
Num jardim em Ogunquit, 1930
Clarence K. Chatterton ( EUA, 1880-1973)
óleos sobre tela, 28 x 36 cm

Num jardim em Ogunquit, 1930
Clarence K. Chatterton ( EUA, 1880-1973)
óleos sobre tela, 28 x 36 cm

Broche de Milton , c. anos 600 a 700
Artista desconhecido
Região de Kent, Inglaterra
Prata, bronze, ouro, granadas e conchas
Victoria & Albert Museum, Londres
Esse é um dos mais sofisticados trabalhos de joalheria descobertos desse período, com uma intrigante escolha de materiais e desenho primoroso, decorado por granadas em cloison, nós em filigrana, sobre ouro e conchas. Foi encontrado em 1832, num cemitério em Milton, a oeste de Dorchester-on-Thames.
Vanessa e Tea Biscuit, s/d
Anne Womack (EUA, contemporânea)
óleo sobre tela
John Fitzgerald Kennedy

Natureza morta com mangas
Júlio Eduardo Morando (Uruguai/Brasil, 1945)
óleo sobre tela

Estudante, 1969
Gevork Kotiantz (Rússia, 1906-1996)
óleo sobre tela, 100 x 100 cm
“Imagino que, pesquisando, seja possível encontrar, para cada romancista, o episódio fundador da sua escrita: o distante relâmpago, a pequena humilhação, um primeiro amor impossível, a mãe controladora, um crime íntimo, a morte do pai.
Todos nós gostaríamos de saber de que selva fabulosa saíram os tigres de Jorge Luís Borges; de que ruínas barrocas ou jardins perfumados emergiram as baratas de Júlio Cortázar ou as belas ninfetas e mariposas (serão a mesma coisa?) de Vladimir Nabokov. Não creio que o segredo da criação se esgote nesse conhecimento, e nem me parece que tal fosse desejável. Talvez tenha até o efeito contrário, levando-nos a reler os livros que mais amamos e que mais nos marcaram, e a encontrar nessa releitura novos e mais profundos mistérios.”
Em: “Um relâmpago que atravessa vidas”, José Eduardo Agualusa, O Globo, 20/02/2017, 2º caderno, página 2.

Retrato de uma senhorita
Erich Ernst Heilmann (Alemanha, 1924)
Pastel sobre papelão, 87 x 61 cm
A leitora, 2001
Pascual Carlos Estebán (Argentina, 1938)
acrílica sobre tela, 55 x 46 cm
Pensa em passar o Carnaval em casa lendo? Aqui vão algumas sugestões de leitura. Uns livro são mais grossos do que outros. Você terá que ver quantos dias de folga irá dedicar à leitura. Procure pelas sinopses on line.
Todos os livros aparecem em catálogos online de grandes livrarias, mesmo não tendo sido publicados em 2017.
Pequena joia da literatura japonesa:
O fuzil de caça, Yasushi Inoue, São Paulo, Estação Liberdade: 2010, 112 páginas
Livro leve e romântico, quase um conto de fadas francês:
A caderneta vermelha, Antoine Laurain, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2016, 134 páginas
Livro com pegada histórica, sobre adaptação a um novo ambiente, bom astral:
A garota de Boston, Anita Diamant, São Paulo, Nversos: 2016, 240 páginas
Livro não ficção que faz pensar, aprender e é de fácil leitura:
Sapiens, uma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari, Porto Alegre: 2015, 462 páginas
Livro que virou filme:
Um homem chamado Ove, Fredrik Backman, Rio de Janeiro, Alfaguara: 2015, 352 páginas
Livro brasileiro histórico/suspense/ação:
O romance inacabado de Sofia Stern, Ronaldo Wrobel, Rio de Janeiro, Record: 2015, 256 páginas
Salvar
Salvar
Decoração de garrafa de bebida alcoólica, em cerâmica. Autor desconhecido.
Roleta da vida, espelho
dos enganos que cometo;
ponho as fichas no vermelho
e o destino grita: “Preto” !!!
(Izo Goldman)

Moças lendo carta, 1841
Ferdinand Georg Waldmüller (Áustria, 1793-1865)
óleo sobre tela, 99 x 82 cm

Jovens no penhasco, 1923
Rowland Wheelwright (GB, 1870-1955)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
O Carnaval está chegando. Ainda há tempo de escolher o que ler nos dias de férias. Os sebos físicos ou virtuais são lugar perfeito para encontrar aquele livro que você poderia ter lido há tempos! Aqui vai uma lista dos livros que você pode achar nos sebos do Brasil e para leitura no Carnaval. Todos têm menos de 200 páginas e têm impacto garantido, cada qual no seu gênero. Procure as sinopses na internet e veja aquele que mais se encaixe com as suas preferências. Sim, eu já li todos.
Vermelho Amargo, Bartolomeu Campos de Queirós, Cosac Naïf: 2011, 75 páginas — FICÇÃO
Deserto, Luís S. Krausz, Benvirá: 2013, 149 páginas – MEMÓRIAS/FICÇÃO
Nihonjin, Oscar Nakasato, Benvirá: 2011, 176 páginas — FICÇÃO
O pintor de retratos, Luiz Antônio de Assis Brasil, L&PM: 2003, 182 páginas — FICÇÃO
A vida não é justa, Andréa Pachá, Nova Fronteira: 2012, 192 páginas – CRÔNICAS
Jornada com Rupert, Salim Miguel, Record:2008, 176 páginas, FICÇÃO
Concerto Campestre, Luiz Antonio de Assis Brasi, L&PM: 1997, 176 páginas — FICÇÃO
Balzac e a costureirinha chinesa, Dai Sijie, Alfaguara: 2007, 168 páginas – FICÇÃO
O último amigo, Tahar Ben Jalloun, Bertrand Brasil: 2006, 128 páginas — FICÇÃO
O livro secreto, Grégory Samak, Intrínseca: 2015, 176 páginas — FICÇÃO
O leitor do trem das 6h27, Jean-Paul Didierlaurent, Intrínseca: 2015, 176 páginas – FICÇÃO
Na praia, Ian McEwan, Cia das Letras:2007, 136 páginas – FICÇÃO
O sentido de um fim, Julian Barnes, Rocco: 2012, 160 páginas – FICÇÃO
Tua, Claudia Piñeiro, Verus: 2015, 140 páginas – POLICIAL
Te tratarei como uma rainha, Rosa Montero, Nova Fronteira: 2014, 192 páginas FICÇÃO
A acompanhante, Nina Berberova, Imago: 1997, 97 páginas – FICÇÃO
As brasas, Sándor Márai, Companhia das Letras: 1999, 176 páginas – FICÇÃO
Amsterdam, Ian McEwan, Companhia das Letras: 2012, 192 páginas — FICÇÃO
O aprendizado da srta. Beatrice Hempel, Sarah Shun-lien Bynum, Rocco: 2011, 192 páginas — CONTOS
As avós, Doris Lessing, Companhia das Letras: 2007, 97 ´páginas — FICÇÃO
Uma bela escapada, Anna Gavalda, Rocco: 2011, 144 páginas — FICÇÃO
A casa de papel, Carlos Maria Dominguez, Francis:2006, 104 páginas — FICÇÃO
Os da minha rua, Ondjaki, Língua Geral:2007, 160 páginas — FICÇÃO
O testamento do Senhor Napumoceno, Germano Almeida, Companhia das Letras: 2000, 160 páginas — FICÇÃO
A trégua, Mário Benedetti, Alfaguara:2007, 179 páginas — FICÇÃO
Bom dia, camaradas!, Ondjaki, Agir: 2006, 144 páginas — MEMÓRIAS/FICÇÃO
Nuvens de pássaros brancos, Yasunari Kawabata, Nova Fronteira: 1969, 190 páginas — FICÇÃO
