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Ilustração de Lisa Hutton, para a revista Better Homes & Gardens, de julho de 1929.
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Primavera! Que beleza!
A campina toda em flor.
É como se a natureza
despertasse para o amor.
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(Álvaro Teixiera Fº)
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Primavera! Que beleza!
A campina toda em flor.
É como se a natureza
despertasse para o amor.
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(Álvaro Teixiera Fº)

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Walter Nieble de Freitas
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A Pátria meus coleguinhas
É o recanto onde nascemos;
É a Família, o Lar, a Escola…
É a Terra onde vivemos!
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Foi a Sete de Setembro
Que a nossa Terra Natal
Se libertou para sempre
Do jugo de Portugal!
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Nas colinas do Ipiranga,
D. Pedro, o bravo Regente,
Transformou a nossa Terra
Num país independente!
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Bandeira colorida, 2007
Zilando Freitas ( Brasil, contemporâneo)
tecido em nós, 100 x 140 cm
http://zilandofreitas.blogspot.com
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O grande Pedro Primeiro
Com bravura sem igual,
Proclamou a Independência
De nossa Terra Natal.
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Viva o Sete de Setembro!
Viva o povo brasileiro!
Viva a nossa Independência!
Viva D. Pedro Primeiro!
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Foi “Independência ou Morte!”
O brado forte e altaneiro
Que libertou para sempre,
O meu Torrão Brasileiro.
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Viva a Semana da Pátria!
Salve o povo brasileiro!
Viva a nossa a Independência!
Salve D. Pedro Primeiro!
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Em: 1000 Quadrinhas escolares, Walter Nieble de Freitas, São Paulo, Difusora Cultural:1965.
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Walter Nieble de Freitas
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Por ter sido descoberto
Por Pedro Álvares Cabral,
O Brasil, caros colegas,
Pertenceu a Portugal.
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Ouvi dizer que homens bravos,
Chefiados por Tiradentes,
Receberam nesse tempo,
O nome de inconfidentes.
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Os nossos inconfidentes
Nutriam um ideal:
Desejavam separar
O Brasil de Portugal.
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Joaquim Silvério dos Reis
Traiu os incoonfidentes,
Destruindo dessa forma,
O sonho de Tiradentes.
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No dia Vinte e Um de Abril,
Sob vivas estridentes,
Foi, no Rio de Janeiro,
Enforcado Tiradentes.
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O exemplo que Tiradentes
nos deu a Vinte e Um de Abril
É a página mais linda
da História do Brasil.
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Em: 1000 Quadrinhas Escolares, Walter Nieble de Freitas, São Paulo, Difusora Cultural: 1965
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Ilustração de revista da década de 1960.—
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A luz mais clara, mais pura,
chama viva da esperança,
só se encontra na ternura,
dos olhos de uma criança.
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(Marília Fairbanks Maciel)

Passarinho cantando, ilustração de Maurício de Sousa.
Mimoso passarinho
Num galho lá pousou
E bem, bem de mansinho
Ao matagal saudou.
Quadrinha de A. de Carvalho
Esta quadrinha faz parte do seguinte exercício: Passe para prosa, com suas palavras, esta quadrinha.
Em: Exercícios de Linguagem e Matemática: 2ª série primária, Theobaldo Miranda Santos, Rio de Janeiro, Agir: 1958, p. 59

Ilustração: Christina Rossetti
Um rato muito orgulhoso
de um feio ratinho riu…
Mas veio o gato manhoso,
deu-lhe um bote e … o engoliu.
Outras quadrinhas neste blog:
Outras ilustrações de Christina Rossetti neste blog:
Xadrez
É branca a gata gatinha
É branca como farinha.
É preto o gato gatão
É preto como o carvão.
E os filhos, gatos gatinhos,
São todos aos quadradinhos.
Os quadradinhos branquinhos
Fazem lembrar mãe gatinha
Que é branca como a farinha.
Os quadradinhos pretinhos
Fazem lembrar pai gatão
Que é preto como carvão
Se é branca a gata gatinha
E é preto o gato gatão,
Como é que são os gatinhos?
Os gatinhos eles são,
São todos aos quadradinhos.
Sidonio Muralha, (Lisboa, 1920 – Curitiba, 1982)
Do livro:
A televisão da bicharada, Sidonio Muralha. Global: 1997, São Paulo. Originalmente publicado em 1962.