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Pato Donald decide ser pintor, ilustraçãao Walt Disney.–
A inspiração se assemelha
à luz da graça divina.
O artista toca a centelha
e a si mesmo ilumina.
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(Álvaro Faria)
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Na refrescante sombra do Jardim Botânico no Rio de Janeiro, esta senhora lê “Ayuverdic Healing”, na manhã deste domingo.–
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Iszák Perlmutter (Hungria, 1866-1932)
óleo sobre tela, 115 x 85 cm
Coleção Particular
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Iszák Perlmutter nasceu em Budapeste, na Hungria em 1866, de família judia. Estudou na Gusztáv Magyar Mannheimer e com Bertalan Karlovszky. Foi para Paris, onde por alguns meses estudou na Academia Julian em 1891. Voltando a Hungria, tornou-se aluno de Sándor Bihari. Voltou a viajar em 1894. Depois de retornar a Paris, deslocou-se para a Holanda, onde morou de 1898 a 1904, época em que pintou muitas das paisagens que conhecemos, e também se dedicou à pintura de gênero. Estabeleceu residência em Szolnok e mais tarde em Besztercebánya no seu retorno à Hungria. Participou em 1905 da Bienal de Veneza [Esposizione Internazionale d’Arte della Città di Venezia] e de novo da Bienal de Veneza em 1909, 1910, 1914 e 1922. Seus quadros refletem a influência do Impressionismo francês e do surrealismo. Seu auto-retrato encontra-se na Galeria degli Uffizi em Florença. Faleceu em Budapeste em 1932.
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Érico Santos (Brasil, 1952)
óleo sobre tela, 40 x 50 cm
Acervo pessoal do artista
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Raquel Naveira
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Língua Portuguesa,
Tuas regras são as cordas da minha harpa,
Duras e firmes,
Que procuro dedilhar
Desde a infância.
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Que prazer reconhecer tuas notas graves e agudas!
Ata-me nos teus laços afinados,
Na tua lei tensa
E criarei poemas
Como pássaros.
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Que delícia o esforço de cortar,
Esticar,
Retesar!
Livra-me da frouxidão,
Da lassidão de cometer pecados
Contra ti.
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Língua Portuguesa,
Tuas regras são as cordas de minha harpa,
Torna meu canto angélico,
Feito de forma e beleza,
Oferenda consagrada a ti,
Ao Tejo,
Às espumas do mar.
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Em: Casa e Castelo, Raquel Naveira, São Paulo, Escrituras: 2002, p.71
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João Carlos Bento (Brasil, 1951)
acrílica sobre tela, 100 x 100 cm
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Djanira da Motta e Silva (Brasil, 1914 – 1979)
óleo sobre tela
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Vincenzo Camuccini (Itália, 1771-1844)
óleo sobre tela
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A Língua Romana foi uma das duas principais línguas coloquiais do império romano. A outra foi o grego. A língua romana foi usada principalmente nas províncias ocidentais do império (Itália, Espanha, Gália, Grã-Bretanha, África do Norte, Sardenha, Córsega), mas também em partes do norte da península dos Bálcãs [Dacia, Moesia, Illyria, norte da Macedônia. A população do Império Romano no século I-II da nossa era foi estimada em 50 milhões de pessoas ou 1/6 do total mundial da época. Calcula-se que o império chinês também tivesse cerca de 50 milhões de habitantes, nos primeiros dois séculos da Era Comum . Supõe-se que dois terços dos cidadãos romanos usassem a língua romana como língua nativa ou que a usassem como língua secundária em seus assuntos públicos.
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Esse caranguejo é natural do Equador. Chama-se aratu-vermelho [Grapsus grapsus] das ilhas Galápagos é muito colorido. Tem pernas e garras vermelhas, a barriga azul e costas cor de laranja. E não é muito pequeno.
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Foto: Planeta Sustentável