Elllen de Groot (Holanda, 1959 )
Desconheço a autoria.
Neste fim de semana, como se já não bastasse todos os preparativos para aulas, decidi participar do desafio de escrita PH Poema Day. Vamos ver o que acontece. Aqui fica então o meu convite a quem mais goste de escrever que participe desse desafio. as regras estão muito bem enumeradas no blog Central de Leitura, passe por lá. Aqui fica a foto para dar uma ideia do que vem por aí.
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Clotilde gosta de um dia de sol, ilustração Maurício de Sousa.–
Estava chuvoso o dia,
e veio o sol de repente,
assim, como uma alegria
entrando na alma da gente.
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(Augusta Campos)
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Sandra Nunes (Brasil, contemporânea)
óleo sobre tela, 60 x 80 cm
Nikolai Bogdanov-Belsky (Rússia, 1868-1945)
óleo sobre tela
Teodoro de Morais
Dois soldados faziam exercícios de tiro e não conseguiam acertar no alvo. Um oficial que vinha passando, parou e ficou a observá-los. Vendo que as balas se perdiam, aproximou-se dos recrutas e os admoestou:
— “Que falta de jeito a de vocês! Como acertar sem alvejar? Apontem primeiro… Vocês precisam aprender a dormir na pontaria. Sem isso, babau! é bala perdida… Vejam, é assim”.
O oficial toma um dos fuzis e atira. A bala passa à direita do alvo. O instrutor oficioso não se desconcerta. Volta-se para o soldado e diz:
–“Viu, seu bicho? Era assim que você estava atirando”.
Aponta a segunda vez, dispara a arma, e a bala recalcitrante passa à esquerda do alvo. O oficial não se dá por achado nem perde o entono. Volta-se para o segundo recruta e diz:
–“Viu você também seu desajeitado? Era assim que você estava atirando”.
Enfim, uma terceira bala atinge o alvo. Diz então o oficial aos dois recrutas boquiabertos de admiração:
–“Aí está como eu atiro. Aprendam. Não é difícil”.
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Em: Flor do Lácio,[antologia] Cleófano Lopes de Oliveira, São Paulo, Saraiva: 1964; 7ª edição. (Explicação de textos e Guia de Composição Literária para uso dos cursos normais e secundário)p. 260
Theodoro Jeronymo Rodrigues de Moraes (Brasil, 1877-1956)Professor paulista. Formado pela Escola Normal Secundária de São Paulo, em 1906.
Obras:
A leitura analítica, 1909
Como ensinar leitura e linguagem nos diversos anos do curso preliminar, 1911
Meu livro: primeiras leituras de acordo com o método analítico, 1909
Meu livro: segundas leituras de acordo com o método analítico, 1910
Cartilha do operário: para o ensino da leitura…, 1918 e 1924
Sei ler: leituras intermediárias, 1928
Sei ler: primeiro livro, 1928
Sei ler: segundo livro , 1930
Tigela de vidro, 1986 [#B486]
Sonja Blomdahl (EUA 1952)
23 x 33 cm
Renwick Gallery, Smithsonian American Art Museum
Washington D.C.
NOTA: Recebi algumas perguntas que respondo aqui. Sim, é uma tigela de vidro, soprado à mão. Totalmente feito à mão. Não é um quadro de uma tigela. A vidreira é muito conhecida por seu trabalho artesanal em vidro.