Brincadeiras de crianças, arte brasileira

10 10 2013

portinari_pulandocarnica, 1959, ost, 54 x 65cmMeninos pulando carniça, 1959

Cândido Portinari (Brasil, 1903-1962)

óleo sobre tela, 54 x 65 cm

Harry Elsas - Figura - O.S.T - 100x80 cm -

Cavalinho de balanço, s/d

Harry Elsas (Alemanha 1925, Brasil, 1994)

Óleo sobre tela 100 x 80

GLÊNIO BIANCHETTI - Ciranda, 1988, ast,

Ciranda, 1988

Glênio Bianchetti ( Brasil, 1928)

acrílica sobre tela

Darcy Penteado (1926-1987)Crianças e solGravura, 60-100,35 x 45 cm

Duas crianças e sol, 1975

Darcy Penteado (Brasil, 1926-1987)

Gravura, tiragem de 100

festivaldepipas140x180cm2006_GR Erico santos

Festival de pipas, 2006

Érico Santos (Brasil, 1952)

óleo sobre tela, 140 x 180 cm

www.ericosantos.com.br

David Ricci, Dois meninos olhand pipas, 2005, ost, 60 x 40 cm

Dois meninos olhando pipa, 2005

David Ricci (Brasil)

óleo sobre tela, 60 x 50 cm

Galeria Abaporu

DJANIRA da Motta e Silva, Meninos com Pipa, 1966,ost,65 x 81 cmMeninos com pipa, 1966

Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914-1979)

óleo sobre tela, 65 x 81 cm

ricardo ferrari, brincadeira de criança, ost, 100 x 130Brincadeira de criança, s/d

Ricardo Ferrari (Brasil, 1951)

óleo sobre tela, 100 x 130 cm

www.rferrari.com

Antonio Gomide,st,aquarela,12x19,sdSem título

Antônio Gomide (Brasil, 1895-1967)

aquarela, 12 x 19 cm

Ferracioli - Tocando Corneta,ost, 2001, 80x100 cmTocando corneta,2001

Luiz Carlos Ferracioli (Brasil, 1949)

óleo sobre tela, 80 x 100

Georgina de Albuquerque,Brincadeiras de Criança, osm,c. 1950,27 x 35 cmBrincadeiras de criança, c. 1950

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1885-1962)

óleo sobre madeira, 27 x 35 cm

Henry Vitor, Bambalão, 1983, serigrafia, 70x48Bambalalão, 19983

Henry Vitor (Brasil, 1939)

Serigrafia, 70 x 48 cm

www.henryvitor.com.br

LUIZ VERRI - Pulando corda, óleo sobre tela, 30 x 40 cm. Assinado 1985Pulando corda, 1985

Luiz Verri (Brasil, 1912-1990)

óleo sobre tela, 30 x 40 cm

Ivan Morais,Jogando bolinha de gude OST,65 x 100 1965 ACIDJogando bolinha de gude, 1965

Ivan Morais [Ivan da Silva Morais] (Brasil, 1936)

óleo sobre tela, 65 x 100

Paulo do Prado, Brincadeira de roda, ast,70 x 70 cmBrincadeira de Roda, s/d

Paulo do Prado (Brasil, 1978)

acrílica sobre tela, 70 x 70 cm

Paulo do Prado

Antonio Poteiro,(1925-2010) Ciranda,2002,ost,100x100Ciranda, 2002

Antônio Poteiro (Brasil, 1925-2010)

óleo sobre tela, 100 x 100 cm

MESSIAS NEIVA - O Nosso Fusca, O.S.T, assinado no C.I.E. 24,5x33 cmO nosso fusca, s/d

Messias Neiva (Brasil, 1925)

óleo sobre tela, 24 x 33 cm

REYNALDO FONSECA (1925) Menino com Velocipede Óleo seucatex Ass. e datado 1980 na lateral direita  100 x 81 cmMenino com velocípede, 1980

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)

óleo sobr eucatex, 100 x 81cm

Em 2011 coloquei aqui outra coletânia de quadros brasileiros com brincadeiras de crianças.  Para vê-los basta clicar aqui:

Dia 12 de outubro — Dia das crianças e como elas brincam!





Natureza Maravilhosa — abelha operária

9 10 2013

pollenAbelha operária trabalhando. Foto: Hussy.

Abelha-operária ou obreira’,  responsável pela produção do mel e da cera, pela construção dos favos.  Coleta e transporta néctar, pólen e água.  Fornece a alimentação da rainha e das larvas e trabalha na defesa da colmeia.  Seus tarsos são modificados para acomodar o pólen coletado nas flores e transportado até as colmeias. Também são conhecidas pelos nomes de abelha-campeadora, abelha-neutra, abelha-operária e mula. Informação da Wikipedia.





Hoje é dia de feira: frutas e legumes frescos

9 10 2013

Antonio Henrique Amaral, Composição com frutas, 1980, ost, 76x76Composição com frutas, 1980

Antônio Henrique Amaral (Brasil, 1935-2015)

óleo sobre tela, 76 x 76 cm





Subúrbio, poema de Martins D’Alvarez

9 10 2013

Paisagem de subúrbio, 1930

Emiliano Di Cavalcanti  (Brasil, 1897-1976)

óleo sobre tela

Subúrbio

Martins D’Alvarez

Subúrbio…

Fim da cidade!…

Em frente fica a Estação,

ostentando na fachada

a tabuleta pintada

com nome e quilometragem

do rincão.

Por trás da estação,

há casas

e mato

e casas

e mato…

Ruas tortas, mutiladas…

Praças que se arrependeram…

Lá no alto, a capela branca…

E mato, cercas, buracos,

alguns becos sem destino;

boteco da Dona Guida…

Tudo cheio de menino.

De vez em quando,

bufando,

passa o trem pela estação.

Esse trem para o subúrbio

representa o coração,

a vida, no movimento

dos que vêm

e dos que vão.

Mas, o subúrbio é cardíaco,

o trem só anda atrasado,

daí o pobre coitado

sofrer da circulação.

De madrugada e de noite

é que o subúrbio desperta,

o casario se alegra,

não se vê rua deserta,

chove gente em toda parte,

ruge-ruge…

Vaivém.

E há quem acorde bem cedo

pra na birosca do Alfredo

castigar um mata-bicho

antes de tomar o trem.

Durante o dia,

marasmo,

pasmaceira,

fuxicada,

da turma desocupada

que não se foi pro batente.

Mexericos de comadres

que exibem secretamente

as nódoas da roupa-suja

guardadas por muita gente.

Só nos domingos de folga,

o subúrbio pega fogo…

Há de tudo para todos:

missa pra quem é de missa,

jogo pra quem é de jogo…

Há batida com feijoada,

dança, namoro, pelada,

briga, tragédia, conflito

que leva gente ao distrito

e, às vezes, não leva nada.

Subúrbio, fim de caminho…

Começo de outra jornada!

Em: Poesia do cotidiano, Martins D’Alvarez, Rio de Janeiro, Edições Clã: 1977.





Curiosidade sobre as crianças da antiga Grécia

8 10 2013

Boy-playing-yo-yo.-Tondo-of-an-Attic-red-figure-kylix-ca.-440-BC.Menino jogando io-io, 400 a. C.

Cílice de Figura Vermelha, Ática

Museu Altes, Berlim

As crianças da Grécia antiga brincavam com muitos brinquedos que conhecemos até hoje: chocalhos, pequenos animais de cerâmica, cavalinhos sobre rodas puxados por um barbante, bonecas e io-ios como vemos no vaso acima.





Um gesto que fala: Paulo Coelho na Feira do Livro de Frankfurt

8 10 2013

GEORGINA DE ALBUQUERQUE (1885-1962) A Leitura ost, Ass. cid 42 x 32 cm.A leitura, s/d

Georgina de Albuquerque (Brasil, 1882-1962)

óleo sobre tela, 42 x 32 cm

No início de setembro uma pequena notícia, durante a Bienal do Livro, aqui no Rio de Janeiro, atraiu a minha atenção: descobriu-se que apesar das vendas de livros de ficção terem aumentado muito no Brasil, os leitores brasileiros preferiam a ficção estrangeira.  Preferem-na em grandes números.  A leitura de ficção no Brasil aumentou no último ano 42%, mas só tivemos 11% de aumento nas vendas do mesmo gênero por escritores nacionais.  Os brasileiros se recusam a comprar e a se render ao encanto dos escritores brasileiros. Isso não me pareceria normal não estivesse eu envolvida em projetos de divulgação da leitura. Sei que é verdadeiro. É uma daquelas nossas vergonhas, que varremos para debaixo do tapete, porque desvendá-la e trazê-la à luz, estragaria os prazeres de muita gente que se acredita responsável pela cultura nacional.

Aplaudo portanto o gesto de Paulo Coelho quando se recusou a participar como representante dos escritores brasileiros na maior feira de livros do mundo, a Feira de Frankfurt, na Alemanha, onde o Brasil é o país homenageado, este ano. Como divulgado pela Folha de São Paulo o escritor brasileiro mais vendido no mundo inteiro fez um ato de imolação a favor dos autores de ficção no Brasil, os verdadeiramente aclamados pelo público, aqueles que são lidos e relidos, e que representam a sociedade brasileira, de fato.

Reynaldo Fonseca, Leitura interessante, glicê, 55x65cm tiragem 10Leitura interessante

Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)

gravura glicée, tiragem 10

Paulo Coelho não aprova “a maneira como o Brasil representa sua literatura“.  Concordo.  Os critérios de escolha são uma incógnita.  Por que?  Porque uma feira como a de Frankfurt, uma feira comercial que tem representantes de editoras estrangeiras querendo fazer negócios, comprar livros brasileiros de autores brasileiros, deveria ser um local onde os escritores que mais agradam aos brasileiros, os escritores que mais vendem no Brasil, fossem escolhidos para nos representar. Por que imaginar que eles gostariam de comprar autores que não têm apoio dos leitores?  As editoras não são ONGS.  São negócios.  Vivem de comprar e vender.  Se não apresentamos autores vendáveis, roubamos de nós mesmos a oportunidade de fazermos a nossa cultura conhecida.

Fico surpresa com as escolhas de autores.  Como explicar, por exemplo, que escritores como Eduardo Spohr, Thalita Rebouças, André Vianco, Raphael Draccon só para citar alguns, não estejam na lista daqueles que representam o gosto do leitor brasileiro?  Alguns dos escritores brasileiros indo à feira só são fenômeno de vendas porque têm contratos governamentais.  Cadê na lista os escritores que conseguem se fazer sem qualquer desses apoios?  Que conseguem se apoiar em si mesmos, naquilo que escrevem?

Maria Sylvia cordeiro, menina lendo, ost 80 x 100Menina lendo, s/d

Maria Sylvia Cordeiro (Brasil, contemporânea)

óleo sobre tela, 80 x 100 cm

Manoel Costa Pinto disse que os autores escolhidos eram aqueles agraciados com os principais prêmios de literatura do país e com “qualidade estética”.  “Qualidade estética”?  O que é isso? E, sinceramente, escolher os autores que ganharam prêmios literários…  esse é justamente o problema do Brasil.  Na maioria da vezes damos prêmios a quem o brasileiro não lê e ignoramos acintosamente aqueles que são sucesso comercial. Eliminar quem é sucesso de vendas no Brasil é uma posição pretensiosa, de quem usa uma forma e quer que seus representantes sejam só desse ou daquele jeito, que caibam nos limites da “qualidade estética” do momento.  Isso é um posicionamento elitista de quem acredita que o leitor, que não subscreve certa política, certa filosofia, o leitor, que não leva a sério as considerações filosóficas dos “profetas” da nossa literatura,  é um ignorante, um imbecil, que não sabe escolher.  É uma posição anacrônica que não cabe numa sociedade pluralista, numa sociedade onde ler faz parte daquilo que se faz por entretenimento, por diversão, por gosto.

Vergonha nacional este tipo de escolha “que vem de cima”.  Esta lista nos rouba de uma melhor representação de quem somos para o mundo.  Uma vergonha que Eduardo Sphor, autor que já vendeu mais de 600.000 volumes no Brasil, não esteja lá nos representando, nem Vianco, nem Thalita Rebouças, nem Raphael Draccon que são autores com fã-clube no Brasil.  Pobre Brasil que continua a ver literatura como uma maneira de seleção de classe social, como um divisor de águas entre “os iluminados” e o povo. Estamos muito mal servidos, como em tudo o mais no país, para ser franca.





Palavras para lembrar — Walter Savage Landor

7 10 2013

Um momento de reflexão, s/d

John Ballantyne ( Inglaterra, 1815–1897)

óleo sobre tela

“O que é a leitura senão uma conversa em silêncio?”

Walter Savage Landor





A Herança do Sagrado, últimos dias, MNBA

7 10 2013

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Gente, quem ainda não viu essa belíssima exposição, tem só 6 dias para vê-la.  Quantas vezes na vida você pode examinar um Leonardo da Vinci a um metro de distância, por quanto tempo você quiser?

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Quantos mestres da arte italiana você conhece de perto sem sair do Brasil?  Olhe o mapa acima, veja os nomes dos grandes artistas representados na exposição.  O que você está esperando?  Mora fora do Rio de Janeiro?  Tome um ônibus, venha de carro, de avião, de carona…  Vale a pena…

993593_314614492007912_1328972087_nMUSEU NACIONAL DE BELAS ARTES

Av. Rio Branco 199

Centro [Cinelândia]

Rio de Janeiro, RJ  20.040-008

Telefone: (21) 3299-0600

—-

Não perca essa extraordinária oportunidade.  Está nas suas mãos. São peças da coleção do Vaticano, uma das maiores coleções de arte do mundo.

 Facebookhttp://www.facebook.com/MNBARio

 Visitação/Visiting Hours:
 Terça a domingo das 09 às 21 horas/Tuesday – Friday from 9 a.m. to 9 p.m.
 Acesso a portadores de necessidades especiais/Wheelchair accessible        





O mundo animal de Charles van den Eycken

7 10 2013

artwork_imcharleshvanden-eyckenTravessura, 1900

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 34 x 48 cm

66dab5667e9cCharles van den EyckenA tela rasgada, 1875

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 30 x 25 cm

027d22729ff3Charles van den EyckenBoa coisa não é, 1896

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 34 x 46 cm

Charles van den Eycken Jr  (1859-1923) - Chat aux lunettes, 1918O gato dos óculos, 1918

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre madeira, 22 x 16 cm

76418912c0faCharles van den EyckenSob o olhar da mãe, s/d

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre madeira, 33 x 45 cm

defdd84a5b85Charles van den EyckenBibliotecários felinos, s/d

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 46 x 56 cm

CHARLES VAN DEN EYCKEN (Belgian 1809-1891) Circus EntretainersArtistas de circo, 1890

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 43 x 46 cm

0aee29c4e3dfCharles van den EyckenAssinado e datado, 1907

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 34 x 46 cm

Charles van den Eycken Who is there, 1892Quem está aí?, 1892

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 63 x 96 cm

1cbda44315adCharles van den EyckenNo quarto de dormir, s/d

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela, 80 x 61 cm

8a008a8c37e3Charles van den EyckenUm companheiro perfeito para o chá, 1884

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre madeira, 36 x 27 cm

fe533e7a6288Charles van den EyckenUm visitante de surpresa, 1893

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre madeira, 27 x 36 cm

pierette-and-mifs-charles-van-den-eyckenPierrette e Mifs, 1892

Charles van den Eycken (Bélgica, 1859-1923)

óleo sobre tela





O verde do meu bairro — Mangueiras

7 10 2013

???????????????????????????????Mangueira em flor.

É com muito pesar que vejo uma a uma as grandes mangueiras do meu bairro irem desaparecendo…  Onde moro perdemos pelo menos 4 grandes mangueiras com mais de 50 anos cada à custa da valorização dos imóveis no Rio de Janeiro.  Por trás do edifício onde moro havia duas casas com duas grandes mangueiras,  Elas deveriam ter pelo menos uns 10m de altura.  Robustas e saudáveis.  Mas às cinco da manhã todos os dias, vinha uma pessoa, moradora da casa e “regava” as mangueiras.  Elas definharam e morreram e assim eles puderam receber a permissão de retirá-las do terreno.  As duas casas que eram de um único andar ganharam 2 andares cada e foram colocadas à venda pelo preço de um pequeno palácio na Europa.  Venderam.  Porque o bairro ficou na moda.  Perdemos muito sem ela.  E os morcegos que antigamente nos deixavam em paz, agora entram nos apartamentos como o meu à procura de comida.  Não podemos deixar nenhuma fruta fora da geladeira, que eles invadem, mesmo quando ainda estamos com as luzes de casa acesas.

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A minha rua residencial, de um único quarteirão, tinha, faz uns dez anos, sete grandes mangueiras.  Neste mês de agosto, para dar mais espaço à uma escola, foi-se a penúltima.  Agora resta uma única mangueira.  A que vemos na foto acima nasce ao longo de um pequeno riacho e é provavel que sobreviva, já que está nos fundos dos terrenos da minha rua e dos terrenos do quarteirão seguinte.

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Esta é a foto da mangueira que foi retirada este ano, pela escolinha para crianças de 2 a 6 anos.   Tirei esta foto, sem saber de seu destino, talvez umas duas semanas antes da matança.  Ela estava em flor, pois afinal as mangueiras aqui no Rio de Janeiro florescem no inverno.

Não sei se é porque sou completamente apaixonada por mangas, principalmente pelas Carlotinhas, que sinto tanta tristeza ao relatar essas perdas.  Mas precisamos acordar.  Não vai ser retirando nossas árvores que vamos ter qualidade de vida, que já anda tão escassa no Rio de Janeiro.