Ilustração de Jason La Ferrera, colagem de antigos mapas.
Sabiá põe em seu canto
tal ternura que ao cantar,
mais parece um acalanto
para a alma cochilar.
(Amália Max)
Ilustração de Jason La Ferrera, colagem de antigos mapas.
Sabiá põe em seu canto
tal ternura que ao cantar,
mais parece um acalanto
para a alma cochilar.
(Amália Max)
Carlos Lousada (Brasil, 1905-1984)
óleo sobre tela, 60 x 73 cm
Tiradentes, tua glória
com teu corpo não morreu
e, em torno de tua história,
nossa história se escreveu.
(Arlindo Tadeu Hagen)
Oldack de Freitas (Brasil, ?-?)
óleo sobre tela, 53 x 65 cm
No rol dos inconfidentes,
fiel à sua verdade,
deu a vida Tiradentes
por amor à Liberdade!
(Carolina Ramos)
Casario e igrejas em Ouro Preto, MG, 1963
Luiz de Almeida Júnior (Brasil, 1894-1970)
óleo sobre tela, 50 x 60 cm
Delatando os insurgentes,
Joaquim Silvério, o vilão,
não traiu só Tiradentes,
traiu toda uma Nação.
(Campos Sales)
Ilustração de Jimmy Liao.Passarinho, o teu encanto
é teu canto de alegria;
ai de mim que quando canto,
canto só por nostalgia…
(Izo Goldman)
Bebê dormindo, ilustração de Maria Pia Franzoni.
Não há música mais bela
do que a canção de ninar:
a mãe canta em voz singela,
e o bebê põe-se a sonhar!
(Alba Helena Corrêa)
Desconheço a autoria.
Não deixe que maus momentos
Ofusquem seus ideais.
Sobre “velhos” tons cinzentos
“novas” cores brilham mais.
(Wandira Fagundes Queiroz)
Adeus, cartão postal francês.
Meu lenço, na despedida,
tu não viste em movimento:
— Lenço molhado, querida,
não pode agitar-se ao vento.
(Carlos Guimarães)
Ilustração de Joseph Leyendecker.
O livro é o portão de acesso
à liberdade e ao saber.
E nem sequer cobra ingresso:
basta abri-lo, entrar… e ler!
(Antônio Augusto de Assis)
Reynaldo Fonseca (Brasil, 1925)
óleo sobre tela, 46 x 38 cm
Neste carnaval sem fim
do mundo que Deus nos deu,
fantasiei-me de mim
e ninguém me conheceu.
(Maria Helena Vaquinhas de Carvalho)*
*Como apareceu na Coluna Falando de Trova, de José Ouverney.