13083_gg

 

Michel Laub é iconoclasta na narrativa. Há capítulos com parágrafos numerados, outros discorrendo de modo tradicional. Há passagens com entradas interessantes de um diário positivo, de como as coisas deveriam ser num mundo idealizado. Há entradas em diários. Essa combinação transforma a narrativa num texto de grande vivacidade e fácil entendimento. Breve. Talvez o que mais surpreenda seja a força emocional que o texto carrega nas incansáveis repetições de incidentes que o narrador considera importantes marcos em sua vida.  A menção a certos fatos, a volta a eles, a análise deles, o retorno novamente aos momentos cruciais, cada vez de uma maneira, trazendo ao leitor uma ponta a mais de conhecimento do que aconteceu, mas sob um novo ângulo, uma gota de conhecimento, pequena  e essencial de informação desconhecida até então, tudo nessa construção do texto leva a uma angústia pulsante, à espera de que haja uma resolução ao que o personagem principal incessantemente descreve e destrincha.

 

Michel-LaubMichel Laub

 

É um texto intenso. Cuja ternura e carinho só se revelam no final, culminando de modo pungente.  Não soluciona problemas.  Como a vida, a história fica em aberto, mas a narrativa dá entendimento e provoca reflexão sobre a obsessão do autor cujos passos acompanhamos sem hesitar.  Nas duas últimas páginas completa-se um ciclo, fecha-se o todo. Percebe-se finalmente a força motivacional desse confessionário do qual participamos. E aí sim, percebemos a  força da carga emocional que define a história.  Os olhos umedecem.  O impacto é forte e excelente.

Agora vou ler A maçã envenenada, segundo volume da trilogia e reler Tribunal da quinta-feira. Quem sabe se não terei melhor impressão deste último tendo lido os anteriores?  Leitura recomendada, com ênfase.

 

 

NOTA: este blog não está associado a qualquer editora ou livraria, não recebe livros nem qualquer incentivo para a promoção de livros.Salvar





Imagem de leitura — Alexander Hugo Bakker Korff

25 05 2017

 

 

Alexander Hugo Bakker Korff ( Holanda 1824-1882) Leitura matutina, desenho, a nanquim aquarelado sobre papel, 22x18

Leitura matutina

Alexander Hugo Bakker Korff ( Holanda, 1824-1882)

desenho, nanquim aquarelado sobre papel,  22 x 18 cm

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Imagem de leitura — Karen Kinser

21 05 2017

 

 

Kinser, Karen (EUA, 1951-...) menina lendo no tapete

Menina lendo no tapete

Karen Kinser (EUA, 1951)

óleo sobre tela